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Diga-me que criança você foi e te direi QUE LÍDER VOCÊ É!

Que tipo de líder você é? Você sabia que há uma relação direta entre infância e liderança? Entender isso é a chave para a verdadeira e genuína mudança da liderança.

Diga-me que criança você foi e te direi QUE LÍDER VOCÊ É!

Diga-me que criança você foi e te direi QUE LÍDER VOCÊ É!

O trocadilho que nos remete a um ditado popular é o título perfeito para uma peça teatral da qual pouco conhecemos, mas assumimos o papel principal. Subimos ao palco sem ter muita noção de roteiro, enredo e cenário. Mas guiados por um diretor exigente, preocupado com o sucesso do seu lançamento: nossa mãe.

Ultimamente tenho sido questionada por muitos clientes líderes (que acompanham minhas postagens sobre maternidade e o mundo infantil) sobre a relação entre infância e liderança.

É pouco provável que você já tenha ouvido falar de Biografia Humana e alguns termos que dela decorrem, como personagem, discurso materno e fusão emocional. Assuntos e termos tão complexos que não me atrevo a discorrer em um artigo de pouco mais de quarenta linhas.

O fato é que, mesmo que tenhamos plena capacidade de entendimento ao nascer, somos resultado de rótulos impostos pela nossa mãe ou na falta dela, da pessoa que assumiu seu papel. Ao chorarmos mais do que nossa mãe (ou a pessoa maternante) é capaz de suportar, recebemos o papel de chorão. Se não recebo atenção necessária e brigo por ela, sou o rebelde. Ao discordar de uma decisão, me cabe o papel de teimoso. Agindo com agressividade, sou o malvado ou o difícil de se relacionar. Ao me resignar, sou o imprestável, antissocial, o que “não tem boca pra nada”.

A realidade, entretanto, tem muito mais do que meras semelhanças com a ficção. O poder do discurso materno é de uma voracidade mais atroz do que um tsunami, capaz de profetizar como reproduziremos as cenas futuras dessa peça chamada “Nossa vida”.

Com a energia dessa personagem que adotamos como mecanismo de defesa para sobreviver a uma infância cheia de rótulos, chegamos à vida adulta. Nos tornamos líderes incrustados de adjetivos que, na maioria das vezes, não entendemos.  Em muitos casos não fazem sentido, não nos conectam ou não nos representam. Em todos os casos, nos geram uma centelha de benefícios.

Desenvolver a habilidade para entender essa dinâmica é que o pode nos levar a um desenvolvimento genuíno e autêntico e, consequentemente, a resultados mais assertivos. Necessitamos, antes de tudo, compreender – junto com esse líder – qual é a lógica e os benefícios da personagem que cada pessoa assume lá na sua primeira infância e identificar se este é o momento adequado para abandonar, inclusive, os benefícios que essa personagem nos traz.

É questionar-se: “Estou disposto a abandonar a segurança que a dureza da minha personagem me oferece? Estou pronto para ser reconhecido como vulnerável?”

O processo de desenvolvimento é esse: ser capaz de olhar o panorama completo. Colocar todas as cartas na mesa. A partir disso, cada uma de nós estará em melhores condições para tomar decisões na liderança e na vida.

Por isso, para desenvolver líderes, a partir da sua autenticidade, precisamos desfazer (ou refazer) esse caminho. É dizer, que a chave para a verdadeira e genuína mudança da liderança está na infância. Muito antes da nossa “primeira peça de sucesso”.

Gostou do artigo? Quer saber mais sobre a relação entre infância e liderança? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.

Liz Cunha
https://www.lizcunha.com.br/

Confira também: Humanidade: A Pandemia é um Convite a “ser” humano

 

Liz Cunha Author
Liz Cunha é Profissional de Eneagrama, acreditada pela International Enneagram Association, dos Estados Unidos e associada da Awareness to Action, desenvolvendo o Programa Personalities@Work no Brasil. Graduada em Administração com Habilitação em Comércio Exterior. MBAs nas áreas de Gestão de Comércio Exterior, Negociação Internacional e Marketing – pela Fundação Getúlio Vargas. Master Oficial em Administração e Direção de Empresas pela Universidad Pablo de Olavide (Espanha). Possui formações em Personal & Professional Coaching, Executive Coaching e Xtreme Positive Life Coaching, Psicologia Reichiana. Certificações internacionais em Eneagrama Profissional, Liderança e Coaching. Atualmente cursa a Especialização em Biografia Humana. Há mais de uma década estudando o SER humano e em busca do próprio autoconhecimento. Hoje atua como Coach, ministra palestras e workshops voltadas ao desenvolvimento e constante evolução do ser humano.
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