Tratar um caso crítico que hoje devasta milhares de famílias, como o abuso sexual, da forma como tudo aconteceu na novela, é criar um caos desnecessário pela forma banal de tratar o assunto.
Qual o resultado real que os investimentos propostos irão trazer para o negócio? Como combinar estratégias e táticas tão importantes com os recursos limitados e abaixo das expectativas?
Hoje é terça-feira de Carnaval! Que tal um artigo com 4 filmes que faz muito sentido e, ao mesmo tempo, seja mais leve, alegre e até curioso, sob vários aspectos? Confira!
Muitas pessoas irão recorrer a terapeutas e profissionais de Coaching para atendimento específico por conta de sua interpretação de assédio sexual, principalmente no trabalho.
Há uma frase de Peter Drucker que diz “cada vez mais as organizações deverão se parecer com bandas de jazz”. Mas por que estabelecer este paralelo entre uma banda de jazz e o funcionamento das organizações? Qual a relação entre os dois?
Você, como Coach, até que ponto consegue ter sua própria vida equilibrada na relação com os filhos e os amigos? Há de sua parte a capacidade de tratar das emoções e da razão com metodologia e liderança? Consegue fazer com que seus clientes aprendam a pensar e a “ser”, ao invés de só “ter”?
Os adultos irão lembrar e sofrer com as perdas dos parentes que se foram para outros planos espirituais, às vezes, acompanhados das crianças que perderam pais ou avós. Porém, são os pequenos que trazem o alento e a esperança de um amanhã promissor, com portas abertas a um mundo melhor.
Hoje em dia há uma supervalorização da tecnologia, quando na realidade tudo começa e termina na adequada compreensão do ser humano. Para um Coach ser o verdadeiro agente transformador na vida das pessoas ele deverá saber usar de recursos e métodos, entre os quais a tecnologia é só um deles.
Você, como Coach, é um agente transformador! E precisa ter muita atenção como é que este trabalho acontece em um mundo cada vez mais digital! Lembre-se não há GURUS, nem fórmulas mágicas, são apenas ideias e propostas que podem ou não dar certo.