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O profissional bom de palestras!

Nos dias de hoje, qualquer profissional deve ter competência ao apresentar suas ideias na forma de palestras. Isso vale para uma grande plateia, para pequena audiência ou a um único e especial ouvinte: o cliente Coachee.

Nos dias de hoje, qualquer profissional deve ter competência ao apresentar suas ideias na forma de palestras. Isso vale para uma grande plateia, para pequena audiência ou a um único e especial ouvinte: o cliente Coachee. Hoje vamos tratar desse tópico sob o ponto de vista de Kasia Wesovski, autora de muitos livros sobre o tema, fundadora do Instituto da Linguagem do Corpo, nos EUA, e ainda produtora do documentário LEAP sobre a atividade de Coaching. Veja o trailer abaixo. O artigo é da Harvard Business Review.


Link original: https://www.youtube.com/watch?v=8-WA6bVRNyI

A pesquisa que ela liderou teve início ao acompanhar um concurso em Viena, em que 2.500 pequenos empreendedores lutavam por conseguir recursos e, para tanto, faziam suas defesas verbais para os jurados. Kasia e seus colegas se concentraram em microgestos dos jurados, ao invés de olharem os palestrantes. E acertaram totalmente o resultado final do concurso. Dois anos depois, no mesmo evento, o desafio foi verificar qual a competência verbal do apresentador que mais influenciou a vitória (ou o fracasso).

A primeira descoberta da pesquisa foi de que “A linguagem corporal positiva ficou fortemente correlacionada com resultados mais bem-sucedidos”. A descoberta já havia sido encontrada nos estudos feitos durante a campanha presidencial americana de 2012, ao analisarem os discursos dos candidatos. É claro que a eleição não dependeu da linguagem corporal, mas os tipos certos de comunicação não-verbal se correlacionaram ao sucesso, com destaque a seis emoções-chave: feliz, surpreso, receoso, aborrecido, irritado e triste.

Depois de estudar muitos profissionais em cargos de comando, eis como Kasia resume a competência de um apresentador ou palestrante, alternando estes movimentos:

  • O quadrado no peito. Para ajudar Bill Clinton a manter a linguagem corporal sob controle, os conselheiros lhe ensinaram a imaginar uma caixa na frente de seu peito e barriga e conter seus movimentos de mão dentro dela. Desde então, “a caixa de Clinton” tornou-se termo popular para isso;
  • A bola. Gesticular como se estivesse segurando uma bola de basquete entre as mãos é indicador de confiança e controle (como se você tivesse os fatos nas suas mãos). Steve Jobs usava essa técnica;
  • A pirâmide. Uma maneira de conseguir mostrar-se seguro e confiante é apertar ambas as mãos em uma pirâmide relaxada. Muitos executivos de negócios empregam esse gesto, mas cuidado, pois o objetivo é mostrar que você está relaxado, não presunçoso.
  • Pés e ombros alinhados. Quando você está com os pés apontando para a frente, alinhados na largura dos ombros, a imagem passada aos outros é de alguém firme, seguro e no controle total;
  • Palmas para cima. Este gesto indica abertura e honestidade. Quem faz uso disso durante seus discursos parece disposto a se conectar sinceramente com as pessoas com quem está falando, e;
  • Palmas para baixo. O movimento oposto pode ser visto positivamente também, como sinal de força, autoridade e assertividade. Barack Obama usou-o bastante como forma de tranquilizar seus eleitores. 

Dada a dica, você, Coach, pode se preparar melhor para qualquer palestra. Que tal treinar frente ao espelho?

Mario Divo Author
Mario Divo tem extensa experiência profissional, tendo chegado a quase meio século de atividade ininterrupta, em 2020. É PhD e MSc pela Fundação Getulio Vargas, com foco em Gestão de Negócios, Marcas e Design, Marketing e Comunicação Corporativa. Tem formação como Master Coach, Mentor e Adviser pela Sociedade Brasileira de Coaching e pelo Instituto Holos. Consultor credenciado para aplicação do diagnóstico meet® (Modular Entreprise Evaluation Tool), Professor e Palestrante. CEO e Coordenador Executivo das plataformas de negócios MENTALFUT® e Dimensões de Sucesso®, acumulando com o comando da sua empresa MDM Assessoria em Negócios. Foi Diretor Executivo do Automóvel Clube Brasileiro e Clube Correspondente da FIA – Federação Internacional do Automóvel, no Brasil. Foi titular do Planejamento de Comunicação Social da Presidência da República (1997-1998) e, anteriormente, comandou a Comunicação Institucional da Petrobras. Liderou a Comunicação Institucional e a Área de Novos Negócios da Petrobras Internacional. Foi Presidente da Associação Brasileira de Marketing & Negócios, Diretor da Associação Brasileira de Anunciantes e, também, Conselheiro da Câmara Brasileira do Livro. Primeiro brasileiro no Global Hall of Fame da Aiesec International, entidade presente em 2400 instituições de ensino superior em 126 países e territórios, voltada ao desenvolvimento das potencialidades das jovens lideranças em todo o mundo.
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