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O que o amor te diria para fazer?

Às vezes passamos por situações que nos deixam emocionalmente confusos e buscamos respostas em nossa mente condicionada. O que o amor te diria para fazer?

O que o amor diria para fazer

O que o amor te diria para fazer?

Ouvi essa pergunta do Richard Barrett, na minha especialização em Coaching Evolutivo, baseado nos 7 níveis de consciência, que aconteceu esse mês aqui no Brasil.

Que pergunta linda! Ela está ecoando em mim e percebi que é possível utilizá-la todos os dias em várias situações.

No dia que o Barrett fez essa pergunta no curso, ele disse outra coisa linda na sequência: “Às vezes é simplesmente se amar”.

Essa pergunta nos faz nos conectarmos com nosso coração, com nossa alma.

Às vezes estamos passando por situações que nos deixam emocionalmente instáveis e confusos. E a tendência natural é buscarmos respostas na nossa mente condicionada. Mas ela está tão acostumada a dar as mesmas respostas que isso se torna exaustivo para quando buscamos uma saída.

Poucas vezes fazemos perguntas para nós mesmos que nos ajudam a explorar novos caminhos.

Perguntas que nos conectem com o nosso sentir e não só com o nosso pensar. As respostas são diferentes dependendo da fonte de onde ela brota.

Quando estamos no medo, a resposta do medo está sempre baseada na mente e nas necessidades do ego. O que pode nos ajudar a tomar algumas decisões racionais importantes.

Mas as respostas do amor, estão ligadas aos desejos da nossa alma, o que nos faz entrar em contato com sentimentos esquecidos porque estamos sempre “separando” as coisas.

A Alma não é separada. Ela É. Portanto ela traz o impulso da sua autoexpressão, segundo Barrett.

Ao  sentar na frente do computador para escrever esse texto, eu fiquei buscando na mente o tema para escrever e me perguntei o que o amor escreveria? Então veio a ideia de relatar exatamente esse aprendizado e compartilhar.

A Alma também quer contribuir, compartilhar. Sem julgamentos, de que está bom ou mal, certo ou errado.

Às vezes sinto que mensagens simples falam mais ao meu coração.

Sinto que me desgasto cada vez mais quando passo pelo dia sem ter me perguntado o que minha alma deseja naquela situação, o que o amor responderia?

Essas perguntas têm me ajudado na minha busca por leveza, presença e paz.

Perguntas que trazem mais e mais consciência e mesmo quando sinto as repostas padronizadas e repetitivas da minha mente, fico em paz por perceber que está tudo bem, que posso ouvir e integrar tudo.

E me lembrar de escolher o amor novamente. Porque é isso que me deixa feliz. É nessa voz que tenho a sensação de estar conectada com o todo. De sair da angústia e voltar para novas perspectivas e possibilidades.

Como as relações e situações ganham uma dimensão generosa e cheia de compaixão com essa pergunta!

Saímos de uma escolha de raiva, angústia, medo, para uma escolha de liberdade, delicadeza e gratidão.

Um bem-estar enche nosso corpo, porque a mente deu lugar para um novo caminho.

O QUE O AMOR TE DIRIA PARA PENSAR? TE DIRIA PARA FALAR? TE DIRIA PARA FAZER?

Claudia Vaciloto
http://www.nasala.net/

Confira também: Às vezes o APEGO e poucas vezes o DESAPEGO

 

Claudia Vaciloto é Iniciadora e Sócia da Organização em Rede NaSala, Psicóloga, Mentora Organizacional para Áreas e Executivos de RH, Facilitadora Certificada e Treinadora Oficial no Brasil do Jogo Miracle Choice, baseado no livro Um Curso em Milagres, Facilitadora de Pintura Espontânea baseada na Teoria Point Zero (Esalen Institute Big Sur California) e Imagens Fotográficas para atendimentos terapêuticos (Sedes Sapientes). Fez carreira em RH passando por empresas como Accenture, EDS, VR, Ability Trade Marketing, onde atuou como Diretora de RH pelos últimos 10 anos. Faz treinamentos e vivências comportamentais para empresas e grupos e atendimentos individuais. Formada em Executive and Life Coaching pelo ICI – Integrated Coaching Institute, assina a Coluna Reflexões e Provocações para Revista Cloud Coaching. Co-idealizadora da Plataforma GameYou, que oferece experiências de desenvolvimento através de jogos.
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