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“É complicado”

Quando as situações, os relacionamentos ou a saúde saem de controle e não se vê saída, "é complicado" é a expressão que mais ouvimos e utilizamos. O que fazer diante do dito "complicado" e como buscar soluções assertivas?

“É complicado” O que fazer diante do dito "complicado"?

“É complicado”
O que fazer diante do dito “complicado”?

Esta foi a frase que mais ouvi nos últimos dois anos, nas mais diversas situações de vida das mais diferentes pessoas.

Quando as situações, os relacionamentos ou a saúde saem de controle e não se vê saída, essa é a expressão que mais ouvimos e utilizamos.

É o relacionamento afetivo emocional do casal que está em turbulência; a promoção prometida que não veio, mas a responsabilidade é exigida; a falta de perspectiva de ter umas férias; a falta de profissionais para dividir a carga de trabalho…

Lidar com a falta de perspectiva gera ansiedade e nubla nossa visão. Dessa maneira, não vemos alternativas para ressignificar as expectativas que criamos.

O complicado nem sempre é fácil de aceitar ou de transformar. É como uma bomba que temos em nosso poder e precisamos desarmar.

Vale ressaltar que existe uma diferença entre complicado e complexo.

No complicado você pode decompor as partes e buscar uma solução. Um exemplo disso pode ser um feedback que você recebe e não esperava. Assim, por meio de uma análise do contexto, onde se busca os fatos e evidências, você pode elaborar uma nova postura para lidar com as dificuldades apontadas.

Já no complexo existe uma interação dinâmica e sistêmica. O que muitas vezes não permite uma solução fácil. Por exemplo: o vírus Covid-19, que passa a ter mutações. A vacina defende o organismo de sintomas graves. Contudo, de forma dinâmica aparecem outras mutações, para os quais ela pode ou não ser eficiente.

Assim sendo, o que fazer diante do dito “complicado”?

Recomendo no primeiro momento ter autocontrole para manter a tranquilidade necessária para que você possa fazer uma análise dos fatos reais e das evidências. E buscar decompor a dificuldade e buscar uma solução.

A autoconfiança e a crença de que pode existir uma solução plausível, mesmo que seja a médio e longo prazo, nos permite manter a ansiedade sob controle e caminhar na direção certa.

Muitas vezes precisamos recorrer a opinião de outros, mas é fundamental usarmos nossa empatia, para identificar quem realmente possa dar um apoio significativo. É fato que ao recorrer à pessoa indiferentemente ao problema, podemos aumentar as dificuldades.

Através do autoconhecimento, utilizando nossos pontos fortes podemos encontrar uma saída, ativando nossos recursos mais internos e, de fato, acreditando que obteremos sucesso em nossa empreitada.

O “complicado” não é “fácil”, mas não podemos fugir do inevitável e sim buscar soluções plausíveis e assertivas.

“A vida é complicada. Mas isso não significa que você deve desistir antes de lutar.” (Tumblr)

Gostou do artigo? Quer saber mais sobre como buscar soluções assertivas? Entre em contato comigo. Terei o maior prazer em ajudar.

Natalia Marques
Psicóloga, Coach e Palestrante
http://www.nataliamantunes.com.br/

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Natalia Marques é Psicóloga Clínica, Coach e Palestrante. Formada em Psicologia pela FMU (1981) e em Coaching/ Mentoring Life & Self-Instituto Holos, possui pós-graduação em Recursos Humanos pela FECAP. Tem curso de Meditação Chan do Templo Zu Lai em Cotia. Como Psicóloga Clínica realiza atendimento Psicoterápico de base Psicanalítica, trabalha os sintomas de Estresse, Ansiedade, Depressão, Fobias, Síndrome do Pânico, Síndrome de Burnout, Conflitos Pessoais e Profissionais. É Coach de Desenvolvimento Pessoal, ajuda pessoas a atingirem seus objetivos e metas pessoais e profissionais, para se tornarem mais felizes. Especialista em Saúde Organizacional e Ocupacional, atua ainda como palestrante em temas de saúde, resiliência, trabalho, carreira e pós carreira. Associada da ABRH, ISMA Brasil e SOBRARE. É coautora no livro “Planejamento Estratégico para a Vida”, onde trata o tema da “Resiliência”.
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