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O papel do gestor no processo de inclusão de pessoas com deficiência

Um dos pontos de maior resistência na contratação de pessoas com deficiência são fatores comportamentais que criam barreiras significativas dificultando a inclusão com dignidade.

Um dos pontos de maior resistência na contratação de pessoas com deficiência dentro de uma organização são fatores comportamentais que criam barreiras significativas dificultando a inclusão com dignidade. Quando estas barreiras são transpostas, outras como acessibilidade arquitetônica, comunicacional, programáticas, metodológicas e instrumentais a acompanham.

Normalmente estas resistências são derivadas de preconceitos e falta de informação. Motivo pelo qual é essencial que a empresa promova momentos de sensibilização e preparação em todos níveis hierárquicos.

Dentro deste contexto os gestores têm papel fundamental no processo de inclusão, embora não sejam os únicos responsáveis. Importante ressaltar que a gestão de uma equipe com pessoas com deficiência é muito semelhante somente havendo algumas particularidades, assim, preocupações com a entrega de resultados devem ser desconsideradas.

Como qualquer processo de gestão o início é na admissão dos profissionais, então o gestor deve estar aberto a recebê-los em sua equipe e acolhê-los da melhor forma e promover a sua inclusão na equipe. Até o momento percebemos que nada mudou.

Um dos principais papéis de um gestor é o desenvolvimento da equipe e o primeiro passo é conhecê-la. O grau de maturidade para realizar determinadas tarefas sem superestimá-la e nem subestimá-la. Reconhecendo as potencialidades e limitações de cada indivíduo.

É preciso compreender que independentemente de uma pessoa ter ou não uma deficiência, todos temos algo a desenvolver e o sucesso de uma equipe é justamente a complementaridade.

E se mesmo assim ainda houver alguma dúvida sobre a capacidade da pessoa desenvolver uma atividade?? Simplesmente: Pergunte.

Outro mito em relação à gestão de pessoas com deficiência é em relação a avaliações, metas e possibilidades de demissão.

Como qualquer outro colaborador a pessoa com deficiência deve ter metas, ser avaliada por elas, receber feedbacks construtivos e em caso de não corresponder aos resultados depois de exaurido todas as possibilidades, pode ser demitido.

Por experiência, quando a gestão é feita de forma consciente e competente os resultados são os melhores.

Pós-Graduado em Tecnologia Assistiva pela Fundação Santo André/ITS Brasil/Fundação Don Carlo Gnocchi (Itália/Milão). Pós-graduado em Psicologia Organizacional pela UMESP e graduado em Psicologia pela UNIMARCO. Extensão em Gestão de Diversidade pela PUC (Trabalho final: “O impacto do imaginário dos líderes no processo de diversidade e inclusão nas organizações”), Credenciado em Holomentoring, Coaching e Advice pelo Instituto Holos. Formado como analista DISC. Desde 1990 na área de R.H., atuou em subsistemas como Recrutamento & Seleção, Treinamento, Qualidade, Avaliação de Desempenho e Segurança do Trabalho contribuindo com empresas como Di Cicco, Laboratório Delboni Auriemo, Wal Mart, Compugraf Telecomunicações e Mestra Segurança do Trabalho. Atualmente é Diretor da TRAINING PEOPLE, especializada em treinamentos, palestras e projetos de consultoria personalizados responsável pela estratégia e coordenação de equipe multidisciplinar especializada em temas como Diversidade, Liderança e Gestão, Vendas, Educação Financeira, Comunicação, Turismo e Segurança do Trabalho. Vice-Presidente de Gestão e Conteúdo da ABPRH – Associação Brasileira de Profissionais de Recursos Humanos, responsável pela gestão da equipe e curadoria dos grupos de debates, bem como pelo Comitê de Diversidade e Inclusão. Coordenador do grupo virtual Gestão por Competências com base no Facebook e Linkedin, somando 40.000 profissionais de RH em ambos. Escreve duas colunas da Cloud Coaching com os temas Diversidade e Inclusão e Excelência no Atendimento ao Cliente. Presidente e idealizador do Instituto Bússola Jovem, projeto social que tem por objetivo transformar a vida de jovens de baixa renda através dos pilares: Educação, Trabalho e Carreira.
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