O post Isolamento Nem Sempre É Falta de Interesse, Pode Ser Genialidade Escondida no Medo de Rejeição apareceu primeiro em Cloud Coaching.
]]>Você é do tipo de pessoa mais calada, não gosta muito de estar entre pessoas por longos períodos de tempo, seus amigos e rodas que frequenta são muito seletivos?
Pessoas extremamente inteligentes, pensam fora da caixa, mas constantemente se escondem justamente por se desenvolverem muito bem onde outras pessoas não conseguem chegar: na imaginação.
Mentes brilhantes que muitas vezes se escondem atrás do seu mundo mental onde tudo é perfeito, possível e genial, por medo de externar suas ideias e elas serem ridicularizadas, rejeitadas.
No trabalho, são as pessoas que preferem trabalhar sozinhas e não em grupo, não fazem questão de estarem presentes nos eventos sociais da empresa. Quando vão, em poucas horas querem ir embora pois sentem sua energia drenada.
Se você é assim, provavelmente vive se sentindo incomodado quando pessoas emotivas demais se aproximam. Você sente empatia, mas não sabe o que fazer para apoiar. Você é uma pessoa prática, racional, gosta de resolver os problemas com a lógica e não a emoção. Não sabe lidar com pessoas que só querem desabafar, pois você é bom em solucionar problemas.
As pessoas gostam das suas soluções, mas podem te achar uma pessoa mais fria. E não tem nada de errado com isso, essa é apenas a sua forma de ser! Você é prático, analítico, gosta de focar na solução e tem uma criatividade fora da curva! Suas ideias, quando externadas e valorizadas, viram inspiração e são inovadoras!
Se você se identificou, quando você está na dor, você tende a se isolar e a não compartilhar nada. Se for esse o seu caso, encontre pessoas que o encorajem, que deem espaço para suas ideias, sem julgamentos.
E se dê o espaço de isolamento que você precisa para recarregar suas energias. Só não a use como fuga, coloque um limite nesse tempo de isolamento. Assim, sua energia e produtividade vão aumentar muito em vez de serem drenadas.
Você tem muitas ideias, comece a torná-las realidade! Se planeje, pesquise, ou peça ajuda a quem você confia para te ajudar a botá-las em prática!
Não adianta ter infinitas boas ideias se o mundo (e nem mesmo você) não puderem apreciá-las! Só encontre as pessoas e os lugares certos para isso.
E se você reconhece um funcionário na empresa com esse perfil, aprenda a encorajá-lo a expor suas ideias e soluções. Não critique, não ridicularize, não as rejeite. Apenas ouça e traga os pontos onde precisam ser, de fato, trabalhados mais detalhadamente, para vocês desenvolverem juntos os pontos de melhoria. E não espere que ele execute tudo, ele não tem energia pra isso. Coloque junto pessoas mais executoras para ajudar a fazer o projeto sair do papel.
Dessa forma, você vai incentivar seu funcionário mais visionário a criar (ao invés de se esconder), trazer soluções inovadoras e visão estratégica focadas em soluções que ninguém jamais pensou.
A melhor parte é que todos tem uma porcentagem nossa desse traço! E você, o quanto você se identifica com esse perfil?
Quer saber mais sobre como transformar o isolamento em força criativa, lidar e vencer o medo da rejeição e dar voz às suas ideias sem perder sua essência? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Até o próximo artigo!
Sarah Martins
Mentora de Autoliderança, Desenvolvimento Humano e Inteligência Emocional
http://linkedin.com/in/sararmartins
Confira também: Por Que Pessoas Tão Boas Acabam Procrastinando?
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]]>Esse perfil de pessoa sempre se destaca pela qualidade da entrega, e agilidade. São corretas, comprometidas e focadas (referências na equipe). Não tem problema em estar em exposição, pelo contrário, gostam de ser vistos e elogiados. Feedback para eles é muito importante, pois estão sempre buscando crescer e aprender mais, superando a si mesmos. São pessoas comprometidas com o resultado, e costumam ser bastante disciplinadas.
O problema começa quando essa busca pela perfeição e por sempre estar em primeiro, vira auto cobrança exagerada (e muitas vezes vão cobrar muito os demais também, tanto no trabalho, como em casa).
Estão sempre se comparando aos demais, e mesmo que executem com perfeição, tendem a se colocarem para baixo. Nunca nada vai estar bom o suficiente! Com frequência, chamam a atenção por onde passam, mas de início podem parecer tímidas, mas na verdade estão avaliando o ambiente e as pessoas, para quando se sentirem seguras e confiantes, interagem e conquistam as pessoas mesmo sem intenção.
Esse perfil tem medo de ser excluído, trocado, teme que outras pessoas passem à sua frente. Aprenderam isso na infância, por sobrevivência (sentiram que ficaram para trás). Pequenos erros viram grandes problemas. Começam a ficar irritados.
E quando esse sentimento aumenta, começam a ficar inseguros e por medo de não ganharem, nem entram no jogo (projetos novos, progressão de carreira). Procrastinam. Sempre arrumam outra coisa para fazer por achar que “apareceu uma oportunidade melhor” (iniciam projetos cheios de gás, e abandonam no meio). Não são pacientes com o tempo de maturação que as coisas levam para gerar os resultados, querem tudo para ontem.
Nos relacionamentos, tem medo de se comprometer, acabam vivendo relacionamentos superficiais, por medo de se entregarem e serem trocados.
A primeira coisa é entender seu auto valor. Parar de se medir através de validação externa, desempenho e reconhecimento alheio. Evitar ambientes muito críticos, pois o impacto dessa espera por reconhecimento é grande. Gera um desgaste emocional muito pesado de ter a obrigação de ser, de fato, perfeito o tempo todo, e que nunca pode descansar (descanso parece perda de tempo).
É importante entender que performance não é identidade. Entender que as coisas podem ser leves e imperfeitas. Cada um tem o seu valor, e é fundamental parar de se comparar com os demais (principalmente quando se comparam de forma errônea, não levando em consideração o processo todo que o outro levou para estar ali, bem como suas condições e tempo).
Entender que não precisam se provar o tempo todo, e não esquecerem todas as suas conquistas (e usá-las para enxergar sua própria capacidade). E o principal, entender que o resultado vem a longo prazo, e dar o tempo de maturação necessário para que comece a colher esses resultados.
Alta performance com baixa autoestima: o padrão que ninguém vê. Todos temos uma parte desse perfil, e é importante aprender a flexibilizar. Use essa força e energia a seu favor, e crie seu próprio resultado, pois se você souber usar seus recursos, seus resultados serão exponenciais.
Quer saber mais sobre como pessoas altamente produtivas e comprometidas acabam entrando em ciclos de procrastinação e o que fazer para transformar autocobrança em consistência real de resultados? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Até o próximo artigo!
Sarah Martins
Mentora de Autoliderança, Desenvolvimento Humano e Inteligência Emocional
http://linkedin.com/in/sararmartins
Confira também: Ele Faz Tudo Certo… Até Explodir: O Lado Oculto do Funcionário Mais Confiável
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]]>Continuando com os padrões de comportamento iniciados no artigo anterior, muitas vezes não percebemos, mas vivemos eles a todo momento: desde nossas ações em casa, com pessoas próximas, no trabalho ou até mesmo com desconhecidos.
No último artigo, falei sobre as pessoas comunicativas, que podem mudar drasticamente de humor, se ressentido com as pessoas e se sentindo abandonadas.
Sempre solicito, entrega as coisas muito bem feitas, e dá conta de tudo. Faz o dele e ainda termina o trabalho dos outros. Assume erros e responsabilidades que não são suas, dificilmente diz não e, no fundo, tudo por medo de não suprir as expectativas dos outros.
Aquele funcionário em que você pode confiar: o que vocês falarem, fica ali entre vocês. Uma pessoa super boa com processos, análise de dados, detalhista. Enxerga riscos onde os outros não veem. Tem um senso de organização avançado. Trabalha melhor nos bastidores e precisa de seu espaço sozinho para focar e raciocinar melhor (e a produção vai longe! Horas a fio de muita execução).
Na entrevista, você verá um candidato com foco em resultados, números e processos. Organização de pensamentos e física, além da execução.
No treinamento, muitas vezes dirá que não recebeu o treinamento suficiente, que falta informação, organização e clareza nos processos! Vai resistir a mudanças.
Com frequência, esse perfil se vê extremamente sobrecarregado, exatamente porque as pessoas veem nele uma pessoa confiável, capaz, com uma habilidade de desenvolver processos com muita facilidade. São leais e muito fortes emocionalmente. Sao resilientes.
Quando esse profissional fica desgastado e esgotado, vai se sentir injustiçado por estar fazendo mais que os demais, vai se sentir desvalorizado e pode explodir com as pessoas (geralmente nos momentos menos propícios).
Essas pessoas seguram por muito tempo, até explodirem como uma panela de pressão. As pessoas envolvidas muitas vezes não farão a menor ideia do que aconteceu, como toda aquela irritação começou e por quanto tempo essa dor estava sendo guardada.
Pela dificuldade de impor limites, esse profissional pode passar por burnout ou outros desgastes mentais e emocionais (bruxismo, dores no corpo e nas costas – como se estivesse carregando o mundo nelas).
No trabalho, viram apoio de todo mundo. E em casa, resolvem tudo. Quando menos percebem, estão exaustas. E muitas vezes podem cair doentes por precisar de um tempo de descanso, mesmo que inconsciente.
Entenda a posição e as obrigações de cada pessoa, e não se sobrecarregue (ou no caso de conhecer alguém assim, não sobrecarregue essa pessoa). Não é só porque esse perfil é capaz, que ele tem que fazer tudo sozinho.
Procure criar ambientes onde há sempre o respeito mútuo, não exponha essa pessoa na frente dos demais, não as diminua, mantenha um diálogo claro e respeitoso, sempre com foco na clareza. E reconheça o esforço dessa pessoa.
E para quem se vê nesse perfil: aprenda a dizer Não! Muitas vezes o sim é falado com um genuíno intuito de ajudar o outro, mas na verdade ele pode estar atrasando o desenvolvimento da outra pessoa, pois ela não vai aprender a fazer as coisas sozinha.
Se tiver dificuldade em dizer Não quando te pedirem algo que vai te sobrecarregar, comece dizendo que você gostaria de dar a chance de ela arrumar uma outra pessoa que vai conseguir dar a atenção que ela merece para aquela tarefa, assim trará um resultado melhor para ela. Mas cuidado: Não use esse argumento como muleta! Ele é somente o início do processo de se priorizar e dizer mais “nãos” para os outros, e mais sim para você mesmo.
Todos nós temos uma parte nossa que funciona dessa maneira! Todos nós temos essa potência, e precisamos estar atentos às dores que também estão relacionadas a essa força. Entender como você funciona, e por consequência as pessoas ao seu redor, você aprende a se relacionar com mais saúde, respeito e aprende a se posicionar no mundo.
Quer saber mais sobre como identificar quando o funcionário mais confiável da equipe começa a se sobrecarregar antes que o desgaste se transforme em conflito ou burnout? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Até o próximo artigo!
Sarah Martins
Mentora de Autoliderança, Desenvolvimento Humano e Inteligência Emocional
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Confira também: O Mesmo Padrão Que Você Vive em Casa, Vive no Trabalho e em Todas as Outras Áreas da Sua Vida!
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]]>Olá!
Sou Sarah Martins, Mentora de Autoliderança, Desenvolvimento Humano e Inteligência Emocional. Atuo apoiando pessoas que queiram ser líderes da sua própria vida, podendo estender para empresas ou não. Trago o entendimento de qual seu perfil, e com isso montamos um plano de ação claro com suas habilidades, pontos de crescimento e desejos.
Ao longo da minha trajetória, percebi que o maior diferencial de qualquer pessoa não está apenas nas habilidades técnicas, mas na forma como ele se relaciona consigo mesmo, com as emoções, com os desafios e com as pessoas ao seu redor.
Acredito que liderança começa de dentro para fora. Quando aprendemos a nos observar, regular emoções, reconhecer padrões e agir com intenção, além de termos um plano claro de onde estamos indo, as coisas começam a mudar. Os resultados aparecem como consequência.
Nesta coluna, você pode esperar reflexões práticas e profundas sobre ser líder sua própria vida. Além de entender como as pessoas se comportam dentro de sua área profissional também como consequência.
A proposta é provocar consciência, ampliar perspectivas e oferecer caminhos possíveis para quem busca evoluir respeitando que você já é.
Seja bem-vindo(a).
Sarah Martins
Muitas empresas sabem dessa informação, mas não percebem no dia a dia como isso funciona. E mais, não fazem ideia de que você pode identificar esses padrões logo na entrevista.
Sabe aquele funcionário que, na entrevista, fala super bem, se conecta com todo mundo logo de cara, sai cumprimentando as pessoas, está sempre com um sorriso, e depois de um tempo na empresa, começa a apresentar problemas relacionais com os colegas.
Pessoas com esse perfil tendem a ser extremamente comunicadoras, sensíveis, intuitivas e são excelentes para gerenciar conflitos. Elas entendem o que se passa com o outro, sem que o outro nem mesmo precise falar uma palavra. Elas são excelentes em estar à frente de eventos e trabalhar com pessoas.
O ponto é quando elas estão em dor, seja em casa ou no trabalho, começam a se sentir abandonadas e esse comportamento começa a se repetir em todo lugar e com frequência. Elas começam a se distanciar das pessoas, preferem ficar sozinhas, e se sentem emotivas de uma hora para outra. Muitas vezes até vão para os excessos, como comida, compras e jogos. Sua performance começa a cair.
Se planeje para estar ao redor de pessoas. E tenha certeza que essas pessoas não vão criticá-las. Às vezes nem sequer precisam interagir. O que para muitos pode ser considerado distração, para eles é produtividade. O ponto aqui é apenas evitarem lugares e ambientes onde elas não possam existir, onde possam ser criticadas, por estarem mais emotivas e sensíveis.
A maior dor dessas pessoas é a de estar sendo abandonada, esquecida, não vista. E seu maior recurso é o da comunicação, o sexto sentido, a conexão com as pessoas.
Agora a melhor parte: todos nós temos uma porcentagem desse traço! E uma vez que você aprende a usá-lo, ou no caso tirá-los da dor se for a situação atual, você passa a ter maior controle emocional sobre suas emoções. E tendo essas informações, você passa a se entender e entender melhor as pessoas, e seus relacionamentos ficam melhores.
Quer saber mais sobre como lidar com suas emoções e seus padrões emocionais e desenvolver autoliderança na sua vida e no trabalho? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Até o próximo artigo!
Sarah Martins
Mentora de Autoliderança, Desenvolvimento Humano e Inteligência Emocional
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Não deixe de acompanhar a coluna Diário do Seu Corpo.
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