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Por que o Autoconhecimento é o início de tudo?

Você já se perguntou o que deseja para sua vida? Costuma avaliar se é autêntico com o que escolheu para si? O autoconhecimento é uma grande porta de entrada para compreender nossos desejos mais autênticos e encontrar nossas motivações. 

Por que o Autoconhecimento é o início de tudo?

Por que o Autoconhecimento é o início de tudo?

Olá, 

 

Eu me chamo Cristiane Maziero, sou fundadora da Allure Desenvolvimento Humano, com mais de 20 anos de experiência em desenvolvimento humano. Com especializações em Mentoring, Coaching Ontológico, Coaching Evolutivo e Neurocoaching, tenho apoiado empresas a alcançarem resultados positivos e a desenvolverem uma cultura de alta performance.

 

O autoconhecimento é uma ferramenta poderosa para coaches que desejam apoiar os clientes a alcançarem seus objetivos e melhorarem suas vidas de maneira significativa.

 

Quando os clientes têm uma compreensão mais profunda de si, podem identificar seus pontos fortes e fracos, aprenderem a gerenciar suas emoções e comportamentos e trabalharem em direção a uma vida mais satisfatória.

 

A minha coluna destaca a importância do autoconhecimento no processo de coaching e como isso pode apoiar os clientes a alcançarem seus objetivos e viverem uma vida mais autêntica, de acordo com seu propósito e forma de ser.

 

Espero que goste da minha coluna!

 

Cristiane Maziero

O autoconhecimento é o início de tudo

Devemos começar por um único ponto, um ponto que está dentro de nós. Nossos desejos mais autênticos, valores, propósito e o que esperamos da vida. Acredito que para dar início nesta jornada é preciso, de fato, nos conectarmos com nossos próprios sentimentos e emoções. São diversas camadas que precisam ser retiradas antes de chegarmos ao centro, ao ponto onde tudo inicia. NÓS!.

Perdidos em crenças parentais, ao que o mundo nos “exige”, autocobranças e sentimento de “sempre estar devendo algo” nos perdemos em um mundo de fantasia, impedindo assim de sairmos do automatismo de nossas ações para compreender o que mais importa.

Você já se perguntou o que realmente deseja para sua vida? Costuma se avaliar para checar se é autêntico com o que escolheu para si?

Normalmente embarcamos em uma jornada estreita que traz a pressão do dia a dia, a “necessidade” de cumprirmos metas e agradar as pessoas que estão à volta. Dessa forma, nos esquecemos de viver a realidade que desejamos e que nossa alma “grita” para vivermos.

Gosto de algumas reflexões do autor Edgar Morin. Em seu livro “Consciência” ele traz uma reflexão importante em relação a cultura, ética e consciência. Ele argumenta que:

“A cultura molda nossa percepção do mundo e influencia a forma como experimentamos a realidade”.

Sair do automatismo significa fazermos escolhas conscientes de nossa trajetória na vida. Compreender que nada, nem ninguém pode influenciar o que escolheu SER.

Em todas as minhas ações como mentora, coach e facilitadora de workshop convido as pessoas a compreenderem como estão situados no mundo. O que escolheram para si e como, de fato, podem tomar decisões mais conscientes, focadas em sua “inteireza” de SER. Sei que antes de ser um bom profissional e um bom líder, primeiramente é necessário ser uma boa pessoa, congruente com suas escolhas e ações.

O autoconhecimento é uma grande porta de entrada para compreender nossos desejos mais autênticos e encontrar nossas motivações. Quando compreendermos que os sentimentos e emoções saudáveis estão diretamente interligadas com a nossa paz interior, saberemos distinguir o que é “Meu” (o que está do lado de dentro”) do que é do “outro”.

Nesta jornada de autoconhecimento, vamos gerar ressonância com quem está a nossa volta, permitindo assim que outras pessoas sejam beneficiadas a partir da elevação de nossa consciência.

Seremos uma “alavanca” para o início de melhores realizações, empatia e minimização de conflitos a partir de um conhecimento mais profundo de nós.

Para que isso seja possível, é fundamental ter coragem e se lançar em sua autenticidade.

A grande maioria das pessoas ainda não está preparada para conviver com pessoas autênticas, pois a sociedade atual nem sempre acolhe a transparência como algo benéfico. Eu acredito que o posicionamento de suas escolhas e sentimentos, com respeito, primeiro a si, são fundamentais para que tenhamos pessoas mais felizes e capazes de viver sem o preconceito de levar uma vida escondida de suas necessidades e princípios.

Quando nos conhecemos melhor, então é possível ter uma relação mais próxima, amorosa e responsável consigo e com o mundo. Nem sempre os padrões preexistentes são os seus e questioná-los pode ser um início para buscar formas mais saudáveis de nos relacionar.

Antes de concluir meus pensamentos compartilho algumas ações que me apoiam a quebrar padrões aos quais não tenho muita afinidade e que me trazem para uma vida mais real, conectada com aquilo que acredito:

  1. Acordo cedo e procuro meditar a partir da filosofia de vida que escolhi para mim e busco compreender as emoções que vivencio naquele momento. Busco me perdoar por algumas incongruências entre meus valores e ações e compreender qual necessidade minha estava tentando atender naquele momento. Isso me faz refletir sobre como continuar a jornada sem me culpar pelos erros aos quais tentei acertar. Corrigir o percurso e continuar sabendo que dentro da perfeição tenho só uma vida inteira para seguir e aprender a cada momento. Não me culpar, corrigir e seguir!
  2. Sempre digo que o mundo está cheio de oportunidades e elas estão todas ali ao meu alcance. Quando as pessoas que estão a minha volta não compreendem minha intenção, tento uma, duas e três vezes refletir em conjunto para chegarmos a uma direção que seja respeitosa e empática para todos, mesmo que isso signifique abrir mão de determinado caminho ou abrir mão de determinada convivência naquele momento para depois seguirmos refletindo e ponderando os passos para a harmonia.
  3. Experimentar novos pensamentos. No lugar de um pensamento que me traz angústia e desalento, aprender com ele, e colocar dois positivos no lugar.
  4. Não me levar muito a sério; Por vezes é preciso relaxar e aproveitar o momento. (“Ainda estou aprendendo”).
  5. Criar uma rede de apoio para reflexões profundas, amorosas e que nos permite caminhar em direção ao nosso propósito verdadeiro.
  6. Estar ciente de que tudo passa; Tanto a fase boa como a desafiadora. Em todos os momentos é preciso ter humildade.
  7. Respire fundo, tudo está apenas começando.

Gostou do artigo?

Quer saber mais sobre o autoconhecimento e como ter uma relação mais próxima, amorosa e responsável consigo e com o mundo? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em ajudar.

Cristiane Maziero
https://www.alluredh.com.br0

Não deixe de acompanhar a coluna O Autoconhecimento é o Início de Tudo

 

Cristiane Maziero é fundadora da Allure Desenvolvimento Humano, com mais de 20 anos de experiência em desenvolvimento humano. Possui formação em Gestão estratégica de recursos humanos, MBA pela USP e pós-graduação em Psicologia pela Associação Luso Brasileira de Transpessoal. Também é pós-graduada em gestão estratégica de Recursos Humanos pelo Instituto Nacional de Pós-graduação, Campinas e em Sociedade Brasileira de dinâmica dos Grupos pela SBDG. Cristiane tem especializações em diversas áreas, como Coaching Ontológico, Coaching Evolutivo, Coaching Game e Punctum pela Points of you (Instituição Israelense), Neurocoaching (Fellipelli), Jogo Purpose Mining Game, entre outras. Além disso, possui certificação internacional no método de Richard Barret e é membro do Instituto Capitalismo Consciente e Art of Hosting. Ao longo de sua carreira, Cristiane atuou como mentora, coach e consultora em empresas renomadas como Grupo Pão de Açúcar, J&J, Vale S/A, Zurich Seguros, Reclame Aqui, Theraskin, Walmart e Reed Exhibition Alcântara Machado. Fundou a Allure Desenvolvimento Humano em 2005, onde atua na gestão da cultura organizacional, coaching, mentoring e capacitação de líderes e equipes. Com experiência em desenvolvimento humano, Cristiane tem apoiado empresas a alcançarem resultados positivos e a desenvolverem uma cultura de alta performance. Suas habilidades em mentoring, coaching e capacitação a tornam reconhecida no mercado e uma profissional altamente valorizada por suas habilidades em liderança e gestão de equipes.
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