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Parece, mas não é!

Há uma crença de que o Coaching de Equipes é o mesmo que reunir um grupo de pessoas e ajudá-las a desenharem suas metas, identificarem seus valores, recursos... sob o aspecto individual. Será?

Olá, seja bem-vindo!

No artigo de estreia, falei um pouco sobre a importância da conexão em nossa vida pessoal e profissional. Obrigado pela interação de vocês! Isso mostra que não só entenderam a mensagem, mas buscam colocá-la em prática, muito bom!

Hoje quero esclarecer um pensamento (e muitas vezes uma prática) comum no mercado: a crença de que o Coaching de Equipes é o mesmo que reunir um grupo de pessoas e ajudá-las a desenharem suas metas, identificarem seus valores, recursos… sob o aspecto individual. Não, definitivamente isso não é Coaching de Equipes. É claro que há similaridades entre o Coaching Individual e o de Equipes na essência de ajudar as pessoas a aumentarem o desempenho e conquistarem metas, mas você perceberá nos artigos desta coluna que há diferenças significativas. Eles se parecem, mas não são iguais.

O objetivo do Coaching de Equipes é ajudar as equipes a aumentarem a performance, clarificarem e terem foco nas tarefas que desejam conquistar coletivamente, bem como o processo que levará à conquista das metas estabelecidas. Para o coach, a abordagem é mais complexa, sendo importante, além de outros aspectos:

  1. Compreender que as pessoas são diferentes e que os membros da equipe possuem perfis, técnicas e habilidades complementares;
  2. Ajudá-los a utilizarem essa riqueza em prol dos objetivos traçados.

Talvez você pense: “Luciano, isso é óbvio!”. Sim, as frases são óbvias, mas e a prática?

O processo de Coaching de Equipes busca, então, formar equipes com um propósito comum (objetivo), visão de futuro, valores sólidos que norteiam suas ações, que busquem o diálogo e o relacionamento como forma de aprenderem, de melhorarem a comunicação, o clima interno, que se conectem com seus pares, que estejam alinhados aos objetivos da empresa, dos outros departamentos e de seu próprio departamento.

Perceba que há diferentes benefícios no processo, no entanto, creio que os principais são o desenho de uma direção comum que é concebida pelos membros da equipe (são eles que estabelecem as metas, associadas aos objetivos da organização) e a definição dos valores da equipe (a bússola, o que é importante para um bom relacionamento), os quais são traduzidos em engajamento, uma vez que os colaboradores fizeram parte da criação, não foi nada importo top down. Sem falar no impacto motivacional, no clima organizacional, no relacionamento interpessoal… e, por fim, os objetivos de todos os líderes e empresas: mais performance e melhores resultados conquistados por meio de uma equipe que aprende, dialoga, age e conquista.

Dica de hoje: O Coaching de Equipes é co-criação. É uma atividade feita acima de tudo com as pessoas e não para as pessoas.

Um abraço e até a próxima!

Luciano Viana é Coach Individual e de Equipes com Certificação Internacional pela ICC – International Coaching Community, Professor Universitário nas áreas de Negócios e Recursos Humanos e Treinador em Coaching, Desenvolvimento de Líderes e Equipes. Um dos 40 trainers da ICC – International Coaching Community especialmente selecionados e treinados em todo o mundo para formar Coaches no Brasil. Conquistou a Certificação Internacional 6Ds e possui conhecimentos sobre a metodologia das Seis Disciplinas para desenhar experiências completas de aprendizado e desenvolvimento com resultados mensuráveis e foco na estratégia do negócio. Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero com especialização em Gestão de Marketing pelo Insper. Foi empreendedor em agências de comunicação por 10 anos, atendendo clientes nacionais e internacionais nas áreas de Marketing, Evento e Comunicação Corporativa.
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