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Quem desempenha melhor no trabalho remoto?

O que poderá influenciar a produtividade no trabalho remoto, no que diz respeito a fatores de inteligência emocional?

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Quem desempenha melhor no trabalho remoto?

Hoje em dia é muito frequente o questionamento sobre competências para o teletrabalho (o que muitos chamam de trabalho remoto e sua variante home office). Para um mundo chamado de VUCAH, atualmente não é novidade a frequente busca de ambientes compartilhados (coworking) ou mesmo locais públicos (hotéis, cafeterias, livrarias e bares, por exemplo), seja por jovens ou pessoas mais idosas.

Porém, a questão maior não está exatamente em realizar (ou não) um trabalho à distância, mas como garantir produtividade. E aí vem uma série de perguntas que exploram esse atual contexto: quem tem mais chances de “dar certo” nesse clima de teletrabalho: o jovem ou a pessoa mais idosa? O que poderá influenciar a produtividade, em cada caso, no que diz respeito a fatores de inteligência emocional? Enfim, como abordar essa questão de maneira orientada ao desempenho e à produtividade?

Como já escrevi antes, a chave está em cada pessoa perseguir o autoconhecimento, a partir do que terá condições de identificar competências fortes a explorar, outras a corrigir /ou  a melhorar. Ato contínuo, haverá uma base pessoal mais organizada na busca de resultados, de maneira diferente e com ganho de qualidade. Passam a ser fundamentais competências como autogerenciamento, relações equilibradas, engajamento e organização, por exemplo.

Teletrabalho é um desafio que preocupa muito os gestores, sob vários aspectos. Mas quando se olha essa realidade comparando a geração mais jovem e a geração mais antiga, os aspectos positivos e negativos em cada caso não serão os mesmos.

Para debater esse assunto, fui entrevistado pela MBO Business Training, ao longo de quase uma hora. O CEO da empresa, Alessandro Gomes, em determinado momento, perguntou sobre essa questão de dificuldades para jovens e idosos no teletrabalho.

Clique aqui para acessar essa parte da entrevista (10’) e não deixe de comentar (e compartilhar com sua rede de contatos), pois o tema é bem atual. Finalizando, aproveite também para refletir sobre como poderá ajudar seus clientes usando as informações desta entrevista.

Mario Divo
https://www.dimensoesdesucesso.com.br

Confira também: Você se dá bem com o tabalho remoto?

 

Mario Divo Author
Mario Divo possui mais de meio século de atividade profissional ininterrupta. Tem grande experiência em ambientes acadêmicos, empresariais e até mesmo na área pública, seja no Brasil ou no exterior, estando agora dedicado à gestão avançada de negócios e de pessoas. Tem Doutorado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) com foco em Gestão de Marcas Globais e tem Mestrado, também pela FGV, com foco nas Dimensões do Sucesso em Coaching (contexto brasileiro). Formação como Master Coach, Mentor e Adviser pelo Instituto Holos. Formação em Coach Executivo e de Negócios pela SBCoaching. Consultor credenciado no diagnóstico meet® (Modular Entreprise Evaluation Tool). Credenciado pela Spectrum Assessments para avaliações de perfil em inteligência emocional e axiologia de competências. Sócio-Diretor e CEO da MDM Assessoria em Negócios, desde 2001. Mentor e colaborador da plataforma Cloud Coaching, desde seu início. Ex-Presidente da Associação Brasileira de Marketing & Negócios, ex-Diretor da Associação Brasileira de Anunciantes e ex-Conselheiro da Câmara Brasileira do Livro. Primeiro brasileiro a ingressar no Global Hall of Fame da Aiesec International, entidade presente em 2400 instituições de ensino superior, voltada ao desenvolvimento de jovens lideranças em todo o mundo.
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