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Aprimorando a comunicação com a PNL

A Programação Neurolinguística (PNL) oferece diversas ferramentas que podem aprimorar o processo de comunicação e com isso as nossas interações.

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A comunicação tem um impacto direto na construção dos nossos relacionamentos interpessoais. Um bom relacionamento interpessoal não significa que as pessoas devam necessariamente gostar uma das outras, mas sim que elas devem aprender a respeitar uma as outras, interagindo de forma positiva para que possam trabalhar juntas nas interfaces de suas atividades. A PNL (Programação Neurolinguística) oferece diversas ferramentas que podem aprimorar o processo de comunicação e com isso as nossas interações.

Quando deparamos com uma determinada situação ou problema, dizemos que a realidade externa é igual para todos. No entanto, as informações são recebidas pelas pessoas por meio dos canais sensoriais, que passam por filtros (nossas programações) e formam uma representação interna, que é diferente para cada pessoa. Essa representação interna gera um estado na pessoa, ou seja, leva a diferentes emoções que acabam interferindo na fisiologia, nos comportamentos e nas ações dessa pessoa. A grande questão está vinculada aos filtros utilizados, pois estes são diferentes para cada pessoa. É comum uma pessoa, ao processar as informações, omitir alguma parte ou logo já generalizar a informação, podendo até distorcê-la, baseado em seus valores, crenças e histórico de vida. Se pararmos para refletir, todos nós temos interesses e motivações completamente diferentes, o que faz com que tenhamos percepções do mundo diferentes. Isso faz com que pessoas vejam as situações de formas distintas e, consequentemente, reajam de forma diferente, o que pode interferir diretamente na nossa comunicação e nos relacionamentos interpessoais.

Ao observar a reação ou o comportamento de uma pessoa frente à determinada situação, é importante que tenhamos a capacidade de primeiramente nos colocar no lugar do outro, de criar empatia. Uma das ferramentas que a PNL utiliza para criarmos empatia é a técnica do rapport, que ocorre quando nós equiparamos o comportamento, o pensamento e o nível de energia da outra pessoa, criando uma maior sintonia com o outro. Já fazemos isso em algumas ocasiões inconscientemente, como por exemplo, quando conversamos com uma criança abaixamos o nosso corpo, para ficarmos mais próximos da altura da criança. Ou então com alguém da terceira idade, às vezes adequamos o nosso tom de voz e as nossas palavras para que essa pessoa possa compreender melhor a nossa mensagem. Podemos utilizar o rapport de forma consciente, conseguindo dessa forma criar uma maior sintonia e harmonia na comunicação com as outras pessoas.

Uma outra ferramenta que a PNL utiliza para aprimorar o processo de comunicação é utilizar os três canais de comunicação: visual, auditivo e cinestésico. Cada um de nós tem uma preferência nesses canais, inclusive é a forma como registramos melhor as informações que recebemos do ambiente. As pessoas mais visuais têm uma tendência a registrar melhor as informações que elas podem enxergar. Apresentam facilidade de lembrar imagens que tenham visto, como por exemplo, gráficos, placas, fachadas. As pessoas auditivas têm mais facilidade em registrar as informações que elas escutam, por exemplo, conseguem participar de uma reunião sem fazerem nenhum tipo de anotação, no entanto lembram tudo o que foi dito. As pessoas mais cinestésicas registram melhor as informações que elas podem sentir. Por exemplo, quando fazem algo na prática, ou quando discutem um assunto, ou mesmo preenchem testes e participam de dinâmicas, isso fará com que guardem mais as informações transmitidas. Dessa forma, é fundamental que um bom comunicador utilize os três canais de comunicação, para garantir que a informação chegue e seja registrada por todos.

Outro ponto que um bom comunicador deve lembrar é que não são apenas as palavras e o conteúdo verbal que comunicam, mas sim a qualidade vocal e a comunicação não verbal têm grande influência e geram um grande impacto na hora em que nos comunicamos. Se o que eu estiver dizendo não for congruente com o que sinto, provavelmente o meu não verbal irá transmitir essa dicotomia para as pessoas que estão me ouvindo. Por isso é extremamente importante observar o nosso não verbal em todos os momentos que nos comunicamos.

Nos relacionamos com pessoas que apresentam perfis, históricos, valores e metas diferentes. Inevitavelmente, vão haver momentos de divergência em pensamentos, ideias e objetivos. Utilizando algumas das técnicas da PNL você poderá criar mais empatia com as pessoas, aprimorar a sua comunicação, e consequentemente, a capacidade de influenciar positivamente e gerar melhores relacionamento interpessoais.

Veronica Ahrens tem mais de 10 anos de experiência em gestão de pessoas. Fundadora da Master Leader, atua hoje como coach, trainer e palestrante. Professora de MBA da FIAP no tema Liderança e Gestão de Pessoas e Professora de Pós-Graduação em Neurociência da Santa Casa no tema Programação Neurolinguística.É Mestranda pela FEA/USP em Administração com ênfase em Gestão de Pessoas. Master Trainer pela ASTD – American Society of Training e Development e Master Trainer pela Langevin Learning Services, onde foi certificada em Instructional Designer/Developer, Technical Trainer e Instructor/Facilitator. Tem Certificado Internacional de Coaching pelo Integrated Coaching Institute e pela Lambent (International Coaching Community). Master Trainer em Programação Neurolinguística pela NLP University – California. Certificada pela Universidade de Harvard em Gestão Estratégica de Negócios e pela Universidade de Toronto nas áreas de Gestão de Recursos Humanos e Treinamento e Desenvolvimento. Pós-graduada em Administração com ênfase em Gestão de Pessoas pela FGV (CEAG). Autora do livro “Equipes não nascem excelentes, tornam-se excelentes”.
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Veronica Ahrens tem mais de 10 anos de experiência em gestão de pessoas. Fundadora da Master Leader, atua hoje como coach, trainer e palestrante. Professora de MBA da FIAP no tema Liderança e Gestão de Pessoas e Professora de Pós-Graduação em Neurociência da Santa Casa no tema Programação Neurolinguística.É Mestranda pela FEA/USP em Administração com ênfase em Gestão de Pessoas. Master Trainer pela ASTD - American Society of Training e Development e Master Trainer pela Langevin Learning Services, onde foi certificada em Instructional Designer/Developer, Technical Trainer e Instructor/Facilitator. Tem Certificado Internacional de Coaching pelo Integrated Coaching Institute e pela Lambent (International Coaching Community). Master Trainer em Programação Neurolinguística pela NLP University - California. Certificada pela Universidade de Harvard em Gestão Estratégica de Negócios e pela Universidade de Toronto nas áreas de Gestão de Recursos Humanos e Treinamento e Desenvolvimento. Pós-graduada em Administração com ênfase em Gestão de Pessoas pela FGV (CEAG). Autora do livro “Equipes não nascem excelentes, tornam-se excelentes”.
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