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Jogos de Autoconhecimento – Simuladores da vida real

Quantas vezes nos deparamos com situações complexas na vida e no trabalho e nos sentimos paralisados por não sabermos o que fazer?

Jogos de Autoconhecimento

Jogos de Autoconhecimento – Simuladores da vida real

Conversando sobre os jogos de autoconhecimento com um amigo que é consultor estratégico de empresas em crise, no Brasil e Europa e piloto de avião, ele então me questionou sobre várias aplicabilidades dos jogos para as organizações.

Ele me disse que entendia como se os jogos fossem simuladores. Profissões extremas como astronautas, pilotos de avião ou de fórmula 1, usam simuladores para se desafiarem em situações que podem ser reais.

Um Simulador, testa e reproduz artificialmente uma situação, ou as condições reais de um meio.

Nos Jogos de Autoconhecimento, acontece a mesma coisa. Somos colocados em situações reproduzidas para que possamos acessar o entendimento, a consciência sem estarmos de fato vivendo a experiência. Mas para nosso cérebro, o ambiente reproduzido artificialmente é real.

Existem também os simuladores do mercado financeiro, onde te faz avaliar os seus investimentos cruzando informações em vários cenários, antes de tomar uma decisão.

Claro, que nada se compara a viver uma situação real, mas um piloto que nunca sofreu uma pane no seu avião, se sentirá apto a lidar com a situação, por ter vivenciado as possíveis opções para sua sobrevivência e da tripulação porque já experimentou em um simulador.

Aprendemos e ampliamos nossa consciência com maior rapidez utilizando de vários estímulos sensoriais.

Num jogo, assim como num simulador, aparecem vários cenários. Somos colocados a pensar. Utilizamos o nosso entendimento emocional e cognitivo para ampliar nossas decisões.

Quantas vezes nos deparamos com situações complexas na vida e no trabalho e nos sentimos paralisados por não sabermos o que fazer?

Muitas vezes isso se dá por não conhecermos mais profundamente nossas emoções. Por não sabermos nos relacionar com pessoas e nem com fatos, passamos então a criar projeções desconectadas da nossa sabedoria e a tomar decisões baseadas em ilusões inconscientes.

Um jogo faz com que as pessoas acessem seus comportamentos, tragam à tona suas emoções. E percebam o seu entorno e seu meio com mais equilíbrio.

Além disso, é uma oportunidade muito lúdica acessarmos esse comportamento, interagirmos em equipe, sermos convidados a nos conhecer mais. E, de maneira muito mais rápida, tomarmos decisões para nossa vida e para nossa empresa.

Gostou do artigo? Quer saber mais sobre Jogos de Autoconhecimento? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.

Claudia Vaciloto
http://www.nasala.net/

Confira também: O que significa pra você dizer não?

 

Claudia Vaciloto é Iniciadora e Sócia da Organização em Rede NaSala, Psicóloga, Mentora Organizacional para Áreas e Executivos de RH, Facilitadora Certificada e Treinadora Oficial no Brasil do Jogo Miracle Choice, baseado no livro Um Curso em Milagres, Facilitadora de Pintura Espontânea baseada na Teoria Point Zero (Esalen Institute Big Sur California) e Imagens Fotográficas para atendimentos terapêuticos (Sedes Sapientes). Fez carreira em RH passando por empresas como Accenture, EDS, VR, Ability Trade Marketing, onde atuou como Diretora de RH pelos últimos 10 anos. Faz treinamentos e vivências comportamentais para empresas e grupos e atendimentos individuais. Formada em Executive and Life Coaching pelo ICI – Integrated Coaching Institute, assina a Coluna Reflexões e Provocações para Revista Cloud Coaching. Co-idealizadora da Plataforma GameYou, que oferece experiências de desenvolvimento através de jogos.
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