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Inteligência Artificial: O Desafio Social do Futuro

A inteligência artificial não vai apenas acelerar tarefas; ela pode redefinir trabalho, renda, consumo, propósito e valor humano. Entenda por que o maior desafio da IA não é técnico, mas profundamente social e exige acolhimento coletivo.

Inteligência Artificial: O Desafio Social do Futuro

Inteligência Artificial: O Desafio Social do Futuro

Sam Altman, CEO da OpenAI, admite que a superinteligência vai transformar radicalmente o trabalho e a vida cotidiana.

O grande desafio não é técnico, mas social: como redistribuir riqueza, preservar propósito e redefinir o valor humano em um mundo onde a inteligência é abundante e barata?

O mais importante entendimento que precisamos nos apropriar é: não é possível competir em velocidade com a IA. Ela sempre será mais rápida. Sempre.

Muito se fala em destruição de postos de trabalho. Isso é uma verdade inconteste, tal qual foi em todas as revoluções de formas de trabalho que já existiram ao longo da jornada humana. Seja na industrialização, na energia elétrica, computação ou internet.

Ocorre que nesse momento, a magnitude e alcance são implacáveis.

Certamente, novas formas de trabalho, e aqui devemos entender “produção de renda”, irão se criar e fixar. Talvez, em uma dinâmica e velocidades muito mais intensas, sendo moldáveis, adaptáveis e/ou passageiras.

Essa questão, coloca na parede a carga horária de trabalho e o próprio trabalho em sí.

Aqui no Brasil, enquanto debatemos escala 6×1, corremos o risco é de chegar tarde, em face da incorporação da IA, tamanha sua voracidade de realização.

Caminhamos para um momento de 4×3 ou até mesmo, 1×6! Isso mesmo que você leu, caro leitor. Um dia trabalhado para 6 de folga.

Nesse quesito, Altman propõem o imposto sobre IA, para subsidiar a existência humana.

Por que a IA resolve em segundos o que antes levava dias, assim, o que você vai fazer com o resto da sua semana?

Mo Gawdat (Ex-Google), alerta que a próxima onda de IA pode trazer distopia antes da utopia. Segundo seu olhar, o risco maior não é apenas perder empregos, mas o colapso econômico: produção sem consumo. [máquinas não compram produtos].

Isso exigirá uma adaptação rápida do humano, pois a IA não vai parar. Exigirá capacitação contínua, novas formas de viver e trabalhar, bem como, redefinição do papel humano.

Dois olhares distintos, mas complementares. Altman fala de propósito e redistribuição. Gawdat alerta para crise e estagnação.

Nesse contexto, se forma um novo paradigma: a IA não resolve apenas tarefas, ela redefine o sentido do trabalho e da vida.

Entendo que esse debate, nos alerta para o foco em humanização, deixando de lado as polarizações e cismas que nos dividem em grupos, blocos e distinções, que nada mais são, que bolsões ilusórios de autoproteção de grupo. [Nós contra eles]

É preciso expandir o pensamento e incorporar o sentimento de acolhimento, pertencimento, coletivo e diverso, entendendo que a sociedade humana é muito maior e mais valiosa quando junta.

Nos alerta para a pequenez do olhar do momento e nos força a erguer a cabeça para além do próprio umbigo.


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Quer saber mais sobre como a Inteligência Artificial pode transformar não apenas o trabalho, mas também o propósito, as relações humanas e a forma como enxergamos o nosso papel na sociedade? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.

Luciano Steffen
Mentor de Carreira e LinkedIn
#eutirovocedoestadofrozen

Fontes:
https://youtu.be/4Dp2jwq5jZ4?si=Nd-h0HbxwQG_Qtmj
https://youtu.be/58oSxseMENk?si=Hg4sKrgaaIZTduxP

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Palavras-chave: inteligência artificial, ia, trabalho, propósito, valor humano, desafio social do futuro, novas formas de trabalho, produção sem consumo, capacitação contínua, sentido do trabalho e da vida
Luciano Steffen é Mentor de Carreira e LinkedIn. Formado em Administração pela UNISINOS, atua com desenvolvimento pessoal e profissional, com foco em Mentoria, em grupo e individual, além de cursos, palestras e workshops.
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