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Qual o significado das coisas?

O exercício de olharmos com naturalidade e rapidez a tudo que existe à nossa volta, nos ajuda a não nos fixarmos em nossos julgamentos e condicionamentos sobre o que estamos vendo e sentindo. Vamos acolhendo tudo ao nosso redor e nos desapegando de tudo ao mesmo tempo.

Comecei a fazer o exercício de olhar para tudo ao meu redor e entender o que tudo aquilo significa para mim.

Olhar para os objetos, paisagens, pessoas, sem julgamento. Apenas olhar e entender que significado estou dando para tudo.

Como esse exercício é simples e profundo ao mesmo tempo! Comecei a entrar em contato com os julgamentos e condicionamentos que tenho sobre tudo o que vejo.

Perceber que uma cadeira é uma cadeira, tem um efeito libertador sobre minhas opiniões sobre a cadeira. Entender que tenho sentimentos e emoções em relação àquela cadeira me fez perceber que estou projetando o que tenho na minha mente sobre aquela cadeira.

E então se faço isso com a cadeira, o que estou fazendo com tudo que vejo?

Ao olhar para uma pessoa e não fazer o exercício de simplesmente olhar para ela, para o que ela é, estou fazendo projeções sobre o que penso sobre ela. Passo a sentir emoções baseadas nesse pensamento e que além de me aprisionar, aprisionam a imagem da pessoa em si.

O exercício de olharmos com naturalidade e rapidez a tudo que existe à nossa volta, nos ajuda a não nos fixarmos em nossos julgamentos e condicionamentos sobre o que estamos vendo e sentindo.

Vamos acolhendo tudo ao nosso redor e nos desapegando de tudo ao mesmo tempo.

Isso também vale para os acontecimentos. Se olharmos para eles e apenas deixá-los passar, vamos perceber de fato a impermanência de tudo. E que podemos ir nos desapegando sempre.

Uma situação de stress onde algo no trabalho nos ocorre é mais um evento, e esse evento vai passar.

Uma tristeza que nos abate por algum acontecimento, é mais uma tristeza que passará.

O significado que damos às coisas é também uma escolha. E se olharmos amorosamente para tudo ao nosso redor, coisas, pessoas, tempo, se olharmos para nossas emoções com acolhimento e deixá-las passar, vamos de fato entendendo que temos em nossas mãos a capacidade de apreciar a vida.

Nada é incluído ou excluído aqui. Tudo é. Assim como nós somos.

Claudia Vaciloto é Iniciadora e Sócia da Organização em Rede NaSala, Psicóloga, Mentora Organizacional para Áreas e Executivos de RH, Facilitadora Certificada e Treinadora Oficial no Brasil do Jogo Miracle Choice, baseado no livro Um Curso em Milagres, Facilitadora de Pintura Espontânea baseada na Teoria Point Zero (Esalen Institute Big Sur California) e Imagens Fotográficas para atendimentos terapêuticos (Sedes Sapientes). Fez carreira em RH passando por empresas como Accenture, EDS, VR, Ability Trade Marketing, onde atuou como Diretora de RH pelos últimos 10 anos. Faz treinamentos e vivências comportamentais para empresas e grupos e atendimentos individuais. Formada em Executive and Life Coaching pelo ICI – Integrated Coaching Institute, assina a Coluna Reflexões e Provocações para Revista Cloud Coaching. Co-idealizadora da Plataforma GameYou, que oferece experiências de desenvolvimento através de jogos.
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