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O Autoconhecimento e a Mudança na Vida Financeira

Como mudar a vida financeira? Muitas pessoas querem ter mais dinheiro, poupar, investir, mas não conseguem. Mas, por que ocorre isso?

O Autoconhecimento e a Mudança na Vida Financeira

O Autoconhecimento e a Mudança na Vida Financeira

Como mudar a vida financeira? Muitas pessoas querem ter mais dinheiro, poupar, investir, mas não conseguem. Mas, por que ocorre isso? Na maioria das vezes faltam as pessoas conhecerem realmente sua relação com o dinheiro, conhecer o que eu chamo de descoberta do seu “eu” financeiro.

Para isso, o primeiro passo é se aprofundar nos números e anotar tudo. E, com isso, descobrir o quanto e quais são os gastos das pessoas e qual o impacto que cada atitude de compra tem no orçamento mensal. Mas apenas os números não bastam.

É necessário analisar os padrões de comportamento que estão por trás dos números: com o que se gasta e em quais momentos, ou em que dias da semana ou do mês se gasta mais ou menos.

A ideia não é parar de comprar, mas ter consciência, lembrando que estamos em uma sociedade consumista, e a maioria dos hábitos de consumo se baseia em padrões sociais. Boa parte das mercadorias à nossa disposição são fundamentais para nossa saúde, bem-estar e qualidade de vida.

Sugiro, que se faça uma análise do seu comportamento de consumo e mude, desde já, os hábitos que não fazem bem para a saúde de suas finanças.

Ao registrar os gastos diariamente, é provável que se perceba uma série de compras absolutamente dispensáveis, que, no entanto, estão lá, inchando seu orçamento e consumindo seus rendimentos.

Esse é um mal que a pessoa poderá atacar desde o primeiro momento em que decidir lidar melhor com seu dinheiro. Em resumo: não compre coisas que seu dinheiro não pode comprar.

Tal atitude apenas traz mais sensação de culpa, raiva, insegurança e, o que é pior, desequilíbrio financeiro. Por isso, toda vez que for comprar algo, procure observar o sentimento e a motivação por trás desse ato.

Responda com sinceridade se é preciso aquele bem, naquele momento, ou se essa compra poderia perfeitamente ser adiada. Acredite: ao adiar a compra por um ou dois dias, muitas vezes se percebe que não precisa, de fato, daquele item. Muitas vezes, grande parte das compras se dá por impulso.

Caso sinta-se emocionalmente vulnerável, para evitar as compras por impulso, minha sugestão é:

  • Resista ao impulso: deixe para o dia seguinte, pois, se esse item for realmente necessário, você retornará depois para comprá-lo;
  • Não compre nada que você não tenha certeza de que precisa e que realmente irá agregar algo à sua vida;
  • Se for possível, experimente o bem desejado para ter certeza de que ele lhe agrada;
  • Não leve dinheiro ou cartão de crédito ao sair de casa se não tem intenção de efetuar uma compra;
  • Se não possuir dinheiro suficiente para comprar o que deseja, evite comprar a prazo;
  • Verifique se esse gasto cabe em seu orçamento. Isso vale desde uma bijuteria até um automóvel. Não importa o preço.

Fazer uma reflexão sobre como essa moeda de troca chamada dinheiro interfere diretamente em nossos sentimentos é fazer uma terapia financeira que demanda, necessariamente, conhecimento e domínio sobre o próprio “eu” financeiro. Com isso, a pessoa será de fato capaz de despertar a capacidade adormecida que tem para gerir com sucesso seus recursos e viver com prosperidade.

Gostou do artigo? Quer saber mais sobre como mudar a sua vida financeira? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.

Reinaldo Domingos
Contador e PhD em Educação Financeira
https://info.dsop.com.br/empreendedores-de-sucesso-franquia

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Reinaldo Domingos é PhD em Educação Financeira, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) e da DSOP Educação Financeira. Está a frente do canal Dinheiro à Vista, é colunista do de diversos meios de comunicação. Autor de diversos livros sobre o tema, como o best-seller Terapia Financeira e o livro Empreender Vitorioso.
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