fbpx

Feedback como ferramenta de evolução no trabalho

Feedback é uma ferramenta que ajuda a melhorar posturas e atitudes, mas pode causar danos se não utilizada de forma adequada.

Feedback

Feedback como ferramenta de evolução no trabalho

Feedback é uma palavra inglesa que significa realimentar ou dar resposta a um determinado pedido ou acontecimento. O termo é utilizado em áreas como por exemplo: Administração de Empresas, Psicologia ou Engenharia Elétrica.

Além de tudo, Feedback é uma ferramenta para ser usada e fazer parte do processo de trabalho, ajuda a melhorar posturas e atitudes, mas pode causar danos se não utilizada de forma adequada.

Algumas regras são importantes para utilizá-la, a saber:

Pontos Principais

1. Ser ético

Ser verdadeiro – postura que leva em conta a atitude.

Não é a minha opinião de como o outro está fazendo – isso é palpite.

Falar na primeira pessoa de como “eu” percebo o outro.

O verbo deve ser no presente – a verdade do que eu percebo. Usar verbos de ação e atitude: eu penso, eu sinto, eu analiso, eu considero, eu vejo….

Aquilo que não tenho certeza não falo porque “eu acho”.

2. Ser afetivo

Afetar significa tocar o outro.

Dentro do Feedback  existem pontos que não vão satisfazer o outro positivamente.

Usar caminhos que atinjam a pessoa, algumas coisas positivas e outras negativas – o outro pode sentir medo ou raiva – são defesas.

Todo ser humano é autorreferente, quando eu falo de outra pessoa ela tem que ser a sua referência.

Não partir do pressuposto que todo mundo é aberto para mudanças.

Através da afetividade, fazer o outro indivíduo sentir a positividade para que abra as portas para a mudança.

3. Ser descritivo

Usar todas as palavras necessárias para explicar, ser claro e objetivo.

4. Ser específico

Evitar termos que levem a julgamento de valor – tratar o assunto da forma como é, o fato em si.

5. Ser focado

Definir previamente o foco da conversa é necessário um planejamento anterior.

Não julgue o funcionamento do outro pelo seu.

Veja como é a pessoa e de que forma vai afetá-lo (tocá-lo) para vir ao encontro e ouvir o que tem para dizer.

6. Ser oportuno

Caso não se sinta confortável em conversar com a pessoa, peça para outro fazer, mas se não tiver quem o faça prepare-se para ser isento.

Quando vai dar uma notícia e está sofrendo por isso, gera um clima negativo.

Quem dá o Feedback :

  • estabelecer contato – honesto e ético, comece pelos pontos positivos;
  • apresentar o tema – o assunto sobre o qual vão falar;
  • pedir uma autoavaliação de quem vai receber o Feedback ;
  • apresentar os pontos a aprimorar – possíveis mudanças;
  • voltar ao presente – estimular a vontade de crescer.

Quem recebe:

  • entrar em contato com honestidade;
  • relaxar e abrir-se;
  • ouvir atentamente;
  • anotar;
  • questionar para esclarecer qualquer dúvida;
  • organizar em “positivos” e “negativos” os pontos citados;
  • fazer plano de ação e /ou marcar outro encontro para avaliar o andamento do processo;
  • fazer juntos um plano de ação.

Neste momento onde o trabalho à distância está preponderando, é fundamental que seja feito o Feedback de forma regular porque isso garante maior interação dentre colaboradores e líderes.

Gostou do artigo? Quer saber mais? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.

Natalia Marques
Psicóloga, Coach e Palestrante
http://www.nataliamantunes.com.br/

Confira também: Saúde Mental em tempos de Pandemia

 

Natalia Marques é Psicóloga Clínica, Coach e Palestrante. Formada em Psicologia pela FMU (1981) e em Coaching/ Mentoring Life & Self-Instituto Holos, possui pós-graduação em Recursos Humanos pela FECAP. Tem curso de Meditação Chan do Templo Zu Lai em Cotia. Como Psicóloga Clínica realiza atendimento Psicoterápico de base Psicanalítica, trabalha os sintomas de Estresse, Ansiedade, Depressão, Fobias, Síndrome do Pânico, Síndrome de Burnout, Conflitos Pessoais e Profissionais. É Coach de Desenvolvimento Pessoal, ajuda pessoas a atingirem seus objetivos e metas pessoais e profissionais, para se tornarem mais felizes. Especialista em Saúde Organizacional e Ocupacional, atua ainda como palestrante em temas de saúde, resiliência, trabalho, carreira e pós carreira. Associada da ABRH, ISMA Brasil e SOBRARE. É coautora no livro “Planejamento Estratégico para a Vida”, onde trata o tema da “Resiliência”.
follow me
Neste artigo


Participe da Conversa