Carreira e Vida Pós-Maternidade - Juliana Rassi - Cloud Coaching https://www.cloudcoaching.com.br/colunas/carreira-e-vida-pos-maternidade/ Tue, 17 Mar 2020 12:18:22 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.cloudcoaching.com.br/wp-content/uploads/2023/10/cropped-favicon-1-32x32.png Carreira e Vida Pós-Maternidade - Juliana Rassi - Cloud Coaching https://www.cloudcoaching.com.br/colunas/carreira-e-vida-pos-maternidade/ 32 32 165515517 Como fica o papel de profissional para uma mamãe de dois? https://www.cloudcoaching.com.br/como-fica-o-papel-de-profissional-para-uma-mamae-de-dois/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=como-fica-o-papel-de-profissional-para-uma-mamae-de-dois https://www.cloudcoaching.com.br/como-fica-o-papel-de-profissional-para-uma-mamae-de-dois/#respond_23888 Tue, 17 Mar 2020 15:30:41 +0000 https://www.cloudcoaching.com.br/?p=23888 O primeiro dos papéis que a maioria das mães abre mão é o da mulher profissional. Mas como uma mulher pode administrar tantos papéis com mais um bebê?

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Como fica a vida profissional de uma mamãe de dois?

Talvez uma das maiores indagações que tenho feito a mim mesma diariamente. Minha segunda filha nasce dentro de um mês e me pergunto constantemente: como farei pra administrar tantos papéis com mais um bebê?

Acredito que, como eu, a maioria das mulheres age assim: o primeiro dos papéis que abrimos mão é o da mulher profissional. Deixamos de lado nossas carreiras por um tempo em prol desse projeto tão lindo e importante chamado família. Nos dedicamos arduamente aos filhos, marido, casa…. mas, algumas não suportam essa nova rotina por muito tempo! Eu fui uma dessas na minha primeira gestação. Com 27 dias de Laura em casa, eu já estava em parafusos, doida pra voltar à ativa.

Conversei com meu marido e ele concordou comigo para que eu voltasse a atender, desde que fosse no escritório que fica em nossa casa. Assim, eu poderia estar por perto para qualquer emergência com a bebê. Organizei os horários para quando ele estivesse em casa me dando essa assistência com ela, para que eu fizesse meus atendimentos de forma tranquila durante as horas que me dedicaria ao trabalho.

Algumas vezes fui questionada sobre isso: “por que você quer voltar a trabalhar, sendo que, em seu trabalho você só lida com o problema do outro, para tentar auxiliá-lo em sua resolução? Está procurando mais problemas?” Dormi com esse questionamento muitas noites até que concluí o quanto amo fazer isso: parte da solução para um problema alheio. Me inserir nos processos de outros, me tira por algumas horas do meu processo de desenvolvimento pessoal, particular. Eu deixo de focar nos meus pontos de melhoria para usar todas as minhas melhores habilidades, auxiliando pessoas a crescerem e se desenvolverem. E isso me traz um prazer imenso.

Entretanto, agora serão duas: Uma recém-nascida e outra com 3 aninhos apenas e que demanda ainda muito de mim pra tudo, mesmo com um pai participativo e disponível. Será que a ideia de escritório em casa daria certo novamente? Com certeza não. Primeiro porque esse escritório foi desmontado para virar o quartinho da bebê. Segundo porque me lembro que as “emergências” ficaram muito rotineiras e me atrapalharam em alguns momentos de atendimento nesse período.

Penso em ficar 4 meses, no mínimo, apenas dedicada às crianças, à casa e à família. Mas já me pergunto como trabalhar isso dentro de mim. Mulheres que cresceram nesse movimento de independência financeira e que sempre trabalharam fora, sofrem muito quando se veem de mãos atadas, obrigadas a ficarem por um tempo sob as asas do marido…pai…ou algum tipo de mantenedor.

Isso já me desgasta demais. E tenho buscado desenvolver habilidades como a resiliência, paciência e criatividade para passar por esse período bem emocionalmente. O que tenho feito para me auxiliar? Leituras especializadas, meditação, reflexão, oração. Essas atitudes têm me mantido no eixo e me ajudado a ficar tranquila, sempre focando que é apenas uma fase, que vai passar e que logo voltarei para minha rotina tão desafiadora a qual aprecio tanto.

Tenho comigo que esse período de pós-parto e nova adaptação a mais um diferente jeito de viver, já que teremos mais um componente no nosso âmbito familiar, seja um período para cuidados com meu interior de forma redobrada. Porém, existe uma ideia medieval de que nosso espírito seja mais importante do que o corpo, o que também discordo.

Vejo ambos como bençãos divinas e que precisam de cuidados específicos, já que um implica no outro. Se o corpo está saudável, o espírito está bem. Se o espírito está bem o corpo está com saúde.

Os exageros com o cuidado pessoal surgem quando aprendemos errado sobre quem somos. Somos exatamente essa união de corpo e espírito. Sem um, o outro definitivamente não existe. Cuidar da beleza estética é uma benção, especialmente num momento como o puerpério, onde nossa autoestima parece que vai embora junto da placenta retirada.

O problema ocorre quando não se cuida do espírito e exagera-se na estética. Um dos grandes ensinamentos de Jesus Cristo, foi sobre o sepulcro pintado: por fora bem arrumado, por dentro cheio de podridão. Uma das evidências de quem está mal espiritualmente, é o exagero com o corpo. Esse equilíbrio é primordial. A beleza é construída (nesse caso, reconstruída) em duas dimensões: nos âmbitos do espírito e corpo. Quando ocorre o desequilíbrio, ocorre a deformação e perde-se o que é belo.

Portanto, ainda que a rotina seja estafante e esteja exigindo demais de você, é preciso colocar em prática a arte da administração do tempo e separar um período do dia somente pra você… sozinha, sem filhos, sem marido, sem preocupações coletivas: você com você apenas. Nesse período, pratique uma atividade física, ouça sua música favorita, medite em uma leitura que “afie seu machado”, ore a Deus, durma…. faça o que quiser sozinha. Mas tenha o seu momento diário para cuidar de corpo e espírito e se manter em equilíbrio, em harmonia com esse período.

Previamente, organize uma rede de apoio: mãe, pai, marido, amigos. Todos que se disponibilizarem e estiverem aptos valem nessa hora. E retire-se, de preferência do ambiente em que todos estejam. Isso facilitará a sua desconexão.

Pense que isso será por um período e que é fundamental para sua sanidade mental e saúde emocional para seguir em frente.

Eu acredito que Deus faz todas as coisas perfeitas e em seu tempo. Porém, precisamos nos ajustar a elas para que tudo corra bem e tranquilamente. Tirar proveito e lições positivas de tudo o que nos acontece é que nos torna maduros e maiores do que já somos. Imagino que ser mãe de dois, esposa, filha, amiga e ainda profissional não seja nada fácil. Mas creio que se Deus nos permitiu isso, nos resta dizer amém e encarar a realidade com alegria, gratidão e sabedoria que tudo se encaixará com o tempo, nos tornando ainda mais especiais.

Então, vamos em frente. Cabeça erguida, organização e execução daquilo que mencionamos aqui. Tenho certeza que dará tudo certo e logo você também estará habituada com essa nova realidade.

Coragem mulher!

Juliana Rassi
https://www.institutojulianarassi.com.br/

Confira também: É preciso se tornar inesquecível, ainda que você não esteja totalmente ativo

 

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É preciso se tornar inesquecível, ainda que você não esteja totalmente ativo https://www.cloudcoaching.com.br/e-preciso-se-tornar-inesquecivel-ainda-que-voce-nao-esteja-totalmente-ativo/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=e-preciso-se-tornar-inesquecivel-ainda-que-voce-nao-esteja-totalmente-ativo https://www.cloudcoaching.com.br/e-preciso-se-tornar-inesquecivel-ainda-que-voce-nao-esteja-totalmente-ativo/#respond_23283 Tue, 18 Feb 2020 15:20:08 +0000 https://www.cloudcoaching.com.br/?p=23283 Como ser inesquecível e de fato não estar em atividade, agindo e aparecendo? Afinal de contas, já diziam nossos avós: “quem não é visto, não é lembrado”.

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É preciso se tornar inesquecível, ainda que você não esteja totalmente ativo

Esse é um título um tanto quanto curioso, pois nos leva a pensar na forma disso acontecer: como ser inesquecível e de fato não estar em atividade, agindo e aparecendo? Afinal de contas, já diziam nossos avós: “quem não é visto, não é lembrado”.

Hoje em dia, isso já é totalmente possível. Com o avanço da internet e as técnicas de marketing, é até simples não estar atuando de fato e ainda assim ser uma figura lembrada em seu meio de atuação. Ainda bem que vivemos nessa era moderna. Precisa-se, claro, de muito planejamento e ações prévias.

No meu caso, por exemplo, que em breve me ausentarei por conta da maternidade, sendo minha segunda filha, está muito claro pra mim o que preciso fazer para que eu não sofra no retorno ao trabalho como foi com minha primeira gestação e vou compartilhar com vocês essa minha experiência.

Mães de primeira viagem, “pecam” em vários quesitos, justamente por conta dessa inexperiência. Esquecemos uma série de coisas pra comprar pro bebê, compramos coisas que jamais usaremos (isso, ainda que nossas mentes estejam quase que 100% preenchidas com esse assunto) e em outras áreas, erramos ainda muito mais. Tudo por nunca termos vivenciado aquela experiência sublime (enlouquecedora, mas sublime e divina).

Na gestação da minha primeira filha, eu nem pensei que seria tão importante algumas medidas que facilitariam meu retorno ao trabalho. E mesmo tendo voltado tão rápido (com 27 dias de nascimento dela, voltei a atender individualmente clientes para processos de desenvolvimento pessoal e profissional), senti na pele o mercado saturado em que atuo que produz centenas de “profissionais” diariamente.

Me lembrei muito dessa frase da vovó. Percebi minhas redes sociais paradas há algum tempo, o site quase que abandonado e uma série de e-mails de clientes pedindo orçamento ou com interesse em algum serviço que presto sem retorno. Me senti frustrada, porque, mesmo atualizando tudo quase que em dois dias, era tarde demais.

O trabalho de desenvolver pessoas, seja com treinamentos em grupo ou individuais sempre vem em demandas quase que urgentes. As pessoas nos procuram quando já estão em estados de desespero e querem agendar o início pra logo. Se não estou disponível nem pra passar um orçamento, por melhor e mais especialista que eu possa ser, é quase certo que buscarão outro profissional, já que as ofertas são tantas.

Dessa vez, 3 meses antes do nascimento da minha doce Luísa, já parei pra pensar nisso e me precaver. Amo o que faço e sei que é o meu propósito de vida, portanto, vale investir tempo nesse trabalho sim, para que o retorno seja mais leve e tranquilo do que foi o outro.

Busquei então uma agência de publicidade e propaganda para expandir minhas ideias e me direcionar de maneira mais certeira. Coisa boa é cada um atuar dentro “do seu quadrado”. Ainda que eu seja bacharela em administração e tenha visto na faculdade, marketing não é minha especialidade. Eu sei o básico do básico. E quando conversamos com um profissional, aí é que temos a certeza de que não sabemos é nada.

Eles fizeram um briefing justamente em cima da minha demanda de não estar em atividade por alguns meses, entretanto, me fazer totalmente lembrada nesse período. Me deram alternativas para continuar dando retorno aos clientes que por ventura me procurarem e também ideias para uma volta em grande estilo. Uma conversa de duas horas de duração que foi capaz de expandir meus horizontes e continuar enxergando infinitas possibilidades.

Isso me fez pensar no quanto o meu trabalho também pode ser poderoso para o cliente. Me lembrei de alguns clientes de processos individuais que me dizem, ao final de seu atendimento, quanta clareza eles alcançaram ali, naquela hora de conversa e que suas ideias passaram a fervilhar com mais força, pois visualizaram ali o “modus operandi”, ou como colocá-las em prática.

Sinto extrema gratidão a Deus por me permitir realizar algo tão incrível como esse trabalho de desenvolver pessoas. Auxiliar meus semelhantes a alcançarem patamares mais elevados, deixando de lado lugares sombrios que são repletos de mágoa, rancor ou amargura é incrível. Ver pessoas crescendo e não aceitando mais os papéis de vítima ou de não-merecedores que viviam há algum tempo é extremamente prazeroso e gratificante pra mim.

Confúcio já dizia sua celebre e tão repetida frase: “Escolha um trabalho que você ame e não terás que trabalhar um único dia em sua vida.” Concordo e discordo ao mesmo tempo. Pra mim, trabalho muito mais do que antes de me perceber cumprindo meu propósito, porém, com muito mais satisfação, alegria e prazer.

Trabalhar com o que se ama e cumprir seu propósito ao mesmo tempo é uma dádiva divina que poucos alcançam. Especialmente por confundirem propósito apenas com um trabalho bacana e prazeroso. Propósito a meu ver, está muito mais ligado ao ser, ao nosso interior, nossas virtudes, habilidades natas, sabe?! Aquelas que “vêm de fábrica” já instaladas e que tantas vezes nem ligamos muito por acharmos que são competências simples e que todos possuem. Somos seres únicos, com DNA único e temos habilidades únicas também, ainda que façamos o mesmo que o outro. Do jeito que você faz, ninguém faz igual e isso o torna único e especial.

Quando conseguimos clarificar nosso potencial real e natural, o propósito vem à tona também de forma natural e simples. E o menor caminho para que isso ocorra é pelo autoconhecimento. Saber quem realmente é e ter uma identidade clara, fará de você alguém infinitamente melhor, mais feliz e mais leve.

Sabe as infinitas possibilidades que tanto se fala nesse nosso meio do desenvolvimento humano?! Pois é, elas brotam por todos os lados porque você se transforma em uma máquina impossível de ser parada já que perseguirá incansavelmente seu propósito.

Isso quer dizer que, quando encontramos essas respostas e nos descobrimos verdadeiramente, passamos a fazer tudo por prazer?! Claro que não! A não ser que você passe a viver num mundo fantasioso. Vão continuar existindo atividades e ações que pra nós será um fardo (tudo porque fogem das nossas habilidades naturais) e que serão necessárias para o cumprimento de nossas missões. Entretanto, o fato de sabermos que essas ações cansativas, contribuirão para alcançarmos nossos propósitos maiores as tornam até mais leves do que eram antes, podem apostar.

Eu disse que o título do texto seria curioso, né?! Porém, o coroei com um final ainda mais. Como assim, começo falando sobre a importância de se tornar inesquecível mesmo que não esteja totalmente ativo e termino falando de propósito. Você leitor, consegue perceber conexão entre as duas coisas? É impossível ser uma referência em qualquer função ou atividade se aquilo de fato não fizer parte da sua missão de vida. Portanto, é impossível você se dedicar a ser alguém inesquecível se este for apenas um trabalho.

Se assim for, ao retornar, seus olhos não brilharão como antes e você ou pedirá pra sair para continuar sua jornada rumo ao que de fato te preencherá internamente ou trabalhará de qualquer jeito como sempre trabalhou enquanto estava ativo. Quando é propósito, missão de vida, ele passa a ter um lugar de honra em sua vida e você passa a pertencê-lo. Serve para pensar, não apenas nas estratégias para se tornar inesquecível, como também se realmente fazemos o que fazemos apenas pela segurança de pagarmos nossas contas ao final do mês com nossa remuneração ou pela liberdade.

Juliana Rassi
https://www.institutojulianarassi.com.br/

Confira também: Por que quase todas as nossas metas fracassam?

 

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Por que quase todas as nossas metas fracassam? https://www.cloudcoaching.com.br/por-que-quase-todas-as-nossas-metas-fracassam/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=por-que-quase-todas-as-nossas-metas-fracassam https://www.cloudcoaching.com.br/por-que-quase-todas-as-nossas-metas-fracassam/#respond_22366 Tue, 21 Jan 2020 15:20:07 +0000 https://www.cloudcoaching.com.br/?p=22366 Você costuma alcançar as metas que você traça ou quase sempre fracassam? Por que isso acontece e como mudar isso em 2020?

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Por que quase todas as nossas metas fracassam?

Você que leu esse título pode estar pensando: “Claro que não! Eu alcanço os planos que traço quase sempre…” Será mesmo?

Somos mestres em criar metas para o ano, né?! Todo final de ano a maioria pensa: “Ano novo, agora vai…vou emagrecer, viajar, empreender, vou criar uma rotina de leitura” e assim por diante…

Chegamos no final do ano e de repente vemos que nem um terço das metas que planejamos não foi cumprido, ou seja, as metas fracassam! E por que isso acontece? O que nos faz não executarmos aquilo que planejamos como algo importante para nós?

Talvez seja a clareza desse objetivo., talvez o nosso tempo em potencial para nos dedicarmos a ele, talvez a dificuldade. Eu não sei o que acontece com você, mas posso falar por mim e quem sabe, te sirva de exemplo.

2020 será um ano beeeeeeem atribulado por aqui. Se você é leitor assíduo dessa coluna, sabe que tenho uma filha que completará em breve 3 aninhos e que estou grávida de 6 meses de mais uma princesa. Se eu não me organizar e me planejar direitinho, terei, penso eu, problemas com todos os papeis que assumo. Preciso organizar as coisas pra Laura (filha mais velha), organizar tudo pra chegada da Luísa, organizar coisas do meu trabalho, de casa, marido, família (pai, mãe, irmãos…), amigos…gente….é muita coisa! E tudo pede planejamento..

Então, vou usar esse texto para te mostrar, como planejei meu ano de 2020, assim minhas metas também não fracassam. Vamos lá.

Primeiramente, eu busquei planejar meus meses e tudo o que me veio à mente. Peguei papel e caneta e escrevi nele: Possíveis viagens (tudo com data e local já pensado), tempo gasto com a família, encontros na minha casa, cursos que já iniciei e preciso finalizar ou que preciso realizar (ainda que existam duas crianças na minha rotina, sempre conseguimos organizar tempo para estudar se isso for uma prioridade). Nesta parte é fundamental sermos bastante claros e realistas para que se concretizem de fato todos os planos.

Depois, pensando no meu negócio (tenho um escritório que oferta serviços de treinamento e desenvolvimento), estipulei uma meta de crescimento para o ano, considerando claro, o tempo que precisarei ficar parada no pós-parto. Fui muito honesta também, porém me desafiei de certa forma. Lembre-se que suas metas precisam ser possíveis e ao mesmo tempo desafiadoras.

Listei 10 coisas que odeio fazer e que não irei admitir para este ano. Isso aqui foi libertador. Deleguei o que dava e o que não dava, pensei em alternativas que me permitissem abrir mão dessas execuções. Deu certo! Me senti leve depois disso!

Coloquei nesse papel também, 10 pessoas reais que eu irei me conectar nesse ano. Considerando que 90% do que chamamos de sucesso depende muito das pessoas às quais nos conectamos, fiz minha lista de pessoas que quero estar mais próxima nesse ano sendo, de fato, intencional e olhando para objetivos que pretendo alcançar tanto profissional quanto pessoalmente.

Listei também 7 novos bons hábitos para 2020. Sempre temos coisas em nós que dá pra mudar, melhorar e lapidar né?! Então, a partir disso, estipulei 7 novos hábitos para o ano. Já comecei a praticar.

Escrevi uma lista com 5 projetos novos, 5 tarefas radicais e 5 rotinas diferentes das quais estou acostumada.

Depois de tudo isso, pronto, todos esses dados levantados, construí aqui o que chamo de “mural dos sonhos”. Essa é uma ferramenta que aplico em todos os processos de desenvolvimento humano que executo.

O mural dos sonhos é a composição de todos os meus sonhos a realizar… sejam grandes ou pequenos. Ele é feito a partir de imagens e figuras que representem aquilo que pretendo alcançar em todas as áreas da minha vida (espiritual, saúde, financeira, familiar, amorosa, patrimonial…) seja de curto ou longo prazo. Precisam ser fotos ou imagens coloridas que realmente traduzam aquelas metas. Não escrevo nada no meu mural, lembrando que já foram previamente planejados e estipulados os prazos para cada uma. Só monto o quadro com as imagens para visualizar todos os dias, por duas vezes: antes de dormir e pela manhã antes das atividades.

Ah, não compartilho com ninguém meu mural! Ele é secreto até que se realize o que eu almejo. Aliás, fica a dica: cuidado com quem você divide seus planos e projetos, hein?! Só o faça com aqueles que realmente irão te motivar e patrocinar positivamente.

E assim, consigo criar metas específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e com prazo para o meu ano. A sensação de realizar aquilo que planejamos é indescritível. Você que cumpre o que traça pra si, sabe do que estou falando. É um misto de realização, felicidade e determinação impagável.

Assim sugiro que você crie o seu modus operandi por aí e execute seus planos, assim suas metas não fracassam!

Não seja mais um expectador da vida que apenas sobrevive assistindo outros se destacando e evoluindo. Mas seja um protagonista da sua própria história. O ano está apenas começando. Faça deste o seu melhor ano! Se ao final dele perceber que não alcançou ainda aquilo que sonhou, fique ao menos com a sensação de que você deu tudo de si, deu o seu melhor por aquilo e que não desistiu! Reajuste sua meta, desenhe uma nova estratégia e siga em frente. Você pode alcançar tudo o que quiser.

Juliana Rassi
https://www.institutojulianarassi.com.br/

Confira também: Bases para todo processo de mudança

 

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Coach que é coach de verdade, antes de mais nada, precisa ser um grande e radical amante de pessoas https://www.cloudcoaching.com.br/coach-que-e-coach-de-verdade-antes-de-mais-nada-precisa-ser-um-grande-e-radical-amante-de-pessoas/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=coach-que-e-coach-de-verdade-antes-de-mais-nada-precisa-ser-um-grande-e-radical-amante-de-pessoas https://www.cloudcoaching.com.br/coach-que-e-coach-de-verdade-antes-de-mais-nada-precisa-ser-um-grande-e-radical-amante-de-pessoas/#respond_21655 Tue, 26 Nov 2019 15:30:21 +0000 https://www.cloudcoaching.com.br/?p=21655 Propagandas enganosas têm feito com que bons profissionais sejam colocados num mesmo pacote. Como fazer a diferença na vida das pessoas de forma verdadeira?

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Como fazer a diferença na vida das pessoas de forma verdadeira?

Temos vivido dias difíceis em nosso mercado de trabalho, por conta dos maus profissionais pelos quatro cantos do país, executando processos que nada tem a ver com o Coaching “raiz”, aquele legítimo mesmo. Com isso, os bons profissionais têm sido constantemente perseguidos, alvos de piadas e memes infinitos na Internet que são cruéis e injustos muitas vezes (confesso que muitos eu mesma dou risada).

Vemos pessoas prometendo curas quânticas, conquistas de DNAs milionários e invadindo a área da psicologia de uma forma irresponsável. Esse tipo de propaganda fantasiosa e até enganosa, tem feito com que os bons profissionais sejam colocados no mesmo pacote desses que mostram ter propósitos muito diferentes do que aquele que se especializou com o intuito de fazer a diferença na vida das pessoas.

Coaching vai muito além de processos estruturados com ferramentas impressas e mecânicas. É gente cuidando de gente e que precisa, antes de mais nada, exercitar a empatia e o amor ao próximo.

Antes de me tornar mãe, eu já trabalhava com o Coaching, utilizando a metodologia nos processos de desenvolvimento empresariais que realizava e sempre tive muito zelo e respeito com meu cliente. Depois de me tornar mãe, parece que isso se multiplicou. Me vi necessitada de um profissional da área para, no período de puerpério (ou pós-parto), me reencontrar e voltar a atuar com segurança e tranquilidade. Fui muito bem atendida e me senti apoiada da maneira que necessitava para encontrar as respostas que buscava. Me senti, de fato, amada por aquela coach que soube conduzir muito bem o processo e cumprir o seu papel em minha vida.

No período pós gestacional, uma mãe, seja ela aquela que antes tinha uma vida profissional agitada ou não, precisa desse suporte. Nossos hormônios ficam mexidos, a insegurança da maternidade nos assola de pertinho e ficamos tensas em pensar que em alguns meses precisaremos voltar a executar nossas funções profissionais deixando um bebê tão pequenininho sob os cuidados de outra pessoa. É preciso planejamento, ações e escolhas assertivas para que a vida continue fluindo bem.

Achei muito pertinente buscar ajuda nesse momento que vivi, pois era minha primeira filha e, me preocupando com tantas outras coisas, confesso que não havia parado para pensar na minha carreira profissional “pós-Laura”. Sei que só pude realmente me sentir segura, por ter encontrado uma profissional que antes de mais nada, era muito humana e olhou pra mim de forma amorosa, muito além de um olhar puramente profissional.

Acredito que, para assumir esse papel de coach para fazer diferença na vida das pessoas, é preciso preparo, investimento. Não só em conteúdo, técnicas, ferramentas, mas principalmente no âmbito emocional.

Essa pessoa precisa ser sensível àquele nicho escolhido e atuar com paixão, dedicação, não se esquecendo que por trás do negócio e de cada processo, existe uma vida que merece e precisa de amor incondicional.

Veja bem, o amor citado é pelo ser humano ali diante de você. Amor por aquela vida, zelo por ela. É querer somar e junto dela alcançar sua meta, vibrar, conduzi-la da melhor forma possível a um mundo de possibilidades. Isso pra mim é o mais importante dentro do trabalho do coach, seja o nicho que ele escolher.

Hoje estou grávida da minha segunda filha. Imagino que, passarei por esse processo de forma diferente, me sentindo legítima e preparada. Tudo porque o processo de mudança de fato foi e continua sendo aplicado diariamente. Com quatro meses de gestação, já consigo olhar lá na frente e me preparar para o que está por vir, ainda que eu não tenha esse controle real. O planejamento está fluindo porque um dia eu tive essa orientação. Estou me preparando para o que irei viver novamente.

Tudo isso porque o Coaching me mostrou que aprendendo a fazer escolhas assertivas no tempo certo e com precisão, dificilmente voltarei aos erros anteriores e consequentemente a viver dentro de um ciclo de autossabotagem.

É impossível não errar em uma área da sua vida, permanecer no erro e esse erro não atingir outras áreas. Por isso, sua realização não depende apenas do sucesso em uma área, mas de um conjunto de acontecimentos.

Em minha opinião, em todo processo de Coaching, o coach deveria passar ao seu cliente que nossos objetivos e metas precisam ser compostos por três fatores: prazer, comprometimento e sentido. O prazer é a satisfação ou a sensação agradável que ele sente à respeito da realização desse objetivo. Comprometimento é a profundidade com que ele se envolve com aquela meta. E o sentido é a sensação de que ele tem um propósito na vida, e de que caminha em direção a ele.

Mesmo em processos realizados no âmbito profissional, é preciso clarificar a importância de se buscar esse equilíbrio em todas as outras áreas da vida daquela pessoa, para que ao final do seu processo de desenvolvimento, aquele cliente se sinta pleno, capaz e feliz por realizar um trabalho que vá de encontro com o seu propósito de vida (quando este reconhece sua aptidão nele), atendendo aos seus valores pessoais e utilizando suas habilidades naturais, tornando aquele trabalho leve e de fato prazeroso.

E para que isso seja possível, o cliente precisa buscar profissionais capacitados o suficiente para terem congruência entre conhecimento, compreensão e prática, despertando-o para esse mundo de possibilidades, que é totalmente real e possível.

Portanto, você coach profissional, seja sim um amante radical de pessoas. Ame o seu cliente de forma incondicional e se prepare para isso. Há inúmeras pessoas esperando por esse suporte, acreditando que através de você esse mundo de possibilidades poderá acontecer pra ele também. Não seja uma fraude como muitos ou um mercenário vislumbrando apenas lucro. Mas seja um agente de transformação de vidas.

Quanto à essa guerra de “criminalizar ou não” a profissão, eu nem me preocuparia muito com isso, claro, se você for “coach raiz”. Isso só tira o nosso foco no que pra mim é mais importante: realizar um trabalho de excelência, bem elaborado, estruturado e ofertando o resultado que o cliente busca.

Então como fazer a diferença na vida das pessoas?

Está em nossas mãos escolhermos o tipo de profissionais que queremos ser. Lembrando que, somos livres para fazermos nossas escolhas, mas não somos livres para eliminar as consequências do que escolhemos.

Juliana Rassi
https://www.institutojulianarassi.com.br/

Confira também: Bases para todo processo de mudança

 

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Bases para todo processo de mudança https://www.cloudcoaching.com.br/bases-para-todo-processo-de-mudanca/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=bases-para-todo-processo-de-mudanca https://www.cloudcoaching.com.br/bases-para-todo-processo-de-mudanca/#respond_19749 Tue, 03 Sep 2019 15:30:12 +0000 http://www.cloudcoaching.com.br/?p=19749 A importância de trabalhar a Inteligência Emocional para o desenvolvimento saudável e com escolhas assertivas (precisas e no tempo certo).

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Assim que concluímos a etapa da gestação, nos tornando realmente mães com um bebê nos braços, uma série de medos e questionamentos passam a fazer parte do nosso dia a dia. Um desses medos que me rondaram por algum tempo e que foi muito forte, era sobre a minha capacidade de formar uma cidadã de bem, de gerar um ambiente saudável para que ela crescesse uma pessoa com saúde emocional.

Imagino que esse medo deva permear em quase todas as casas (senão todas) de pais que procuram ser suas melhores versões em busca de uma excelente criação para seus filhos. E é aqui que a Inteligência Emocional talvez seja fundamental para alcançarmos esse objetivo. Pais emocionalmente saudáveis criarão filhos da mesma forma.

Ao engravidar, a maioria das futuras mamães procuram se preparar para a chegada do bebê lendo livros de assuntos relacionados à maternidade e todos os seus desafios. Eu fui uma dessas mães que li de tudo, entretanto na prática, quando estava já com minha filha em casa, vi que nada do que havia aprendido na teoria era igual na prática. Muitas coisas, se tratando da maternidade, aprendemos fazendo e praticando no dia a dia. Agora, um grande divisor de águas para mim, sem sombra de dúvida,  foi me aprofundar em inteligência emocional. Isso me fez entender que minha filha seria bem ou mal educada a partir das escolhas e decisões que eu e o pai dela fizéssemos.

Inteligência emocional é um conceito da Psicologia que descreve a nossa capacidade de reconhecer e avaliar nossos próprios sentimentos e os dos outros, assim como a capacidade de lidar com eles. Existe muita literatura e material sobre o assunto na internet e em livros, mas esse é um conceito perfeito a meu ver, somado ao conceito da composição do sucesso sendo 20% advindas da inteligência cognitiva e 80% advindas da inteligência emocional.

Isso é muito sério. Significa que para que eu obtenha plenitude e felicidade em todas as áreas da minha vida eu preciso focar mais no meu emocional do que na cognição. Fantástico e amedrontador para um papai e uma mamãe, especialmente de primeira viagem. Alguns autores afirmam que a maioria do nosso comportamento na fase adulta é definido principalmente na primeira infância, o que nos faz ter ainda mais zelo com as palavras e formas de educar.

Voltando do meu pós-parto e definitivamente ao trabalho (após apenas 27 dias), senti uma necessidade grande de refazer meu teste de perfil comportamental para checar, a partir dessa “novidade” em minha vida, comportamentos que haviam mudado e o que precisaria desenvolver para alcançar o perfil de mãe, profissional, esposa, filha…enfim, mulher, que eu gostaria de ter agora. Para minha surpresa, meu perfil permaneceu comunicador como predominante, entretanto, houve sim uma mudança: antes eu era uma comunicadora executora quase que empatada e nesse momento me vi como comunicadora planejadora.

Aos que pouco entendem de perfil comportamental, vou colocar abaixo a descrição de cada perfil para terem uma noção:

  • Comunicador: é uma pessoa comunicativa e geralmente dotada de grande carisma e poder de persuasão. Mostra-se sempre entusiasmado com projetos e novidades, tende a ser muito otimista e relaciona-se com facilidade;
  • Executor: dotado de extrema autoconfiança, esse tipo de profissional é dominante e, em casos extremos, pode ser autoritário e ditatorial. Aceita e se dá bem com desafios e dificuldades, possui senso de competitividade extremo e costuma ser corajoso em suas posturas e ao defender seus pontos de vista;
  • Planejador: são pessoas estáveis e pacientes, de ritmo constante e alto grau de conservadorismo. Dificilmente entram em pânico, mas têm uma pequena capacidade de improviso;
  • Analista: detalhista e meticuloso, o analista é organizado, responsável e altamente conservador, sendo hábil ao controlar processos e rotinas repetitivas.

Para alguém antes que era mais arrojada e topava todos os desafios possíveis, especialmente no sentido profissional, hoje estou numa fase mais conservadora e tranquila, planejando melhor meus passos. O comportamento humano é de fato incrível e surpreendente. Por mais que nossa essência não mude, temos a facilidade de nos adaptarmos às exigências do meio com tranquilidade e sem “forçarmos a barra”.

“Ok Juliana, bacana! Mas que teste é esse e como faço para realizá-lo?” Existem uma série de testes de perfis comportamentais no mercado hoje e posso citar alguns aqui: DISC, Quantum, Eneagrama é o que eu mais utilizo, não desmerecendo os demais (também sou encantada com Eneagrama), o Profiler. Esse teste tem como base o DISC que foi desenvolvido pelo psicólogo William Moulton Marston em meados dos anos 40/50.

Como o DISC foi criado para analisar o perfil de americanos e europeus, alguns quesitos se chocam a meu ver, com o nosso perfil, o brasileiro. E então surgiu o Profiler que é um Assessment totalmente voltado para avaliação comportamental brasileira, com índices de acerto de mais de 97% segundo a UFMG. Para realizá-lo é preciso buscar algum analista de perfil comportamental (eu realizo em todos os processos de coaching que executo).

Esse teste tem o poder de revelar nossas habilidades, motivações, virtudes e conta com um cruzamento de dados nos mostrando como nos comportamos em nossa essência e como nosso comportamento reage às exigências do meio que estamos inseridos. Acho fantástico e poderoso em todo processo de coaching pois me dá diretrizes claras sobre o rumo que tomarei com o cliente, bem como uma noção de autoconhecimento para este que por vezes não sabe exatamente como vem se comportando e os impactos que esses comportamentos trazem ao meio que vive, seja profissional ou  pessoal.

Pois bem, disse a vocês que, assim que me tornei mãe voltei a fazer o teste, pois o meio em que vivo, profissional e pessoal já não é mais o mesmo e vimos que mudanças aconteceram em meu comportamento. Mas no que exatamente essas novas informações me ajudaram como mãe ou como profissional nesse novo cenário?! Em tudo. Desenvolvi habilidades novas dentro desse novo papel, que me obrigou a assumir uma postura bem mais planejadora e analítica do que decisora.

Um novo papel pode exigir de nós, novas habilidades e uma inteligência emocional mais apurada. Isso nos obriga a continuar trilhando o caminho do autoconhecimento e do desenvolvimento. Ser inteligente emocionalmente é analisar, antes de dizer ou fazer algo se, esse algo, pode trazer consequências futuras para quem ouve. No caso de filhos, isso é ainda mais grave, pois, aquele que é o responsável por desenvolver um ser humano de bem e saudável em todos os aspectos, pode ser também o responsável por suas maiores feridas emocionais.

Lembrando que, nossos maiores eventos de injustiça, aqueles que nos colocam inconscientemente em ciclos de autossabotagem e que normalmente acontecem lá na infância ou adolescência, são gerados por aqueles os quais temos muita intimidade. Dar intimidade a alguém é o mesmo que oferecer a essa pessoa a chave das nossas emoções.

Portanto, é de suma importância trabalharmos a inteligência emocional, seja você pai, mãe ou simplesmente filho para um desenvolvimento saudável e com escolhas assertivas (precisas e no tempo certo).

Você já fez a sua análise de perfil comportamental nesse último ano? Ela pode ser o start para o seu processo de evolução.

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Mais disposição, mais energia? Como? https://www.cloudcoaching.com.br/mais-disposicao-mais-energia-como/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=mais-disposicao-mais-energia-como https://www.cloudcoaching.com.br/mais-disposicao-mais-energia-como/#respond_19177 Tue, 06 Aug 2019 15:30:40 +0000 http://www.cloudcoaching.com.br/?p=19177 Acorda sem disposição para sair da cama, parecendo que não dormiu o suficiente? Sente uma vontade grande de permanecer ali sem pensar nas responsabilidades?

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Você, assim como eu, tem dias em que acorda sem disposição para sair da cama, parecendo que não dormiu o suficiente? Sente uma vontade grande de permanecer ali quietinho, sem pensar nas responsabilidades que por você esperam? Este artigo nos ajudará a compreender por que isso ocorre e o que podemos fazer para ser mais dispostos e até mais felizes todos os dias.

Não é nenhuma novidade que somos seres formados por corpo, alma, espírito e emoção. Entretanto, muitos vivem ainda de forma superficial. Alguns se esquecem do corpo, preocupando-se apenas com a mente ou buscando se aproximar do espírito.

Você pode aplicar este segredo em sua vida; quanto melhor você se sentir, maior será a continuidade de seu bem-estar e vou lhe ensinar nos próximos passos como conquistar isto. Da mesma forma, quanto mais o mal-estar se instala, maior pode ficar. Isso quer dizer que podemos induzir nosso cérebro a sentir o que quisermos mentalizando o que desejamos?

Algumas atitudes práticas podem contribuir para elevar o ponteiro de disposição e energia em nossos marcadores diários. Ora, se somos compostos por corpo, alma, espírito e emoção e já vimos que a última citada é a rainha da vida, influenciando diretamente em todas as outras partes, basta, então, fazermos alguns ajustes para melhorar em nós o ânimo e o vigor.

Podemos começar com a respiração

O presidente da Escola de Metafísica de Windyville, nos EUA, Laurel Clark, disse: “Aprender a inspirar e expirar completamente é uma das melhores formas de se energizar.” Sente-se com a coluna reta e feche os olhos. Foque sua atenção em sua respiração e inspire contando até seis. Segure o ar e conte até três e tencione todos os músculos de seu corpo. Expire, contando até seis, eliminando todo o ar, enquanto relaxa seus músculos. Espere por três segundos e repita novamente. Você pode praticar esse exercício de respiração recomendado por ele em vários momentos de seu dia ou sempre que quiser uma energia extra.

Tenha boas noites de sono

Cada um de nós tem uma necessidade específica de sono. Para quase todos, essa necessidade costuma girar em torno de oito horas. Um boa noite de descanso nos rejuvenesce. Respeitar nossos corpos durante esse período de descanso organiza nossos hormônios, relaxa, elimina os excessos e recompõe todas as nossas células. Por isso, é importante que, no período escolhido para dormir, não exista barulho, TV ligada, telefone ou música. E, como último lembrete, evite também ingerir alimentos pesados antes de ir para a cama, discutir com alguém pouco tempo antes ou levar imagens negativas em sua mente ao se deitar. Nessa hora, você vai precisar apenas de lençóis de algodão ou seda, paz e tranquilidade.

Tome bastante água

Lotsopoulos disse que “o motivo mais comum para fadiga é a desidratação, pois, se não há liquido suficiente em seu corpo, o volume de sangue cai, fazendo que ele tenha de trabalhar mais para continuar levando oxigênio e nutrientes para as células”. Se você sente que sua energia é baixa durante o dia, confira a quantidade de água que tem ingerido. Entre uma série de outros fatores prejudiciais, não tomar água o suficiente pode causar perda de memória e tontura. Uma dica: tenha sempre uma garrafinha perto de você e vá tomando aos pouquinhos.

Estique-se

Ficar sentado por muito tempo seguido é um erro. O médico Moshe Lewis explica que “seus vasos sanguíneos têm uma tendência natural a se contrair durante períodos em que o corpo está inativo. Isso diminui sua energia e faz você se sentir mais cansado, mesmo quando não está com sono.” Policie-se! Faça pausas nos longos períodos de trabalho e dê uma voltinha, tome um café ou saia para respirar ar puro por cinco minutos. Isso o tornará até mais produtivo.

Sente-se direito

Normalmente, temos o costume de nos sentar ou levantar com ombros, cabeça e pescoço virados para frente. Sentar-se de qualquer jeito exige muita energia, pois os músculos acabam fazendo o trabalho que é destinado aos ossos. Portanto, para diminuir o estresse e a fadiga, sente-se de forma ereta.

Tenha disciplina e foque em uma coisa de cada vez

Esta vai especialmente para as mulheres: sentimo-nos superpoderosas e capazes de executar várias tarefas de uma única vez. Para nós, é possível fazer o jantar, falar com a mãe ao telefone enquanto mexemos o feijão, responder à mensagem de texto que chegou ao celular nesse mesmo período, responder ao filho que teve uma dúvida no dever de casa e também ao marido que questiona o horário da refeição… tudo ao mesmo tempo! Porém, é impossível realizar tantas tarefas de uma única vez com 100% de excelência. Evite o cansaço mental e possíveis erros de atenção em seus trabalhos, focando-se em uma atividade de cada vez. Isso até otimizará seu tempo, já que, colocando toda a energia em uma tarefa por vez, você será mais ágil e garantirá sua satisfação.

Organize sua alimentação

Manter uma dieta pobre em nutrientes necessários para a manutenção de seu organismo e seu equilíbrio metabólico traz problemas em curto e longo prazo para sua saúde, prejudicando a disposição e a energia. Aumentar o consumo de alimentos crus, como frutas, verduras e legumes, trocar alimentos refinados por integrais, diminuir a quantidade de açúcar e gorduras ruins, têm como benefício eliminar de vez aquela sensação de cansaço fora de hora, sono excessivo e dificuldades de concentração. Dessa forma, pode-se garantir mais energia para enfrentar a jornada de trabalho ou de estudos tranquilamente e com pique.

Exercite-se regularmente

Com a atividade física, melhoramos nossa disposição e nossa energia, motivados pela ação da endorfina (neurotransmissor associado à sensação de prazer e bem-estar). Ao nos exercitarmos, estimulamos a capacidade de nosso corpo de se adaptar frente a uma exigência: ele se esforça e sofre alterações, até encontrar um novo equilíbrio. Porém, assim como outras máquinas, o corpo humano precisa ser aquecido para ter energia. O exercício funciona, inicialmente, para acordá-lo e tirá-lo do estado de “preguiça”.

Está difícil começar?

Se estiver difícil começar, faça os quatro passos a seguir e verá como fica mais fácil criar esse hábito:

  • Determine um prazo rápido: 30 minutos serão suficientes para manter a forma;
  • Visualize os benefícios de sua ação: ver o que iremos ganhar com nosso esforço nos motiva a seguir em diante;
  • Divida sua tarefa em partes: geralmente, a preguiça chega quando a tarefa fica muito difícil ou grande demais. Dividi-la em etapas facilita a execução;
  • Premie-se: para cada tarefa cumprida no prazo estabelecido, coloque um bônus. Essa atitude aumentará sua autoestima e manterá seu foco na continuidade.

Existem centenas de outras dicas para conseguir mais disposição e energia em nosso dia a dia. Porém, o mais importante é manter o equilíbrio da composição que na forma: corpo, alma, espírito e emoção. De nada adiantará cuidar maravilhosamente bem de seu corpo e não ligar para a alma e o espírito e ainda ter as emoções desordenadas.

Convido você a parar um minutinho. Faça o exercício de respiração sugerido no início deste artigo e relaxe. Agora, reflita acerca de tudo o que abordamos ao longo destas páginas e responda a si mesmo: o que realmente tem me roubado energia e disposição em meus dias?

Com essa pequena reflexão, você conseguirá identificar se precisa de mais atenção a algum de nossos quatro componentes e que comportamentos precisa eliminar ou incluir em sua rotina.

Adote essa ideia, sacuda a preguiça e renove seu estoque de vitalidade!

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Quem somos depois da maternidade e como descobrir nosso propósito nessa outra fase da vida? https://www.cloudcoaching.com.br/quem-somos-depois-da-maternidade-e-como-descobrir-nosso-proposito-nessa-outra-fase-da-vida/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=quem-somos-depois-da-maternidade-e-como-descobrir-nosso-proposito-nessa-outra-fase-da-vida https://www.cloudcoaching.com.br/quem-somos-depois-da-maternidade-e-como-descobrir-nosso-proposito-nessa-outra-fase-da-vida/#respond_19391 Tue, 09 Jul 2019 15:30:01 +0000 http://www.cloudcoaching.com.br/?p=19391 Nunca nos conheceremos com profundidade a ponto de sabermos todas as respostas e questionamentos internos, mas há como lidar com essa nova fase.

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Acredito que, grande parte dos leitores dessa coluna não me conhecem pessoalmente, portanto, permita-me uma breve apresentação: Sou Juliana, mamãe da Laura de 2 aninhos, casada, buscando engravidar do meu segundo filho, administradora, desenvolvedora vivencial de líderes, empreendedores e profissionais em transição de carreira. Mas, antes da maternidade eu diria mais ou menos assim: Sou Juliana, administradora e empreendedora atuante na área de Recursos Humanos. Minha vida é uma loucura em meio ao casamento e ao trabalho que é minha grande paixão.

O que foi que mudou comigo? Tudo! As transformações que a maternidade nos apresenta são muitas, desde as mudanças físicas em um corpo que abrigou outro pelo período de 9 meses, passando pelas mudanças hormonais que oscilam e nos deixam um tanto quanto desnorteadas, até a que quero focar aqui, que é a mudança no estado emocional desta nova mãe. Se tem uma fase da vida que podemos dizer que “é permitido surtar”, essa fase se chama puerpério ou o famoso pós-parto. Nela todas as coisas se misturam: hormônios desregulados; dificuldades em se adaptar à nova rotina de vida; frustrações com a maternidade idealizada na gestação; contato com nossos sentimentos e lembranças antes não acessados; mudanças na relação conjugal; perda da identidade e individualidade…ai Deus, não é fácil! Agora me perguntem se vale a pena? Melhor coisa da vida!!! Ser mãe é, sem sombra de dúvida, o meu maior e melhor papel (tanto que já estou partindo para o segundo). Porém, não posso ser hipócrita! Vou comparar a maternidade à correr uma maratona: é simples porque qualquer pessoa pode fazer (já que correr é só colocar um pé na frente do outro e acelerar), mas é difícil, ou seja, não é qualquer um que fará bem feito e alcançará resultados incríveis. No caso da maternidade qualquer mulher pode ser mãe por isso é simples…é algo natural (seja filho natural ou do coração). Mas é difícil porque ser mãe é muito mais que dar a luz. Exite tanto preparo e adaptação quanto a um maratonista.

Mas existe uma forma, talvez a única, para passar por tudo isso mais leve e se adaptando ao máximo a todas essas mudanças que chegaram junto com o bebê. O nome desse milagre é autoconhecimento.

Sabemos que nunca nos conheceremos com total profundidade a ponto de sabermos exatamente todas as respostas e questionamentos internos, já que evoluímos constantemente. Mas garanto, a partir do momento que vamos nos conhecendo, entrando em contato com o nosso interior, com nossos sentimentos, checando a origem de alguns medos e tendo consciência das nossas atitudes e ações, vamos lidando com a maternidade de forma branda, suave, tomando decisões mais seguras e pessoais (digo por si, sem interferência de ninguém). Entendendo honestamente que você já não é mais aquela pessoa que foi antes da chegada do bebê e que jamais tornará a ser.

Nessa perda de identidade, muitas vezes perde-se junto a clareza do propósito o qual, até então, sempre deu sentido à sua vida porque agora, tudo ficou diferente. Falando por mim, sinceramente, não sabia mais quem eu era além de “a mãe da Laura” e parecia que eu não me lembrava mais do meu “porquê”. Aquele motivo que antes criava borboletas no meu estômago e um friozionho na barriga, se perdeu. Parecia que eu não tinha mais objetivos e nem metas claras. Tudo sumiu porque eu só conseguia me ver mãe! Meus outros papéis se anularam nessa fase. Precisei de tempo para me reorganizar internamente e me reencontrar. Pra mim, essa confusão interna maior durou apenas 27 dias porque depois desse período, fiz acordos com minha rede de apoio e voltei a trabalhar. Meio perdida ainda, confesso, mas estava de novo na ativa em busca, mais uma vez, da minha identidade e propósito.

Nesses momentos que eu tinha para me dedicar ao trabalho, tive também que fazer um “autocoaching” para me enxergar de forma realista, dentro dessa minha nova vida e também para reestruturação de objetivos. Eu não gosto de usar a palavra “sonho”.  Quando o cliente me diz que “tem um sonho” eu digo a ele que quem tem sonho está dormindo e que primeiramente, ele precisa acordar, colocar data naquilo que ele até então, chamava de sonho e transformá-lo em meta para então correr atrás. Como disse antes: é simples mas não é nada fácil e o autoconhecimento aqui foi crucial.

Você que se encontra em alguma dessas fases citadas, pode pensar o quanto deve ter sido complicado me reerguer profissionalmente. Vou te contar o que fiz para chegar às respostas que eu perseguia até acalmar tudo dentro de mim.

Eu me fazia muuuuitas perguntas e vou compartilhar algumas delas para auxiliar você aí nessa sua busca:

  • Você realmente AMA o que faz/fazia?
  • Se o dinheiro não existisse, você faria o que faz hoje? Se a resposta for não, então, o que você faria?
  • Quais dons você tem e gostaria de dividir com o mundo?
  • No fundo no fundo, você acorda todos os dias pela manhã para fazer aquilo que seus olhos brilham? (Não estamos falando aqui sobre tarefas, mas sim sobre o que elas trarão como resultado ao final de tudo.)
  • Quais são seus valores de vida? Aqueles mais profundos e que te sustentam hoje nesse processo de mudança tão grande? Escreva os cinco valores essenciais pra você.

As respostas para todos esses questionamentos me fizeram redescobrir meu propósito profissional, entender que podemos, sim, ter mais de um propósito em nossas vidas e mais ainda, alinhá-lo ao cumprimento dos meus outros tantos papéis. Mas para que isso se tornasse uma realidade, eu precisei mergulhar fundo no autoconhecimento e no planejamento para então entrar em ação. Aquilo que é nossa paixão já está dentro de nós e não precisa ser descoberta, mas apenas recuperada. E, por mais que busquemos outros caminhos ou opções, essa paixão vai sempre gritar mais alto e te levar a reencontrá-la.

A partir daí é confiar em você e fazer o que precisa ser feito. Ir ajustando, adaptando. Não esperar pelo momento ideal ou perfeito: ISSO NÃO EXISTE! Faça, treine, repita, aperfeiçoe. Eu não acredito em talento! Eu acredito em treinamento e ajuste. Só eles podem nos levar à maestria e excelência em tudo o que fizermos.

Me lembro tanto na adolecência de ouvir algumas pessoas falarem que duas amigas em específico, tinham “talento” pra ser mãe e nunca falarem isso de mim. Cresci com a crença de que não seria uma boa mãe, porque eu não mostrava esse talento aos outros e quando me descobri grávida, li todos os livros sobre maternidade possíveis e imagináveis na tentativa de despertar em mim esse “talento materno” ou um “chamado”, uma “vocação”.

Quanta ilusão. Sobrecarga de informação teórica que após o nascimento não me serviu para absolutamente nada! Maternidade é vivência. É experiência. É treinamento da vida real. Você vai tentando a partir das experiências de outras mamães que estão no seu círculo de relacionamento, vai adaptando, moldando, repetindo… até que se vê excelente. Sem falsa modéstia, sei que sou uma excelente mamãe. Mas precisei viver isso pra ter certeza. É assim também na vida profissional. Seu propósito já está dentro de você. Procure se conhecer que você o recuperará, porque ele já existe.

Você não deixou de ser quem você era antes do seu filho nascer. Ao contrário. Esse nascimento fez surgir também uma nova versão de você, atualizada e com muito mais funcionalidades. Reconheça-se, ajuste-se, adapte-se e seja ainda mais feliz sendo quem você se tornou hoje. Quanto ao seu propósito, se você ainda não o reconheceu, acalme-se. Dedique-se um pouco mais ao autoconhecimento que ele será clarificado muito antes do que você imagina.

Um dia todas nós vamos viver somente de histórias. Pense agora que histórias da sua vida você quer contar lá na frente para seu(s) filho(as) e neto(as)? Do que você quer que seu(s) filho(s) tenha(m) orgulho de você? A vida é um sopro e, quando deixamos as oportunidades passarem, também perdemos boas chances de evoluir e de conquistar o próximo nível em nossa carreira e também na sua vida.

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Empreendedorismo e a Roda de Talentos no Universo Feminino https://www.cloudcoaching.com.br/empreendedorismo-e-a-roda-de-talentos-no-universo-feminino/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=empreendedorismo-e-a-roda-de-talentos-no-universo-feminino https://www.cloudcoaching.com.br/empreendedorismo-e-a-roda-de-talentos-no-universo-feminino/#respond_17888 Tue, 11 Jun 2019 06:00:01 +0000 http://www.cloudcoaching.com.br/empreendedorismo-e-a-roda-de-talentos-no-universo-feminino/ A arte de empreender vai muito além do campo profissional e do universo corporativo. Descubra a empreendedora da vida que está dentro de cada um de nós.

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A arte de empreender vai muito além do campo profissional e do universo corporativo. Queremos convidá-los a descobrir a empreendedora da vida que está dentro de cada um de nós.

Dolabela define essa questão de uma maneira muito simples. Ele diz que:

“O empreendedor é alguém que sonha e busca transformar o seu sonho em realidade”.

Então lhe pergunto: o sonhador que existe em você está acordado ou adormecido?

Vamos fazer um pequeno teste, pegue papel e caneta:

  1. Desenhe um círculo completo nesse papel;
  2. Faça um ponto dentro do círculo;
  3. Agora faça um traço sobre o círculo, dividindo em duas partes;
  4. Em cada uma das partes escreva o nome de uma flor.

Ao final deste artigo, você verá o resultado para este teste, entretanto, se você como eu, se surpreender com a similaridade, precisa agora descobrir os caminhos para despertar esse potencial empreendedor que todos temos. Para isso temos várias propostas nesse artigo. Siga com sua leitura e dedique especial atenção a ela!!

Grande parte do tempo, fomos (e ainda somos) condicionados a repensar conceitos e ideias já existentes, quase sempre sem questionamentos e sim como verdades absolutas. Isso faz de nós meros repetidores de conhecimento. A roda de empreendedores ensina a formar novas ideias e a usar seus talentos.

A mulher há muito tempo já aprendeu a se colocar no mundo e encontrar espaço para sua arte, talento, profissionalismo em quase todas as áreas de mercado. Mas ela não aprendeu a fazer dessas habilidades uma capacidade empreendedora. Nesse ponto ela ainda engatinha. Poucas mulheres têm a coragem de abrir um negócio próprio e fazer dele seu sustento, a profissão.

Nesse artigo vamos mostrar o que é importante saber para ser uma empreendedora.

O que fazer para despertar a empreendedora que existe em nós? Reflita comigo:

Sobre o mercado:

  • Em que área, você satisfará a necessidade do mercado criando seu próprio negócio?

Sobre criação:

  • Sua ideia é nova ou já existente?
  • Se for nova, há demanda para o que você oferece? Esse público pode pagar?
  • Onde esses clientes adquirem estes produtos ou serviços atualmente?
  • Como eles migrarão para o seu negócio?

Sobre habilidade de empreender:

  • Existe alguma área do seu negócio em que você se considera fraco em conhecimento e habilidade e precisa desenvolver? Qual?
  • Como pode fazer para aumentar o seu nível de conhecimento?
  • Quando pretende iniciar esse desenvolvimento?

Para responder a essas perguntas estude e descubra suas características empreendedoras.

Passos para despertar a empreendedora que existe em você:

1. Descubra uma habilidade especial sua

Muitas pessoas começam seus negócios a partir de uma habilidade específica e transforma essa característica num produto de sucesso. Kinderovo é um exemplo. Fabricar brinquedos e colocar dentro de um ovo de chocolate fez os donos da ideia terem uma das marcas mais famosas do mundo.

2. Descubra o potencial que o mercado tem em relação à sua ideia

Hoje em dia já existe quase de tudo no mundo, mas um olhar, uma visão diferenciada pode trazer um nicho de mercado ainda inexplorado.

Fabricantes de guardanapo em embalagens, que hoje são utilizados pelo Mc Donald’s e outras empresas similares fazem sucesso pelo tipo de produto, que está individualizado e servem às pessoas um produto personalizado. Outro exemplo: produtores de geleias e manteiga em potinhos para hotéis atendem uma demanda específica. Um nicho cada dia mais promissor.

3. Acredite no seu potencial de criar uma coisa nova

É preciso, muitas vezes, descobrir um sonho e seguir em frente com ele. Bonecas de personagens de livros e filmes famosos fazem sucesso, hoje em dia. Muitas vezes é preciso tentar de diversas maneiras.

4. Buscar novos parceiros

Buscar parceiros para colaborar com o negócio é uma das grandes saídas para empreendimentos pequenos, de pouco capital.

5. Organizar a produção através de técnicas administrativas

O negócio precisa sair do âmbito do bairro e passar a ter uma ampliação de nichos em uma cidade, passando depois para uma distribuição nacional e internacional. É preciso se profissionalizar. Cursos no Sebrae e nas empresas de apoio do governo como Senac, ajudam a criar uma estrutura para aumentar a produção.

6. Estude tudo o que for preciso para entender de seu negócio

Estude leis, técnicas administrativas. Vá a feiras destinadas ao tipo de produto. Esse pode ser um bom começo quando queremos dar ao produto uma visibilidade maior. Surgem todos os anos muitas feiras destinadas a todo o tipo de produtos e serviços. Feira de malhas é uma delas.

7. Ampliar a qualidade de seu produto

Fazer mais com menos custo, é buscar tecnologia necessária para a produção do que se tem. Chocolates Stalden em Indaiatuba foi um exemplo disso. Do artesanal, ao artesanal produtivo através de maquinários importados e específicos fizeram da fábrica de chocolates um dos potenciais competitivos do mercado.

Características Empreendedoras

Estudar empreendedorismo é entender como desenvolvermos competências e habilidades relacionadas a realizar, fazer ou executar. Isso é uma necessidade para todos nós. É preciso conhecer as características básicas e identificar quais fazem parte de nosso perfil. Para então, fortalecermos ainda mais os aspectos positivos e diminuir o impacto daquilo que ainda não é tão bom.

Uma característica básica a ser destacada é o espírito criativo e inovador.

  • Você consegue avaliar o leque de opções que o universo traz, quando pensamos na natureza e na diversidade botânica e dos animais?
  • Quantas pessoas você conhece que são exatamente iguais?

O mesmo potencial criativo está em todos nós, apenas precisa ser acionado e treinado. Em função de sua sensibilidade, a mulher tem uma habilidade especial na busca de novos caminhos. Ela também tem a percepção de novas soluções, e fica atenta às necessidades das pessoas à sua volta. Consegue com isso, traçar rotas que outros não perceberam.

As características empreendedoras fazem parte de um conjunto de comportamentos que identificam um empreendedor “raiz”. Veja alguns deles:

  • Espírito criativo e inovador;
  • Sabe explorar ao máximo as oportunidades aproveitando as crises para criar;
  • Inova, tendo a paixão e a persistência necessárias para iniciar e ir até o fim;
  • Supera os obstáculos do caminho;
  • Proativo, isto é, antecipa-se aos acontecimentos e corre riscos calculados para atingir suas metas;
  • Exige e faz com qualidade e comprometimento;
  • Busca as informações e parcerias necessárias para alcançar suas metas, pois uma empreendedora não voa sozinha;
  • Visionário, dinâmico e bem relacionado.

A mulher empreendedora constrói o seu destino, é como diz a música “Quem sabe faz a hora, não espera acontecer”. Ela faz a diferença na sua vida, na família e na sociedade.

Reflexão final

Nesse momento quero que reflita sobre cada um dos aspectos do empreendedor e identifique qual nível você se encontra em cada um dos comportamentos, avaliando numa escala de 1 a 10, sendo 10 a nota máxima e um a mínima.

Augusto Cury descreve que ser um empreendedor é:

“Ser um empreendedor é… Executar os sonhos, mesmo que haja riscos. É enfrentar os problemas, mesmo não tendo forças. É caminhar por lugares desconhecidos, mesmo sem bússola. É tomar atitudes que ninguém tomou. É ter consciência de que quem vence sem obstáculos triunfa sem glória. É não esperar uma herança, mas construir uma história”…

Relembre sua história, identificando onde fez uso dessas caraterísticas ou comportamentos. Encontre as evidências e chegue à única conclusão possível: Você é uma empreendedora!

Repita quantas vezes for necessário EU SOU UMA MULHER EMPREENDEDORA! EU ME AMO! EU SOU CAPAZ! EU TENHO ATITUDE!

Resultado final do teste:

A grande maioria das pessoas faz um círculo e coloca o ponto no centro, com um traço passando sobre o ponto dividindo o círculo e duas partes iguais, independentemente da direção, (vertical ou horizontal). E finaliza escrevendo o nome das flores: rosa e margarida. Se esta foi sua resposta ou muito próximo a isso significa que como eu:

  • Sofre influência do meio, sendo condicionada por ele;
  • Normalmente pensa e age da mesma forma, numa certa inércia intelectual e criativa;
  • Não significa que é uma pessoa sem talento, sem criatividade, ou que não possa ser uma empreendedora de sucesso;
  • Apenas precisa despertá-lo e treiná-lo.

* Texto escrito em coautoria com Eliana Sherback, sócia da ABA Treinamentos, e Lia Helena Giannechini, psicóloga; co-autoras do E-book Atitudes Simples Resultado.

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Cuide da sua vida com atenção plena https://www.cloudcoaching.com.br/cuide-da-sua-vida-com-atencao-plena/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=cuide-da-sua-vida-com-atencao-plena https://www.cloudcoaching.com.br/cuide-da-sua-vida-com-atencao-plena/#respond_17693 Tue, 14 May 2019 06:00:01 +0000 http://www.cloudcoaching.com.br/cuide-da-sua-vida-com-atencao-plena/ É possível conciliar carreira, maternidade, relacionamento amoroso, amigos e todas as outras esferas da nossa vida com prazer, alegria e eficácia. Quer saber como?

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E de repente você se vê mãe. Mais um papel em meio a tantos outros que você já busca maestria. Entretanto, este, não pode ser anulado ou deixado de lado como temporariamente fazemos com o papel de profissional, o de amiga e às vezes até com o papel de filha ou esposa (que meu esposo não me ouça, mas de fato acontece). Existe ali um serzinho indefeso totalmente dependente de você para cuidar. Que até pra respirar às vezes precisa de ajuda.

Quando minha filha nasceu, escolhi me dedicar 100% a ela e viver intensamente a maternidade. Deixei marido, familiares, amigos em segundo plano e o que eu mais amava fazer que era trabalhar com desenvolvimento vivencial, tive que abdicar temporariamente por ela. Eu queria aquela experiência da forma mais profunda possível. Os dias foram passando e percebi que essa escolha não foi totalmente voluntária. O momento me exigiria isso de qualquer forma.

Com ela, chegou junto um montão de novidades: as noites sem dormir, as cólicas, os choros que no começo não fazia ideia do que poderia ser, a amamentação, a clausura por conta das vacinas que ainda não haviam acontecido, o cabelo caindo, a pele feia, o corpo que ainda não havia se recuperado, a falta de tempo até pra ir ao banheiro, a indisposição. Deus! Ser mãe não é nada fácil, muito menos se aproxima das imagens naqueles anúncios lindos que vemos nas revistas onde aparece sempre uma mãe radiante, com um cabelo brilhante, super em forma e sorridente com seu bebezinho lindo que mama e dorme tranquilamente. Ser mãe de fato é um ato de total doação. Claro que todas essas “surpresas” são compensadas pelos sorrisos e olhares mais encantadores da terra. Mas essa fase de pós-parto é bem difícil.

Junto com todas essas novas atividades, me vi saudosa da vida que tinha antes. Da correria diária com os negócios, com meus clientes… eu me sentia incrivelmente útil e especial porque estava cumprindo ali a minha missão de vida: ativando identidades e clarificando propósitos! Mas quem foi que falou que ser mãe também não faz parte dessa missão?! Ninguém. Porém, até que eu enxergasse isso, foi um tempinho sofrendo por querer e não poder voltar à ativa.

Pensava o tempo todo. Como me reinventar profissionalmente vivendo nessa minha nova realidade com uma bebezinha tão pequena e dependente de mim? Conversando com o meu marido, decidimos organizar um quarto sem função na casa, como escritório para que eu voltasse a ativa, pelo menos com os atendimentos individuais. Ele se comprometeu chegar em casa todos os dias às quatro e meia da tarde, para que eu me organizasse e iniciasse os atendimentos das cinco da tarde até oito da noite. Com 27 dias do nascimento da minha filha, voltei à ativa.

Estava tão feliz e empolgada. Poderia finalmente voltar a viver um pouco daquilo que tive que abrir mão para viver a maternidade, ainda que fossem três horas por dia, sem sequer sair da minha casa. Aos clientes que me procuraram, sempre deixava claro essa minha condição para o atendimento em relação ao local e horário e pra maioria deles estava tudo bem. Em dias que não tinha clientes, poderia utilizar o tempo para estudar, me atualizar, enfim: aquelas poucas horas eram só minhas para que eu as utilizasse como eu definisse. Isso foi tão libertador, a ponto de me renovar, inclusive no papel de mãe, porque, por mais que, enquanto coach, estamos lidando com dores de outras pessoas, eu conseguia tirar meu foco por um tempo da árdua missão que recentemente iniciara. Uau, como isso faz diferença na vida de uma mãe.

Trabalhei assim por um ano e cinco meses, quando decidimos colocá-la na escolinha, já que víamos maturidade e segurança nela para isso. Sucesso absoluto. Nunca nos deu o menor trabalho que fosse, nem no período de adaptação. Sempre foi e voltou com alegria. Isso me deu ainda mais tempo para atuar e também para cuidar de mim. Abri novos horários de atendimento, voltei a malhar e também a estudar de forma mais sistematizada, como sempre fiz.

Hoje ela tem dois anos e dois meses de vida, ainda estuda meio período e continuo nessa jornada corrida, me dividindo nos vários papeis que me cabe. Minhas tardes são com ela de forma plena. E, além de compartilhar um pouco dessa rotina tão comum do mundo materno, esse era o assunto principal que eu gostaria de abordar e que é tão importante para uma execução com maestria, seja qual o for o papel ou atividade desempenhada: a atenção plena!

Não é novidade para ninguém que a tecnologia facilitou e muito a nossa vida em todos os sentidos. Porém, também não é nenhuma notícia nova, que o seu mau uso tem gerado problemas imensos nos relacionamentos, nas entregas e prazos profissionais e até mesmo na execução de atividades simples. E as redes sociais vêm sendo coroadas como as grandes vilãs e responsáveis por isso. Isto posto, enquanto executo esse meu papel tão importante (talvez o maior que já desempenhei) que é ser mãe, sempre procurei vivenciá-lo de forma intensa e inteira. Confesso que me vi muitas vezes cansada e buscando “fugir dali” por alguns instantes viajando virtualmente pelo facebook ou instagram. Mas logo, meu estado consciente alerta me sinalizava que havia alguém ali querendo atenção de verdade e isso me fazia me desconectar da rede para me reconectar a ela.

Quantas histórias de crianças que se feriram seriamente e algumas foram até a óbito (vi dezenas de caso de afogamentos) por negligência dos pais ou cuidadores que se distraíram por segundos no celular?! Que tristeza. E tudo por pura falta de priorização e autorresponsabilidade. Dá pra fazer tudo o que queremos. A questão é: o que é de fato prioridade pra você naquele momento?

Estar com minha filha durante todas as tardes me ensina tantas coisas, que inclusive aplico no âmbito profissional. Aprendi que criatividade, concentração e foco são habilidades que só podem ser desenvolvidas a partir desse estado de atenção plena: estar inteiramente presente no que estiver fazendo. Afinal, de que adianta estar com ela, sentada no chão para um momento de brincadeiras, sendo que junto eu leve o celular e esteja resolvendo coisas de trabalho ou navegando na internet? De que adianta sair com um amigo para um café e bate papo se os dois estão com as cabeças baixas conectados com pessoas que não estão ali naquele momento? Como eu posso atender de forma presencial se, enquanto meu cliente preenche a ferramenta ou algum exercício, eu volte minha atenção para o que um conhecido postou numa rede social qualquer? Incongruência no mínimo, eu diria.

Como disse há alguns parágrafos atrás, a tecnologia veio para melhorar nossas vidas, quando bem utilizada. E enquanto coaches, nos é fundamental para a geração de valor e conteúdo. Porém o exagero no seu uso, além de causar um desgaste virtual, pode gerar problemas graves dentro de nossas casas, no meio da nossa família e até dentro de nós. Isso por conta da comparação com aqueles que seguimos, além da procrastinação latente que se torna hábito. Tudo isso, porque ao invés de cuidarmos de nossas vidas e nossos interesses, transferimos esse cuidado e atenção para gente que nem sabe quem somos, mas admiramos, idolatramos e desejamos ser como eles.

Dia desses ouvi uma expressão que antes, pra mim, soava de forma agressiva e deselegante, mas que hoje faz total sentido: “Vá cuidar da sua vida!” Pra mim ela se tornou relevante, porque quem toma conta da própria vida e de seus próprios interesses, não tem tempo para tomar conta da vida alheia! Afinal de contas, quais são os benefícios de seguir famosos para simplesmente saber quem casou, quem separou, quem emagreceu, quem engordou? O que isso adiciona positivamente em nossas vidas, especialmente nas vidas daqueles que precisam se virar nos trinta para dar conta de tudo como verdadeiros equilibristas girando vários pratinhos de uma só vez?

E a atenção plena é fundamental para focarmos em nossas prioridades. Então, lá vai um segredo aqui dessa mãe que vos fala e cuida de uma mocinha esperta e espoleta de dois aninhos, que tem diarista uma vez por semana, marido pra cuidar, pais vivos (graças a Deus), irmãos, amigos, clientes e que pretende engravidar mais breve do que vocês imaginam: Se você quer dar conta do recado, primeiro passo é sair do papel de vítima ou coadjuvante que às vezes você está e passar a ser de novo a protagonista da própria vida. Segundo, seja organizada planejando tudo, priorizando o que realmente é importante no dia, na semana, no mês e de preferência, antecipando possíveis crises ou problemas que possam ocorrer. E por fim, viva o total estado de presença, vivendo realmente o hoje e o agora.

Dessa maneira, é possível conciliar carreira, maternidade, relacionamento amoroso, amigos e todas as outras esferas da nossa vida com prazer, alegria e eficácia.

Por aqui, percebi que a maior sacada era adaptar aquilo que eu gostaria de viver à minha nova realidade! Então, como minha filha acorda às seis e vinte para ir à escola e tenho muitas coisas para fazer nas quatro horas que ela fica lá, eu acordo às quatro da manhã todos os dias. Acreditem, descobri que esse negócio de dormir de oito a dez horas por dia é mito. Fico super bem o dia todo com apenas seis horas (quando consigo dormir às dez da noite, porque geralmente pego no sono lá pelas onze). Ao despertar, faço minhas orações, meditações, visualizações, leituras, estudos, ativo minha linguagem corporal e tomo um belo banho frio (isso mesmo que você leu aqui: banho frio! Pesquise na internet os benefícios do banho frio e nunca mais você vai querer saber de ligar o chuveiro na posição verão ou inverno.). Pronto! Estou preparada pro melhor dia da minha vida.

Se mantivermos nosso foco e atenção plena no hoje e agora, cuidando da nossa vida e nos preocupando única e exclusivamente com nossos interesses, não tem como dar errado. Não existe a menor possibilidade de não dar certo, ainda que sua rotina seja exaustiva e às vezes até meio louca.

Ao final do dia, analisando tudo o que vivi, às vezes penso: “surreal a quantidade de coisas que fui capaz de fazer! Me sinto exausta, porém feliz e realizada por executar tudo o que planejei com excelência e consciência!”

Voltar ao trabalho depois da experiência materna, não foi fácil. Isso, porque sou empreendedora e pude me organizar previamente para passar seis meses exclusivamente como mãe (não consegui nenhum mês completo, como puderam ver). Imagino que, para aquelas que trabalham em algum órgão público ou na iniciativa privada, seja tão difícil quanto ou até mais sofrido.

Entendi que, para que isso ocorra e você não desanime por conta da rotina exaustiva na execução dos outros tantos papéis, é preciso ter clareza em seu propósito e missão de vida. Só a necessidade de se trabalhar pelas benesses financeiras, não serão capazes de sustentar tal “investimento” de tempo e energia.

Então mamães que também amam e se dedicam às suas carreiras profissionais, o negócio é simples, porém não é fácil: organizem-se, priorizem o que de fato é importante, tenha atenção plena durante a execução de cada atividade e cuidem de suas vidas, não perdendo tempo com a vida de mais ninguém que não agregue. O resultado disso é maestria, felicidade e aquela sensação de realização e prosperidade em todas as áreas da vida que ultrapassam todas as barreiras do cansaço.

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Destaque-se ou retome a sua carreira a partir da resiliência https://www.cloudcoaching.com.br/destaque-se-ou-retome-a-sua-carreira-a-partir-da-resiliencia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=destaque-se-ou-retome-a-sua-carreira-a-partir-da-resiliencia https://www.cloudcoaching.com.br/destaque-se-ou-retome-a-sua-carreira-a-partir-da-resiliencia/#respond_17028 Tue, 16 Apr 2019 06:00:01 +0000 http://www.cloudcoaching.com.br/destaque-se-ou-retome-a-sua-carreira-a-partir-da-resiliencia/ Com a vida agitada, ninguém está livre das constantes perdas do dia a dia. E quando se trata de mulheres ativas que optam em ser também mães, aí é que precisamos nos preparar.

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Em meio a uma vida agitada, ninguém está isento das constantes perdas que ocorrem em nosso dia a dia. E quando se trata de mulheres ativas que resolvem optar por serem também mães, então, aí sim é que precisamos nos preparar porque as perdas, ainda que temporárias, serão inevitáveis. O mais interessante é que esses fracassos ou problemas não estão sob o nosso controle.

Antes de sermos mães, somos filhas, irmãs, amigas, esposas, administradoras de um lar e, ufa, profissionais. Isso sim é que podemos chamar de multifuncionalidade. Aí chegam os filhos e muitas mulheres se vêem entre a cruz e a espada quanto às suas carreiras (já que os outros papéis dificilmente conseguimos abrir mão). Algumas, acabam desacelerando por um período profissionalmente, para se dedicarem exclusivamente à maternidade. Junto com essa decisão vem um monte de questionamentos. Monstros e sombras das cobranças e culpas chegam juntinhos. Entretanto, mais do que evitar o que é inevitável, a forma como respondemos a essas coisas é o que determina o quão bem-sucedidas e felizes seremos.

Ainda falando dos muitos papéis que temos na vida, em nosso trabalho, ocupamos também papéis diferentes, o que exige de nós equilíbrio físico, mental e espiritual para harmonizarmos tudo isso e também para que não haja prejuízos na totalidade de nosso ser.

Almejamos a conquista da felicidade pessoal (uma família, um lar bem-sucedido) e profissional (um ótimo salário e posições de destaque). Porém, para tal, precisamos nos libertar das angústias do passado para nos abrirmos a novas experiências e evitarmos nos frustrar por coisas que perdemos ao longo da jornada. Fazer do desenvolvimento de nossa força interior nosso objetivo principal e acreditar que o restante virá na sequência, pode ser um começo.

Essa força pode ser definida como algo vivo acima da experiência que acontece dentro de nós. Alguns chamam de resistência; outros, de superação; e outros mais, de RESILIÊNCIA.

O Wikipédia classifica resiliência como conceito psicológico emprestado da física, definido como a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas – choque, estresse etc. – sem entrar em surto psicológico.

Essa combinação de fatores que propiciam ao ser humano condições para enfrentar e superar problemas ou adversidades se transformou em uma das principais competências necessárias dentro do mundo corporativo. E se traduzirmos tudo isso para um dos maiores gestos de amor e doação que é a maternidade, essa competência é ESSENCIAL para a sobrevivência dessa mãe-profissional.

Por muito tempo, as empresas buscavam o que faltava em seus ambientes de negócios, já que seus colaboradores eram eficientes, eficazes, controlavam sua autoestima e mais uma série de fatores. Ainda assim, não conseguiam lidar com os conflitos. As crises se estabeleciam e então os quadros de estresse e depressão iam surgindo no decorrer do processo.

Quando uma mulher abre mão do mundo corporativo para se dedicar ao bebê que chegou, direciona quase toda a sua energia a ele. Esquece de si mesma, de todas as suas qualidades e entra em modo automático para focar só no que diz respeito à maternidade. Muitas vezes se vê esgotada física e mentalmente. E aqui é que a resiliência entra com tudo, especialmente para aquelas que querem suas carreiras de volta após o período mais crítico e de maior dependência de seu filho para com ela.

Bendita física que descobriu a resiliência, que se mostra ser fundamental para nos adaptarmos a essas situações de crise, não mais as aceitando, mas aprendendo com elas.

Existe uma diferença entre o resiliente e o resignado. O segundo é aquele que aceita prontamente tudo o que lhes é imposto. Um exemplo disso seria se estivéssemos em um ambiente corporativo, vivendo as pressões excessivas causadas por cobrança diária ou expectativas geradas, e fôssemos resignados; entenderíamos aquela pressão como algo normal, pensaríamos que as coisas são assim em qualquer empresa e apenas aceitaríamos. Resignação é aceitar as dificuldades, aceitar que os problemas existem e que nada podemos fazer para mudar. Aceitamos, engolimos e não fazemos nada a respeito.

Por outro lado, se de fato fôssemos resilientes e vivêssemos essa mesma situação citada, engoliríamos, digeriríamos e transformaríamos a crise, o estresse e toda essa pressão em algo produtivo, com resultados positivos. E acredito que, para uma mulher, que decide voltar ao mundo dos negócios associando suas vidas pessoais com um plus chamado filho, ser resignada apenas não basta. É preciso usar em demasia a resiliência para dar conta do recado.

Esse é o papel fundamental dessa competência maravilhosa: transformar o conflito ou a dificuldade em algo possível e que nos projete além de onde estamos. Podemos entender hoje em dia que, ao sermos resilientes, aprendemos com as frustrações, e isso nos prepara para uma próxima situação de forma mais estabilizada e em condições equilibradas para passarmos por um novo conflito ou dificuldade.

Todavia, a frustração não é esse “bicho papão” que todas nós tememos. O caminho é inverso: a frustração deve ser nosso trampolim. É ela que nos lança cada vez mais longe e é a partir dela que criamos movimento e saímos do lugar-comum onde estamos acomodados, ambientados (também conhecido como zona de conforto), e procuramos novo ambiente ou nova situação desafiadora. Ao fazermos isso, enxergamos novas possibilidades de mudança. Isso nos torna mais resilientes, já que com a frustração se abrem novos campos de possibilidades que estão dentro da adaptação às situações difíceis. Sem frustração, não há resiliência.

Mas, então, qual é o segredo e como podemos chegar até o nível de profissionais, ainda que sejam essas mulheres em fase de retomada de carreira, que toda empresa busca no mercado de trabalho, sendo resilientes?

Essencialmente, precisamos desenvolver algumas características com nuances pessoais para o mundo corporativo:

  • Autoestima: configurada como um dos princípios básicos da resiliência;
  • Relações humanas evoluídas: entendermos que o ambiente de trabalho pode, sim, ser mais afetivo e humanizado, tal qual nosso ambiente familiar ou de amizade;
  • Administração das próprias emoções: ter habilidade para nos manter serenos em situações de estresse e ler as pistas no outro nos auxiliará a reorientar nossos comportamentos. É essa troca entre nós e as pessoas com quem convivemos que nos humaniza;
  • Controle dos impulsos: essa característica foi referida tão sabiamente por Mahatma Ghandi, famoso líder indiano, como a capacidade de não se levar impulsivamente pela experiência da emoção;
  • Otimismo: a crença de que as coisas podem sempre melhorar;
  • Capacidade de identificar precisamente as causas dos problemas e das adversidades presentes no ambiente: essa possibilidade nos habilita a nos colocarmos em um lugar mais seguro em vez de nos posicionarmos em situação de risco;
  • Empatia: o ato de nos colocarmos no lugar do outro sempre;
  • Autoeficácia: a convicção de sermos eficazes nas ações às quais nos propomos;
  • Alcançar pessoas: capacidade de nos vincularmos a outras pessoas para viabilizarmos soluções, sem receios nem medo do fracasso.

Sempre que penso a respeito de resiliência e nas formas de alcançá-la, imagino logo um tripé para a sustentação desse conceito.

A primeira ponta desse tripé, eu chamo de AUTOPRIORIZAÇÃO (nisso aqui, as mulheres que são mães, precisam se lapidar)! Você em primeiro lugar, porém olhando sempre para o outro. Se pensarmos no primeiro mandamento de Cristo, Amar a Deus sobre todas as coisas e a teu próximo como a ti mesmo, percebemos que até para falar do amor a Ele, Deus nos colocou em primeiro lugar. Somos motivados a fazer o bem e gerar o amor ao Ser Supremo e também a qualquer semelhante. Logo, se entregarmos amor, cuidados, ou fizermos o bem a nosso semelhante, com toda certeza receberemos amor, cuidados e bondade de volta.

A segunda ponta, gosto de chamar de RECOMEÇO! É aqui que muitas mulheres desistem achando que, o tempo dedicado ao filho as desatualizou e acabou de vez com suas carreiras. Não! Sempre podemos recomeçar. Triste isso, mas conheço muitas pessoas com uma visão distorcida da vida! Elas almejam coisas, desejam coisas, fazem planos para a vida, mas, caso o que planejam não saia conforme programaram, acreditam que suas vidas se desestruturaram e nada mais vale a pena. O resiliente acredita que O FIM NÃO EXISTE.

Fechando o tripé, a última ponta, eu chamo de PERSISTÊNCIA! Talvez essa capacidade de jamais desistir seja o ícone maior de resiliência. Desistir é o que nos impossibilita de agir. Desistir ao meu ver é o contrário do sucesso, porque aquele que fracassa, mas não desiste, continua em movimento…às vezes rastejando, mas segue em frente. Já o desistente não. Esse está parado, inerte…não mais se movimenta em busca do que almejava. Perder a esperança e o desejo de mudança faz que nos afastemos da ideia de ser resilientes de fato.

O Problema não é o problema, mas sim sua atitude em relação a ele. (Kelly Young)

Situações adversas, fracassos e perdas aparecerão sempre, seja no mundo corporativo ou na vida pessoal. O que precisamos é aproveitar esses momentos da vida para treinar nossas habilidades, já que todos nós temos os recursos necessários “instalados em nossos drivers interiores de fábrica”. Basta ativarmos e utilizarmos da maneira certa, no momento oportuno.

Quer se destacar no mundo dos negócios ou retomar sua carreira? Aqui está o maior e talvez mais simples segredo de todos: Renove suas energias e seja resiliente!

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