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As Competências do Coach!

Internacionalmente, há organizações renomadas que buscam criar modelos de competência que possam orientar a melhor prática do Coaching. Entenda o modelo da World Association of Business Coaches em “Dimensões do Sucesso”.

Internacionalmente, há organizações e entidades renomadas que buscam criar modelos de competência que possam orientar a melhor prática do Coaching. Neste artigo de hoje, vamos comentar sobre o modelo criado pela Associação Mundial de Coaches de Negócios (WABC – World Association of Business Coaches) e, no próximo artigo, trataremos de outro modelo também interessante. Nosso objetivo é o de estimular que cada profissional de Coaching libere-se um pouco dos seus padrões pré-estabelecidos e conheça outros caminhos. Isso aumentará a sua competência e o seu repertório de possibilidades para o melhor atendimento ao cliente.

A WABC entende que as competências no Coaching de negócios são divididas em três grandes áreas de abordagem, quais sejam:

Estimular o autoconhecimento e a autoreflexão;
Trabalhar as questões centrais do interesse do Coachee, e;
Promover a capacidade de liderança e ampliar a competência em negócios.

No que diz respeito ao primeiro item (Estimular o autoconhecimento e a autoreflexão), a WABC detalha seu entendimento ao relacionar, como um primeiro ponto relevante, o que semrpe entendemos ser a essência de um processo de Coaching, que é levar o Coachee a interpretar a si mesmo, reconhecendo seus pontos fortes e aqueles em que precisa se desenvolver. Mas não só isso, pois essa capacidade deve incluir o autodomínio, o que significa saber administrar seus pensamentos, sentimentos e comportamentos que possam contribuir para o sucesso em sua carreira profissional.

O segundo item (Trabalhar as questões centrais do interesse do Coachee) não tem grande novidade conceitual, mas aqui vale a pena relacionar os pontos-chave para a WABC. O Coach deve construir o relacionamento do Coachee com os fundamentos do Coaching de Negócios, de forma a conseguir promover a compreensão do cliente quanto ao problema central, facilitar a transformação do cliente no que é necessário e, ainda, criar as bases para o desenvolvimento de novas competências.

Finalizando, quanto ao terceiro ponto (Promover a capacidade de liderança e ampliar a competência em negócios), de forma simplificada temos o momento de “ir além”, ou seja, contribuir decisivamente para que o cliente possa crescer seu potencial de liderança e, até mesmo, de se tornar um Coach de sua própria equipe de trabalho. Claro que isso parece simples, mas todos sabemos que não é, porém a chave que abre as portas desse modelo é construir maior credibilidade do cliente como profissional.

Como fazer isso? Pois bem, o Coach deve desenvolver no cliente a competência de criar e manter parcerias estratégicas (pessoais e profissionais) que estejam alinhadas ao seu negócio (ou ao problema central que o levou a contratar o Coaching). E essa competência precisa ser agregada a um melhor entendimento de questões organizacionais, da realidade criada por diversidades de todos os tipos e, finalmente, pela capacidade de o cliente avaliar a própria evolução daí em frente.

Espero que você tenha gostado do tema, diferente daqueles que temos trazido aos leitores, mas ainda assim fundamental a qualquer Coach bem sucedido. Até a próxima!

Mario Divo Author
Mario Divo tem extensa experiência profissional, tendo chegado a quase meio século de atividade ininterrupta, em 2020. É PhD e MSc pela Fundação Getulio Vargas, com foco em Gestão de Negócios, Marcas e Design, Marketing e Comunicação Corporativa. Tem formação como Master Coach, Mentor e Adviser pela Sociedade Brasileira de Coaching e pelo Instituto Holos. Consultor credenciado para aplicação do diagnóstico meet® (Modular Entreprise Evaluation Tool), Professor e Palestrante. CEO e Coordenador Executivo das plataformas de negócios MENTALFUT® e Dimensões de Sucesso®, acumulando com o comando da sua empresa MDM Assessoria em Negócios. Foi Diretor Executivo do Automóvel Clube Brasileiro e Clube Correspondente da FIA – Federação Internacional do Automóvel, no Brasil. Foi titular do Planejamento de Comunicação Social da Presidência da República (1997-1998) e, anteriormente, comandou a Comunicação Institucional da Petrobras. Liderou a Comunicação Institucional e a Área de Novos Negócios da Petrobras Internacional. Foi Presidente da Associação Brasileira de Marketing & Negócios, Diretor da Associação Brasileira de Anunciantes e, também, Conselheiro da Câmara Brasileira do Livro. Primeiro brasileiro no Global Hall of Fame da Aiesec International, entidade presente em 2400 instituições de ensino superior em 126 países e territórios, voltada ao desenvolvimento das potencialidades das jovens lideranças em todo o mundo.
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