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Desafio da Liderança: Ouse liderar a si mesmo!

Pode ser que você ainda não saiba, mas uma das atitudes mais corajosas e ousadas que podemos ter é abraçar o desafio de liderar a nós mesmos. Você aceita esse desafio?

Desafio da Liderança: Ouse liderar a si mesmo!

Desafio da Liderança: Ouse liderar a si mesmo!

Pode ser que você ainda não saiba, mas uma das atitudes mais corajosas e ousadas que podemos ter é abraçar o desafio de liderar a nós mesmos. Quando fazemos isso estamos liberando a nossa coragem para que ela se sobreponha ao medo e isso é uma grande ousadia. Provavelmente eu já disse algo assim por aqui, mas hoje quero abordar esse tema por um novo prisma.

Você sabia que existem vários caminhos para trabalhar a ousadia? A seguir, compartilho alguns deles.

A OUSADIA DE IR ADIANTE:

Uma maneira de ir adiante é “queimando as pontes” que nos fazem voltar para o lugar de onde queremos mas não conseguimos sair.

Que pontes você poderia queimar? 

Quais mecanismos você ativa quando se vê prestes a avançar e conquistar algo mais alinhado com os desejos do seu coração? Que medo é esse que te prende? Como é que você se boicota? Que tal queimar essas pontes de uma vez por todas e encarar de frente os seus medos para seguir adiante?

Queimar pontes começa por encontrar razões que façam você compreender que pior do que lidar com o medo do desconhecido é ter que lidar com a frustração de não ter tentado, de ter olhado para os seus desejos e cruzado os braços.

O que você gostaria de fazer, embora ainda não se sinta preparado? Será que já não estaria mais preparado do que imagina? Descreva um passo que você consegue dar para facilitar a sua travessia por essa ponte sem olhar para trás.

Agora vamos um pouco adiante nesse impulso que está lhe dando coragem para se desprender desses bloqueios que tanto travam você. Escreva um motivo que faria você incendiar essa ponte ao chegar do lado de lá, para nunca mais ceder ao medo que fez, tantas vezes, você recuar e voltar atrás.

Considere a importância de definir compromissos firmes, pois isso será primordial para que você continue evoluindo na sua nova jornada. Einstein sabiamente disse que “uma mente que se expande jamais volta ao seu estado original”. Quando você se mantém fiel a esses compromissos, seguir adiante passa a ser a sua única opção.

A OUSADIA DE SE ARRISCAR:

Eu quero convidá-lo a se concentrar um pouco mais nesse risco que você tanto teme ….. O que te assusta de verdade: correr o risco ou ficar onde você está?

Lidar com o desconhecido assusta, eu sei, mas abre possibilidades de você realizar muito mais do que vem realizando enquanto se esconde atrás do medo da mudança. Sempre que enfrentamos os nossos medos corremos riscos, mas que risco pode ser maior do que estar vivo? Esse é o maior de todos os riscos.

É lamentável, mas é comum vermos pessoas reclamando e afirmando que desejam mudar sem fazer o necessário para isso; passam anos e anos reclamando das mesmas coisas: falta de reconhecimento em casa e no trabalho, trabalham no que não gostam, vivem relacionamentos conturbados, têm uma saúde ruim e não fazem nada para mudar. Correr riscos e tentar mudar é sempre melhor do que bater o martelo, como um juiz na sentença, e permanecer no mesmo lugar. Se você não mudar, nada ao seu redor irá mudar. Esse muro de lamentações passa a ser o retrato da sua vida nos próximos anos e talvez para sempre. É duro, mas é o que acontece.

A boa notícia é que até mesmo as pessoas mais estagnadas, com mais medo de se arriscar, já correram riscos .… Se há algo que você deseja fazer, mas está com medo, o meu convite é que procure se lembrar desses vários riscos que você já correu no passado; provavelmente você irá lembrar que se arriscou até mais pelo sonho de alguém do que pelo próprio, mas você se arriscou.

A OUSADIA DE ATRAVESSAR O MEDO:

Complete a frase: Se eu não tivesse medo ……  

Escreva todas as respostas que vierem à sua cabeça sem pensar muito, em seguida nomeie esses medos.

Por Exemplo: Se uma das suas respostas foi “eu deixaria o meu trabalho e faria algo novo”, escreva qual é o nome desse medo? Medo de trocar o que pensa ser o certo pelo duvidoso? Medo de ter que trabalhar muito? Ou medo de fracassar e ter que lidar com a vergonha de voltar para o mesmo lugar?

Saiba que por trás desses sentimentos existe um padrão de pensamento que precisa ser confrontado, ou seja, ainda usando os exemplos acima, a saber:

  • Se você fracassar, qual o problema em recomeçar?
  • Por que teria vergonha de tentar e voltar para o mesmo lugar?
  • Os maiores gênios do mundo não teriam passado por isso?
  • O que faz você pensar que é preciso acertar de primeira?
  • E mesmo que fosse a sua décima tentativa, qual é o problema?
  • Será que você não está deixando a sua vida pesada com esse padrão de pensamento?
  • Ficar no mesmo lugar sem tentar mudar não seria pior do que se arriscar na possibilidade de começar tudo outra vez?
  • O que te agrada mais, viver uma vida conformada com resultados medianos ou se permitir tentar quantas vezes for preciso?

Quem cruza os braços e não faz nada quando o seu maior desejo é mudar, está se acovardando diante da única e rara oportunidade de fazer dessa existência um evento incrível; quem encara os seus medos sabendo que está sujeito ao fracasso, já é um vencedor por permitir que a sua coragem fale mais alto que o medo. E quem não tenta já fracassou!

Uma vez tendo confrontado os seus padrões de pensamentos, saiba que você pode ir além, observando a fundo os seus velhos programas  emocionais e o quanto eles  ainda tem poder sobre você depois de todos esses questionamentos. Esse exercício é importante para quando você se perceber  tentando resistir à mudança. Avalie que situações e sentimentos marcaram esses programas. Qual é a verdade a respeito de quem você é e do que você pode fazer agora?

Agora eu quero te convidar a encarar todos esses medos como os seus aliados: Como eles podem te motivar a conquistar mais força e equilíbrio?

Vamos para outro exemplo usando os que já coloquei aqui?

Se o seu medo é trocar o certo pelo duvidoso, eu te convido a colocar luz no que para você hoje se mostra como duvidoso. O que você gostaria de fazer? Estude isso com afinco. Busque conhecer todas as possibilidades de fracasso e de sucesso. Crie um plano estratégico para compreender melhor. Você já parou pra pensar que atravessar o medo pode ser simplesmente colocar luz sobre ele?

Seguir em frente, se arriscar e atravessar o medo são possibilidades que te farão viver, de fato, a realidade que você tanto deseja e merece.

Agora me diz, qual dessas maneiras de trabalhar a ousadia tem mais a ver com você nesse momento? Se ao terminar de ler esse artigo você assumir um pequeno compromisso para a mudança que deseja, já valeu a pena ter investido o seu tempo nessa leitura. 

Gostou do artigo? Quer saber mais sobre como trabalhar a ousadia e o desafio da liderança? Entre em contato comigo. Terei o maior prazer em ajudar.

Grande abraço,

Shirley Brandão
https://shirleybrandao.com.br/

Para mais conteúdos como este, acompanhe meu trabalho no Instagram: @shirleybrandaooficial

Texto inspirado no livro de Alan Cohen, Ouse Ser Você Mesmo.

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Shirley Brandão acumulou mais de cem mil horas exercendo cargos de alta liderança ao longo de seus 31 anos de experiência. É administradora; Especialista em Liderança e Gestão Organizacional pela Franklin Covey, Pós-graduada em Coaching, Liderança e Consultoria pela Organização Condor Blanco/Chile; Master Coach. Desenvolve programas personalizados para líderes utilizando técnicas de Coaching e Mentoring. É sócia-fundadora do Grupo Vivencial Eu Pleno – Terapia e Coaching Vibracional (Brasil/Atacama/Capadócia); Criadora do workshop online Viva Sua Melhor Versão; Facilitadora Internacional do Método Heal Your Life de Louise Hay; É sócia-fundadora do Workshop Outdoor Vivencial A Jornada do Propósito; Conferencista Internacional já tendo ministrado palestras em Londres e Nova York. Certificada MBTI Step I e II. Escritora, autora do livro O Caminho de Shanti – O Perdão Muda Tudo, Editora Hércules. Membro Honorífico da AILB – Academia Internacional de Literatura Brasileira ocupando a cadeira de número 183. Shirley atribui sua ascendência profissional à sua forte paixão pelo desenvolvimento humano. Seu propósito de vida é fazer as pessoas acreditarem que podem voar e assim fazê-lo à altura de seus sonhos.
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