O post Liderança com Humanismo: A Essência da Gestão Moderna! apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Amigos leitores, esta será a minha última postagem neste espaço, para o ano de 2021. Sem ficar explorando o passado da pandemia, um rápido olhar para o futuro já nos apresenta sérios desafios em todos os aspectos da vida humana. Seja para quem (como eu) mantem a sigla VUCAH para definir este contexto em que vivemos ou para quem já decidiu usar a sigla BANI (clique aqui para ler o artigo em que, meses atrás, debati essa questão), a velocidade de transformação está surpreendente.
Para muitos estudiosos, o momento atual é também chamado de Revolução 4.0 (alguns até dizem já haver bom caminho andado para se chegar à Revolução 5.0), onde é inevitável a associação com a expressiva tecnologia disruptiva que nos cerca, atrai e envolve no cotidiano. Ao longo de 2021, atendendo convites de profissionais de Recursos Humanos, apresentei mais de uma vez a palestra “Conhecimento é poder: o futuro não será apenas tecnologia”, a qual foi baseada no conteúdo de uma postagem minha (clique aqui para ler).
Como sempre defendi, nada mais natural que esse olhar futuro, de fato, esteja sempre balizado por estudos, pesquisas e trabalhos técnicos do mais alto nível. E, nesse sentido, fiquei extremamente feliz ao encontrar extenso e aprofundado estudo do Institute of Coaching, publicado em Setembro de 2021, bastante alinhado a tudo o que tenho escrito e mostrado ao público que me segue.
Para quem é autossuficiente em inglês, é possível acessar o estudo em sua versão original (Leading with Humanity: The Future of Leadership and Coaching), tanto a sumarizada (17 páginas) como a completa (99 páginas). Quem quiser ler o trabalho por completo, sugiro que minha postagem seja encerrada aqui, a fim de evitar o spoiler.
Contudo, como muitos leitores preferem acessar um condensado desses estudos técnicos, indo direto às conclusões e sugestões, cabe avançar com o texto a seguir. E tudo começa com a motivação dos profissionais que decidiram desenvolver o estudo.
No segundo semestre de 2020, o Institute of Coaching conduziu uma investigação sobre o impacto causado pela era pandêmica nas organizações, envolvendo os líderes e os coaches de liderança. O objetivo era oferecer lições e aprendizado para a formação de um futuro pós-pandêmico. Um grupo de dezenove profissionais, com vasta experiência em Coaching de executivos em grandes organizações, desenvolveu a pesquisa. E assim percebeu o papel que o bem-estar e a resiliência dos colaboradores tiveram como fator chave de desempenho organizacional.
Gestores aprenderam (ou confirmaram o aprendizado que tinham) que as organizações precisam apoiar o bem-estar dos colaboradores para ajudarem as suas equipes a estarem preparadas no enfrentamento de eventuais crises. Então, cinco “fundamentos de humanismo” foram revelados: expandir a consciência, cultivar relacionamentos, apoiar o bem-estar, trabalhar na integração da diversidade e, ainda, construir culturas ágeis.
O Coaching sugere imaginarmos um espetáculo de “jazz de liderança improvisada”. No jazz existe a improvisação de criar novas melodias ao longo do ciclo contínuo de repetição acompanhando os acordes da música. Esse espetáculo está centrado no ser humano, um gerador de mudanças no pensamento e no comportamento. Nesse conjunto de jazz, teremos a bateria jogando compaixão, o baixo explicitando valores, o sax explorando a autenticidade, o piano demonstrando a agilidade. E, por fim, a mudança final assistida pela voz do coach. Essa é a metáfora de liderar com humanidade na gestão moderna.
No parágrafo anterior foi usada a figura da “compaixão”. Um ato que pode ter efeito de transbordamento positivo ao incentivar os colaboradores a agirem com atenção e apoio; uns com os outros, nos momentos difíceis que alguém possa estar vivenciando. Os efeitos potenciais dessa postura das lideranças e dos coaches têm efeitos de longo alcance, como construir culturas de trabalho positivas, de melhorar o aprendizado, bem como reduzir comportamentos disfuncionais, como conflitos e incivilidade, que podem ter impacto deletério no desempenho organizacional.
Por fim, como forma de resumir tudo aquilo que a pesquisa do Institute of Coaching nos permite concluir, a pandemia alterou o que as pessoas esperam dos seus locais de trabalho. A dificuldade para os gestores é que essas mudanças das expectativas não são homogêneas. Por exemplo, muitos colaboradores agora estão trabalhando em casa, com mais tempo disponível para passar com a família. Por outro lado, outros que têm o trabalho centrado em interações sociais e pessoais acabam por sofrer de isolamento e problemas de saúde mental.
Assim, embora alguns possam querer manter a redução no tempo disponível no escritório, outros estarão ansiosos para voltar. Entretanto, todos estarão sintonizados com as novas condições de trabalho, riscos para a saúde, oportunidades de promoção e remuneração.
O Coaching…
Caberá aos líderes e coaches então comandarem o novo momento dos colaboradores, ao tempo em que assumem uma indiscutível premissa: “líderes e coaches humanistas se destacam no mundo atual”.
Gostou do artigo? Quer saber mais sobre liderança humanista e a gestão moderna? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Um forte abraço!
Mario Divo
https://www.mariodivo.com.br
Confira também: 5 Dicas Simples para (de fato) Aprender a Ocupar Bem o Seu Tempo!
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]]>O post O sinistro futuro do METAVERSO! apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Meus amigos leitores, quando eu comecei a escrever sobre Mundo VUCA, havia meu interesse em evidenciar como a transformação que ocorre em nossas vidas está dinâmica, trazendo desafios e demandas sem precedentes. Depois, à expressão VUCA foi acrescentada a letra H, que chama a nossa atenção para um mundo hiperconectado. E mais recentemente, começaram a ser debatidos os caminhos do METAVERSO neste mundo VUCAH (leia minha postagem anterior clicando aqui), algo que inspirou a criação da marca ∞ Meta no lugar da marca Facebook (por curiosidade, perceba que ao abrir o whatsapp, no seu celular, na barra inferior da tela já aparece a marca ∞ Meta).
Para que todos tenham a possibilidade de entender o que nos espera no futuro próximo, eu decidi resumir reportagem da plataforma La Vanguardia, publicada neste novembro de 2021. Ela é um meio online que oferece informações atualizadas em tempo real, 24 horas por dia, todos os dias do ano. Ali os usuários podem consultar conteúdos em qualquer formato: texto, imagens, vídeos, gráficos ou interativos. Nesta postagem, merece especial reflexão a análise que filósofos e especialistas em comunicação fazem das possíveis implicações do “novo futuro” previsto por Mark Zuckerberg, fundador do Grupo Facebook (agora ∞ Meta).
A reportagem (que uso como referência) começa por especular o que teria motivado Zuckerberg a fazer essa mudança e o anúncio em escala global. Para o La Vanguardia, Mark quis se dirigir especialmente aos mais jovens, público que tem se desconectado do Facebook e se conectado ao Instagram, porém percebendo ser um ambiente cada vez mais tóxico. Atolado em uma colossal crise de reputação, o Facebook está se aproximando de um ponto sem volta quanto ao descrédito popular. Isso teria motivado tal grande guinada de Zuckerberg.
No lançamento da nova marca ∞ Meta e das projeções futuras do que será o METAVERSO, Zuckerberg reforçou diversas frases bombásticas como, por exemplo, “já não há portas nem paredes fechadas” ou “imagine um mundo em que se possa ver representado como se quer ser”. O complemento da reportagem do La Vanguardia foi o que inspirou o título desta postagem: o sinistro futuro do METAVERSO, pois o contexto da apresentação de Zuckerberg, na visão de Luís Pastor, professor universitário e especialista em comunicação, tem
“… imagens de um mundo que é verdadeiro e é mentira, que é verdadeiro e é ficção, onde não se pode confiar em nada nem em ninguém”.
A filósofa Nerea Blanco acredita que “para a maioria dos adultos esse anúncio causa sentimento de medo, relutância ou estremecimento”, ainda que seja explicada a finalidade principal da tecnologia derivada do METAVERSO: reuniões de trabalho ou aproximação com pessoas que estão longe, por exemplo. Xavier Bassas, filósofo e professor da Universidade de Barcelona, afirmou que:
“o anúncio de Zuckerberg contém tudo o que mais nos prejudicou e nos prejudica em termos de consumo de imagem. Isso porque é um bombardeamento constante, como em qualquer outro produto visual da grande consumo, o que não permite reflexão”.
O filósofo e escritor Montse Barderi acredita que a propaganda da ∞ Meta:
“serve para nos desconectar do mundo real e buscar uma internet muito mais envolvente. Porém, apresentando pessoas fragilizadas pela complexidade da cultura, vulneráveis e facilmente manipuláveis devido ao enfraquecimento das humanidades e dos discursos complexos. (…) A mídia não importa, mas o foco deve ser em quem somos e em quem queremos ser”.
“Quando uma pessoa não encontra no mundo algo que valha a pena amar, quando entende sua vida como desprezível, prefere desejar o nada disfarçado de mundo verdadeiro… E inventa outra vida melhor e acaba vivendo por e para essa vida”.
Como a reportagem do La Vanguardia é bem longa e decidi trazer a essência dos comentários de filósofos e especialistas em comunicação, chego então a algumas perguntas, sendo talvez a principal delas esta aqui: Quem vai criar esse metamundo, Zuckerberg ou os usuários? A razão do questionamento, segundo Eduardo Infante, nasce da seguinte constatação:
“já nos disseram que o Facebook e outras redes foram criadas por nós, mas temos identificado que, na realidade, fomos manipulados, que o interesse principal não era esse, que existem contas falsas, que nossos dados são mal utilizados, que há uma comunidade pervertida, que existe uma intensa luta de classes”.
Pois bem, agora retomo os meus comentários que pretendem trazer uma conclusão pessoal. Não há como se lutar contra o avanço das tecnologias e sua imersão crescente em nossas vidas. Assim como em anos recentes foram aparecendo e crescendo empresas gigantes do mundo digital. Adaptações foram sendo criadas e se incorporaram ao cotidiano pessoal e profissional. Processos éticos ou até mesmo legais tentam dar sentido de proteção às pessoas, ainda que nunca alcancemos plenamente. Por outro lado, o que seria hoje do mundo empresarial sem a infraestrutura digital que nos permitiu trabalhar à distância durante a pandemia? Será que uma tecnologia nova só deve ser vista e analisada pela sua perspectiva negativa?
Isso porque os impactos sociais, culturais, emocionais e econômicos serão por demais relevantes. Não podemos abdicar dessa avaliação crítica constante, porém também não há como impedir o avanço de plataformas e tecnologias como a do METAVERSO. A responsabilidade que temos, como cidadãos e profissionais engajados pelo bem comum, está em aplicar os avanços tecnológicos com ética, competência e objetivos a favor de uma sociedade justa, harmonizada e com menos desigualdades.
Por fim, veja no vídeo abaixo a matéria que o programa Olhar Digital fez a respeito do METAVERSO e do lançamento da ∞ Meta.
E fica o meu desejo de que tudo isto gere uma boa reflexão para vocês leitores. Isso porque seus clientes e amigos poderão recorrer à sua orientação oportunamente. Cabe a vocês trabalharem para que o futuro (com ou sem METAVERSO) não seja sombrio, nem sinistro.
Gostou do artigo? Quer saber mais sobre o sinistro futuro do METAVERSO? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Um forte abraço!
Mario Divo
https://www.mariodivo.com.br
Confira também: O Facebook morreu, salve a META!
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]]>Meus amigos, eu havia prometido que trataria com mais detalhes do tema “METAVERSO”, mas decidi adiar e, na última postagem, trouxe outro assunto extremamente importante à nossa reflexão. Afinal, estamos em meio a momento complicado na História humana, em que uma agressiva pandemia e as baixas perspectivas econômicas ameaçam as pessoas, gerando demissões, falta de oportunidades profissionais, reforma nas relações capital e trabalho, e dívidas que as famílias não conseguem saldar.
Na postagem de hoje vou, enfim, cumprir aquela minha promessa. Para quem nunca ouviu a expressão METAVERSO (ou mesmo para quem tem dúvidas a respeito), adaptarei a seguir o conceito que a empresa de comunicação BBC repercutiu pelo mundo, recentemente:
A palavra “meta” vem do grego e significa algo como “além”. Uma pista inicial do que é o METAVERSO é a realidade virtual, mas especialistas da área dizem que ele é na verdade muito mais do que isso, valendo apostas de ser, de fato, o próprio futuro da internet.
É como se realidade virtual fosse para o METAVERSO o que os celulares tijolões dos anos 1980 representam hoje perto dos smartphones. Em vez de precisar estar em frente a um computador ou celular para se conectar, as pessoas em metaverso podem usar uma espécie de fone de ouvido para mergulharem em todo tipo de ambiente virtual — desde shows, confraternizações com amigos e parentes e reuniões de trabalho.
Nesse mundo digital, cada usuário pode ter um avatar para chamar de seu, um “bonequinho” único que seria a representação de si mesmo. Essas possibilidades foram abertas graças a avanços tecnológicos como a conexão 5G, que permite uma conectividade melhor, mais consistente e móvel.
Isso inclui a contratação de dez mil profissionais para trabalharem sob o comando de um dos pioneiros do Facebook, Andrew Bosworth. Atualmente, ele é vice-presidente do Reality Labs (Laboratório de Realidade, em tradução direta) e desenvolve soluções de RA (Realidade Aumentada) e RV (Realidade Virtual). A partir de 2022, ele assumirá a chefia da Área de Tecnologia.
É importante o leitor lembrar que o chamado Mundo VUCA significa a união de conceitos como volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade. Ao que foi acrescido da letra H (VUCAH) por conta da crescente hiperconectividade. Portanto, o METAVERSO será a evolução conjunta desses conceitos para um patamar novo, com muito mais interação das pessoas e das coisas. Por exemplo, projeta-se que o comprador de um carro poderá fazer o test-drive à distância, com um simulador virtual.
Como não poderia ser diferente, vários gigantes da tecnologia estão entrando nessa corrida do METAVERSO e, por ora, parece que o Grupo Facebook está à frente dos demais. Como parte dessa corrida, o Grupo Facebook assumiu a troca e mudou sua marca corporativa, como foi anunciado ao final de outubro de 2021, pelo próprio Mark Zuckemberg (assista ao vídeo abaixo).
A mudança de logo não se aplica às plataformas individuais como, por exemplo, o Facebook, Instagram e Whatsapp, apenas ao grupo que as controla. O interesse está em ampliar o alcance e a representação da realidade virtual e do METAVERSO. Projetar um mundo online onde as pessoas poderão ter entretenimento e desenvolver trabalho. E, ainda mais, realizar a comunicação com uso de aparelhos de realidade virtual.
“o mercado global de realidade virtual e realidade aumentada deve ultrapassar US$ 100 bilhões em 2022”.
Há quatro tipos de tecnologias que deverão crescer rapidamente, a partir desse novo ambiente criado pelo METAVERSO (a seguir, resumo do conteúdo da publicação – clique aqui para ler por completo), a saber:
Avatar e METAVERSO são conceitos complementares, mas a identificação pessoal é um elemento central. Com mais interações nas redes sociais, as pessoas começam a ter vários tipos de avatar. Então, em algum momento, será necessário unificar essa identidade;
Mais importante do que olhar somente para as tecnologias chamadas “disruptivas” como Realidade Aumentada e Realidade Virtual, a capacidade maior de Geolocalização poderá ser uma mudança marcante gerada pelo METAVERSO;
Com a demanda por transações dentro do universo virtual, blockchain (o sistema que permite rastrear o envio e recebimento de informação pela Internet, especialmente quando se trata de ativos e moedas) e NFTs (certificados digitais de segurança) também devem seguir em alta;
A possibilidade de criar e recriar ambientes é fundamental para que o METAVERSO seja um ambiente dinâmico. Ou seja, a criação de avatares oferecerá às pessoas uma chance ainda maior – e mais acessível – de assumir novos papéis ou personagens.
Como nada no mundo dos negócios acontece de forma livre, simples e com amplo consenso, a marca META começa a receber questionamentos de outras empresas que a utilizam em seus campos de atuação. Não sabemos o que vai acontecer em relação a essas disputas, mas o mundo do METAVERSO não tem volta, o Facebook não é mais a marca do famoso grupo e, agora como Meta, todos nós veremos algo de novo acontecer.
O que até bem pouco tempo, só existia em filmes de ficção científica. E você, profissional de coaching, está se preparando para trabalhar com essa novidade? Tem se atualizado, de fato, com relação às tecnologias?
Gostou do artigo? Quer saber mais sobre o Metaverso, a mudança do Facebook e demais tecnologias? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Um forte abraço!
Mario Divo
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Confira também: O “Efeito Lúcifer” nas nossas relações diárias!
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]]>Meus amigos, eu havia prometido que trataria com mais detalhes do tema “METAVERSO”, mas decidi adiar para a próxima postagem. E trago hoje outro assunto extremamente importante à nossa reflexão. Afinal, estamos em meio a um momento complicado na História humana, em que uma agressiva pandemia e as baixas perspectivas econômicas ameaçam as pessoas. Dessa maneira, gerando demissões, falta de oportunidades profissionais, reforma nas relações capital e trabalho, e muitas dívidas que as famílias não conseguem saldar.
Como é simples entender, tudo isso gera impactos emocionais e muda a forma como as pessoas se relacionam. Para abordar meu ponto de vista, é fundamental explicar o que significa “Efeito Lúcifer”; nome que consagrou experimento comandado pelo psicólogo americano Philip Zimbardo, realizado com estudantes da Universidade de Stanford, nos EUA, em 1971. Ele é considerado um dos mais famosos experimentos na Psicologia e, depois, estimulou seguidos estudos e pesquisas a respeito de uma questão básica:
Clique aqui para conhecer os detalhes desse experimento.
O “Experimento de Aprisionamento de Stanford” deveria ter durado duas semanas, mas foi finalizado após seis dias, dado que o comportamento das pessoas envolvidas estava saindo do controle dos pesquisadores. No Youtube há o filme retratando esse experimento, lançado em 2015. O que interessa para esta minha postagem está em explorar as conclusões tiradas dos estudos subsequentes ao experimento, os quais avançaram em abordar perguntas como estas: Como entender os conceitos de “pessoa boa” e de “pessoa má” pelos conhecimentos que temos da Filosofia e da Psicologia? E, em se tratando de ambiente profissional, como fatores externos à pessoa podem influenciar a maldade, a bondade ou a transformação de um líder assumindo comportamento vil e desumano junto aos seus subordinados?
A conclusão que se tem, a partir dos estudos realizados, é que ambientes doentes e tóxicos podem gerar situações extremas, levando pessoas “boas” a se comportarem de maneira oposta à sua natureza. Em uma empresa, por exemplo, há contextos e normas que geram competição, influenciando as ações dos gestores sobre aqueles que lhe são subordinados, muitas vezes estimulando a forma de relacionamento abusiva. O próprio Zimbardo escreveu, em um de seus trabalhos, que:
“… a humanidade cresceu e se desenvolveu na sombra da dualidade certo ou errado, separando os indivíduos em bons ou maus, porém a linha divisória do comportamento humano tem mais tons de cinza do que o preto e branco que o folclore popular afirma”.
A expressão “Efeito Lúcifer” se tornou referência na Psicologia Social para estudos relacionados à compreensão do comportamento desumano, entre pessoas em sociedade. Além de utilizada como título de várias publicações que exploram o assunto, essa expressão acabou sendo sinônimo de situações onde ocorre a banalização do mal. O livro lançado por Zimbardo, em 2007, com o título “Efeito Lúcifer” tem mais de 700 páginas e procura motivar as pessoas a resistirem às más tentações que o poder acaba gerando. Mesmo naquelas que se sentem e se identificam como “boas”.
Quando se trata de “poder”, é necessário esclarecer que existem diferentes tipos de poder, os quais dependerão do sistema, da empresa, da instituição ou mesmo das normas estabelecidas por um grupo. E o “Efeito Lúcifer” diz respeito a como e em que condições alguém fará uso desse poder para, na condição de autoridade, impor coercitivamente a sua vontade e definir (nem sempre, mas às vezes até de maneira sádica) o que os outros devem realizar. Para mostrar o quanto esses conceitos de “pessoa boa” ou “pessoa má” estão interligados, a capa do livro de Zimbardo (bem como muitos outros estudos a respeito do tema) utiliza como ilustração uma situação emblemática, de M.C. Escher.

Em conclusão, e trazendo todo esse contexto para o nosso dia a dia pessoal e profissional, não é difícil identificar que o “Efeito Lúcifer” está ocorrendo no ambiente das empresas, instituições e organizações em geral. É muito comum encontrarmos gestores e lideranças que abandonam o seu verdadeiro “eu”, que acreditam ser de uma “pessoa boa”, para se assumirem como personagem a serviço de causas e ordens que acabam assim por explorar os subordinados em diferentes níveis (morais, espirituais e físicos). Por conta de recompensas nascidas de seus resultados, então o comportamento do líder muda e os demais deixam de ser vistos como seres humanos, assumindo apenas e tão somente a importância de mais um recurso a ser explorado.
Aos gestores e líderes esta postagem serve como alerta. O comportamento individual de cada pessoa pode sofrer grande influência do ambiente tóxico e das circunstâncias em torno das exigências de resultados. É necessário ter muita atenção e cuidado para evitar que o “Efeito Lúcifer” aconteça, trazendo relação indesejada e cruel com os subordinados; o que pode levar a afastamentos, desligamentos e doenças laborais.
“dentro de cada um de nós há um conformista e um totalitário; e não é preciso muito mais do que o uniforme certo para que ele venha à tona” (Philip Zimbardo).
Recado final a quem lida com intervenção humana, especialmente aos coaches e mentores. Conforme especialistas concluíram, e resumidamente, os programas de treinamento e desenvolvimento de gestores (ou de lideranças) precisam ter novo enfoque. Tenta-se construir lideranças transformadoras, mas, de fato, todo o ambiente deve ser repensado, a partir de uma estrutura de relacionamentos transparente, coerente e comprometida com valores, princípios, propósitos e visão que estão, infelizmente e a cada dia, sendo trocados apenas e tão somente por resultados de curto prazo.
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Um forte abraço!
Mario Divo
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Confira também: Do Mundo VUCA ao METAVERSO!
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]]>Prezados amigos deste espaço MUNDO VUCA (que, mais recentemente, tem tratado do mundo VUCAH – volátil, incerto, complexo, ambíguo e hiperconectado), prestem atenção ao que está acontecendo à nossa volta. Se o conceito VUCA, ora aplicado ao mundo dos negócios e ao ambiente cotidiano, tem ao redor de 20 anos, começaram a aparecer variações em torno do assunto. Por exemplo, o acrônimo BANI que, em português, significa Frágil, Ansioso, Não-linear e Incompreensível. Contudo, o que essas “maquiagens” de acrônimos e conceitos tentam transmitir?
Tentando contribuir com essas respostas, lancei dois livros que indico aos leitores. Um deles é aquele que sugere a cada pessoa para que “Seja um agente transformador no mundo” e, outro, uma coletânea de indicações para se alcançar “O Sucesso em um mundo VUCA”.
Pois bem, nessa linha de pensamento, cada profissional de coaching, mentoria, aconselhamento ou consultoria enfrenta a necessidade de conhecer melhor o seu cliente, suas demandas, necessidades e dores, fraquezas e forças, em todas as dimensões. Isso significa que, para se chegar ao sucesso em uma intervenção, é fundamental entender (para o seu cliente, em especial), quais são os fatores que interferem no alcance de resultados e, por outro lado, quais serão os melhores indicadores para medir os resultados.
Motivado por essa questão, lancei um projeto de pesquisa para atualizar estudo que fiz em 2011 (convido os amigos leitores a apoiarem essa nova iniciativa). O novo projeto, em financiamento coletivo, tem a expectativa de reunir uma comunidade profissional interessada em trabalhar junto aos seus clientes com conteúdo e boas práticas, nascidas de estudo técnico e com rigor acadêmico. Para conhecer melhor o projeto e, eventualmente, apoiá-lo na plataforma Benfeitoria, acesse este link.
E agora vem a novidade. A partir das próximas postagens, explorarei aqui neste espaço uma nova tendência que promete fazer desaparecer o uso da internet tal qual nós temos hoje. Trata-se do METAVERSO, algo muito mais próximo de ficção científica do que da fácil interpretação com base nos hábitos cotidianos. Talvez, de acordo com especialistas, a plataforma Facebook seja aquela com maior poder de investimento e impactos na futura relação cotidiana das pessoas. Em 2014, por exemplo, a empresa comprou uma produtora de óculos de realidade virtual por dois bilhões de dólares, já antevendo essa evolução.
“METAVERSO é a terminologia utilizada para indicar um tipo de mundo virtual que tenta replicar a realidade através de dispositivos digitais, sendo então espaço coletivo e virtual compartilhado, constituído pela soma de realidade virtual, realidade aumentada e Internet”.
Para entender melhor sobre tudo isso, sugiro você assistir ao vídeo do YouTube (áudio em português), um dos poucos com produção bem roteirizada.
Como todos vocês podem perceber, ao tempo em que os fatos vão acontecendo e a vida continua mudando de forma rápida, eu mantenho a minha premissa de acompanhar essas transformações na fronteira do conhecimento. A partir daí, permaneço trazendo sugestões, conteúdos e caminhos que possam apoiar os profissionais em intervenção humana. Conto sempre com o prestígio de sua leitura e com seu apoio de sempre, tanto mais agora que entraremos no tema METAVERSO.
Gostou do projeto? Quer entender mais sobre o MUNDO VUCA e METAVERSO? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder ou, se preferir, acesse a página do projeto clicando aqui.
Um forte abraço!
Mario Divo
https://www.mariodivo.com.br
Confira também: Vamos juntos fazer uma Pesquisa em Coaching?
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]]>Hoje, a apresentação desta minha postagem tem formatação diferente da habitual. Afinal, trata-se de novidade incrível para quem participa do universo do coaching (e, posso afirmar, atenderá também expectativas de mentores). Para facilitar a compreensão do desafio, este texto está dividido em tópicos e, desde já, convido os leitores a me ajudarem em um projeto de pesquisa. Posso contar com você?
Nos últimos anos, a comunidade acadêmica e os profissionais interessados em coaching mostram-se cada vez mais atentos às abordagens, paradigmas e caminhos que levam aos resultados esperados pelos clientes. Multiplicam-se estudos e pesquisas, reformulam-se modelos teóricos e empíricos, e crescem debates para explicar a essência das relações entre quem orienta o processo (coach) e o cliente (coachee), bem como com que métricas os profissionais podem fazer a mensuração desse processo.
Nestes tempos recentes, a prática do coaching tem sofrido críticas e comentários pejorativos, muito disso derivado da percepção da sociedade quanto à falta de rigor com que a relação coach e coachee está sendo exercida. Um caminho que pode contribuir para reverter esse cenário, certamente, está na consolidação de informações que ajudem os profissionais com base em experiências havidas no contexto brasileiro. Qual pode ser a razão do sucesso e qual seria a origem do fracasso em uma intervenção de coaching?
Outra forma de explorar isso consiste em pesquisar como definir “sucesso” em coaching e de que forma avaliar os resultados. Existirá um modelo em especial que possa responder a esses requisitos? São restritas as pesquisas com ampla amostra para análise e, concomitantemente, são raros os trabalhos centrados no contexto brasileiro. Escassos estudos têm foco na avaliação de fatores e/ou de indicadores, principalmente ao tentar explicar o “sucesso” em coaching, com evidências estatísticas.
A motivação por este novo projeto de pesquisa nasceu da minha decisão em atualizar trabalho similar, realizado em 2011. À época, aquele primeiro trabalho serviu como dissertação ao mestrado acadêmico stricto sensu, na Fundação Getulio Vargas (EBAPE/RJ), com o título: A Dimensão do Sucesso em Coaching: Uma Análise do Contexto Brasileiro. Em 2012, esse estudo foi apresentado na 5th Annual Coaching in Leadership and Healthcare Conference, organizada pelo Institute of Coaching, em Boston – EUA. Leia aqui uma postagem da Sociedade Brasileira de Coaching comentando sobre esse evento anual promovido em Harvard, bem como citando minha participação com a apresentação sobre coaching.
Posteriormente, conclusões parciais do estudo foram sendo selecionadas e publicadas em diversos espaços especializados. Entre exemplos relevantes, que merecem citação, há o da Revista Científica Brasileira de Coaching (na qual foram publicados três artigos com resultados do trabalho citado), bem como nos meus espaços de postagens da plataforma Cloud Coaching, a partir de 2013. O estudo também foi útil em me orientar na produção de conteúdos para outros blogs e outras atividades pontuais, desde então.
A pesquisa que pretendo desenvolver agora tentará encontrar, metaforicamente, “os segredos mais bem guardados na prática do coaching”. Afinal, as práticas que envolvem intervenções com pessoas são, com a base científica derivada das pesquisas e estudos qualificados, cada vez mais objetivas, conclusivas e bem-sucedidas. Ou, se assim ficar melhor, pretendo construir conhecimento estruturado que possa melhor explicar as “dimensões do sucesso” em coaching, no contexto brasileiro. Dentro do que são as limitações normais que cercam uma pesquisa, o estudo prevê organizar um tipo de interpretação que poderá assim orientar coach e coachee sobre a melhor abordagem instrumental em cada caso.
Além de buscar interpretar como as pessoas que passaram pelo processo de coaching explicam sua experiência e autodefinem o que é alcançar o “sucesso”, o estudo pretende identificar evidências subjacentes para que a expressão “sucesso” seja mais do que simples recurso de retórica. Afinal, que fatores contribuem para o “sucesso”, na visão do respondente brasileiro, e quais os mais típicos indicadores de “sucesso” que têm sido aplicados? Serão mesmo válidos aqueles padrões que os cursos de coaching hoje pregam?
Clique na imagem abaixo para acessar a página do projeto.
Pois bem, o estudo ora descrito (empírico e exploratório) está sendo proposto ao financiamento coletivo. Ele pretende atualizar o anterior, com base no contexto vigente em 2021, o que (novamente) incluirá resultados validados sob a perspectiva de adequados modelos estatísticos. A decisão de abrir este estudo à contribuição coletiva tem duas razões centrais: (a) mais pessoas poderão se beneficiar das informações geradas, tanto a partir das reciprocidades previstas, como pela repercussão que se pretende dar em diversos espaços especializados, futuramente, e (b) com mais pessoas interessadas pelo projeto será possível então amplificar a coleta de respostas. E, portanto, também crescerá a base de respondentes, trazendo assim mais confiabilidade aos resultados.
Além de buscar interpretar como as pessoas que passaram pelo processo de coaching explicam suas experiências e autodefinem o que é alcançar o “sucesso”, o estudo pretende identificar evidências subjacentes para que a expressão “sucesso” seja mais do que simples recurso de retórica. Afinal, que fatores contribuem para o “sucesso”, na visão do respondente brasileiro, e quais os mais típicos indicadores de “sucesso” têm sido aplicados? O que faz a relação coachee e coach funcionar bem? E o que destrói essa relação?
Resumidamente, as perguntas do estudo são: Qual a interpretação para o “sucesso” em coaching, por aqueles que vivenciaram a experiência, no Brasil? Quais os fatores que podem levar ao “sucesso” e com que indicadores o “sucesso” pode ser mensurado? Como entender e justificar o insucesso?
Em um projeto com financiamento coletivo, as pessoas que contribuem recebem recompensas sendo que, para este caso, todas as recompensas estarão na forma de INFORMAÇÃO QUALIFICADA.
O projeto tem três metas definidas. A META 1 é essencial para que a pesquisa de fato aconteça e, portanto, os dados sejam coletados e possam ser analisados (é TUDO ou NADA). A execução dessa etapa da pesquisa iniciará imediatamente após a liberação dos recursos, com previsão de finalização entre 45 e 60 dias. A página do projeto, na plataforma de financiamento coletivo Benfeitoria, tem detalhados os planos de realização quanto à consecução da META 2 e/ou META 3. Durante todo o período de captação haverá um frequente conteúdo informativo, com o objetivo de manter assim os apoiadores atualizados.
Os interessados em apoiar este projeto de pesquisa, cujos resultados irão contribuir com o planejamento, a qualidade, a adequação e o “sucesso” de futuros processos de coaching, podem então acessar as informações clicando aqui. Mais uma vez: vamos juntos encarar esse desafio? Depois de tudo concluído, quero ver você aplicar todas as dicas da pesquisa para alcançar o “sucesso”, aquele que espera para si e o de seus clientes.
Gostou do projeto? Quer entender mais sobre o Projeto de Pesquisa em Coaching e as recompensas em participar? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder ou, se preferir, acesse a página do projeto clicando aqui.
Um forte abraço!
Mario Divo
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Confira também: O Mundo em Transformação… Até parece ficção científica!
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]]>Eu já tive a oportunidade de escrever postagens anteriores, aqui e em outros espaços, em que comentei sobre a influência da tecnologia em nosso futuro. Da mesma forma, inclusive em palestras recentes, afirmei que o ser humano continuará liderando esse processo, ao aplicar dinamicamente sua criatividade e conhecimento. Isso nos leva a concluir que a transformação de nossas vidas se dará de “fora para dentro”, com fatos contra os quais não adianta lutar; como de “dentro para fora”, com a obrigatoriedade de as pessoas investirem, de fato, em autoconhecimento e preparação individual para esse mundo em transformação.
Uma das instituições internacionais que mais está acompanhando essa evolução é o MIT – Massachusetts Institute of Technology, sediada em Cambridge – EUA.
Através de publicações periódicas, em vários idiomas (incluindo a edição em português), podemos acompanhar o que o futuro nos reserva em termos de novas tecnologias, cenários de vida e trabalho, bem como nas questões sociais e comportamentais.
Os leitores que quiserem ter informação técnica e precisa sobre os caminhos deste nosso mundo VUCAH, bem longe de notícias escandalosas ou especulativas, então devem acompanhar regularmente esses conteúdos citados.
Uma postagem, em especial, é o Executive Briefing. É a newsletter para assinantes da MIT Technology Review Brasil, com análises exclusivas, produzida com o objetivo de garantir informação sobre os assuntos do momento, de forma rápida, direta e eficiente.
Na edição de maio último, chamaram-me a atenção três projetos ali publicados. Algo que pode até parecer ficção científica, mas que já está ocupando investimentos e envolvimento de notáveis cientistas mundo afora. A seguir, eu apresento um breve resumo dessas novidades, estimulando a leitura completa a partir do link que apresento ao final, a saber:
Os europeus estão atrás dos Estados Unidos no que se refere à corrida quântica. Isso porque grandes empresas como Google e IBM já têm seus computadores quânticos, sendo que a China também domina essa tecnologia.
Especificamente, a Alemanha prevê aplicar a computação quântica, inicialmente, em setores como energia, transportes e na indústria farmacêutica. Como se pode deduzir, para que um país esteja em posição competitiva internacional, ele não pode fugir do amplo investimento em pesquisa e desenvolvimento. Algo em que o Brasil tem dívida histórica.
Cientistas já projetam estradas capazes de recarregar carros elétricos em movimento. A tendência, para os próximos anos, é a de substituição dos carros movidos a combustíveis fósseis por modelos elétricos. Hoje o grande desafio é a falta de postos de abastecimento (ou carregamento elétrico).
A tecnologia em estudo é a de indução magnética, sem fio, a mesma usada por alguns carregadores e smartphones mais modernos. No caso da estrada, os carros seriam recarregados sem precisar parar e o custo da energia usada seria lançado então automaticamente para o dono do veículo. Atualmente, um carro elétrico pequeno precisa de cerca de cinco horas para ter então sua carga completa (e sendo ligado em tomada especial).
O sistema desenvolvido pelo consórcio BrainGate foi testado por um homem de 65 anos. A interface cérebro-máquina é capaz de transmitir sinais sem amarrar fisicamente o usuário a um sistema de decodificação.
O equipamento, implantado no cérebro, permite que o pensamento seja interpretado e transformado assim em texto. A taxa de acerto foi de 95%, com capacidade de 16 palavras por minuto. Esse tipo de interface é importante para proporcionar mais autonomia a pessoas com dificuldades motoras.
Nesta postagem de hoje seria possível trazer inúmeras outras novidades. Sejam voltadas a ajudar pessoas com problemas físicos ou neurológicos, sejam para transformar o ambiente de facilidades tecnológicas aplicados na esfera profissional ou pessoal. Lembrando que as gerações mais novas terão um processo natural de convivência com tudo isso que se afigura para o futuro. Para as gerações mais velhas vale o alerta da importância em haver uma motivação à adaptação, pois querer lutar contra essa onda será impensável.
Seja você um apreciador de filmes de ficção científica, seja você alguém que tem postura mais conservadora com relação às novidades que o mundo apresenta, ou seja você um negacionista da ciência, é melhor se abrir para entender as transformações em curso no mundo VUCAH. Uma forma inteligente é consumindo publicações de respeito que tratam do assunto, a exemplo da MIT Technology Review.
Para encerrar esta postagem, cabe comentar que a expressão VUCAH ficou muito associada ao conceito da Revolução Industrial 4.0, mas o que se pode idealizar quando já há quem aponte caminhos em direção à Revolução 5.0?
Gostou do artigo? Quer entender mais sobre as transformações em curso no mundo VUCAH? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Mario Divo
https://www.mariodivo.com.br
Confira também: Como enfrentar as tarefas mais tediosas?
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]]>Eu confesso: decidi escrever esta postagem após uma sequência de leituras encadeadas. Aquela viagem virtual que a pessoa faz ao sair de um texto interessante. Acessa um link que remete para outro texto complementar ao anterior, para depois acessar outro… e outro… No meu caso, cheguei até o relato das experiências de Kaki Okumura (https://kakikata.space), profissional japonesa que estuda os melhores meios para a vida plena e saudável, neste mundo repleto de problemas, obstáculos e complexidades. Para ela, há muito para aprender com princípios japoneses tradicionais de saúde, adaptando-os ao estilo de vida moderno.
Em outras palavras, aparentemente, Kaki teria a chave especial para superarmos os desafios de um mundo VUCAH. Possibilidade tanto mais relevante quando, associado às facilidades da hiperconectividade e das redes sociais, identificamos o crescimento indesejado das demonstrações de intolerância, em diferentes esferas da vida. Caminhos inovadores e sustentáveis para enfrentarmos o mundo VUCAH, decerto, abrem a porta da esperança para a mais saudável e melhor interação entre as pessoas.
Kaki afirma em seu site:
“Devemos construir, curar e manter nossos quatro pilares da saúde, todos interconectados, para alcançarmos mais felicidade, energia e graça, podendo assim influenciar as pessoas de forma positiva”.
1) O descanso pleno, trazendo ao corpo a capacidade de se recuperar dos esforços cotidianos e, tão importante quanto, dando à mente a sensação de paz e calmaria;
2) A alimentação adequada, oferecendo ao corpo as vitaminas e a energia necessárias, bem como liberando os nutrientes que são fundamentais para a saúde mental;
3) Manter-se em movimento, o que dará ao corpo força, resistência e flexibilidade, bem como trará à mente a possibilidade de explorar aspectos como paixões, lazer, criatividade, emoções diversas, e ainda;
4) A socialização, permitindo ao corpo viver experiências e aventuras compartilhadas, bem como à mente o senso de pertencimento necessário para enfrentar as dores da solidão.
Kaki explica que o nosso bem-estar físico e o bem-estar mental estão altamente interligados, sendo inviável melhorar um sem abordar o outro. Ao nutrirmos esses quatro pilares, estaremos então envelhecendo graciosamente e, por consequência, encontrando mais felicidade e satisfação na vida. Nossos pontos fortes ajudam a enfrentar nossas deficiências, pois o bom descanso dará energia ao exercício, enquanto o exercício regular pode levar ao adequado sono. A paz da mente levará ao melhor sono, e o melhor sono levará ao equilíbrio mental. Por outro lado, as deficiências podem prejudicar nossos pontos fortes, de forma inversa: descanso pobre priva de energia, assim como o estresse leva ao sono agitado, gerando mais estresse.
Eis então que, ao se buscar entender melhor o estresse, uma causa frequente nasce do sentimento de se fazer o trabalho tedioso. A pessoa sofre seguidamente em meio a uma situação indesejada. Então, Kaki nos lembra da arte japonesa de transformar a tarefa ingrata em algo agradável. Para isso, basta entrar em um estado de fluxo, estimulando a modulação criativa para desafios e novas habilidades.
Kaki exemplifica com algo que, de alguma forma, já encontramos em diferentes lugares do mundo: a pessoa entra em uma loja, o(a) atendente educadamente vem recebê-la e oferece ajuda. O uniforme está alinhado, as prateleiras têm os produtos organizados, o piso e as janelas estão bem limpos. Ao sair da loja, os atendentes agradecem a visita, com sorriso no rosto. No Japão, em alguns outros países orientais, inclusive os atendentes se curvam até o(a) visitante estar distante da saída.
Para Kaki, isso não quer dizer que esses atendentes amam totalmente seus empregos pois, qualquer que seja o caso, sempre haverá momentos cansativos, chatos, tediosos. O que cabe é a premissa de colocar o melhor de você como prioridade. Seja lá qual for seu trabalho ou tarefa, isso é o que deve ser valorizado. Esse princípio é chamado de “ganbaru”. Não importa a profissão ou tipo de trabalho, adotando “ganbaru” você será respeitado e, intimamente, sentirá prazer maior ao ser respeitado.
Quando você pensar sobre o que é necessário para desfrutar bem do seu trabalho, é fácil apontar para o dinheiro, poder e a projeção social, por exemplo. Esses fatores são importantes, mas o que fazer quanto às tarefas repetitivas e tediosas?
Segundo Kaki, basta se concentrar para encontrar significado nelas também. Isso porque as pessoas notam e, então, essa nossa postura levantará o espírito daqueles ao nosso redor. Realizar um trabalho que é respeitado e edificante para os outros, mesmo que tedioso, será gratificante também para nós.
A premissa de adotar o “ganbaru” não significa, necessariamente, colocar-se em excessivas horas de trabalho ou se colocar próximo a um estresse mental ou exaustão (no limite, o burnout). Mesmo no momento mais agradável da jornada que amamos, haverá tarefas maçantes.
Fica aqui a dica para você, profissional de coaching ou mentoria, aplicar a premissa do “ganbaru” sempre que seu cliente reclamar de alguma tarefa maçante. E cabe a dica para você também praticar essa lição e os quatro pilares da saúde. Certamente, seu cotidiano de prospecção de clientes até o atendimento presencial (ou virtual), terá como significado uma viagem mais saudável, nada tediosa neste mundo VUCAH.
Gostou do artigo? Quer saber mais sobre como enfrentar as tarefas tediosas? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Mario Divo
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Confira também: Quem comandará o NOVO NORMAL do Mundo?
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]]>Ao longo desse período todo de pandemia, o Brasil tem acompanhado um confronto aberto entre diferentes níveis do Poder Executivo (prefeitos, governadores e presidência). Ao qual deixo de atribuir adjetivos qualificativos, pois o que importa aqui é o fato. Cabe dizer, algumas vezes esses conflitos cresceram de tom e exigiram mediação por instâncias da Justiça. E, não podemos esquecer, até estiveram próximos de diferentes canais Legislativos e da sociedade, como um todo. Mas será que isso é um acontecimento típico de terras tupiniquins ou cabe um olhar mais amplo para o mundo?
Pois bem, Mathias Behn Bjørnhof escreveu uma abordagem bastante interessante, postada na publicação técnica do Copenhagen Institute for Futures Studies, de Julho/2021 (ele é Advisor & Futurista para assuntos relacionados com Mobilidade Urbana e Inovação). Segundo Mathias, “enquanto as nações falam, as cidades agem”, o que reforça a tese do estudioso Benjamin Barber que, em 2013, lançou um livro defendendo a premissa de que algumas das maiores ameaças e desafios do nosso tempo encontram um estado de paralisia envolvido por estatutos, regras e instituições supranacionais.
Com visão abrangente, o texto de Mathias Behn argumenta que na defesa da democracia, os países precisam encontrar novas soluções de enfrentamento às mudanças climáticas, ao terrorismo e ao tráfico em suas diferentes formas, entre outras mazelas do cotidiano. A lista de desafios parece crescer, assim como cresce a desconfiança das pessoas nas instituições e na competência dos líderes nacionais. Somando a isso, e segundo Barber escreveu em seu livro, as pessoas temem pela competência de uma governança democrática nacional para o futuro. Acreditam que, no nível local (cidades, municípios), está a esperança de uma governança capaz de enfrentar todos os problemas.
Ao mesmo tempo, a participação e a influência das cidades parecem estar mais vivas. Tendo crescido a criação de redes informais e a cooperação entre cidades, buscando agregar as boas experiências na administração urbana. A partir desse contexto, estão sendo eliminados os muros e as distâncias históricas, tornando assim as grandes cidades verdadeiros centros globais para comércio, inovação, tecnologia e educação, envolvendo também poderosas organizações (nos níveis local, nacional e internacional).
Podemos perguntar: em que grau as cidades realmente serão capazes de promover a transformação social e econômica que os governos nacionais estão deixando de entregar? As cidades estão vinculadas a uma legislação nacional e federal que define suas responsabilidades, poderes e fontes de receita. A liderança municipal tem a tomada de decisão dividida em vários níveis diferentes de poder. E, eventualmente, conflitar com a direção dada pela política nacional pode impactar severamente até mesmo cidades poderosas. Enquanto conflitos de interesse entre o nível local e aqueles no nível nacional não são uma grande novidade. Melhor seria se houvesse uma atenção crescente para a constante construção de novas redes colaborativas entre todos.
Atualmente, para se avaliar o sucesso na administração de uma cidade, em países mais desenvolvidos, algumas lideranças chegam a trabalhar com mais de 300 indicadores. O fato é que a maior parte dos futuros núcleos urbanos terá lugar em regiões menos desenvolvidas do mundo. Exigirão assim redefinição de valores, desejos e demandas das megacidades de amanhã, bem como com quais redes de colaboração se poderá contar. Além disso, não devemos nos surpreender ao pensarmos na influência que as empresas globais têm, em toda a escala de governança.
Uma pesquisa realizada em 2020, em 47 grandes cidades, identificou que recursos dedicados ao desenvolvimento de competências das lideranças locais, principalmente em aspectos de diplomacia e negociação, acabam sendo pouco aproveitados. Ou seja, para que cidades sejam crescentemente impulsionadoras da transformação e do desenvolvimento socioeconômico, há que existir mais do que só vontade e boas intenções.
Não há dúvida de que as cidades e os governos locais terão papel preponderante na formação da futura agenda global. Além disso, na solução dos desafios que este ambiente VUCAH gera, em todo o mundo. Para se tornarem as lideranças reais de transformação positiva nas próximas décadas, as cidades de todo o mundo devem superar os desafios relacionados aos vários níveis de governabilidade e de redes de colaboração.
Enfim, acreditando que o futuro aponta um cotidiano social e econômico impactado diferentemente em cada cidade, eis aí uma boa frente de oportunidades para coaches, mentores e consultores, contribuindo com o desenvolvimento humano tanto no ambiente das empresas e organizações, como também no ambiente público.
E aí, vamos encarar esse jogo? Você está preparado para entrar nesse campo minado de interesses conflitantes neste novo normal? Vale a pena pensar a respeito e, se quiser conversar mais a respeito, fale comigo e vamos trabalhar essas suas dúvidas.
Gostou do artigo? Quer saber mais sobre o novo normal e o futuro? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Mario Divo
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Confira também: As Origens e o Futuro Promissor do Design Thinking!
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]]>Os leitores deste espaço Mundo VUCAH sabem que dou muita atenção ao que acontece na fronteira do conhecimento, sem perder de vista os aspectos teóricos e práticos do que acontece nas empresas, independentemente do seu porte. É uma mistura saudável entre a minha experiência trazida do cotidiano empresarial com a minha formação acadêmica rigorosa. Hoje, vou explorar o tema Design Thinking de forma um pouco diferente do que usualmente se lê em outras postagens.
Para começo de conversa (ou de leitura), já tratei aqui mesmo do tema Design Thinking. E de como essa metodologia tem sido importante para a transformação e os avanços inovadores nas organizações. Também já comentei de como adoto esse conceito em minhas diferentes mentorias (www.designthinkingcoaching.com).
Nesta postagem, terei por base textos de Emily Stevens, inglesa que mora na Alemanha, a qual além de postar em blogs trabalha com foco em startups de tecnologia, circulando bastante no mundo do Design Thinking e das experiências dos usuários (UX).
Segundo explica Emily Stevens, Design Thinking tornou-se uma espécie de expressão da moda nos últimos anos, mas é uma abordagem que, na verdade, vem evoluindo desde os anos 1960. Vamos explorar , rapidamente, a história do processo de Design Thinking:
Em 1969, o economista, cientista político e psicólogo americano Herbert Simon publicou um artigo que, para muitos, pode ser considerado como a base de lançamento do Design Thinking. Depois, esse conteúdo foi transformado em um livro, que já teve várias edições. Em The Sciences Of The Artificial, Simon definiu sete etapas principais para usar o design como abordagem criativa para a resolução de problemas, o qual lembra muito o processo de cinco estágios comumente usado hoje.
Simon recebeu o Prêmio Turing, em 1975, e o Prêmio Nobel de Economia, em 1978. Sua pesquisa foi centrada nos campos da ciência cognitiva, ciência da computação, administração, gestão e ciência política. Ele foi um dos pioneiros em vários domínios científicos, como inteligência artificial, processamento de informações, tomada de decisões, resolução de problemas, teoria da organização e sistemas complexos. Clique aqui e faça download do livro The Sciences Of The Artificial.
Outra figura chave na formação do processo de Design Thinking, como nós conhecemos hoje, é o teórico do design Horst Rittel. Na década de 1970, Rittel cunhou o termo “problemas perversos” para descrever problemas complexos que são difíceis de serem organizados logicamente, não têm um número definido de soluções potenciais e, ainda, tendem a ser sintomáticos de outros problemas.
Junto com Melvin Webber, ambos dedicados a planejamento urbano, Rittel escreveu um artigo com o título Dilemas em uma Teoria Geral do Planejamento. Ali, os autores observaram que existe um domínio de problemas de planejamento que não podem ser tratados com sucesso apenas pela tradicional forma analítica e linear, até então usada. Eles chamaram de “problemas perversos”, não no sentido de serem “maus”, mas por se mostrarem tortuosos e com consequências indesejadas (desagradáveis) para os planejadores, tanto mais pelas múltiplas insatisfações que podem causar aos públicos interessados (faça download de um artigo interessante a respeito, clicando aqui).
No início dos anos 90, foi fundada a empresa internacional de design e consultoria IDEO (https://www.ideo.com). A IDEO é frequentemente saudada como uma das instituições mais importantes ao ousar trazer o Design Thinking ao cotidiano de pessoas e das empresas.
O modelo IDEO define Design Thinking como sendo uma abordagem centrada no ser humano e voltada para a inovação. Integra as necessidades das pessoas, as possibilidades da tecnologia e os requisitos para o sucesso do negócio. Para a IDEO, o processo de Design Thinking está dividido em três fases principais: inspiração, ideação e implementação.
Cabe contextualizar o IDEO Design Thinking, na forma como seu CEO Tim Brown aborda. Vivemos e trabalhamos em um mundo de sistemas interligados, onde muitos dos problemas que enfrentamos são dinâmicos, multifacetados e inerentemente humanos. Pense em algumas das grandes perguntas feitas por empresas, governos, organizações educacionais e sociais: Como vamos navegar nas forças disruptivas do cotidiano, incluindo tecnologia e globalismo? Como vamos crescer e melhorar em resposta a mudanças rápidas? Como podemos apoiar os indivíduos de maneira eficaz e, ao mesmo tempo, mudar os grandes sistemas? Para a IDEO, o Design Thinking oferece uma abordagem para lidar com essas e outras grandes questões.
Richard Buchanan, outro teórico do design, conectou os “problemas perversos” de Rittel ao Design Thinking no início dos anos 90, quando publicou Wicked Problems In Design Thinking. Para Buchanan, as novas disciplinas integrativas, que complementariam as artes e ciências, tornaram-se um dos temas centrais no século XX. Sem disciplinas integrativas de compreensão, comunicação e ação, haveria pouca esperança de se cuidar sensatamente do conhecimento que transcende a biblioteca ou o laboratório.
O surgimento do Design Thinking, no século XX, tornou-se então importante neste contexto. Isso porque não se configurou reduzir o design a uma ou a outra das ciências existentes. O que aconteceu foi o nascimento da legítima preocupação de se conectar e integrar o conhecimento das artes e das ciências, já existente e de forma adequada, para melhor entender os problemas do presente e realizar as suas projeções para o futuro, com transformação e inovação sustentáveis.
No início dos anos 2000, o Design Thinking começou a ser cada vez mais reconhecido e foi adotado como curso de nível universitário. Uma instituição-líder foi a Stanford School of Design, que começou a ensinar Design Thinking, em 2005. Atualmente, apresenta o curso Designing for Social Systems, tratado como um desafio quando se aborda o contexto social (conheça o programa atual em https://dschool.stanford.edu/programs/designing-for-social-systems).
O design em sistemas sociais requer considerar os muitos públicos interessados e os fatores que podem afetar os resultados. Ter um profundo entendimento das pessoas enquanto se analisa o ambiente geral, buscar clareza e convicção apesar das informações incompletas. E, também, descobrir e escolher intervenções que têm impacto.
Em outras palavras, o design centrado no ser humano é uma metodologia poderosa, a qual exige lideranças que assumem trabalhar de maneira mais eficaz, humana e estratégica, qualquer que seja o tipo de organização.
Certamente, a indicação acima de alguns eventos que levaram à evolução do Design Thinking não deve ser vista como limitante. Mas como referencial muito bem aceito pelos especialistas. Desde as primeiras citações, o design centrado nas experiências dos usuários está em constante evolução e a jornada continua. Da inteligência artificial à tecnologia de voz, da realidade virtual ao design de interfaces, os desafios se multiplicam continuadamente.
Por fim, fica a sugestão para que todos leiam o estudo de Johannes Vrana & Ripudaman Singh, publicado em Janeiro de 2021, sobre as perspectivas do Design Thinking em um mundo 4.0 (ou o chamado mundo VUCAH). Para download, clique aqui.
Você, como mentor, consultor ou coach não pode ignorar essa metodologia centrada em pessoas. Ela só tenderá a crescer em todos os contextos empresariais e educacionais.
Gostou do artigo? Quer saber mais sobre Design Thinking? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Mario Divo
https://www.mariodivo.com.br
Clique aqui para fazer download desse estudo: https://www.scaruffi.com/peace/buchanan1.pdf
Confira também: A Reconstrução do Mundo (que conhecemos) pela Tecnologia
O post As Origens e o Futuro Promissor do Design Thinking! apareceu primeiro em Cloud Coaching.
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