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Quando a paciência acaba!

É muito difícil dentro de qualquer nível de desenvolvimento humano resistir às pancadas que recebemos de pessoas que, sem perceber, funcionam dentro de um automatismo impensado. E aí? O que fazer quando a paciência acaba?

É muito difícil dentro de qualquer nível de desenvolvimento humano resistir às pancadas que recebemos de pessoas que, sem perceber, funcionam dentro de um automatismo impensado.

– Como assim, automatismo, Rodrigo?

A maior parte das pessoas (olhe ao seu redor que você verá) funciona 100% dentro de processos habituais e automatizados que, de certa maneira, as mantêm dentro de suas zonas de conforto. Longe de culpá-las por isso. Todos agimos assim. A diferença é que uns são mais iguais que os outros.

Algumas destas pessoas são inofensivas em seu jeito de ser. Agem dentro da sua própria normalidade sem criar atritos ou gerar desconfortos com seus pares. Elas apenas navegam na rotina, fazendo seu dia a dia previsível, para que suas vidas sejam mais previsíveis e, assim, tenham um campo de visão mais claro dentro do que elas mesmas acreditam ser bom para si próprias.

O duro é quando encontramos pessoas que vivem um modus operandi que afeta os arredores de si mesmas. Trabalham e vivem dentro de conflitos que, cegamente, elas creem que as fazem crescer. “A vida é dura”… “mundo cão”. Estas são razões para agirem assim. Porém, quando precisamos trabalhar com pessoas tóxicas neste nível, chega um momento em que a paciência acaba.

– E aí? Fazer o que quando a paciência acaba?

Enquanto escrevo este texto, a foto de uma destas pessoas me gera criatividade.

Neste momento, quando a paciência acaba, devemos respirar. Concentrar nossa atenção no presente é o que devemos fazer. Não entrar na vibe, sabe? Somos um com o que nos alinhamos, ou seja, se você fica com raiva, ódio, nervoso, stress, ansiedade por conta de alguém, tente (e sei que não é fácil) não se deixar levar.

Você, mais do que ninguém, sabe o que é realmente bom para você. E, por que, então, é tão fácil descer do salto e entrar na briga com pessoas que nos trazem coisas ruins? Porque é a defesa que temos. É a forma que temos de demonstrar que não estamos afim de que as coisas ruins cheguem até nós. Só que, num ato falho, ao topar a briga já estamos alinhados com o que não nos faz bem. Engraçado, né?

Como saída, e aqui fica minha dica pois a uso diariamente, você pode apenas deixar os cachorros latirem. Uma hora eles cansam e você voltará a dormir tranquilamente para, assim, acordar descansado e seguir o desenvolvimento da sua vida de uma forma que estas pessoas ainda não estão preparadas para entender.

O primeiro passo para sair da tristeza é começar a olhar para cima e não para baixo.

Até a próxima!

Rodrigo Pace

Rodrigo Pace Author
Rodrigo Pace tem mais de 17 anos de experiência profissional em TI, atuando como Consultor na Telefonica Vivo há mais de 10 anos. Certificado PMP. Coach especialista em Profissionais de TI, Escritor, Palestrante, Professor e Empreendedor Digital. É formado em Bacharelado em Ciência da Computação pela Unesp e possui MBA em Gestão de TI pela FIAP. Criador do projeto Desafio LinkedIn que já atendeu mais de 3.300 alunos gratuitamente proporcionando maior valor, resultados e visibilidade profissional para as pessoas dentro do LinkedIn.
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