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Quer saber por que o mundo é VUCAH?

Você já se perguntou por que o mundo é VUCA? Ou melhor, VUCAH? E por que você precisa saber disso? Confira essa abordagem objetiva e prática!

por que o mundo é VUCAH

Quer saber por que o mundo é VUCAH?

Quem acompanha este espaço já leu, mais de uma vez, as explicações sobre origens e conceitos do mundo VUCAH (e, inclusive, entendeu o porquê de ter sido acrescentada a letra H ao anterior VUCA). Contudo, nunca fizemos uma abordagem tão objetiva como faremos neste caso de hoje. E, com isso, a prática irá ajudar a entender a teoria (ou, se preferirem, a teoria será explicada pela prática).

Começando pela última letra, já postamos aqui a própria ambiguidade de entendimento do seu significado. Afinal, esse H significa hostil, hiperconectado ou humanista? Pois bem, dependendo de quem analisa, pode ser qualquer um deles ou, até mesmo, todos eles. Mas eu vou me prender ao sentido mais comum, que é de um mundo hiperconectado.

Esse ambiente hiperconectato se aproveita de tecnologias modernas que servem para que as pessoas se informem, formem opinião, influenciem os outros e exponham ideias. Algumas vezes preconceituosas e agressivas. Não há limites, controles e as “good news”, “real news” e as “fake news” viajam pelo mundo cibernético a uma velocidade fantástica. Influenciador digital já é profissão reconhecida e remunerada.

Provavelmente, a leitura deste artigo levará ao redor de dois minutos. Nesse tempo, entre a primeira e a última palavra lida por você:

  • Cerca de 85 milhões de mensagens terão sido trocadas pelo WhatsApp;
  • 1000 horas de vídeo terão sido postadas no YouTube;
  • E, acreditem, 700 mil stories terão sido divulgadas pelo Instagram.

Na figura a seguir, outros números estonteantes reforçarão a tese de hiperconectividade.

Entretanto, vamos agora pensar sobre o impacto dos conteúdos. A partir de várias fontes, esses conteúdos impactam milhões de pessoas e as levam a formar opinião. Ato contínuo, muitas ainda irão propalar o conteúdo, muitas vezes verdadeiro e outras vezes falso.

Mas o fundamento é que isso gerará mudanças de comportamentos e motivações inesperadas. Tanto no ambiente doméstico como no profissional.

Pense no seguinte: em dois minutos, uma notícia circula pelo WhatsApp e chega a milhares de pessoas. Muitas delas replicam a outras e algumas respondem, concordando ou não. A polêmica, o antagonismo, a concordância e/ou o reforço a uma dada opinião acontecem simultaneamente. Nesses dois minutos, volatilidade, complexidade e insegurança conviveram e geraram estresse pessoal e funcional em milhares de pessoas. Que, se multiplicarmos pelo número de diferentes ocorrências, atingirá milhões de pessoas.

Essa dinâmica no processo de comunicação, informação e construção de pensamento reforça o conceito de mundo complexo e incerto. E a ambiguidade inerente a uma mensagem mal escrita, deformada ou inescrupulosamente manipuladora, gera impactos imediatos no cotidiano das pessoas. Em outras palavras, para o bem ou para o mal, as mídias sociais constroem a opinião e o comportamento social com que nos defrontaremos no momento seguinte, medido agora em horas (ou mesmo em minutos).

Por essa razão, para quem tem consciência e responsabilidade social, a melhor atitude é NÃO repassar conteúdos sem o devido crivo. Mesmo que um conteúdo reforce sua própria opinião política, religiosa, comportamental, musical e/ou temática, seja crítico quanto à legitimidade. Como diz o ditado, amanhã o “feitiço pode virar contra o feiticeiro”. E você é quem será manipulado por notícia falsa. Ou, pior ainda, receberá a reprimenda de algum amigo mostrando que sua mensagem nada é além de um boato.

Se você quer formar reputação positiva e sustentável neste mundo VUCAH, tudo começa por ser absolutamente criterioso em tudo o que publica. Seja algo que você produziu ou que você repassou de alguém de sua amizade. Nesta pandemia, a cada minuto 200 mil pessoas estão reunidas pelo Zoom e eu deixo a pergunta:

Como será a sua participação profissional em uma reunião se os seus amigos (ou colegas) tiverem sua imagem como a de um manipulador digital?

Analise o diagrama a seguir, tente identificar-se conforme a sua orientação para mídias sociais e comece a agir. Uma ação simples e direta é: vigilância total no que posta e no que republica!

Por que o mundo é VUCAH?

Gostou do artigo? Quer saber mais? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.

Mario Divo
https://www.dimensoesdesucesso.com.br

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Mario Divo Author
Mario Divo tem extensa experiência profissional, tendo chegado a quase meio século de atividade ininterrupta, em 2020. É PhD e MSc pela Fundação Getulio Vargas, com foco em Gestão de Negócios, Marcas e Design, Marketing e Comunicação Corporativa. Tem formação como Master Coach, Mentor e Adviser pela Sociedade Brasileira de Coaching e pelo Instituto Holos. Consultor credenciado para aplicação do diagnóstico meet® (Modular Entreprise Evaluation Tool), Professor e Palestrante. CEO e Coordenador Executivo das plataformas de negócios MENTALFUT® e Dimensões de Sucesso®, acumulando com o comando da sua empresa MDM Assessoria em Negócios. Foi Diretor Executivo do Automóvel Clube Brasileiro e Clube Correspondente da FIA – Federação Internacional do Automóvel, no Brasil. Foi titular do Planejamento de Comunicação Social da Presidência da República (1997-1998) e, anteriormente, comandou a Comunicação Institucional da Petrobras. Liderou a Comunicação Institucional e a Área de Novos Negócios da Petrobras Internacional. Foi Presidente da Associação Brasileira de Marketing & Negócios, Diretor da Associação Brasileira de Anunciantes e, também, Conselheiro da Câmara Brasileira do Livro. Primeiro brasileiro no Global Hall of Fame da Aiesec International, entidade presente em 2400 instituições de ensino superior em 126 países e territórios, voltada ao desenvolvimento das potencialidades das jovens lideranças em todo o mundo.
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