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Respeitar o padrão de vida leva a realizar mais sonhos!

Um dos erros que mais contribui para o descontrole financeiro é não respeitar o padrão de vida. Tem muita gente querendo comprar o que não precisa, com o dinheiro que não tem, para impressionar quem, muitas vezes, nem sequer conhece.

Um dos erros que mais contribui para o descontrole financeiro é não respeitar o padrão de vida. Costumo dizer que tem muita gente querendo comprar o que não precisa, com o dinheiro que não tem, para impressionar quem, muitas vezes, nem sequer conhece. O tal do status vem causando verdadeiros estragos na saúde financeira e esse comportamento precisa ser revisto.

Mas por que isso acomete tanta gente? Simples, porque a maioria da população não teve acesso à educação financeira. São poucas as pessoas que aprenderam com a família (ou na escola) bons hábitos em relação ao uso e à administração dos recursos financeiros. E como comportamento não muda da noite para o dia, é preciso ir atrás do conhecimento e ter paciência, perseverança e força de vontade.

Uma das maneiras que é bem eficaz nesse processo de conscientização e respeito ao orçamento financeiro é sonhar. Parece estranho dizer que as pessoas que possuem problemas com gastos excessivos devem ter mais sonhos, mas a verdade é que, quando temos objetivos de vida bem estabelecidos e traçados, focamos mais na realização destes e acabamos gastando menos com supérfluos e excessos.

Muita gente tem a impressão de que o poder de compra vai cair, quando decidir respeitar o padrão de vida permitido pela renda que se ganha, mas isso é porque as pessoas possuem uma inversão de significados. O que irá te fazer mais feliz: ter/fazer coisas da moda e acumular quantidade de itens básicos do dia a dia ou alcançar grandes objetivos que vão de fato agregar valor à vida?

Acho que a resposta é fácil. Então, não vamos perder tempo. Agora mesmo, enquanto está lendo esse texto, abra um bloco de notas no seu computador ou pegue um papel e uma caneta e anote, pelo menos, três sonhos – um de curto (até um ano), um de médio (de um a dez anos) e outro de longo prazo (acima de dez anos). Faça uma pesquisa minuciosa e veja quanto custam; depois, analise seu orçamento e veja o quanto pode guardar mensalmente para cada um deles.

Sabe aquela máxima de “não deixar para amanhã o que se pode fazer hoje”? Então, é isso! Não perca mais um minuto, sabendo o deve ser feito. Uma vez entendido isso, fica mais fácil colocar os preceitos da educação financeira em prática e começar a viver de maneira mais realista e, ao mesmo tempo, prazerosa, acredite!

Reinaldo Domingos é PhD em Educação Financeira, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) e da DSOP Educação Financeira. Está a frente do canal Dinheiro à Vista, é colunista do de diversos meios de comunicação. Autor de diversos livros sobre o tema, como o best-seller Terapia Financeira e o livro Empreender Vitorioso.
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