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Como enfrentar a perda de pessoas queridas?

Desastre na saúde pública, violência contra o ser humano, acidentes de trânsito. Em meio a tanto sofrimento como é possível enfrentar essa dor?

Como enfrentar a perda de pessoas queridas?

Como enfrentar a perda de pessoas queridas?

Hoje (13 de Maio de 2021), quando escrevo esta postagem, o Brasil ultrapassou a triste marca de 430 mil mortes pela COVID-19. Sem que exista ainda qualquer perspectiva de alívio aos impactos da pandemia. Contudo, não é apenas por conta desse desastre na saúde pública que famílias choram pela morte de pessoas queridas. Além de um alto índice de mortes pela violência contra o ser humano, os acidentes de trânsito também continuam gerando mortes e sequelas permanentes em número assustador.

Em meio a tanto sofrimento dos parentes e amigos, como é possível enfrentar essa dor?

Pois bem, atualmente esse é tema central na vida de todos nós. Principalmente porque temos convivido com a morte circulando ao nosso redor, por mais dramática que seja essa verdade. Por essa razão, foi com grande interesse que li uma publicação feita pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). A publicação tem como título “PERDA SEM NOME – Como enfrentar a perda de pessoas queridas?”. Apesar de o livreto haver nascido pela motivação de fazer crítica ao caos do trânsito, em 2012, os caminhos para se enfrentar a perda de seres humanos servem ao cenário mais amplo, conforme descrevi acima.

O texto centra-se na apresentação das particularidades do luto de pais por seus filhos, tendo como origem a experiência de Diza Gonzaga. Em 1995, ela perdeu o filho de 18 anos em um acidente de trânsito. O fato inspirou a criação da Fundação Thiago de Moraes Gonzaga e do programa Vida Urgente. A OPAS então forneceu apoio para a elaboração da publicação, cujo objetivo é apresentar uma forma de aceitação e adaptação das famílias, compartilhando experiências e enfrentando o desafio de se reestruturarem na nova realidade.

Mais ainda, o texto procura estimular que as famílias prossigam com suas vidas, por mais doloroso que seja. E, de fato, entender que isso não significará esquecer a importante existência da pessoa amada que se foi.

Como também comentei, o trabalho da OPAS foi associado à dor da perda com o trânsito caótico. Contudo, eu faço ao leitor uma extensão do conteúdo para a dor da perda em geral, tanto mais com a pandemia que matou tantos brasileiros.

Adaptando a parte final do prefácio do livro, tive por intenção auxiliar as famílias e os amigos que perderam entes amados a encontrarem forças para assim enfrentarem o desafio da vida. E, na melhor das hipóteses, transformarem dor em energia para a promoção de uma vida com mais segurança. Seja na preservação diante da violência urbana ou daquela do trânsito, seja por respeitar os protocolos de prevenção da saúde, vale a pena ler a publicação e pensar em tudo isso com carinho, aplicando diretamente ou ajudando alguém a aplicar essas sugestões.

Gostou do artigo? Quer saber mais sobre como enfrentar a perda de pessoas queridas? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.

Mario Divo
https://www.mariodivo.com.br

Confira também: O que será deste nosso mundo sem os seres humanos?!

 

Mario Divo Author
Mario Divo possui meio século de atividade profissional ininterrupta, hoje estando dedicado à gestão de negócios e de pessoas. É PhD pela Fundação Getulio Vargas (FGV) com foco em Gestão de Marcas Globais e MSc, também pela FGV, com foco em Dimensões do Sucesso em Coaching (contexto brasileiro). Formação como Master Coach, Mentor e Adviser pelo Instituto Holos. Formação em Coach Executivo e de Negócios pela SBCoaching. Consultor credenciado no diagnóstico meet® (Modular Entreprise Evaluation Tool). Credenciado pela Spectrum Assessments para avaliações de perfil em inteligência emocional e axiologia de competências. CEO da plataforma MENTALFUT® e da MDM Assessoria em Negócios, desde 2001. Mentor e colaborador da plataforma Cloud Coaching. Ex-Clube Correspondente da FIA – Federação Internacional do Automóvel, no Brasil. Foi titular do Planejamento de Comunicação Social da Presidência da República (1997-1998) e, anteriormente, comandou a Comunicação Institucional da Petrobras e a Área de Novos Negócios da Petrobras Internacional. Ex-Presidente da Associação Brasileira de Marketing & Negócios, ex-Diretor da Associação Brasileira de Anunciantes e ex-Conselheiro da Câmara Brasileira do Livro. Primeiro brasileiro no Global Hall of Fame da Aiesec International, entidade presente em 2400 instituições de ensino superior, voltada ao desenvolvimento de jovens lideranças em todo o mundo.
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