O post Desafio da Autovalorização: 10 Comportamentos para Mudar Sua Vida! apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>A autovalorização é essencial para qualquer pessoa que deseja ter mais plenitude, realização, amor e prosperidade. Sem ela a vida se torna difícil e complexa. Pode parecer bem simples o conceito e a aplicação prática, para trazer tantos resultados auspiciosos, no entanto acredite isto faz toda diferença.
Este artigo pode te trazer clareza e ser uma contribuição real para você.
Se você fizer a leitura até o final poderá ter mais leveza e facilidade, ou você pode escolher parar a leitura, e continuar tendo os mesmos resultados financeiros, afetivos, familiares e de saúde.
Gostaria de me apresentar, meu nome é Ádria Gutman, sou Bióloga desde 2005, Consteladora, Renascedora, Biomagnetista, Facilitadora do Jogo Terapêutico Maha Lilah, terapeuta há mais de 10 anos, pós-graduanda em Psicologia Junguiana e no segundo ano de Faculdade de Psicologia.
Autovalorização vem das palavras, auto (você mesmo) e valor (algo precioso). Se unimos as duas palavras, representa reconhecimento do brilho, potência e grandeza que dormita dentro do ser humano. Você reconhece o ser humano incrível que é?
Os sinais perceptíveis de autodesvalorização são:
A lista pode ser bem extensa, então vou parar por aqui.
Quando uma pessoa nutre autovalor tudo em sua vida flui com mais leveza e facilidade, porque ela sabe quem é. Reconhece todas as suas particularidades internas, já se perdoou por tudo e se absorveu do passado. Consequentemente a sua vida financeira é abundante, pois o dinheiro tem relação direta com o autovalor.
Afinal o dinheiro tem a energia da possibilidade e do valor.
Além da vida financeira, uma pessoa que possui o autovalor genuíno, atrai relações nutritivas e significativas, em outras palavras, a vida a tratará da mesma forma que ela se trata, portanto, a área afetiva é impactada positivamente.
Comece reconhecendo suas raízes, ou seja, seus pais e avós. Pois os ancestrais são fundamentais para que haja equilíbrio, nos relacionamentos. Reconheça, perdoe, libere e agradeça.
Liste o que gosta e volte a fazer, se trate com carinho, amor e muita paciência, principalmente nesta fase.
Verdade, que você gosta do que faz?
Se a resposta foi não, como seria se auto-observar e ver quais são as suas reais aptidões? Valorize o seu dom natural isto é autovalor, caso goste do que faz atualmente, pratique a gratidão.
Dizer não, é a forma mais saudável de praticar o governo de sua própria vida e se colocar em primeiro lugar. Em outras palavras viver de fato tendo autovalor.
A maioria das pessoas não cresceu sabendo como colocar os limites nos outros, se isto não fosse assim, não haveria nenhuma dificuldade com relação a se posicionar, ou ouvir as críticas alheias. Seja o mais sincero que puder, por mais doloroso que seja, quando se reconhece e se cura as feridas internas, falar não é um processo natural e fácil.
O ego ama a zona de conforto, afinal ele quer controlar absolutamente tudo e sofre muito por isto.
No entanto, para ter leveza e facilidade na vida é preciso deixar a vida nas mãos do Self, ou centelha divina.
O Self ao contrário do ego, ama a mudança, crescimento e expansão. Então sugiro que pratique o caminho interno, ouse desafiar o seu ego, através da terapia e exercícios guiados pode iniciar este caminho e consequentemente conseguirá aprender a soltar e confiar na vida.
E com naturalidade sairá da zona de conforto e tomará decisões mais assertivas, de acordo com o que é verdadeiro para você.
Todo ser humano possuiu uma assinatura única no universo, alguém pode copiar o seu produto, mas jamais copiará quem você é.
As habilidades natas são aquelas que você faz com muita facilidade, exemplos: Escrever, falar, pintar, cantar, negociar, liderar, criar, cuidar, proteger, ensinar, gravar etc.
Reconheça as suas competências e aquilo que faz com facilidade, isto é autovalor.
Não sei se você conhece, mas pode praticar o Ho’oponopono voltado para o autovalor, vou deixar um exercício aqui de presente para você e se depois quiser se aprofundar neste mundo lindo da autovalorização, basta entrar em contato comigo, será uma honra te acompanhar neste processo.
Exercício:
“Divino criador, limpe em mim todas as memórias de dor de autodesvalorização, que estão impregnadas em meu corpo físico, emocional, mental, espiritual e todos os meus registros. Limpe, purifique, seccione e transmute tudo isto em luz pura, está feito. Sinto muito, me perdoe, sou grata, te amo.”
Repita este exercício 108 vezes pelos próximos 21 dias.
Além do exercício assim sugiro que pratique com as seguintes frases:
Através do autoconhecimento e com a autocura, se valorizar e ter amor-próprio tornar-se algo natural. Em outras palavras é um processo natural de uma jornada profunda do autoconhecer.
Navegar em águas profundas, para reconhecer a grandeza e a potência que se é, faz toda diferença a curto, médio e longo prazo.
Vivemos em uma época maravilhosa, hoje em dia temos várias práticas e abordagens terapêuticas que nos fazem, percorrer este caminho, com facilidade, clareza e com mais rapidez.
Desenvolver o autovalor não precisa ser difícil ou complicado, são escolhas.
Trabalho com um desafio que se chama o desafio de se amar, nele trabalho com exercícios exclusivos para aumentar o amor-próprio e o autovalor.
Além claro de terapias de aprofundamento, para contribuir com a particularidade de cada situação.
Então se você quer experimentar algo novo, com exercícios focados para a sua situação emocional e o seu caso, basta entrar em contato, será uma honra e um prazer muito grande, acompanhar a sua jornada pessoalmente.
Quer saber mais sobre como desenvolver autovalorização e fortalecer sua autoestima para viver com mais plenitude, leveza e prosperidade? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em ajudar.
Cuide-se com amor!
Grande abraço,
Ádria Gutman
https://www.instagram.com/adriacursos/
Confira também: A Vida Afetiva É Uma Bússola das Feridas Emocionais
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]]>A vida afetiva se inicia no ventre da mãe.
O ego se torna totalmente estruturante aos 21 anos. Ele se forma em etapas, no ventre, na primeira infância, na segunda infância e na adolescência.
Quando digo que a vida afetiva é uma bússola das feridas emocionais, quero dizer exatamente isto. A vida afetiva como uma norteadora do caminho emocional do ser humano.
Esta área, sem dúvida alguma, mexe profundamente com tudo aquilo que foi marcante no ventre, na infância e na adolescência. Refiro-me às feridas propriamente ditas.
Para elucidar melhor: o complexo do abandono, por exemplo.
Quando uma pessoa se relaciona com alguém que a faz se sentir abandonada, seja pelo motivo que for (trabalho, amigos etc.), ela sente a dor visceral do passado.
Ou seja, o relacionamento atual a remete a uma dor mais profunda.
Caso contrário, a pessoa continuará vivendo um eterno tormento emocional.
Muitas vezes, pode se sentir abandonada pela família e amigos, não só na vida a dois.
Falo sobre a vida a dois, pois, nesta área, as emoções ficam extremamente evidentes, favorecendo este processo de percepção e, consequentemente, de integração emocional.
Coloquei o exemplo do complexo do abandono, pois ele é muito frequente.
A mãe desempenha um papel fundamental na formação da psique humana.
Não quero dizer com isto que o papel do pai não é importante. Ele também tem o seu lugar, mas a mãe tem um contato mais próximo com a criança desde o início de sua formação no ventre.
Quando a criança nasce, ela passa por um processo de gestação extrauterina, que tem a duração de mais um ano.
Todo o ambiente emocional daquele lar influencia na formação do seu ego.
Para compreender um pouco mais do seu ambiente psíquico, olhe para a sua família e veja quais são as maiores dificuldades emocionais. Isto te ajudará a ter um vasto material para se trabalhar internamente.
De acordo com Jung, uma pessoa não nasce como uma tábula rasa, em minhas palavras, como uma página em branco.
Por isto, não basta querer parar de ter ciúmes, sensação de rejeição e abandono, por exemplo.
Isto não será equacionado enquanto a pessoa não penetrar em suas águas profundas.
Tudo isto que citei acima dormita no inconsciente da pessoa, fazendo com que ela aja no piloto automático, sem a consciência exata de onde isto vem.
Um parceiro ou parceira mostra o caminho por meio da dor e do desconforto.
A ideia neste artigo não é jogar a culpa nos pais, muito pelo contrário, afinal eles transmitiram aquilo que receberam.
O objetivo, na verdade, é trazer luz e consciência para estes blocos de dor, pois uma pessoa só consegue limpar e integrar aquilo que percebe e que se manifesta claramente em sua vida.
Muitas pessoas passam uma vida fugindo deste enfrentamento, pois acreditam que é doloroso demais.
No entanto, vivem uma vida dolorosa, com a sensação constante de medo do abandono, da rejeição, da traição e da insegurança.
Viver assim já é uma dor, só que a conta-gotas, o que não conduz à solução. A vida se torna extremamente dolorosa a maior parte do tempo.
Obviamente, olhar para estas questões não é confortável, afinal limpar um joelho ralado com água e sabão incomoda. No entanto, é o que resolve.
Pois ele poderá te auxiliar neste caminho de entrada no seu mundo interno e de saída dele, em segurança.
Se você tem empatia com o meu trabalho, pode escolher, caso queira, iniciar sessões de terapia comigo ou fazer um de meus cursos para aumentar o seu amor-próprio.
Mas, antes de deixar os links para você entrar em contato, gravei uma meditação para melhorar a sua vida afetiva. Para ouvir, CLIQUE AQUI. Aproveite e se inscreva no canal, vou adorar te ver por lá também.
Para aumentar o seu amor-próprio (se sentir que precisa fazer este movimento interno), fiz um programa de 40 dias, que se chama O Desafio de se Amar, com exercícios que normalmente faço em consultório com as minhas clientes. Para adquirir, CLIQUE AQUI.
E, se sentiu o chamado para iniciar um tratamento terapêutico comigo, CLIQUE AQUI para fazer o agendamento.
Quer saber mais sobre como as feridas emocionais podem revelar padrões profundos na sua vida afetiva? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em ajudar.
Cuide-se com amor!
Grande abraço,
Ádria Gutman
https://www.instagram.com/adriacursos/
Confira também: As Consequências de uma Ferida Afetiva Não Curada
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]]>Uma ferida, quando não tratada, pode levar à necrose da parte afetada, e isso também pode acontecer na vida afetiva de uma pessoa.
Mas a necrose afetiva acontecerá de forma sutil e quase imperceptível. Normalmente, a pessoa só se dará conta disso quando a dor for insuportável.
Ninguém precisa passar por dificuldades homéricas para reverter um quadro afetivo doloroso.
Quando você era criança, ralou o joelho ou teve algum tipo de ferimento nas pernas?
Eu sim!
Quando eu era criança, gostava muito de brincar na rua (naquele tempo isso era possível) e, vira e mexe, aparecia com o joelho ralado. Minha mãe já estava, até certo ponto, acostumada com isso e me levava para o tanque. Pegava o sabão e a bucha e, vraum, lavava o meu joelho, que estava cheio de sujeira e sangue.
Enfim, um cenário doloroso, acredite!
Bom, e o que isso tem a ver com o título deste texto?
TUDO!
Porque, se não fosse a minha mãe, eu provavelmente não teria mais joelho para contar história.
Pelo simples fato de que eu não queria lavar nada, mas, sim, deixar do jeito que estava. Afinal, convenhamos, lavar, limpar e passar remédio em um machucado não é tão agradável assim, não é mesmo?
O ponto aqui é este: exatamente por isso, uma pessoa pode carregar uma ferida afetiva por anos e anos. Algumas morrem sem, de fato, terem se resolvido afetivamente. Muitas podem até adoecer e somatizar, desenvolvendo graves doenças por causa disso.
Portanto, se você chegou até aqui, no fundo já sabe quais são as consequências de uma ferida afetiva não curada. No entanto, ainda assim, vou citar algumas para você:
Estes são só alguns exemplos. Não preciso nem dizer o quanto isso acaba afetando todas as outras áreas da vida de uma pessoa.
A saúde também é afetada, podendo ocasionar insônias e dificuldades na concentração.
Por isso, sou grata à minha mãe, porque ela me ensinou que as feridas precisam ser limpas, por mais dolorosas que sejam. Uma lição que trago ainda hoje para minha vida.
Muitas pessoas buscam a minha ajuda por mensagens e e-mails. E, normalmente, faço a seguinte pergunta: Você realmente quer limpar isso e ter uma qualidade de vida nesta área? Pois não basta pagar por sessões ou cursos, é preciso ter o enfrentamento da ferida primordial (aquela que está em estado latente dentro do ser).
Obviamente, quando alguém chega ao meu consultório ou através de um dos meus programas, eu caminho ao lado da pessoa. Mostro e trabalho com ela os seus pontos cegos, para que ela chegue à sua autocura.
Pois, convenhamos, lavar o próprio joelho, quando criança, é um trabalho hercúleo, algo que normalmente não fazemos. Por isso, alguém faz isso por nós. Novamente, muito obrigada, mãe!
Voltando ao meu consultório… quando uma pessoa chega à exaustão com a dor, o desconforto, a raiva e a tristeza, é o momento em que ela consegue fazer a virada. E são essas pessoas que eu seleciono para ajudar. Mas não fique pensando mal de mim, por favor. Vou explicar melhor a razão de selecionar as pessoas.
Porque, se a pessoa não está pronta para um processo de limpeza, integração e autocura, além de não solucionar sua dor, ela ainda sai falando mal do terapeuta, pois, de acordo com ela, o terapeuta é que é o incompetente.
Então, se você se considera pronta para um tratamento profundo, está decidida a olhar para isso com a minha ajuda e realmente está exausta com as suas questões de cunho afetivo, participe da minha nova mentoria afetiva premium.
As vagas são contadas, justamente porque eu acompanho a pessoa de forma direta por 12 meses. Atualmente, só tenho duas vagas. Portanto, se sentiu o chamado, entre em contato e garanta a sua vaga agora para participar da Mentoria CLIQUE AQUI.
Ou, se preferir algo para aumentar o seu amor-próprio, pode escolher participar do programa Desafio de se amar. São 40 vídeos gravados com exercícios que trabalho em consultório com as minhas clientes CLIQUE AQUI para adquirir o seu acesso vitalício.
Quer saber mais sobre como uma ferida afetiva pode continuar impactando sua vida emocional mesmo quando você acha que já superou? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Cuide-se com amor!
Grande abraço.
Ádria Gutman
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Confira também: Como Lidar com os Sintomas de Uma Vida Caótica
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]]>Nenhuma pessoa em plena consciência deixaria sua vida nas mãos de alguém.
Mas embora isso não seja algo consciente, a imensa maioria faz exatamente isso.
Não preciso nem dizer o quanto isso gera impacto negativo nas relações subsequentes.
E a pessoa acaba acreditando que existe alguma coisa errada com ela.
Isso não é verdade, mas é preciso fazer o caminho de entrada, pois a solução se encontra dentro do ser.
Costumo parabenizar os meus clientes quando iniciam sessões de terapia comigo, pois este movimento requer coragem.
E não se trata de qualquer coragem, me refiro à coragem de se ver, de olhar para a criança maltratada, a adolescência e as questões pendentes e não resolvidas do passado.
E olhar a relação com os pais é essencial, por mais que a pessoa afirme: “Adriana, tenho uma relação ótima com os meus pais”. Se a realidade dela é caótica, a relação com os pais pode não ser tão bem resolvida assim.
Basta se perguntar:
Por essas perguntas, a pessoa consegue ter uma noção de como foi a sua infância emocionalmente. Entenda que não quero culpar os pais, mas trazer para o ser a consciência de sua realidade como ela foi, sem ficar tentando fingir que nada aconteceu.
Entendo as leis sistêmicas, afinal também sou consteladora, no entanto, para ser grata e amar os pais verdadeiramente, primeiro é preciso reconhecer a dor e o choro muitas vezes reprimido em tenra idade. Só assim a pessoa conseguirá, de fato, tomar o amor dos pais.
Sem isso, fazer uma constelação familiar se torna um teatro, sem o devido efeito na vida da pessoa.
Entendo perfeitamente, pois em alguns casos, ela pode não estar pronta para a cura de suas feridas emocionais mais profundas.
Por isso disse que nesse processo não há atalho nem jeitinho, pois depois que tudo isso é visto, limpo, elaborado e integrado, a pessoa se transforma de dentro para fora. Mas isso demanda tempo e vontade.
Quando o ser chega ao ponto final da dor, ela diz: “Chega! Não aguento mais, eu farei o que for preciso para solucionar esta questão e este desconforto interno”. É aí, nesse exato momento, que ela está pronta!
Sem chegar a esse ponto, ela ainda quer algo instantâneo, e isso não é real, em se tratando da psique humana.
As receitas prontas e rápidas podem até funcionar para algumas coisas, mas se você já tentou e não funcionou, quer dizer que para você não funcionou, portanto, é preciso sair da areia da praia e aprofundar em seu oceano interno.
As águas profundas não são muito frequentadas, porque ninguém sabe ao certo o que sairá de lá. Talvez um monstro marinho, daqueles de filme de ficção, ou um alienígena que veio de outro planeta. Mas, no fundo, são as questões ancestrais dolorosas, os complexos transgeracionais e os traumas.
Uma pessoa pode estar com problemas sérios financeiros ou afetivos e não se dá conta de que pode ter um complexo de pobreza ou até mesmo um complexo de inferioridade atuando fortemente em sua vida.
Saber disso é importante? Com toda certeza.
Mas só saber não basta, é preciso ir até a raiz do problema para desatar de verdade este nó.
E, sem terapia, fazer isso fica muito complicado. Pois existem vários livros que a pessoa pode iniciar suas pesquisas para fazer o autotratamento. Mas isso vai demandar muito tempo — no meu caso, foram mais de 15 anos.
Mas, quando existe a presença de um terapeuta qualificado, o caminho de entrada fica mais seguro, pois a pessoa entra e sai com a ajuda do profissional.
Como o mundo interno não é visto a olho nu, ele tende a ser subestimado, mas os efeitos são evidentes através da realidade da pessoa.
E outros efeitos que você pode estar sentindo agora aí em sua vida.
Se você chegou ao ponto de virada e não aguenta mais a realidade como ela se apresenta, vou deixar alguns possíveis passos para você abaixo, caso tenha sintonizado com o meu trabalho.
Mas antes, gravei uma meditação de limpeza e centramento no meu canal do YouTube. Para ouvir, CLIQUE AQUI, aproveite e se inscreva no canal, vou adorar te ver por lá também.
Gravei áudios com exercícios terapêuticos. Para trabalhar seu relacionamento com sua mãe CLIQUE AQUI; para trabalhar o seu relacionamento com o seu pai CLIQUE AQUI. Caso queira agendar uma constelação familiar, CLIQUE AQUI
Agora, se deseja iniciar sessões de terapia, CLIQUE AQUI para agendar uma sessão comigo.
Quer saber mais sobre como lidar com uma vida caótica e transformar suas feridas emocionais em crescimento? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Cuide-se com amor!
Grande abraço.
Ádria Gutman
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Confira também: As Sequelas da Repressão Emocional: Como o Medo da Infância Impacta Sua Vida Adulta
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]]>O post As Sequelas da Repressão Emocional: Como o Medo da Infância Impacta Sua Vida Adulta apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>As sequelas da repressão emocional são variadas. Algumas são sutis, outras nem tanto.
E o preço a ser pago na idade adulta por tal ato costuma ser bem caro.
Não sei como foi a sua infância, mas na minha eu não podia ficar com raiva, chorar ou desobedecer. Caso contrário, a resposta era: “Se você fizer isso, o papai do céu não vai gostar de você.” Ou: “O homem do saco virá te buscar.”
Até hoje me pergunto de onde veio essa história do homem do saco.
Também me perguntava como as pessoas sabiam que o papai do céu não iria gostar de mim. Será que elas perguntaram para Ele?
Me recordo também da música: “Boi, boi, boi, boi da cara preta pega esta menina que tem medo de careta.” Se você sabe que música é essa, provavelmente tenha ouvido em sua infância também. Infelizmente, lamento dizer que o medo foi inserido em nossa psique com essa “inofensiva musiquinha”.
Na repressão emocional e suas tão famigeradas sequelas.
Infelizmente, quando falaram sobre o papai do céu e o homem do saco para mim na infância, isso gerou medo e, consequentemente, ansiedade, pois eu temia nunca mais ver as pessoas que eu amava.
Entenda que os adultos transmitiram aquilo que sabiam. Como eles próprios tinham dificuldades em lidar com as próprias emoções, o que faziam para “educar” as crianças? Reprimiam, através do medo.
E, por conta do medo, as crianças aprenderam que o certo era ser igual e fazer tudo bonitinho.
E toda autenticidade e espontaneidade foi jogada para debaixo do tapete.
Algumas, inclusive, trabalham em algo só para ganhar dinheiro e pagar as contas. Ou seja, não sentem nenhum prazer em fazer o que fazem.
Eu não sei você, mas eu cresci e aprendi perfeitamente o sistema de autorrepressão. Ou seja, mesmo com vontade de fazer ou falar determinadas coisas, eu não falava, pois tinha medo do que os outros pensariam de mim.
No entanto, isso não deu muito certo e me deparei com o fundo do poço algumas vezes. Confesso que esse lugar não é muito agradável. Afinal, não dá para ver nem a luz do sol direito quando estamos nesse lugar.
Quando eu virei a chave?
No dia em que olhei para dentro de mim, enfrentei o medo do homem do saco e vi que o papai do céu, na verdade, ama de forma incondicional todos os seres.
Obviamente, falar é fácil. Tive que passar pelo processo: terapia, cursos, livros etc.
E quem já fez terapia e cursos sabe que é uma jornada que não é da noite para o dia.
Afinal de contas, a música do boi da cara preta ainda ecoava em minha mente.
Essas são somente algumas, pois a lista é bem grande.
A boa notícia é que nosso cérebro possui neuroplasticidade, que, em outras palavras, quer dizer que ele desaprende. Ou seja, passa por um processo de reconstrução emocional.
Não sei até que ponto você já fez terapia, cursos e técnicas. O fato é que, muitas vezes, para você pode não ter funcionado de forma tão eficaz. Não quero dizer com isso que essas técnicas e abordagens não são relevantes. Não me entenda mal, por favor.
Trabalho com várias metodologias, pois sei que, muitas vezes, algumas pessoas não se adequam ou não têm um resultado satisfatório com uma técnica específica.
Pensando nisso, criei um Programa Individual de Integração Emocional, com a união de várias técnicas e abordagens que vão do Renascimento (ressignificar o trauma de nascimento), constelação familiar até o complexo materno negativo e a integração emocional.
Abro poucas vagas por temporada, pois, como disse, é individual.
São 10 encontros + o acompanhamento diário. Se você gosta de minha abordagem e dos meus textos e deseja dar este passo, CLIQUE AQUI para fazer parte deste programa.
Gravei uma meditação no meu canal do YouTube, de limpeza e centramento. Para ouvir, CLIQUE AQUI. Aproveite e se inscreva no canal, vou adorar te ver por lá também.
Quer saber como curar a repressão emocional e reconstruir sua segurança interior com mais consciência e equilíbrio? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Cuide-se com amor!
Grande abraço.
Ádria Gutman
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Confira também: Entenda por que a Mãe é uma Conectora do Sucesso!
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]]>O sucesso tem um significado diferente para cada pessoa, mas inevitavelmente ele passa por uma relação bem resolvida com a mãe.
Ler a frase acima pode gerar certo desconforto, principalmente se existe alguma ferida interna ainda não trabalhada ou solucionada.
A mãe é aquele ser que “precisa” ser perfeito, caso contrário os julgamentos são avassaladores.
Gostaria que parasse para refletir sobre o papel da mãe.
Na minha opinião, trata-se de um papel muito pesado, pois existe um modelo arquetípico perfeito dentro de cada indivíduo.
Por mais que a mãe se esforce, ela não conseguirá chegar aos pés da exigência interna do ego do filho. E vale ressaltar isso em relação a ela mesma, pois os níveis de autocobrança e de autojulgamento da mãe também são altos, porque ela possui o modelo ideal de mãe dentro dela.
Isso se torna um ciclo sem fim, da avó para a mãe, da mãe para a filha e da filha para a neta, e assim “ad infinitum”.
Afinal, a mãe é uma conectora do sucesso, pois ela representa a vida. Agora pare um pouco e avalie como anda a sociedade.
Todas essas perguntas se relacionam com a mãe.
E se o nível de cobrança é elevado, as barreiras e muralhas em torno desse relacionamento também o são.
Não existe uma mãe perfeita e ideal, o que existe é uma mãe possível e real.
O resto é uma ilusão do ego.
Entenda que, se você tem alguma dor profunda causada na infância por uma relação adoecida com a mãe, é possível resolver isso, desde que procure ajuda profissional.
Criticar, exigir e condenar não ajudam ninguém na obtenção do sucesso e realização. Muito pelo contrário, quanto mais se julga, menos se tem.
Não sei quanto a você, mas eu acredito que a natureza não erra. E se a mãe é uma conectora do sucesso, o criador de tudo o que é, deve ter uma razão para ter criado o mundo desta forma.
Como não consigo fazer uma entrevista com Deus, para entender as razões dele, então prefiro olhar para a minha mãe, e tomar o amor que ela me deu, do jeito dela.
Acredite, já fui uma assídua frequentadora do fundo do poço, por conta do julgamento e crítica, com relação a ela. Quando virei a chave com a minha mãe, minha vida deu um salto.
Em outras palavras, muito conteúdo e uma estagnação gigante na vida.
Vou iniciar um novo programa nas próximas semanas, sobre a Reconexão com a Mãe. E gravei uma Palestra Bônus Gratuitamente, explicando mais profundamente sobre a mãe ser uma conectora do sucesso, por meio da Reconexão com a mãe.
Essa palestra é exclusiva para minhas alunas e alunos da Reconexão, portanto se possui algum desconforto com a sua mãe, aproveite para assistir gratuitamente, pois logo vou retirar do ar. CLIQUE AQUI para acessar, aproveite e se inscreva em meu canal, vou adorar te ver por lá também.
Gravei áudios com exercícios terapêuticos para as minhas clientes. São exercícios que normalmente faço em consultório, mas resolvi disponibilizar para outras pessoas. Caso queira adquirir o acesso vitalício dos exercícios terapêuticos Minha Mãe e eu CLIQUE AQUI
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Ádria Gutman
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Confira também: Como Liberar a Carência Emocional do Corpo com Mais Facilidade?
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]]>Muitas pessoas se sentem aprisionadas em processos emocionais dolorosos.
São reféns de um passado mal resolvido.
E os resultados continuarão em um eterno looping de estagnação, dor e infelizmente fracasso.
Algumas pessoas carregam as emoções da família que são transmitidas de geração para geração. Hoje a epigenética faz alguns estudos sobre isso.
Como eu disse acima, a dor pode ser imensa, e você pode estar se perguntando, se realmente é possível se livrar dessas emoções dolorosas com facilidade.
Por mais que uma pessoa diga que o tempo cura tudo, isso é uma mentira. Provavelmente você já descobriu isso também.
Isso seria o mesmo que deixar um monte de comida debaixo do tapete da sala e esperar que ela desapareça.
O que vai acontecer é que além de não desaparecer, ela irá apodrecer deixando um cheiro horrível e um aspecto horripilante.
Por ser invisível a olho nu, as emoções são deixadas em um segundo plano, até que a pessoa se veja com a vida paralisada, infeliz e se sentindo muito sozinha e inadequada.
A emoção aprisionada, além de ser a causadora da estagnação em diferentes áreas da vida de uma pessoa, pode causar uma série de patologias.
Certa vez atendi uma cliente que estava com uma dor muito grande nas pernas, quando fiz o seu rastreio emocional, vi que ela tinha emoções de desvalorização, tristeza de desamparo.
Todas essas emoções estavam aprisionadas nas pernas.
Quando fizemos as liberações emocionais a dor parou.
Outro caso que atendi, tinha relação com emoções aprisionadas com relação a mãe da cliente.
O sintoma que ela apresentava eram fortes dores de cabeça, que ela sentia desde os 13 anos de idade, quando ela teve uma grande decepção com a mãe, onde as emoções de raiva e mágoa ficaram aprisionadas em sua cabeça.
Ela me enviou uma mensagem outro dia agradecendo, dizendo que as dores de cabeça tinham acabado.
Mencionei os casos acima para você ter uma ideia do quanto uma emoção aprisionada pode sem dúvida interferir na vida de uma pessoa.
Daí a pessoa tenta resolver essa questão emocional de todas as formas, mas a única coisa que não faz é identificar de onde vem essa emoção.
Por isso é importante fazer o rastreio emocional, pois quando a emoção é identificada, é possível liberar essa carga emocional com mais facilidade.
Isso pode acontecer com qualquer um, com os empatas então nem se fala.
E o que é um empata? Uma pessoa que tem facilidade em absorver as emoções, energias e pensamentos do outro, com o intuito inconsciente de salvar as pessoas.
A carência emocional pode ser devastadora, afinal uma pessoa carente pode fazer de tudo, para receber migalhas de afeto.
Trata-se de um ciclo de muita dor, pois no fundo ela sabe que está se maltratando e se sente muito culpada por isso, mas não sabe como sair dessa situação.
Outras atraem relacionamentos, onde estes reforçam a carência emocional e a dependência afetiva.
Isso funciona como a água salobra do mar. Quanto mais se bebe, mais desidratado se fica. E, se não houver intervenção, a pessoa pode vir a óbito por desidratação.
Por isso, o melhor caminho é buscar ajuda. Afinal, como sair de um afogamento em alto mar sozinho? É bem complicado fazer isso, não é mesmo?
Ela não precisa fazer 10 anos de terapia na clínica para sair de uma situação de carência emocional. A não ser que ela queira continuar no tratamento convencional.
A psicologia convencional tem o seu lugar, ela também é muito importante. No entanto, existem coisas que são necessárias intervenções mais rápidas e breves.
Imagine que uma pessoa caiu e fraturou o braço. Nesse caso, o que é necessário? Que ela vá até o pronto socorro fazer o RX e engessar o braço o quanto antes não é mesmo?!
Não tem como ela esperar um mês para agendar uma consulta com o ortopedista, ela precisa resolver na hora, pois dói muito fraturar um membro.
Pensando nisso, criei um programa de 21 dias de liberação emocional e desbloqueio afetivo, onde trabalho com exercícios terapêuticos para que a pessoa possa autoaplicar e obter uma melhora significativa.
Para participar do programa de 21 dias de liberação emocional e desbloqueio afetivo, basta clicar aqui.
Você também pode optar por fazer uma sessão individual de liberação emocional individual, onde eu farei o rastreio para ver exatamente onde estão as emoções aprisionadas para que possamos promover a liberação.
Caso queira agendar uma sessão individual comigo, clique aqui.
Quer saber mais sobre como liberar a carência emocional e transformar emoções aprisionadas em cura e equilíbrio? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em ajudar.
Cuide-se com amor!
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Ádria Gutman
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Confira também: Como Abrir as Portas da Abundância Olhando para a Relação com a Mãe
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]]>Débora era uma mulher de 38 anos, mãe de três filhos. Trabalhava em tempo integral e quase não tinha tempo para eles.
Seus filhos tinham 5, 8 e 10 anos, todos meninos.
Se separou quando o mais novo tinha apenas 2 anos.
Depois do divórcio, se viu sozinha, insegura, desamparada e com muito medo, pois ela criaria os meninos sozinha.
Era técnica de enfermagem e pediu ao hospital para conceder mais plantões, com o objetivo de ter mais dinheiro para suprir as necessidades da família.
A pensão que recebia, com muita luta e discussão com o ex-marido, mal dava para as compras do mês. Todos os três filhos estudavam em escola pública.
E ela não sabia o que fazer, porque, quando olhava para sua família de origem, via muita escassez e pobreza.
Será que ela conseguiria romper esse padrão de falta de recursos?
Era a pergunta que pairava em sua mente todos os dias. Mal dormia por conta das preocupações e ansiedade.
Algumas tiveram uma infância difícil e adquiriram traumas e bloqueios emocionais.
Quem passou por isso pode achar injusto o título deste artigo, mas trata-se de algo que percebo com muita clareza e recorrência em meu consultório.
Por mais doloroso que seja, é preciso olhar para esse relacionamento.
Afinal, o complexo materno é o primeiro a se formar na psique humana.
Em outras palavras, é o primeiro relacionamento, e ele moldará todos os demais relacionamentos de uma pessoa.
Isso quer dizer, na prática, que ela se tratará, e também aos outros, como a mãe a tratou.
Não precisa acreditar em mim, observe como uma pessoa que foi maltratada na infância, costuma fazer isso consigo mesma.
Ela tem uma tendência a se colocar em último lugar e, por consequência, atrai pessoas abusivas que a fazem se sentir cada vez pior.
Isso acontece nas relações afetivas, nas amizades, no trabalho e na própria família.
A boa notícia é que é possível resolver isso. Caso contrário, a pessoa estaria fadada ao fracasso, à doença, à pobreza e à tristeza.
Pois, se uma pessoa não teve um período gestacional tranquilo e uma primeira infância com amor, ela terá dificuldades na vida.
Você pode estar se questionando então, que todas as pessoas têm dificuldades.
Pois, afinal, a maioria das gestações não é equilibrada, basta dar uma olhada nas estatísticas dos lares do Brasil.
Na maioria das vezes, são apenas as mulheres que cuidam; ou seja, são mães solteiras em grande parte.
E, claro, isso afeta o psiquismo humano.
Se formos analisar o cenário financeiro, afetivo e de saúde da população, veremos que existe algo muito estranho.
Muitas precisam trabalhar até o último dia antes de ter o bebê. Sentem-se inseguras, exaustas, com medo e muita ansiedade.
Então, a criança absorve tudo.
Pois não há separação entre a psique da mãe e da criança.
Este artigo não é para culpar a mãe, mas, sim, trazer um pouco de clareza e esperança. Pois, como eu disse acima, existe uma saída.
Se a pessoa olhar para esta mãe interna, que é regida pelo complexo materno. Mesmo que a mãe não esteja mais viva, é possível trabalhar internamente esse relacionamento e resolvê-lo!
Quando eu faço uma constelação familiar para um cliente, costumo dizer que além da mudança na postura interna, é preciso liberar as emoções aprisionadas.
Dentre elas, posso citar: mágoa, raiva, abandono, tristeza, angústia, desvalor e outras.
Isso só para citar algumas.
Muitas chegam até mim sentindo-se inseguras, com uma sensação estranha de inadequação e vazio interno.
E quando eu faço o rastreio emocional, identifico que essas emoções foram aprisionadas durante a gestação, na maioria das vezes.
Algumas no primeiro trimestre, outras no segundo ou terceiro.
Pois isso facilita o processo da liberação emocional.
Caso contrário, a pessoa continuará buscando ajuda terapêutica para RESOLVER essa dor sem sucesso. Pois, como eu disse, trata-se, na maioria das vezes, de algo profundo e antigo.
Que agora se mostra através do sintoma. E esse sintoma pode se manifestar como dificuldade na vida afetiva, financeira, familiar ou de saúde, entre outras.
Se algo não vai bem, seria interessante buscar ajuda.
Bert Hellinger já dizia que o sucesso tem a face da mãe.
Vejo isso com frequência em meu consultório. E quando há o alinhamento desse relacionamento interno com a mãe, a vida da pessoa passa a fluir.
Eu nunca vi ninguém alcançar abundância genuína sem ter esse relacionamento com a mãe bem resolvido.
Acredito que isso aconteça porque a mãe é a representação simbólica da vida, do arquétipo da grande mãe e, por ter a força desse arquétipo associada a ela, possui grande poder e influência na psique humana.
Se você deseja ir à profundidade que essa questão requer, pode entrar em contato pelo link abaixo, para saber mais sobre as terapias e cursos que eu ministro e que podem contribuir com seu processo interno e oferecer uma solução baseada na visão sistêmica.
Quero saber mais sobre as terapias e cursos da Ádria Gutman. https://guiadaalma.com.br/terapeuta/adria-gutman/
Quer saber mais sobre como a relação com a mãe pode estar influenciando sua prosperidade e bem-estar emocional, e como abrir as portas da abundância? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em ajudar.
Cuide-se com carinho!
Grande abraço.
Ádria Gutman
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Youtube: Meditação para acalmar a mente e o coração https://bit.ly/39tyMLZ
Confira também: A Ferida da Desvalorização: Como Superar Padrões Destrutivos em Relacionamentos Afetivos?
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]]>Clara conheceu Daniel em uma festa de amigos. Ele era charmoso, inteligente, com um sorriso que iluminava o ambiente e uma capacidade de fazê-la rir como ninguém. No início, Daniel a idolatrava. Elogiava sua inteligência, seu senso de humor vibrante e a paixão com que falava de seu trabalho como designer gráfica. Clara, uma alma criativa e otimista, sentiu-se finalmente compreendida e amada. A paixão era intensa, e a ideia de construir um futuro juntos parecia algo natural.
No entanto, o tempo passou e tudo aquilo que ela tinha construído mentalmente em relação a ele desmoronou completamente quando ele a traiu com outra mulher, que era inclusive a “melhor amiga” de Clara.
Clara ficou devastada e não conseguia entender a razão disso ter acontecido em sua vida. Ao fazer um retrospecto, notou que, no fundo, isso era um padrão recorrente: criava expectativas para logo depois sentir-se frustrada, desvalorizada, rejeitada e abandonada. Era uma dor imensa, como se um objeto cortante perfurasse o seu peito. Não sabia como resolver, pois parecia uma verdadeira maldição: poucos momentos felizes para muitos outros de tristeza, choro e dor.
Você já se sentiu preso em um ciclo de relacionamentos que parecem destinados ao fracasso? A sensação de não ser valorizado ou amado pode ser devastadora, afetando não apenas sua autoestima, mas também sua capacidade de se conectar com os outros de forma saudável.
Neste artigo, vou mostrar como essa ferida se manifesta em nossos relacionamentos afetivos e discutir maneiras de superá-la, curando a criança interior e abrindo caminho para relações mais saudáveis e satisfatórias.
A desvalorização muitas vezes começa na infância, quando experiências negativas ou negligência emocional podem nos levar a acreditar que não somos dignos de amor ou valor.
E quando um episódio como o caso de Clara acontece, isso mexe com a ferida primordial da desvalorização. É como se a pessoa não tivesse se sentido importante na infância; em outras palavras, faltaram nutrição afetiva, carinho, escuta empática e atenção.
Essa desnutrição pode alterar a configuração cerebral, provocando um déficit no suprimento ideal de neurotransmissores. Isso faz com que a pessoa permaneça em um looping infindável de dor.
Esses padrões podem se perpetuar na idade adulta, atraindo relacionamentos que reforçam essa crença negativa. Pessoas com a ferida da desvalorização podem se sentir constantemente insatisfeitas, seja porque seus parceiros não satisfazem suas necessidades emocionais, seja porque elas mesmas se sabotam, temendo o abandono ou a rejeição.
Você pode se sentir desconfortável quando alguém é carinhoso, questionando a sinceridade ou motivação por trás desses gestos. Ou seja, dificuldade de ter intimidade.
Você pode se tornar sua maior crítica, sempre encontrando falhas em si mesmo e sentindo-se inadequada.
Você tende a atrair parceiros que não são bons para você ou a se envolver em dinâmicas de relacionamentos tóxicos.
Sim, é possível superar a ferida da desvalorização. O tratamento exige um processo de autorreflexão, autocura e transformação.
A boa notícia é que, por meio de um processo de autoconhecimento e autocura, essa dor pode ser superada. A pessoa pode se libertar desse padrão de desvalorização e conquistar mais qualidade de vida em suas relações.
A ferida da desvalorização infelizmente é mais comum do que se imagina. Ela causa impacto devastador na vida afetiva, profissional e até financeira de uma pessoa.
O mundo tenderá a nos tratar conforme a nossa frequência. Se eu emano desvalorização, todas as pessoas à minha volta vão captar essa frequência e me tratar de acordo com ela. Em outras palavras, vão me desvalorizar. Daí a importância de tratar isso, pois o impacto é muito grande.
Pensando nisso, criei um curso específico para liberar emoções dolorosas, no qual você terá acesso a uma ferramenta prática para usar sempre que sentir algum tipo de desconforto emocional. É um programa gravado de “21 Dias de Liberação e Desbloqueio Afetivo”.
Para participar é simples: clique no link abaixo para se inscrever e começar sua jornada de autocura hoje mesmo!
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E já peço desculpas caso o link esteja fora do ar, pois esse programa não fica aberto sempre. Em alguns momentos ele está fechado para a entrada de novas alunas. Então se você clicar e estiver no ar, aproveite: será um prazer receber você como nossa aluna.
Mas caso prefira algo mais personalizado, pode agendar uma sessão de terapia comigo. Será um prazer e uma honra servir você. Para agendar, basta clicar no link abaixo:
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Grande abraço.
Ádria Gutman
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Meditação de Limpeza e Centramento http://bit.ly/2Tk6vAZ
Confira também: O Seu Relacionamento é Limitante ou Expansivo?
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]]>Se você pudesse ter uma chave para abrir todas as portas… Qual porta abriria primeiro?
Essa chave existe e você pode utilizar o seu poder agora.
Antes de dizer qual é essa chave, gostaria de lhe contar uma breve história.
Há muito tempo, havia um rapaz, filho de um homem muito rico.
Esse rapaz, que chamarei de João, tinha um irmão chamado André.
Ambos eram filhos amados de seu pai.
Certo dia, João, desgostoso e entediado, disse para o pai que gostaria de pegar a sua herança antecipada, pois queria conhecer o mundo e não gostava daquela vida pacata do campo.
O pai, que o amava muito, fez conforme o filho tinha pedido e concedeu o dinheiro de sua herança.
Em posse do dinheiro, João se despediu do pai e do irmão e saiu pelo mundo.
Ele estava muito empolgado com tantas novidades. E nesse novo mundo, conheceu muitas mulheres, frequentou bares e fez muitos amigos.
Conforme ia se divertindo, gastava seu dinheiro.
O tempo foi passando e ele não percebia o que estava acontecendo.
Olhou à sua volta e todas as pessoas tinham desaparecido de sua vida.
Sem nenhum recurso, foi para a praça da cidade e se tornou um morador de rua.
Tornou-se invisível, pois ninguém o notava.
Os animais eram tratados com mais dignidade do que ele.
Certo dia, faminto, foi até uma lata de lixo e encontrou um resto de sanduíche. Desesperado pela fome, comeu aquele “alimento” deteriorado; era o que havia no momento.
Recordou que todos eram tratados com amor e respeito.
Com o orgulho ferido, resolveu procurar o pai e retornar à vida no campo, que ele antes desprezava.
Ao chegar, o pai o recebeu muito bem. Pediu ao filho André que providenciasse o melhor novilho para fazer um banquete para o filho João que retornou.
André ficou indignado, pois ele ficou na fazenda e trabalhou, enquanto João foi pelo mundo, e gastou todo o dinheiro da herança, que o pai lhe havia concedido.
Acredito que você já saiba, qual é essa história. Ela é conhecida como a parábola do filho pródigo que retirei do contexto bíblico e então trouxe aqui para o psicológico.
O seu ego saiu pelo mundo afora, perdido, machucado, ferido e humilhado. Com traumas, dores e mágoas.
No entanto, outra parte perfeita, abundante e feliz vive em você, esperando que o seu ego se curve e se cure, para retornar a casa do pai (Self).
O Self é a chave que abre todas as portas.
Para acessar e se integrar a ele, é preciso fazer o caminho de volta. Que é feito quando as mágoas e as dores são identificadas, limpas e resolvidas.
Não pense que isso é impossível.
A dor que cada ser humano sente deve-se ao ego ferido.
Mas tudo tem solução.
Quando a pessoa se cansa e desiste de dar murro em ponta de faca, ela está pronta para dar o salto existencial.
Há uma frase de que gosto muito: “Amarás o próximo como a ti mesmo”. Peço para retirar do contexto bíblico por um momento, e inserir no contexto psicológico.
Para ter a chave que abre todas as portas, primeiro você precisa aprender a se amar. Reconhecer que é digno de todas as maravilhas que existem na terra, seja no amor, na profissão, na saúde e no dinheiro.
Qualquer área pode fluir com mais facilidade, desde que, primeiro, o ego seja ensinável. E para isto, normalmente a pessoa chega ao limite do cansaço.
Pode ter tentado várias coisas sem sucesso, pode estar se sentindo frustrada e desanimada com praticamente tudo. Em outras palavras, estar cética com as soluções.
Se você está passando por alguma situação desafiadora, então não desista. Acredite, existe a possibilidade de uma solução.
Não acredito em acasos, e se esta mensagem está disponível agora para você, pode ser o seu momento.
Onde o seu ego finalmente descansará na certeza e não na dúvida.
Mas se você quer ganhar tempo, eu posso contribuir com você.
Vou deixar alguns possíveis passos, caso queira a minha ajuda, para trabalhar nisso com você.
O primeiro caminho que sugiro é o programa “O Desafio de Amar”. Nele, gravei 40 vídeos com exercícios terapêuticos que levei mais de 10 anos pesquisando e estudando, para ensinar algo que realmente pode fazer a diferença, se o seu ego for ensinável.
Fiz esse programa para atender meus clientes dos atendimentos individuais, mas com o tempo, percebi que outras pessoas poderiam se beneficiar muito com os exercícios.
Então, eu abri para que outras pessoas tivessem a oportunidade de fazer também. Se você sentiu que agora é o seu momento, para aprender a se amar, se inscreva aqui. https://bit.ly/2ScsyYF
O segundo caminho é mais personalizado, onde eu pessoalmente trabalharei com você no atendimento individual. Para que você tenha acesso às terapias individuais, entre em contato comigo pelas minhas redes.
Gostaria de agradecer por ter lido e por fazer parte de sua vida, neste breve momento de leitura! Muito obrigada!
Quer saber mais sobre como acessar o Self e transformar sua vida em todas as áreas? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em ajudar.
Cuide-se com amor!
Grande abraço.
Ádria Gutman
https://www.instagram.com/adriacursos/
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Confira também: O Seu Relacionamento é Limitante ou Expansivo?
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