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As 7 “falhas” mais comuns de quem começa meditar

Já tentou começar a meditar e desistiu? Achou difícil? Não estava tendo resultados e perdendo tempo? Veja as 7 falhas mais comuns de quem começa a meditar.

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Você já tentou começar uma prática meditativa e desistiu?

Achou muito difícil? Achou que não estava tendo resultados? Achou que estava perdendo tempo?

E passado um tempo, voltou a pensar nisso e se arrependeu de não ter dado continuidade?

E começou tudo de novo…e parou tudo de novo…

Você não está sozinho.

A lista abaixo se baseia na minha experiência com a meditação, nos relatos que ouço sempre que o tema é discutido entre grupos de pessoas, e nos estudos do programa de Atenção Plena de 8 semanas, também conhecido como Mindfulness:

Número 1: Falta de engajamento. Você precisa estar engajado, se comprometer a praticar. Não pode ser o dia e a hora que der. Precisa reservar um momento do dia e praticar. Sim, precisa ter disciplina. Não tem jeito.

Número 2: Imediatismo. Por ser a meditação uma prática, o cultivo é um processo que se desenrola e se aprofunda com o tempo. Infelizmente estamos vivendo numa época em que queremos tudo para ontem. Começamos a meditar hoje, e amanhã já queremos aquela sensação de plenitude e paz relatada pelos praticantes assíduos.

Número 3: Tratar a meditação como uma prática pesada e preocupada. Não!! A meditação precisa ser leve e despreocupada. Não faça da meditação um fardo, e sim, um precioso recurso de autocuidado para te ajudar a viver no mundo frenético que vivemos.

Número 4: Acreditar que só os monges ou pessoas muito espiritualizadas conseguem. NÃO!  Definitivamente, não! Qualquer pessoa pode meditar. A meditação, por ser um elemento imaterial, é um dos caminhos para uma vida mais focada na espiritualidade, mas esse não deve ser o objetivo.

Número 5: Tentar interromper os pensamentos. Pare tudo nesse momento e preste  atenção aos sons do ambiente. Existe alguma forma de você parar os sons do ambiente? Fazer com que nenhum ruído seja emitido? Não há como controlar os ruídos externos, assim como também não podemos controlar nossos pensamentos. Você não vai conseguir uma mente tranquila brigando com seus pensamentos, e tentando controlá-los. Não é esse o caminho.

Número 6: Falta de método. Existem inúmeros métodos de práticas meditativas. O ideal, é escolher uma técnica, estudar essa técnica e, o mais importante, aplicar a técnica! Exatamente como aprendeu. Por trás de cada método existe uma sabedoria. Por trás de cada técnica, existem estudos que fazem dela o que ela é. Não tente inventar o seu “jeitinho” e modificar a técnica.

Número 7: Autocrítica e autojulgamento. Esses parceiros detonam a prática meditativa. O hábito de analisar, criticar e julgar faz com que nos sintamos presos, e desencadeia pensamentos pessimistas que nos leva a desistir.

Que você possa refletir e encontrar afinidade com uma prática meditativa e, praticá-la!

“O melhor caminho para lidar com as emoções é a meditação. Não para a próxima vida, nem para o céu, mas para o bem-estar diário.” – Dalai Lama

Sílvia Cavalaro tem 7 anos de experiência como profissional de Comunicação e Marketing, e 9 anos de experiência na área de Desenvolvimento Humano. Coach especializada em Direcionamento e Desenvolvimento de Carreira, Consultora em parceria com Sher Consultoria e Treinamento, Analista Comportamental pela Universidade Quantum Assessment, Instrutora de Mindfulness pela UNIFESP atuando em parceria com Centro Paulista de Mindfulness. Formação acadêmica em Comunicação Social pela Universidade Paulista e especialização em Marketing de Serviços pela Fundação Armando Álvares Penteado. Criadora do Programa Carreira e Vida com foco em direcionamento de carreira. O programa é fundamentado em três pilares principais: Qualidade de Vida, Carreira com sentido/propósito e Clareza para escolhas conscientes e sustentáveis.
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