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Educação Financeira: Especialização ou Profissão?

Reclamar não é solução, mas sejamos realistas: a situação não está muito boa em nosso país. No meio desse cenário, uma nova atividade vem chamando a atenção, não só porque mexe com a vida profissional, mas com a pessoal: a de Educador Financeiro.

Reclamar não é solução para nada, mas sejamos realistas: a situação não está muito boa em nosso país; economia desestabilizada, desemprego alcançando a maior taxa histórica e tantos outros aspectos que dificultam o desenvolvimento como um todo. Diante disso, a saída é correr atrás do prejuízo, tomando atitudes que visem melhorias em curto, médio e longo prazo.

Isso vale principalmente para aqueles que, no momento, estão sem renda, afinal de contas, com uma crise instaurada, não dá para ficar de braços cruzados esperando algo milagrosamente cair do céu. No meio desse cenário, uma nova atividade vem chamando a atenção de muitas pessoas, especialmente porque mexe não só com a vida profissional, mas também com a pessoal: a de educador financeiro.

O ramo vem crescendo exponencialmente, pois tem se mostrado muito eficiente no combate a diversos problemas, como endividamento inconsciente, inadimplência, frustração por não realização de objetivos de vida, má administração dos recursos financeiros, etc. No entanto, uma dúvida surge na cabeça de quem se depara com a Formação de educador financeiro: “devo fazer como uma complementação ou em busca de uma nova área de atuação?”

A boa notícia é que o curso tem ambas as finalidades. O único pré-requisito para se tornar um educador financeiro é ter ensino superior completo. Você escolhe o que for mais conveniente para a sua situação. Se estiver procurando algo como uma especialização para incrementar o currículo e galgar cargos e salários maiores ou mesmo um novo emprego ou ainda querendo mudar totalmente de ramo, o curso é aposta certa.

Claro que aqueles que já possuem uma formação na área de exatas, terão mais base para lidar com o novo aprendizado, complementando a experiência que já possuem. No entanto, ter raciocínio lógico e facilidade com ferramentas de cálculos é apenas um dos quesitos, e não condiz com a essência da educação financeira, que é trabalhar com o comportamento.

Para os que vêm de outras áreas e estão buscando novos rumos e desafios, o curso pode ser uma ótima oportunidade de driblar o desemprego ou até mesmo o descontentamento com a função que desempenha atualmente. O fato é que há muito espaço para crescer, uma vez que a demanda por educação financeira é grande e inegável, e o processo de assimilação da nova formação é o mesmo para qualquer pessoa.

Para quem se interessar e quiser saber um pouco mais sobre o curso, grade, próximas turmas, certificação e depoimento de pessoas que já fizeram, pode acessar o link: http://www.dsop.com.br/pessoal/cursos/cursos-presenciais/formacao-de-educador-financeiro-dsop

Reinaldo Domingos é PhD em Educação Financeira, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) e da DSOP Educação Financeira. Está a frente do canal Dinheiro à Vista, é colunista do de diversos meios de comunicação. Autor de diversos livros sobre o tema, como o best-seller Terapia Financeira e o livro Empreender Vitorioso.
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