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O Sucesso em Coaching!

Em “Dimensões do Sucesso” de hoje, Mario Divo fala sobre a interpretação de “sucesso” entre quem fez e quem nunca fez o processo de Coaching.

Na mesma linha de pesquisa do artigo anterior, eu fui buscar respostas para a seguinte pergunta: Como se pode descrever a interpretação para o “sucesso” em uma intervenção pessoal entre quem fez (ou faz) e quem nunca fez (e não faz) o processo de Coaching? A intervenção pessoal a que nos referimos pode ser treinamento, mentoria, terapia, PNL como exemplos de várias outras formas. A comparação acima citada teve foco apenas em detectar a existência (ou não) de diferenças de conceito para “sucesso”.

E aí, está curioso para conhecer os resultados? O estudo gerou uma oportunidade ímpar de análise pela possibilidade de comparar as respostas de 208 pessoas que nunca tiveram contato com o Coaching com as de 223 que informaram sobre a sua experiência e deram a visão que têm para o “sucesso”. Essa amostra foi constituída apenas por pessoas de graduação superior ou pós-graduação e os adequados testes estatísticos validaram os resultados.

Utilizando da análise léxica, as 223 respostas dadas por quem vivenciou (ou vivencia) o Coaching geraram 1347 palavras, com 5439 incidências (4 incidências por palavra). Ao final da eliminação criteriosa de palavras sem sentido para a pesquisa e do reagrupamento necessário, restaram 32 palavras e 749 incidências afins ao interesse do estudo. Quanto ao grupo de 208 respostas de quem nunca vivenciou a experiência do Coaching, tivemos 842 palavras com 3186 incidências (3,8 incidências por palavra). Com o mesmo critério de eliminação e de reagrupamento, chegou-se a 25 palavras com 554 incidências.

Apenas por esses números, depreende-se da análise léxica que o grupo que vivenciou o Coaching é mais abrangente na geração de palavras que descrevem a interpretação para o “sucesso”. Note-se que, em ambos os grupos, as médias de incidências por palavra sejam muito próximas (23,4 incidências para quem vivenciou o Coaching e 22,2 para quem não vivenciou o processo). Uma forma gráfica para comparar os dados resultantes do estudo está no uso de nuvens de palavras.

Estatisticamente, pode-se mostrar que há um grau moderado de correlação entre os resultados, o que não surpreende, pois existe um núcleo comum de identificação de sucesso (metas, resultados, objetivos, etc) e um núcleo diferenciado, este sim que nos interessa entender. Conclui-se haver evidências de que as duas séries mostram-se diferentes, ou seja, este pesquisador interpreta que a conceituação de “sucesso” em uma intervenção difere entre um coachee e quem nunca foi coachee. Depois, se na nuvem de termos deixarmos de lado a palavra “sucesso”, percebe-se no grupo Coaching uma referência forte à ideia de haver um processo envolvido, o que não ocorre no grupo Não-Coaching.

E mais, a diferença visual fundamental está na significativa presença de palavras relacionadas com o autoganho, no grupo Coaching, sendo a mais marcante mudanças. Portanto, se você quiser entender de forma simples o que vai acontecer ao participar de um processo de Coaching, aí está uma boa resposta: Mudança como indicadora de “sucesso”. E eu posso garantir, será sempre para uma existência melhor!

Mario Divo Author
Mario Divo tem extensa experiência profissional, tendo chegado a quase meio século de atividade ininterrupta, em 2020. É PhD e MSc pela Fundação Getulio Vargas, com foco em Gestão de Negócios, Marcas e Design, Marketing e Comunicação Corporativa. Tem formação como Master Coach, Mentor e Adviser pela Sociedade Brasileira de Coaching e pelo Instituto Holos. Consultor credenciado para aplicação do diagnóstico meet® (Modular Entreprise Evaluation Tool), Professor e Palestrante. CEO e Coordenador Executivo das plataformas de negócios MENTALFUT® e Dimensões de Sucesso®, acumulando com o comando da sua empresa MDM Assessoria em Negócios. Foi Diretor Executivo do Automóvel Clube Brasileiro e Clube Correspondente da FIA – Federação Internacional do Automóvel, no Brasil. Foi titular do Planejamento de Comunicação Social da Presidência da República (1997-1998) e, anteriormente, comandou a Comunicação Institucional da Petrobras. Liderou a Comunicação Institucional e a Área de Novos Negócios da Petrobras Internacional. Foi Presidente da Associação Brasileira de Marketing & Negócios, Diretor da Associação Brasileira de Anunciantes e, também, Conselheiro da Câmara Brasileira do Livro. Primeiro brasileiro no Global Hall of Fame da Aiesec International, entidade presente em 2400 instituições de ensino superior em 126 países e territórios, voltada ao desenvolvimento das potencialidades das jovens lideranças em todo o mundo.
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