A Maior Dor do Exercício da Liderança
Para muitos profissionais, estar na posição de liderança é uma grande conquista de carreira. Mas com ela vem inúmeras responsabilidades. Os resultados deixam de ser fruto da sua execução e passam ser do seu time. A mentalidade e atitude precisam mudar de executor para gestor. De influenciar ao invés de operar. De gerir ao invés de controlar.
Uma das maiores dores que percebo no exercício de liderança, no desenvolvimento de vários treinamentos com líderes em diversos pipelines, é a autogestão.
“Eu não tenho tempo para desenvolver pessoas”. “Não consigo priorizar pessoas, pois tenho que focar em resultados”. “Não consigo fazer rituais com frequência, pois tenho muitas prioridades e urgências”.
O papel aqui não é julgar. Já estiver em diferentes pipelines de liderança e sei que o negócio nos puxa para mil reuniões e emergências. Nosso papel aqui é apoiar no desenvolvimento dos líderes para ampliarem a consciência do impacto das escolhas que fazem e buscar trazer intencionalidade para novas tomadas de decisão.
É fácil dizer sobre qualidade de rituais, mas como fazer com times gigantes? Já que você tem que escolher as batalhas, a que decidir, precisa ser com muita qualidade.
Muitas vezes, vemos desenvolvimento como resolver problemas. Treinar é perder tempo em que se poderia executar. Mas muitas vezes precisamos ampliar esta perspectiva, onde parar seus líderes ou times para desenvolver algo, gera ganho de tempo e resultados lá na frente.
Você precisa de times eficientes, mas por mais que fale, seu time não utiliza IA por medo, resistência ou falta de tempo. Que tal, parar para um bom letramento, trabalhar a mentalidade e medos que precisam ser vocalizados para engajar o time, diminuir ruídos de comunicação de receio de desligamento, ampliar a visão sistêmica e pensamento crítico mostrando os ganhos na performance e carreira do colaborador?
Precisamos transformar momentos azedos em boas limonadas através de novas perguntas, experimentações e intencionalidade.
O exercício da liderança é tomar decisões com planejamento e preparo. Investir em aprendizado, desenvolvimento e até na sua própria autogestão, vai te apoiar a construir times mais autônomos e responsáveis. A consequência são os resultados e objetivos esperados.
Comece por você. Escolha uma autogestão estratégica. Aporte valor percebido para seu time com bons rituais. Talvez o negócio veja mais esforço do que valor. Colocar intencionalidade, transforma não apenas todo o ecossistema do seu time, mas vai gerar resultados mais sustentáveis para você, seu time e o negócio.
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Quer saber mais sobre como fortalecer sua autogestão, priorizar o desenvolvimento das pessoas e transformar rituais e intencionalidade em times mais autônomos e resultados sustentáveis na sua liderança? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Aline Gomes
alinegomes@alimonada.com.br
http://www.linkedin.com/in/alinecgomes/
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