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Conversando sobre os fundamentos do Coaching

Quais áreas do conhecimento você seleciona para fundamentar o Coaching? Sugiro a seleção: filosofia, antropologia, comunicação, psicologia, administração, neurociência e tecnologia da informação.

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Metodologias baseadas em validações de competências e códigos de ética para certificação de profissionais; bem como, para credenciamentos de treinamentos via medições e validações dos resultados são grande valor e estão presentes no Coaching.

Trata-se de um movimento que visa à melhoria contínua da conduta profissional e dos conteúdos apresentados; junto aos quais, espera-se que o Coach os incorpore de forma ampla e mantenha-se atualizado.

Contudo, por agora, não contamos com uma formação em Coaching que convide a pessoa-profissional a vivenciar os fundamentos necessários aos alcances que ele possibilita. Trago esta afirmação para que pensemos juntos em alternativas… Por agora, olho na direção de um curso de nível superior que forme bacharéis.

Há iniciativas que conciliam ênfases em Coaching ao cursar: psicologia, administração e áreas da gestão de pessoas. Algumas delas estão fora do Brasil e não comunicam ao Coach os fundamentos da sua profissão.

Quais áreas do conhecimento você seleciona para fundamentar o Coaching? Sugiro a seleção: filosofia, antropologia, comunicação, psicologia, administração, neurociência e tecnologia da informação. Tomei o cuidado de investigar cada uma delas via os respectivos cursos superiores; separei disciplinas e procurei relacioná-las ao Coaching.

A grade curricular obtida como sugestão é multidisciplinar. Os alicerces que sustentam o bacharel em Coaching são exercitados e reconhecidos por meio de metodologias ativas de aprendizagem junto a um viver acadêmico: presencial e virtual. Organizações permeiam o curso e serviços são oferecidos à comunidade.

Ela nos convida a conhecer, compreender, aplicar, analisar, sintetizar e avaliar (i.e. domínio cognitivo da taxonomia de Bloom) aquilo que é meio para o fim maior que é o ser humano; em especial, aquela pessoa e ou organização que confia ao Coaching – aqui de uma maneira simplista: a tomada da consciência atual e desejada, as metodologias às mudanças e os caminhos necessários àquilo que é objetivado.

Com o crescimento das responsabilidades do Coach junto a seus clientes e necessidade de articulações/relacionamentos com as profissões que também visam o desenvolvimento humano – pessoal, acadêmico e organizacional: acredito que seja natural a regulamentação dessa atividade.

Acredito que ambas as ações – o curso de nível superior e a regulamentação – precisarão de muita energia para elaboração e execução. Contudo, são muitos os efeitos benéficos àqueles que levam a sério o Coaching; propiciarão, de pronto, a segurança e os reconhecimentos necessários.

Vamos em frente! Mantenho a torcida para que conversemos e contribuamos ao Coaching. Novamente ressalvo a importância de percebê-lo maior que uma conduta paralela de um ou outro profissional. Precisamos reconhecer e investigar os seus fundamentos para que passos maiores ocorram.

Leandro Alves da Silva é Gerente de Desenvolvimento Humano Organizacional na First Peopleware e atua desde 2011 em Coaching-Mentoring-Counseling, palestras e treinamentos customizados. Doutor em Educação pela FEUSP e Master Coach pelo BCI.
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Leandro Alves da Silva é Gerente de Desenvolvimento Humano Organizacional na First Peopleware e atua desde 2011 em Coaching-Mentoring-Counseling, palestras e treinamentos customizados. Doutor em Educação pela FEUSP e Master Coach pelo BCI.
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