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Relações Honestas?

O quanto tentamos segurar o que estamos sentindo de um modo geral? Quantos filtros colocamos para não expressarmos exatamente o que pensamos? O medo de nos expormos faz criarmos “personas” socialmente ditas “normais”?

O quanto tentamos segurar o que estamos sentindo de um modo geral? Quantos filtros colocamos para não expressarmos exatamente o que pensamos?

O medo de nos expormos para os outros e o mundo nos faz criarmos “personas” socialmente ditas “normais”?

Fico muito interessada por pessoas que se expressam verdadeiramente. Isso é um grande ato de coragem. Mas estamos tão pouco acostumados com isso que pensamos que pode ser melhor haver “filtros”. Talvez por medo de que essa seja uma oportunidade de nos sentirmos à vontade para fazer o mesmo.

Como lidar com alguém que te diz o que pensa por talvez estar buscando um compromisso consigo mesmo de se entregar intensamente para a vida? O que essas pessoas têm para nos mostrar? Como seria começar uma relação estabelecendo o “falar a verdade”, ou simplesmente falar o que você pensa honestamente?

Me lembrei do movimento criado pelo psicoterapeuta Dr. Brad Blandon, que afirma que a felicidade plena só pode ser atingida dizendo a verdade a todo momento. O que ele chama de Honestidade Radical.

Passei por um período de testar esse movimento por 30 dias e confesso que não consegui. Aconteceu que, em muitos momentos preferia não dizer nada já que não estava conseguindo ser absolutamente honesta.

Hoje me deparo com uma outra grande oportunidade de fazer isso. Talvez porque tenha encontrado uma pessoa mais disposta a falar o que pensa. Pelo menos esse é o tema emergente dessa relação.

Já escrevi em muitos textos sobre a crença que tenho em cocriarmos a realidade que estamos vivendo. Que não somos vítimas dos acontecimentos e sim protagonistas deles.

Portanto, acredito fortemente, que ter essa reflexão hoje me traz intensamente o desejo de passar por essa experiência novamente.

Muito bom olharmos para os eventos fora de nós como uma imensa oportunidade de crescermos internamente.

Não importa o tempo, não existe o que virá, não existe o que foi, mas a deliciosa e instigante provocação de estamos presentes nas emoções e sentimentos.

Experimentarmos ser radicalmente honestos conosco sobre o que estamos pensando e sentindo, será muito mais fácil criar a cada dia as experiências pelas quais queremos verdadeiramente passar.

Claudia Vaciloto é Iniciadora e Sócia da Organização em Rede NaSala, Psicóloga, Mentora Organizacional para Áreas e Executivos de RH, Facilitadora Certificada e Treinadora Oficial no Brasil do Jogo Miracle Choice, baseado no livro Um Curso em Milagres, Facilitadora de Pintura Espontânea baseada na Teoria Point Zero (Esalen Institute Big Sur California) e Imagens Fotográficas para atendimentos terapêuticos (Sedes Sapientes). Fez carreira em RH passando por empresas como Accenture, EDS, VR, Ability Trade Marketing, onde atuou como Diretora de RH pelos últimos 10 anos. Faz treinamentos e vivências comportamentais para empresas e grupos e atendimentos individuais. Formada em Executive and Life Coaching pelo ICI – Integrated Coaching Institute, assina a Coluna Reflexões e Provocações para Revista Cloud Coaching. Co-idealizadora da Plataforma GameYou, que oferece experiências de desenvolvimento através de jogos.
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