Reconexão Essencial: A Liderança Que Precisa Voltar a Si Para Sustentar o Todo
Há líderes que seguem entregando resultados, conduzindo equipes e tomando decisões relevantes, embora já não estejam inteiros no que fazem. A agenda permanece cheia, os indicadores seguem sendo acompanhados, as responsabilidades se acumulam. Ainda assim, a conexão interna perde consistência.
Esse afastamento se constrói na repetição de dias intensos, na sobreposição de demandas e na exigência contínua por respostas rápidas. O líder passa a operar sustentado pela experiência, enquanto a clareza sobre si mesmo diminui. A liderança continua em funcionamento, ainda que com menos coerência interna.
Esse é um dos grandes desafios das organizações hoje.
A complexidade aumentou. As relações se tornaram mais delicadas. As decisões exigem análise técnica, maturidade emocional, discernimento e capacidade de lidar com múltiplas variáveis ao mesmo tempo. O líder deixou de ser apenas um executor estratégico. Ele ocupa um lugar que pede equilíbrio entre pessoas, resultados e sentido.
Nesse contexto, surge uma pergunta inevitável: de onde esse líder está operando?
A Reconexão Essencial parte exatamente dessa questão. Ela não se limita ao desenvolvimento de habilidades. O foco está na base que sustenta essas habilidades. Trata-se de um convite para que o líder revise sua relação consigo mesmo, reconheça padrões que orientam suas decisões e recupere a capacidade de atuar com consciência.
Sem esse movimento, a tendência se repete. O líder responde ao contexto, replica comportamentos, administra problemas. Com esse movimento, ele passa a escolher com mais precisão, conduz com mais clareza e, além disso, sustenta relações com mais consistência.
Reconectar-se exige disposição para olhar além do desempenho. Exige reconhecer limites, questionar certezas e reorganizar prioridades. Esse processo fortalece a liderança e amplia sua consistência.
Há um ponto estrutural que precisa ser compreendido com profundidade: a cultura de uma empresa nasce das crenças, valores bem como de pensamentos individuais. No coletivo, esses elementos ganham forma, alcançam pessoas, envolvem equipes inteiras e se traduzem em comportamentos. Esses comportamentos revelam, com precisão, o reflexo da liderança.
Por essa razão, torna-se urgente rever dinâmicas relacionais marcadas por toxicidade e sustentadas exclusivamente por pressão por performance. Ambientes assim até entregam no curto prazo, embora fragilizem as relações, comprometem a confiança e limitam a continuidade dos resultados.
A cultura organizacional cumpre um papel essencial: estabilizar as relações para que as entregas se mantenham consistentes em todos os níveis. Sem essa base, qualquer resultado perde sustentação ao longo do tempo.
Ao integrar dimensões racional, emocional, relacional e existencial, a Reconexão Essencial amplia a forma como o líder compreende a si mesmo e o ambiente em que atua. Ele deixa de ocupar apenas uma função e passa a exercer uma presença que influencia diretamente a qualidade das relações e das decisões.
Na prática, essa mudança se expressa de maneira objetiva. A comunicação ganha precisão, a escuta se torna mais qualificada, os conflitos são tratados com responsabilidade e as equipes passam a responder com maior engajamento. Além disso, a confiança deixa de ser um discurso e passa a ser uma experiência concreta no cotidiano.
Há também um ponto que precisa ser nomeado com clareza: a sustentabilidade da liderança.
Durante muito tempo, foi valorizada a capacidade de suportar pressão contínua. Hoje, essa lógica mostra seus limites. Líderes sobrecarregados mantêm a operação por um período, ainda assim comprometem a qualidade das decisões, das relações e da visão de futuro.
A Reconexão Essencial atua exatamente nesse ponto de tensão. Ela fortalece a estrutura interna do líder para que ele possa sustentar sua atuação com mais equilíbrio, discernimento e vitalidade.
O programa foi estruturado para criar um espaço consistente de reflexão e desenvolvimento. Por meio de vivências, práticas e diálogos qualificados, o líder é convidado a interromper padrões automáticos e reconstruir sua forma de liderar a partir de uma base mais consciente.
Esse movimento gera impacto direto. A equipe percebe, a cultura responde e os resultados passam a refletir um ambiente mais alinhado.
A construção dessa metodologia é fruto de uma trajetória consistente. A Allure Desenvolvimento Humano, fundada por Cristiane Maziero, nasce da integração entre experiência prática, escuta atenta de líderes em campo e uma visão ampliada sobre o desenvolvimento humano nas organizações. Ao longo de sua atuação como consultora, mentora e facilitadora, Cristiane acompanhou de perto os desafios reais da liderança, em diferentes contextos e momentos de transformação.
Sua experiência reúne vivências na área da saúde, empresas, no desenvolvimento humano e na condução de processos de cultura organizacional. Essa combinação confere à metodologia uma base consistente e sensível às nuances das relações. Trata-se de uma construção que nasce da prática, do contato direto com líderes e equipes bem como da necessidade concreta de criar caminhos que sustentem resultados com integridade.
A Reconexão Essencial carrega essa assinatura: profundidade com aplicabilidade, consciência com ação.
Ao final, torna-se evidente: o programa Reconexão Essencial atende às novas demandas de uma liderança que hoje se encontra intensamente exigida e à beira de colapsar.
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Quer entender como a reconexão essencial pode transformar sua forma de decidir, se relacionar e sustentar resultados no longo prazo? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Até o próximo artigo.
Cristiane Maziero
Fundadora/Idealizadora @ Allure Desenvolvimento Humano | Psicologia Transpessoal
Instagram: @inspiradora_de_lideres
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Por Que Pessoas Tão Boas Acabam Procrastinando?
Sabe aquela pessoa superproativa, não para, está sempre fazendo algo novo, e com perfeição?
Esse perfil de pessoa sempre se destaca pela qualidade da entrega, e agilidade. São corretas, comprometidas e focadas (referências na equipe). Não tem problema em estar em exposição, pelo contrário, gostam de ser vistos e elogiados. Feedback para eles é muito importante, pois estão sempre buscando crescer e aprender mais, superando a si mesmos. São pessoas comprometidas com o resultado, e costumam ser bastante disciplinadas.
O problema começa quando essa busca pela perfeição e por sempre estar em primeiro, vira auto cobrança exagerada (e muitas vezes vão cobrar muito os demais também, tanto no trabalho, como em casa).
Estão sempre se comparando aos demais, e mesmo que executem com perfeição, tendem a se colocarem para baixo. Nunca nada vai estar bom o suficiente! Com frequência, chamam a atenção por onde passam, mas de início podem parecer tímidas, mas na verdade estão avaliando o ambiente e as pessoas, para quando se sentirem seguras e confiantes, interagem e conquistam as pessoas mesmo sem intenção.
Esse perfil tem medo de ser excluído, trocado, teme que outras pessoas passem à sua frente. Aprenderam isso na infância, por sobrevivência (sentiram que ficaram para trás). Pequenos erros viram grandes problemas. Começam a ficar irritados.
E quando esse sentimento aumenta, começam a ficar inseguros e por medo de não ganharem, nem entram no jogo (projetos novos, progressão de carreira). Procrastinam. Sempre arrumam outra coisa para fazer por achar que “apareceu uma oportunidade melhor” (iniciam projetos cheios de gás, e abandonam no meio). Não são pacientes com o tempo de maturação que as coisas levam para gerar os resultados, querem tudo para ontem.
Nos relacionamentos, tem medo de se comprometer, acabam vivendo relacionamentos superficiais, por medo de se entregarem e serem trocados.
O que fazer se você se viu nesse padrão ou conhece alguém assim?
A primeira coisa é entender seu auto valor. Parar de se medir através de validação externa, desempenho e reconhecimento alheio. Evitar ambientes muito críticos, pois o impacto dessa espera por reconhecimento é grande. Gera um desgaste emocional muito pesado de ter a obrigação de ser, de fato, perfeito o tempo todo, e que nunca pode descansar (descanso parece perda de tempo).
É importante entender que performance não é identidade. Entender que as coisas podem ser leves e imperfeitas. Cada um tem o seu valor, e é fundamental parar de se comparar com os demais (principalmente quando se comparam de forma errônea, não levando em consideração o processo todo que o outro levou para estar ali, bem como suas condições e tempo).
Entender que não precisam se provar o tempo todo, e não esquecerem todas as suas conquistas (e usá-las para enxergar sua própria capacidade). E o principal, entender que o resultado vem a longo prazo, e dar o tempo de maturação necessário para que comece a colher esses resultados.
Alta performance com baixa autoestima: o padrão que ninguém vê. Todos temos uma parte desse perfil, e é importante aprender a flexibilizar. Use essa força e energia a seu favor, e crie seu próprio resultado, pois se você souber usar seus recursos, seus resultados serão exponenciais.
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Quer saber mais sobre como pessoas altamente produtivas e comprometidas acabam entrando em ciclos de procrastinação e o que fazer para transformar autocobrança em consistência real de resultados? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Até o próximo artigo!
Sarah Martins
Mentora de Autoliderança, Desenvolvimento Humano e Inteligência Emocional
http://linkedin.com/in/sararmartins
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Você Não Precisa Dar Conta de Tudo Para Vender Bem
Existe uma crença muito comum no mundo das vendas, principalmente entre empreendedores: “Se eu não fizer, ninguém faz direito.”
E é a partir dessa ideia que muitas rotinas começam a pesar.
No começo, até funciona. Você responde tudo, acompanha tudo, organiza tudo, decide tudo.
E isso dá uma sensação boa: controle.
Mas com o tempo, o que parecia cuidado começa a virar excesso. E o excesso começa a pesar.
Porque dar conta de tudo não é força. É acúmulo. E acúmulo, mais cedo ou mais tarde, cobra.
O problema não é o volume. É a centralização.
Trabalhar muito nunca foi o problema de quem vende. Quem está nesse jogo já entendeu que vendas exigem presença, atenção e consistência. O problema começa quando tudo depende da mesma pessoa.
A resposta depende de você, a decisão depende de você, a organização depende de você, a solução depende de você.
E aí, sem perceber, você deixa de vender para começar a administrar o caos.
Porque quanto mais centralizado está o processo, mais lento ele fica. E quanto mais lento ele fica, mais pressão aparece. E quanto mais pressão aparece, menos leve fica.
Existe um limite entre cuidado e controle e ele é mais curto do que parece
Querer acompanhar de perto é cuidado. Querer garantir qualidade é cuidado.
Mas querer revisar tudo, responder tudo e decidir tudo não é mais cuidado. É CONTROLE!
E controle excessivo não melhora a experiência, Ele engessa.
Engessa a comunicação, engessa o fluxo, engessa o próprio negócio.
E o mais importante: cansa.
Cansa quem faz, cansa quem atende. E, em muitos casos, cansa até quem compra.
Porque do outro lado, o cliente percebe quando tudo demora mais do que deveria. Quando a resposta não flui. Quando cada interação parece depender de um esforço maior do que o necessário.
Nem tudo que você está fazendo precisa ser feito por você
Essa é uma frase simples. Mas, para muitos empreendedores é difícil de aceitar. Existe uma diferença grande entre “ser essencial” e “ser indispensável para tudo”.
Quando tudo passa por você, não é sinal de organização, é sinal de sobrecarga. E mais do que isso: é um modelo que não sustenta crescimento.
Porque chega um momento em que você não consegue responder melhor. Não consegue responder mais rápido. E nem consegue manter a qualidade.
E aí começa um ciclo silencioso:
- você trabalha mais;
- se cansa mais;
- responde pior;
- o cliente percebe;
- e a venda começa a pesar.
Não porque você não sabe vender. Mas porque você está tentando sustentar sozinho algo que deveria ser distribuído.
Ferramenta não resolve tudo. Mas ignorar ajuda menos ainda.
Nos últimos tempos falamos muito sobre ferramentas e inteligência artificial, mas aqui vai uma provocação importante: o problema não é a falta de ferramenta. O problema, muitas vezes, é a resistência em deixar de centralizar.
Porque ferramenta sem mudança de mentalidade não resolve. Mas mentalidade sem apoio também sobrecarrega.
E é aqui que entra o ponto mais importante:
Leveza não vem de fazer menos. Vem de não fazer tudo sozinho.
Se existem tarefas que se repetem todos os dias, elas podem ser organizadas. Se existem respostas que você escreve várias vezes, elas podem ser estruturadas. E se existem processos que dependem só de você, eles podem ser distribuídos.
E se a tecnologia pode te ajudar nisso, ela deixa de ser tendência. Passa a ser suporte.
Vender com leveza também exige decisão
Talvez o ponto aqui não seja sobre produtividade, nem sobre tecnologia, é sobre decisão.
Decidir que você não precisa carregar tudo sozinho. Decidir que controle excessivo não melhora resultado. E decidir que vender bem também envolve organizar o que está por trás da venda.
Porque, no final das contas, vender com leveza não é sobre ter menos trabalho.
É sobre não transformar o trabalho em peso desnecessário.
E isso muda tudo.
Para refletir
Antes de começar o próximo dia de trabalho, vale fazer uma pausa ainda que breve e se perguntar:
- O que hoje só funciona porque eu estou segurando?
- O que poderia fluir melhor se não dependesse só de mim?
- O que eu repito todos os dias e poderia estar mais organizado?
Talvez vender com mais leveza não seja sobre fazer mais, seja sobre parar de carregar sozinho aquilo que já poderia estar estruturado.
E, a partir disso, dar o primeiro passo mesmo que pequeno já muda muita coisa.
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Quer saber como vender com leveza sem perder o controle e ainda escalar seus resultados? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Até o próximo mês!
Renata Cristina Paulino
https://www.linkedin.com/in/renatapaulino/
Confira também: Agentes de IA: Aliados para Vender com mais Leveza
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Aprender a Aprender: A Habilidade Essencial da Educação do Século XXI que Transforma Todas as Profissões
O século 21 não trouxe apenas novas tecnologias; trouxe de fato uma nova condição de vida. A mudança deixou de ser um evento e virou o ambiente. E, quando o ambiente muda o tempo todo, o que sustenta o indivíduo não é a “melhor” técnica de ontem, nem o diploma como fotografia de um conhecimento fixo, mas a capacidade de atualizar-se com método, critério e autonomia.
É nesse ponto que a educação contemporânea encontra sua tarefa mais decisiva: formar pessoas capazes de aprender a aprender. Não como um slogan motivacional, mas como uma competência estruturante, tão essencial quanto ler, escrever e raciocinar — e, talvez, mais determinante do que qualquer conteúdo específico, porque é ela que permite ao sujeito reconstruir conteúdos ao longo da vida.
O que mudou: do conhecimento como estoque ao conhecimento como fluxo
Durante muito tempo, a escola funcionou (e ainda funciona, em muitos lugares) como um grande “depósito” de saberes: conteúdos organizados, transmitidos, avaliados, certificados. Havia um pressuposto silencioso: o mundo era relativamente estável e, portanto, bastava “encher” o estudante com o que ele precisaria.
Hoje, essa lógica não se sustenta. Profissões se transformam, ferramentas mudam, linguagens evoluem, e até o que chamamos de “bom trabalho” se redefiniu. A educação, então, precisa se reposicionar: não é mais suficiente perguntar “o que o aluno sabe?”; é indispensável perguntar “como ele aprende?”.
Porque, na prática, a empregabilidade — e mais do que isso, a dignidade profissional — passa pela capacidade de:
- identificar lacunas de conhecimento;
- buscar fontes confiáveis;
- estudar de forma estratégica;
- testar, errar, ajustar;
- consolidar repertório e transferir para novos problemas.
Isso é aprender a aprender: um conjunto de atitudes, técnicas e critérios que formam um adulto capaz de navegar pela complexidade.
“Aprender a aprender” não é aprender sozinho
Há um equívoco comum: supor que aprender a aprender significa “se virar”. Não. Significa assumir protagonismo, mas também saber usar redes, mentores, pares, comunidades e bons materiais. É autonomia com inteligência social.
Quem aprende a aprender sabe fazer perguntas melhores. E perguntas melhores não surgem do nada: elas são fruto de repertório, curiosidade disciplinada bem como prática reflexiva. O estudante deixa de ser apenas receptor e passa então a ser investigador.
Numa sala de aula, isso muda tudo. A aula deixa de ser um monólogo e se aproxima de um laboratório: hipóteses, tentativas, argumentação, revisão. O erro deixa de ser “falha moral” e vira assim matéria-prima de melhoria.
Uma competência para todas as profissões — das tradicionais às emergentes
A ideia de que apenas áreas tecnológicas exigem reaprendizado constante é enganosa. O que muda, muda em todo lugar.
- Na saúde, surgem protocolos, evidências, equipamentos, novas abordagens terapêuticas. O profissional que não aprende continuamente perde precisão — e pode perder humanidade também, por virar apenas executor de rotina;
- No direito, o volume de normas, interpretações, precedentes e novas formas de conflito exige estudo permanente e leitura crítica. Não basta decorar: é preciso compreender, relacionar, argumentar;
- Na educação, o professor não é mais o “dono do saber”; ele é o arquiteto de experiências de aprendizagem, alguém que ensina o estudante a pensar, pesquisar e validar;
- Na indústria e serviços, processos se automatizam, indicadores mudam, e a competência central vira adaptar-se sem improviso — com método;
- Na comunicação, a cada novo meio, a mesma pergunta retorna: como manter rigor, clareza e ética em formatos que mudam?
O ponto é simples: o profissional do século 21 não é o que “já sabe”, mas o que consegue aprender o que ainda não sabe, com qualidade e velocidade razoáveis.
O que a escola precisa ensinar para formar quem aprende a aprender
Se aprender a aprender é central, então a escola precisa ir além do conteúdo e ensinar os mecanismos do aprendizado. Alguns pilares são inegociáveis:
1. Metacognição (pensar sobre como pensa)
O estudante precisa reconhecer como aprende melhor, onde erra, por que erra, e como corrigir. Isso inclui planejar estudo, monitorar compreensão e revisar estratégias.
2. Curadoria de informação (o filtro virou competência)
Num mundo de excesso de dados, saber encontrar não basta. É preciso saber avaliar fonte, identificar viés, checar consistência, cruzar evidências.
3. Leitura profunda e escrita clara
Sem leitura consistente não há pensamento complexo; sem escrita clara não há raciocínio estruturado. Mesmo com tecnologia, isso segue sendo o eixo do trabalho intelectual.
4. Aprendizagem baseada em problemas reais
Conteúdo desconectado vira “decoração”. Problemas reais forçam integração de saberes e desenvolvem transferência: usar o que se aprende em contextos diferentes.
5. Cultura de feedback e revisão
Aprender bem exige retorno: do professor, dos colegas, de rubricas claras e do próprio processo. A revisão precisa ser normal, não exceção.
O papel do professor e da instituição: menos controle, mais formação de autonomia
Para formar quem aprende a aprender, o professor precisa ser menos fiscal e mais orientador — sem perder exigência. O rigor permanece, mas muda de lugar: não está em punir o erro, e sim em exigir clareza, evidência, justificativa, método.
A escola, por sua vez, precisa ser coerente: não adianta dizer que quer autonomia, mas manter um sistema que só recompensa repetição. Se a avaliação mede apenas memória imediata, o aluno aprende a “passar”, mas não a aprender.
A instituição do século 21 deve ensinar o estudante a lidar com:
- projetos de médio prazo;
- colaboração;
- investigação;
- comunicação;
- responsabilidade pelo próprio progresso.
Um compromisso civilizatório
Há algo maior aqui. Aprender a aprender não é apenas uma habilidade para o mercado; é um recurso de liberdade. Em tempos de desinformação, de polarização e de pressões emocionais, a capacidade de estudar, refletir e mudar de ideia com honestidade é, sem dúvida, um ato de maturidade social.
Educar para aprender a aprender é, em última instância, formar pessoas capazes de continuar humanas em um mundo que acelera: pessoas que não se quebram diante do novo, não se rendem ao superficial e, além disso, não terceirizam o pensamento.
O século 21 não pede que saibamos tudo. Pede que saibamos aprender sempre — e que façamos isso com critério, profundidade e certamente com sentido.
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Um abraço e até a próxima!
Iússef Zaiden Filho
Psicanalista, Terapeuta e Coach
http://www.izfcoaching.com.br/
Confira também: Impacto da IA nas Profissões: O Que Muda no Trabalho Até 2031
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As Raízes Emocionais do Sofrimento: Como Reprogramar Padrões Internos e Transformar Dor em Cura com a Neuroplasticidade
Querido leitor,
Já houve algum momento em sua vida em que você percebeu que certas dores vinham de algo mais profundo, quase invisível, que insistia em se repetir?
Primeiro a gente reconhece as raízes. Depois, com amor e paciência, trabalha em cada uma delas. Esse movimento parece simples quando colocado em palavras, mas carrega uma profundidade que muda a forma como sentimos, reagimos e nos relacionamos com a vida.
Ao longo dos meus atendimentos, e no meu próprio processo, uma percepção se revela com frequência: o sofrimento dificilmente nasce de um único acontecimento. Ele costuma ser sustentado por padrões internos que foram sendo construídos ao longo do tempo, quase sempre fora da consciência. Quando essas raízes começam a ser vistas, algo dentro encontra espaço para transformar a dor que foi carregada por anos em cura.
Existe também um aspecto importante do ponto de vista científico. O cérebro humano possui a capacidade de se reorganizar ao longo da vida, um fenômeno conhecido como neuroplasticidade. Pensamentos repetidos fortalecem conexões neurais e tornam certas respostas emocionais mais automáticas. Com o tempo, o corpo passa a reagir de forma previsível, seguindo caminhos já conhecidos.
As afirmações entram como um recurso simples e profundo para iniciar uma nova construção interna. Quando uma frase é repetida com presença, intenção e envolvimento emocional, o cérebro começa a criar novas conexões. O sistema nervoso passa a reconhecer outras formas de interpretar e sentir a realidade.
Não se trata de repetir palavras de forma mecânica. Existe um encontro entre pensamento, emoção e corpo. Quando a palavra é sentida, ela deixa de ser apenas linguagem para se tornar experiência.
Dentro desse caminho, algumas raízes aparecem com mais frequência.
A RAIZ DA EXPECTATIVA
A expectativa cria uma tensão silenciosa. Existe uma imagem interna de como a vida deveria acontecer, e o corpo se organiza em função disso. Quando a realidade segue outro ritmo, surge frustração.
Uma boa afirmação para ser dita e sentida começa assim: “Eu caminho com a vida como ela se apresenta e encontro serenidade no agora.”
RAIZ DO APEGO
O apego prende a energia em pontos que pedem movimento. Há uma tentativa de manter o que já cumpriu seu ciclo, e isso muitas vezes gera peso emocional.
Afirmação: “Eu permito que a vida se mova e confio nos ciclos que se encerram e se iniciam.”
A RAIZ DA COMPARAÇÃO
A comparação desloca o olhar da própria história. A referência passa a ser o outro, e a experiência pessoal perde valor.
Afirmação: “Eu reconheço a beleza do meu caminho e descanso na minha própria verdade.”
A RAIZ DA RESISTÊNCIA
A resistência se manifesta como um enrijecimento interno. O corpo entra em estado de defesa diante do que acontece.
Afirmação: “Eu me abro para o fluxo da vida e acolho o que chega com mais suavidade.”
A RAIZ DA IDENTIFICAÇÃO
A identificação com a dor cria uma fusão entre sentir e ser. A dor ocupa espaço demais e começa a definir a identidade.
Afirmação: “Eu acolho o que sinto com respeito e me reconheço além das minhas emoções.”
A RAIZ DA ILUSÃO
A ilusão de controle mantém o sistema em alerta constante. Existe um esforço contínuo para garantir segurança, prever cenários e evitar desconfortos.
Afirmação: “Eu confio no movimento da vida e relaxo naquilo que não depende de mim.”
A RAIZ DO ESQUECIMENTO DE SI
O esquecimento de si acontece de forma sutil. Entre demandas, papéis e responsabilidades, a escuta interna vai se afastando.
Afirmação: “Eu retorno para mim com presença, amor e verdade.”
Esse não é um processo imediato. Existe um tempo interno que pede respeito. Cada raiz reconhecida já inicia um movimento. Cada palavra repetida com presença abre um espaço novo dentro do corpo.
Com o tempo, aquilo que antes era automático se torna consciente. Nesse espaço de consciência, a vida encontra mais harmonia para se expressar.
Se essa reflexão encontrou sentido para você, no meu Instagram eu compartilho, com mais profundidade e presença, outros conteúdos que continuam essa conversa. Será um prazer te encontrar por lá.
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Quer saber como identificar as raízes emocionais do sofrimento e reprogramar padrões internos com a neuroplasticidade para transformar dor em cura? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em ajudar.
Com carinho e presença,
Shirley Brandão
Mentora de Prosperidade Integral, escritora e terapeuta sistêmica
https://shirleybrandao.com.br/
@shirleybrandaooficial
Confira também: A Vida Como uma Casa de Espelhos: O Que Suas Experiências Revelam Sobre Você
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Falar é Fácil: Um Projeto de Vida de Verdade para Jovens Estudantes
Uma análise sobre a lacuna educacional e a formação de líderes para o futuro
A fobia de falar em público e a falta de inteligência emocional travam carreiras e geram prejuízos às empresas. A raiz desse problema? O sistema educacional. Com o projeto “Falar é Fácil”, levamos o consagrado Método F.A.L.A.R.® – focado em comunicação, oratória e liderança – para o Ensino Fundamental e Médio, transformando alunos tímidos em jovens seguros e cidadãos preparados para os desafios contemporâneos.
1. A Dor Corporativa que Nasce na Sala de Aula
Ao longo de 42 anos dedicados ao desenvolvimento humano, em especial no campo da Comunicação e Oratória, já capacitei mais de 130 mil pessoas e desenhei projetos para as maiores empresas do país. Nessa jornada, sentei-me à frente de líderes brilhantes, diretores visionários e especialistas tecnicamente impecáveis.
Contudo, em quase todas as salas de treinamento e mentorias por onde passei, ouvi uma variação da mesma lamúria: “Ah, Reinaldo… se eu tivesse aprendido a me comunicar há dez ou vinte anos, minha carreira seria outra. Quantas oportunidades perdi por medo de falar em público”.
Vi profissionais extraordinários arranjarem desculpas infundadas para faltar a reuniões cruciais, apenas para evitar a apresentação de projetos. A diferença entre o profissional que estaciona e o que decola quase sempre reside na capacidade de defender suas ideias em público, conduzir reuniões, liderar equipes e articular sua visão.
O problema é profundo. O medo da exposição gera ansiedade aguda e gatilhos físicos severos: sudorese, taquicardia, os temidos “brancos” e até ataques de pânico. Como CEO, pergunto-me: quanto as empresas perdem anualmente em inovação e produtividade porque seus melhores talentos estão amordaçados pela própria insegurança?
2. O Abismo do Sistema Educacional Tradicional
A resposta para essa dor corporativa não está apenas nos corredores das empresas. Ela está nas salas de aula.
Quando pesquisamos a raiz dessa fobia, notamos um abismo em nosso sistema de ensino. A escola tradicional prepara o aluno para passar em provas técnicas (como calcular a hipotenusa), mas falha em prepará-lo para as soft skills da vida. O jovem se forma com a teoria, mas entra em pânico ao ter que se apresentar em sua primeira entrevista de emprego.
Foi ao constatar esse hiato que decidi inverter a lógica da minha atuação. Se passamos a vida inteira “apagando o incêndio” nas corporações, por que não prevenir o foco lá na base?
Assim nasceu a ideia de levar a comunicação estratégica e a educação socioemocional para o Ensino Fundamental e Médio.
3. O Método F.A.L.A.R.® e a Solução para o Ensino Básico
Para garantir que o aprendizado fosse tangível, criei o Método F.A.L.A.R.®, um acrônimo didático e prático:
- Finalidade: o propósito e a intenção da mensagem;
- Análise: pontos fortes e fracos sobre a habilidade de comunicação;
- Lapidação: construção, refinamento do roteiro e práticas;
- Avaliação: mensuração da evolução e percepção de melhorias;
- Resultado: a entrega da comunicação com excelência.
Esse método já havia sido amplamente validado no mundo corporativo. Porém, para a escola, precisávamos de um mergulho ainda mais específico. Aprofundei essa pesquisa na minha dissertação de mestrado em Neuromarketing pela Florida Christian University (FCU), cujo tema foi o apoio aos jovens no desenvolvimento da comunicação – pesquisa que deu origem ao livro “Falar é Fácil”.
A revolução ganhou sua forma definitiva em parceria com a brilhante educadora e coordenadora Renata Maram. Ao analisarmos as diretrizes do MEC e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), conectamos o projeto com a necessidade contemporânea de cursos transversais nas escolas.
3.1. Como funciona na prática?
Não se trata de aulas teóricas enfadonhas. O projeto tem início, meio e fim, apoiado em metodologias ativas, dinâmicas lúdicas e vivências reais.
Em vez de decorar conceitos, o aluno simula a criação de uma startup, defende suas ideias (fazendo um pitch), resolve conflitos em equipe e aprende a gerir suas emoções sob pressão.
4. Quem Ganha com o Projeto Jovem?
Trata-se de um ecossistema estruturado onde todos colhem resultados reais:
- Ganham as Escolas: Diferenciam-se em um mercado competitivo, provando aos pais que formam cidadãos preparados para liderar o futuro (além de entregar boletins com notas altas);
- Ganham os Alunos: Adquirem o antídoto contra a timidez limitante no momento em que a personalidade se molda. Transformam-se em jovens seguros, que convertem intenções em ações empreendedoras;
- Ganham as Famílias: Encontram a tranquilidade de saber que seus filhos terão as chamadas power skills resolvidas muito antes da faculdade;
- Ganham os Professores: Recebem uma metodologia inovadora e estruturada em mãos, engajando alunos que passam a ver total sentido prático no que estudam;
- Ganham o Mercado e as Empresas: Diretores de RH e CEOs receberão, finalmente, uma nova geração de profissionais que não precisa de anos de destravamento emocional para inovar e liderar.
5. Um Legado de Liderança e Voz
Implementar o Projeto Jovem nas escolas não é apenas uma adição à grade curricular. É sem dúvida a construção de uma ponte essencial entre o mundo acadêmico e as reais necessidades da vida e do mercado de trabalho.
Depois de quatro décadas desenvolvendo adultos, tenho a mais absoluta convicção de que o verdadeiro legado que podemos deixar para o nosso país é ensinar os nossos jovens a terem voz.
Porque quem não se comunica, não lidera. E a juventude brasileira nasceu para liderar.
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Quer saber como o Método F.A.L.A.R. pode desenvolver jovens líderes desde a base e transformar jovens estudantes em protagonistas do próprio futuro? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Reinaldo Passadori
Especialista em Comunicação e Liderança, Mestre em Neuromarketing, CEO da Passadori Educação e Comunicação e criador do Método F.A.L.A.R.®. Com mais de 42 anos de experiência, já treinou mais de 130 mil profissionais a construírem relações e resultados por meio do poder da comunicação.
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Filhos São Custo ou Investimento? A Verdade que Ninguém Conta!
Filhos Não São Custo. São Investimento de Vida e Exigem Método, Propósito e Educação Financeira
Recentemente, voltou a circular nas redes sociais um levantamento com base em dados do Insper e do IBGE indicando que o custo para criar um filho no Brasil até os 18 anos pode variar de cerca de R$ 240 mil nas faixas de renda mais baixas a R$ 3,6 milhões ou mais nas famílias de renda mais alta. Na classe C, a estimativa ficaria entre R$ 480 mil e R$ 1,2 milhão. Na classe B, entre R$ 1,2 milhão e R$ 2,4 milhões. Já na classe A, a partir de R$ 3,6 milhões.
Os números chamam atenção. Mas a forma como escolhemos interpretá-los é ainda mais relevante.
Eu não concordo com a leitura de que filhos representam custo. Filhos são os nossos maiores e mais importantes investimentos. A diferença está na forma como enxergamos e organizamos essa jornada.
O problema não é o valor. É a ausência de método
É verdade que o levantamento ajuda a traduzir uma percepção comum: filhos consomem parte relevante da renda familiar ao longo do tempo. Alimentação, moradia, saúde, educação, lazer e despesas compartilhadas compõem essa conta. Fala-se, em média, em algo próximo a 30% da renda familiar direcionada à criação.
Mas o erro está em tratar essa realidade apenas como despesa acumulada, e não como um projeto de vida estruturado.
Quando uma família decide ter um filho, está assumindo um compromisso de longo prazo. Isso exige organização, clareza de sonhos e planejamento financeiro. Não é uma visão fria. Para mim, é exatamente o contrário: é o cuidado responsável.
É nesse ponto que a Metodologia DSOP, aplicada pela DSOP Educação Financeira, ganha relevância.
DSOP: Diagnosticar, Sonhar, Orçar e Poupar
Eu desenvolvi a Metodologia DSOP a partir de quatro pilares muito claros:
- Diagnosticar a real situação financeira;
- Sonhar com propósito;
- Orçar de acordo com os sonhos;
- Poupar para realizá-los.
Quando aplicamos essa metodologia à decisão de ter filhos, então a lógica muda completamente. Em vez de perguntar quanto um filho vai pesar no orçamento, eu convido as famílias a refletirem: qual é o sonho que tenho para meu filho e como organizo meus recursos para sustentá-lo ao longo do tempo?
Essa mudança de mentalidade transforma tudo.
Quando o filho passa a ocupar um lugar consciente dentro do planejamento, a família estrutura reservas, organiza prioridades, revê padrões de consumo e alinha expectativas. Não se trata de gastar mais, mas de gastar com consciência e coerência com os próprios sonhos.
Educação financeira começa na infância
Eu sempre defendi que o maior investimento não está apenas nos recursos destinados aos filhos, mas na educação que eles recebem dentro de casa.
Se ensinarmos nossas crianças e jovens a lidar com dinheiro desde cedo, estaremos formando assim adultos mais equilibrados financeiramente. Isso rompe ciclos de endividamento e desorganização.
Por isso, acredito que o impacto financeiro da criação também precisa ser ressignificado. Parte significativa dos conflitos familiares relacionados ao dinheiro nasce da ausência de diálogo e de educação financeira no ambiente familiar.
Quando incluímos os filhos no processo de entendimento do orçamento, mostramos como funcionam as escolhas e as prioridades. Assim, aquilo que muitos enxergam apenas como despesa passa a ser também construção de responsabilidade.
Padrão de vida é escolha consciente
O próprio levantamento mostra que os valores variam conforme a renda e o padrão de consumo. Entre famílias de maior renda, o investimento pode ser muitas vezes superior ao das faixas mais baixas.
Isso deixa claro que não existe um número fixo. Existe um estilo de vida, existem escolhas e existe planejamento.
Escolas, atividades, moradia e experiências fazem parte das decisões de cada família. O que eu defendo é que tudo isso esteja, de fato, alinhado à realidade financeira, sem comprometer a sustentabilidade ao longo do tempo.
Sem planejamento, o sonho pode se transformar, sem dúvida, em preocupação constante. Com método, ele se torna projeto viável.
Amor não entra na planilha. Planejamento deve entrar
Ter filhos é uma decisão emocional, afetiva e profundamente humana. Mas ignorar o impacto financeiro pode comprometer justamente aquilo que mais queremos preservar: o futuro deles.
Como educador financeiro, meu papel é orientar e educar. Não é tratar filhos como despesa, mas ensinar as famílias a estruturarem seus sonhos com responsabilidade e método.
Eu não vejo filhos como custo.
Eu vejo filhos como investimento de vida.
E todo investimento consistente começa com diagnóstico, sonho estruturado, orçamento equilibrado e poupança consciente.
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Quer saber mais sobre como transformar a ideia de que filhos não são custo em um verdadeiro plano de investimento de vida estruturado, com mais segurança, clareza e tranquilidade financeira? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Um grande abraço,
Reinaldo Domingos
Presidente da Associação Brasileira de Profissionais de Educação Financeira, ABEFIN, e especialista em educação do comportamento financeiro.
https://www.dsop.com.br
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Educar é Jardinar: O Despertar para uma Parentalidade Consciente e Não Violenta
A educação dos filhos é, muitas vezes, confundida com a arte de dar limites. Na tentativa de sermos “bons pais”, caímos na armadilha de intervir em cada passo, palavra ou emoção das crianças. No entanto, o verdadeiro papel de quem educa não é moldar o outro à sua imagem, mas sim criar o terreno fértil para que ele floresça com autonomia.
O Controle Disfarçado de Cuidado
Muitas vezes, o controle se manifesta de formas sutis. O elogio excessivo e constante, por exemplo, pode limitar a criatividade, pois a criança passa a agir para satisfazer a expectativa externa. Da mesma forma, o alerta de “atenção!” a cada nova aventura interrompe a experimentação necessária para o aprendizado.
Um exercício revelador é observar nossas próprias interações: quanto do que dizemos é realmente necessário? Frequentemente, fazemos perguntas em sequência sem sequer esperar pela resposta, atropelando o tempo da criança. O convite aqui é o silêncio.
Estar presente sem falar demais, admirar o desenvolvimento sem interromper e, quando houver tarefas, convidar a criança para o mundo real. Por que um aspirador de brinquedo se o aspirador de casa de verdade (que meu filho chama “bichão”) é muito mais interessante?
Para pertencer, a criança precisa contribuir e participar da vida como ela é.
Da Linguagem Estática à Mentalidade de Crescimento
Para evitar rótulos que aprisionam, devemos trocar a linguagem estática pela dinâmica. Em vez de dizer “você é criativo”, experimente focar no processo: “Achei criativo como você usou o Lego para fazer esse elevador. Como pensou nisso?”.
Ensinar que a vida é movimento — que nada “é”, tudo “está” — estimula uma mentalidade de crescimento. Seu filho não é uma definição fixa; ele está em constante evolução. Além disso, não precisamos ter respostas prontas para perguntas complexas sobre a guerra ou a morte, por exemplo.
A segurança é mais importante que a informação.
Muitas vezes, devolver a pergunta e validar o que a criança sabe já sobre o assunto e sente em relação a ele é o maior gesto de conexão que podemos oferecer.
Limites, Escuta e Autorregulação
Estabelecer limites não precisa ser um ato de força. Crianças não são “adultos menores”; são seres humanos dignos de respeito igualitário. A relação ganha-ganha acontece quando os pais ocupam o lugar de uma autoridade que inspira e orienta, não que oprime.
Isso exige autoescuta. Muitas vezes não ouvimos nossos filhos porque não estamos nos ouvindo. Quando estamos exaustos, é mais honesto verbalizar nossa indisponibilidade (“estou cansada e preciso descansar agora, em vez de ler a história, o que acha de apenas deitar juntos escutando uma música?”) do que reagir com gritos ou punições mascaradas. A energia da verdade, falando na primeira pessoa, é mais eficiente, principalmente a longo prazo, que a energia da acusação, apontando o dedo.
O mesmo vale para os momentos de desorganização emocional na criança— a chamada “birra”. E aqui vale lembrar que o córtex pré frontal começa a se desenvolver com 5 anos de idade ou seja antes dessa idade, o sistema da criança não está pronto para a autorregulação.
O papel do adulto não é resolver o problema rápido, mas mostrar disponibilidade: “Estou aqui para você quando precisar de um abraço”. A autorregulação é ensinada pelo exemplo. Ao mostrarmos como lidamos com nossa própria raiva ou tristeza, oferecemos às crianças ferramentas para que elas encontrem alternativas saudáveis às reações violentas.
Conclusão: O Próximo Milênio
Educar é como a jardinagem: um trabalho constante de adubar a qualidade da relação.
A Comunicação Não Violenta (CNV) vai além do lar; é uma questão de saúde pública e sustentabilidade social. Embora meu entusiasmo inicial ao descobrir a CNV há 10 anos me faça desejar a paz mundial em dez anos, os mestres da não violência nos lembram que estamos trabalhando para o próximo milênio.
Sejamos, portanto, jardineiros pacientes. Cada pequena mudança na forma como nos comunicamos hoje é uma semente plantada para um mundo mais compassivo amanhã.
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Quer saber mais sobre como educar com presença, limites e respeito, sem cair no controle disfarçado de cuidado? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.
Pauline Charoki
https://escutatoria.com
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“O problema não é o problema.
O problema é sua atitude com relação ao problema.”
(Kelly Young)
Hoje, a tristeza me visitou. Tocou a campainha, subiu as escadas, bateu à porta e entrou. Não ofereci resistência. Houve um tempo em que eu fazia o impossível para evitá-la adentrar os meus domínios. E quando isso acontecia, discutíamos demoradamente. Era uma experiência desgastante. Aprendi que o melhor a fazer é deixá-la seguir seu curso. Agora, sequer dialogamos. Ela entra, senta-se na sala de estar, sirvo-lhe uma bebida qualquer, apresento-lhe a televisão e a esqueço! Quando me dou por conta, o recinto está vazio. Ela partiu, sem arroubos e sem deixar rastros. Cumpriu sua missão sem afetar minha vida.
Hoje, a doença também me visitou. Mas esta tem outros métodos. E outros propósitos. Chegou sem pedir licença, invadindo o ambiente. Instalou-se em minha garganta e foi ter com minhas amígdalas. A prescrição é sempre a mesma: Amoxicilina e Paracetamol. Faço uso destes medicamentos e sinto-me absolutamente prostrado! Acho que é por isso que os chamam de antibióticos. Porque são contra a vida. Não apenas a vida de bactérias e vírus, mas toda e qualquer vida…
Hoje, problemas do passado também me visitaram. Não vieram pelo telefone porque palavras pronunciadas ativam as emoções apenas no momento e, depois, perdem-se difusas, levadas pela brisa. Vieram pelo correio, impressos em papel e letras de baixa qualidade, anunciando sua perenidade, sua condição de fantasmas eternos até que sejam exorcizados.
Diante deste quadro, não há como deixar de sentir-se apequenado nestes momentos. O mundo ao redor parece conspirar contra o bem, a estabilidade e o equilíbrio que tanto se persegue. O desânimo comparece estampado em ombros arqueados e olhos sem brilho, que pedem para derramar lágrimas de alívio. Então, choro. E o faço porque Maurice Druon ensinou-me, através de seu inocente Tistu, que se você não chora, as lágrimas endurecem no peito e o coração fica duro.
Limão e limonada
As ciências humanas estão sempre tomando emprestado das exatas, termos e conceitos. A última novidade vem da física e atende pelo nome de resiliência. Significa resistência ao choque ou a propriedade pela qual a energia potencial armazenada em um corpo deformado é devolvida quando cessa a tensão incidente sobre o mesmo.
Em humanas, a resiliência passou a designar a capacidade de se resistir flexivelmente à adversidade, utilizando-a para o desenvolvimento pessoal, profissional e social. Traduzindo isso através de um dito popular, é fazer de cada limão, ou seja, de cada contrariedade que a vida nos apresenta, uma limonada saborosa, refrescante e agradável.
Aprendi que pouco adianta brigar com problemas. É preciso enfrentá-los para não ser destruído por eles, resolvendo-os. E com rapidez, de maneira certa ou errada. Problemas são como bebês, só crescem se alimentados. Muitos se resolvem por si mesmos. Mas quando você os soluciona de forma inadequada, eles voltam, dão-lhe uma rasteira e, aí sim, você os anula com correção. A felicidade, pontuou Michael Jansen, não é a ausência de problemas. A ausência de problemas é o tédio. A felicidade são grandes problemas bem administrados.
Aprendi a combater as doenças. As do corpo e as da mente. Percebê-las, identificá-las, respeitá-las e aniquilá-las. Muitas decorrem menos do que nos falta e mais do mau uso que fazemos do que temos. E a velocidade é tudo neste combate. Agir rápido é a palavra de ordem. Melhor do que ser preventivo é ser preditivo.
Aprendi a aceitar a tristeza. Não o ano todo, mas apenas um dia, à luz dos ensinamentos de Victor Hugo. O poeta dizia que “tristeza não tem fim, felicidade, sim”. Porém, discordo. Penso que os dois são finitos. E cíclicos. O segredo é contemplar as pequenas alegrias em vez de aguardar a grande felicidade. Uma alegria destrói cem tristezas…
Modismo ou não, tornei-me resiliente. A palavra em si pode cair no ostracismo, mas terá servido para ilustrar minha atitude cultivada ao longo dos anos diante das dificuldades impostas ou autoimpostas que enfrentei pelo caminho, transformando desânimo em persistência, descrédito em esperança, obstáculos em oportunidades, tristeza em alegria.
Nós apreciamos o calor porque já sentimos o frio. Admiramos a luz porque já estivemos no escuro. Contemplamos a saúde porque já fomos enfermos. Podemos, pois, experimentar a felicidade porque já conhecemos a tristeza.
Olhe para o céu, agora! Se é dia, o sol brilha e aquece. Se é noite, a lua ilumina e abraça. E assim será novamente amanhã. E assim é feita a vida.
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Nesta semana que comemoramos o Dia Internacional da Mulher, gostaria de dizer para todas as Mulheres uma coisa muito importante:
Seu sucesso na vida pessoal e/ou profissional, sua felicidade, sua prosperidade e bem-estar na vida só depende de uma pessoa. Sabe quem é? Você mesma.
E falo mais. Seu sucesso será mais fácil e forte se você Mulher lembrar em ser você mesma. Ou seja, Ser a Mulher que você sempre foi e será.
Esta última afirmação já falei muitas vezes para minhas clientes de Coaching Holístico que buscam Sucesso em algum ponto da vida pessoal e profissional.
Para quem ainda não sabe o que é Coaching, vou explicar agora. Entre muitas definições as que mais eu gosto são:
- Orientar uma pessoa a fazer a travessia entre um ponto ao outro até alcançar sua meta pessoal e/ou profissional com sucesso;
- Coaching é uma assessoria e processo que geram motivação pessoal e profissional, e que tem como objetivo potencializar o nível de resultados positivos nas diversas áreas da vida de um cliente para alcançar uma meta ou objetivo com sucesso.
E o que é Coaching Holístico? Coaching Holístico – Processo para Seu Sucesso na Vida e Concretização das suas Metas. O cliente vai se conhecer melhor, olhar para si, sua vida e descobrir seu potencial adormecido. Vai melhorar sua autoestima e ter mais autoconfiança. Tem Dificuldade em vencer? Pelo Coaching Holístico iremos desbloquear o que atrapalha e mudar Padrões Mentais para Vencer.
Este é o ponto chave do inicio do Sucesso de qualquer pessoa: Padrões Mentais. Quem acredita que é um fracasso, que não vai vencer na vida ou que não merece ter sucesso nas metas ou sonhos, tenha certeza que nada vai mesmo ocorrer de bom na vida. O Sucesso vai passar bem longe destas pessoas.
Agora imagine uma mulher que desde pequena é “esmagada” pela família e sociedade a sufocar sua força, a matar sua arte e beleza, para não acreditar em si e nas suas qualidades e habilidades para realizar.
Já atendi moças que acreditam que não merecem um amor porque alguém falou que ela é feia ou amor só faz mal. Como vão amar se não têm uma boa energia sobre o amor? Como amar se sua autoestima foi chutada? Só vai amar se mudar, acreditar que pode e merece amar. E que ela é uma super mulher.
O mesmo ocorre com a realização de outras metas pessoais e profissionais. Se uma pessoa foi condicionada a sempre pensar que é inferior, incapaz ou que não merece ser feliz ou prosperar, com certeza vai sofrer para conseguir. Imagine uma mulher que no geral é mais sufocada.
Ainda bem que tem solução. É um pouco demorado, varia de pessoa para pessoa, mas tem que trabalhar, treinar e movimentar-se para mudar padrões e condicionamento mental e energético.
Mas, é possível e já vi milagres.
Qual é o primeiro passo? Acreditar em Você. Acreditar na pessoa poderosa que há dentro de você.
Acreditar na Mulher que há dentro de você.
Sucesso e Feliz Dia da Mulher!
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A Copa do Mundo acabou. A seleção alemã com sua organização, futebol bonito e muita técnica, merecidamente, levou o caneco. É tetracampeã.
E a nossa Seleção Canarinho? Que papelão! Desde o início da Copa, nos quatro cantos deste Brasil, todos falavam que era forte candidata a ser hexacampeã. E por que todos acreditavam nisto? Porque jogava em casa, tinha apoio da torcida brasileira, a mídia falava que era a melhor seleção, tinha uma comissão técnica com dois técnicos que venceram Copas Mundiais (Parreira em 1994 e Felipão em 2002) e o clima ajudava.
Mas o que vimos foi um total fiasco e uma humilhante goleada histórica por 7×1 para os alemães na semifinal da Copa.
Enfim, perdemos a Copa e ficamos em quarto lugar após perder para a Holanda na disputa pelo terceiro lugar. E agora? Como diz o poema de Carlos Drummond de Andrade:
E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, você?(Carlos Drummond de Andrade)
E agora, Seleção Brasileira? Agora é hora de mudanças. E mudanças drásticas e profundas na filosofia e na organização.
A CBF terá que ter coragem de assumir sua culpa no fracasso e incompetência administrativa na condução da Seleção Canarinho na Copa. A CBF e o novo técnico terão que ter coragem de fazer mudanças drásticas na nova Seleção Brasileira daqui para frente. Podem e devem seguir o ótimo exemplo que viveu a seleção alemã no final dos anos 90. Após fiascos seguidos, a Confederação Alemã de Futebol chegou à conclusão de que era hora de mudar tudo. Mudanças drásticas foram implantadas. Bancaram com coragem um técnico permanente nos últimos 10 anos que, com um grupo de jogadores com uma nova cabeça, união e humildade, deram um Show na Copa do Brasil e levaram o Caneco.
Mudança requer determinação. Mudanças drásticas requerem também muita coragem, pois haverá muita resistência das pessoas que já estão na zona de conforto ou que não aceitam que está tudo errado na vida ou no jogo.
Quer ver um exemplo recente? A entrevista da Comissão Técnica da Seleção Canarinho após o vexame de 7×1. Para Felipão e Parreira, nada estava errado na preparação da Seleção Brasileira. O problema foi um apagão geral do time todo que o levou a tomar 4 gols em 6 minutos.
Pois é Felipão, não houve problema algum no seu trabalho. Foi só um apagão que custou um vexame histórico e 200 milhões de brasileiros frustrados.
Como dizem, “o pior cego é o que não quer ver”. Ou “errar é humano, persistir no erro é ser Felipão”, teimoso e arrogante. Não assume os erros e afunda a emoção de milhares de pessoas.
Mas a Copa acabou e a CBF já começou as mudanças. Adeus comissão técnica fracassada. Vida e esperanças novas.
Espero que agora façam mais. Que tenham a coragem de fazer mudanças drásticas em tudo ligado a futebol.
E você? Está com coragem de fazer mudanças drásticas na sua vida pessoal ou profissional?
Ou vai ficar chorando e dando desculpas para que sua vida seja um fracasso ou cheia de frustrações?
Chega de Síndrome de Felipão, né?
Seu lema hoje: “Mudanças já e com coragem para ser feliz”.
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Frequentemente as mudanças acontecem na vida da gente. Em algumas vezes, estamos preparados para elas, em outras elas representam uma grande surpresa. Por vezes, desejamos a mudança, vislumbrando uma nova oportunidade em nossa vida. Acontece também de não as desejarmos, pois estamos felizes com as coisas do jeito que estão. Mas as mudanças acontecem, quer queiramos ou não…
Quando buscamos algo melhor, costumo dizer que estamos criando a mudança, pois estamos não só indo atrás dela, como desejamos que coisas melhores ocorram. Nesta hora, dizemos que a mudança é positiva e bem-vinda.
Mas existe também aquela mudança que você não deseja. Tudo estava bem do jeito que estava, por que mudar agora? Nesta hora criamos resistências, não aceitamos a oportunidade que a vida nos dá para novos desafios. Reclamamos e amaldiçoamos pelo que nos acontece.
Pessoas proativas são as que criam as mudanças, vislumbram novas oportunidades, desejam sempre mais, porque sabem que estão em constante crescimento e aprendizado. Pessoas acomodadas se comportam como árvores, não saem dos seus lugares, esperam que tudo ocorra como desejam ou que tudo se mantenha exatamente como está.
Se você se identificou com o segundo tipo, aqui vai uma reflexão: você não é uma árvore… você não nasceu com raízes que lhe impossibilitam de mudar de lugar. Você também pode dizer que não nasceu com asas, que te possibilitariam voar, mas eu diria que você nasceu com algo melhor do que asas: inteligência e criatividade. Faça por merecer a inteligência que tem e saiba reconhecer quando é hora de mudar.
Nosso mundo é dinâmico, nada é estático. Já dizia Heráclito: “Não nos banhamos duas vezes no mesmo rio”. Claro! O rio não é o mesmo… nós também não somos! Creio que hoje somos melhores que ontem, piores do que amanhã. E assim prossegue o rio da vida, propiciando mudanças para que tenhamos – todos os dias – novas oportunidades, novos olhares, novos aromas, novas experiências. Saia do lugar! Você não é uma árvore…
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Responda rápido a minha pergunta:
– De zero a 100% qual é o seu grau de comprometimento em ler este artigo até o final?
Estranha a pergunta? Para quem é Coach ou faz sessões de Coaching esta pergunta é corriqueira. Toda vez que atendo um cliente de Coaching Holístico e definimos uma meta ou tarefa, sempre fecho a sessão com esta pergunta:
– Qual é o seu grau de comprometimento em realizar esta tarefa ou meta?
Em geral o cliente responde 100%. Só que nem sempre isto ocorre. Nem sempre o cliente se compromete 100% em executar a tarefa ou meta.
Um dos maiores problemas de uma pessoa que faz Coaching é a falta de comprometimento. É mais fácil dar desculpas do que tentar cumprir o que se comprometeu.
E falta de comprometimento não é só no Coaching que ocorre. No dia a dia de qualquer empresa os funcionários nunca cumprem o que prometem e se comprometem. É uma total falta de responsabilidade, profissionalismo e até de caráter da pessoa.
Sua atitude vai prejudicar a empresa, seus colegas de trabalho e a si mesmo. Aí perde o emprego e reclama.
E o que falar de pessoas no nosso dia a dia que prometem algo para alguém ou para si mesmo e não cumprem. Cadê o comprometimento, gente?
Falta de comprometimento na via profissional e pessoal é um péssimo hábito. Quem não tem comprometimento leva a “vida na flauta” ou “seja o que Deus quiser”.
O cliente senta na minha frente na sessão de Coaching, fala que quer ter sucesso na vida, jura 100% de comprometimento e falta na sessão seguinte dizendo que tem outro compromisso importante.
Compromisso importante? E os 100% de comprometimento que ele “juramentou” com ele próprio em alcançar sucesso? Não é mais importante?
Parece que não. Estas pessoas que não cumprem o que falam, acham que estão enganando seu Coach, seu chefe ou sua própria vida.
Na verdade esta pessoa que não cumpre nem 1% do que se compromete, está enganado a si próprio. Está perdendo seu tempo e não o meu.
Você que não cumpre o que promete ou se compromete, fica aqui um recado para refletir:
Não cumpre o que promete, não avança, não vence e não conquista.
Para ajudar, significado de Comprometimento:
“Esta é uma atitude que poderíamos definir como algo de cunho moral, afinal, literalmente, remete ao cumprimento de um tratado, um pacto firmado.
Significa “honrar a palavra empenhada”. O comprometimento está vinculado ao clima organizacional, à cultura e aos valores da empresa. As pessoas estão dispostas a lutar por aquilo em que acreditam, seja no plano profissional ou pessoal. E lutam pela verdade!
Há uma relação íntima entre esta competência e a capacidade de estabelecer e cumprir metas. E esta relação está presente na própria palavra.
É por ai. Boa semana!
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Você já parou para pensar a força que estas duas palavras possuem? Bom Dia e Obrigado.
Palavras simples, óbvias, porém em muitos momentos esquecidas pelo corre-corre da falta de tempo, pelo mau humor que nos atinge, pelo status que faz acreditar que não se faz necessário ou pelo simples hábito de não se utilizar no vocabulário.
Certa vez ouvi em um treinamento de liderança: como você gostaria de ser liderado? E para minha surpresa: com um bom dia e um muito obrigado. E comecei a pensar.
Será que somente na gestão gostaríamos de ouvir estas palavras?
Quem não gostaria de ouvir pela manhã este simples gesto ou num momento que está desmotivado um obrigado por um trabalho realizado?
A palavra bom dia abre portas, pode ser o início de uma conversa difícil; quebrar o gelo num momento de nervoso, despertar o sorriso nos mais contagiantes, demonstrar respeito ao próximo e principalmente celebrar a oportunidade de um novo dia, cheio de desafios, atividades a serem desenvolvidas, pessoas a conhecer, negociações a vencer. Oferece uma palavra positiva para você e para quem ouve, transmitindo pensamentos positivos.
Pode parecer longe demais, mas e se nós realmente ao dizermos esta simples palavra, buscássemos ter o nosso Bom dia?
Onde você conhecendo seus valores, desejos e objetivos gera uma atitude consciente para que consiga o resultado esperado. Que possa vencer o medo, a desmotivação, a baixa estima e quebrar barreiras, obstáculos na comunicação, relacionamentos e descubra caminhos efetivos de atingir o sucesso e por que não a felicidade tão sonhada?
Pense nisso e se permita a realmente ter um bom dia.
A palavra obrigado tem significados interessantes segundo o dicionário: ser obrigado a fazer, obrigar por lei, ser grato, reagir a algo correspondido.
Palavra igualmente simples, mas difícil de ser dita por aqueles que justamente se sentem na obrigação de fazê-lo, mas nobre e cheia de ternura, gratidão e reconhecimento por quem diz e recebe.
Um feedback por algo, dar-lhe a vez, agradecer um trabalho, um presente, uma parceria ou um simples objeto que foi entregue, uma porta aberta. O poder do obrigado nos renova as energias, aumenta a motivação, estima, trabalho em equipe e comprometimento.
O obrigado é um gesto de reconhecimento, retorno positivo que se está no caminho certo, de um trabalho bem feito, de um apoio sincero, de uma ajuda para alguém que precisa carregar sua mala, segurar o elevador ou passar simplesmente o sal.
Reforça comportamentos; gera sinergia e cumplicidade.
Que possamos falar obrigada sem a obrigação social, mas dar ao outro o direito de gentileza e valor por um gesto, atitude ou trabalho.
Bom dia e obrigado. Que possam ser um oxigênio. Não tem o hábito? Dê o primeiro passo. Diga para você mesmo, pois este é o maior sentido para despertar para o outro.
Diga a você mesmo o quanto acredita em si e é capaz de buscar seus sonhos e metas; o quanto é grato por sua vida, carreira, família.
Que estas palavras não sejam apenas etiquetas profissionais mas façam parte de seu cotidiano para que ao despertar de um novo dia você tenha bons momentos e possa ser grato pelas conquistas feitas por você e pelos outros.
Pense nisso.
Te desejo um bom dia e obrigada.
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É aquela coisa que você já sabe que tem que fazer e não faz. É uma decisão que não toma, um trabalho que não termina, um projeto que não entrega, uma conversa que não rola nunca por que você não toma a iniciativa.
Aí você procura por ajuda, porque sabe que tem alguma coisa errada com isso. Sabe que não é o seu normal, mesmo que nem consiga ver isso com clareza. Você provavelmente dá um Google, pega um livro, conversa com alguém ou mesmo tira um tarô para ver o que dizem e invariavelmente você recebe o mesmo veredicto: “pare de procrastinar para ter sucesso, para conseguir o que você quer. Assuma as rédeas da sua vida, você tem condições, basta querer.”
E aí é que podemos perder uma chance de ouro, a de nos conhecermos melhor e efetivamente dar o salto [quântico] rumo a nós mesmos. Explico: quando vejo, na prática do Coaching, que as pessoas estão procrastinando, eu não falo para elas “superarem” esse problema. Ao contrário, eu sugiro que a gente acolha, pare e olhe para isso que está acontecendo. Vamos entender o que essa lentidão momentânea e consciente tem a dizer, que notícias ela traz desse momento da vida daquela pessoa.
Geralmente a procrastinação é um sintoma. É a ponta do iceberg. Ele traz muitas coisas consigo, que vão além da superfície. O que eu mais vejo na minha prática profissional tem a ver com medo, autossabotagem, insegurança, baixa autoestima, angústia, bloqueio criativo, falta de sentido ou de tesão, incapacidade de assumir o que se quer, entre outras coisas. Cada um desses tópicos merece um texto, ou melhor, um livro em si, então não vamos nos aprofundar agora, certo?
O que eu quero é sugerir que você pare e reflita a respeito do que faz você procrastinar. E busque entender o que esse sintoma está querendo te dizer. Essa é uma maneira muito potente de ir mais fundo e se ouvir, buscar sua verdade e aceitá-la. Acolher o seu momento é a melhor forma de sair dele, como já falei no texto sobre o limbo.
Proponho uma atividade para lhe ajudar nessa reflexão.
Separe um tempo para você, de preferência sozinho e sem interrupções, de aproximadamente 30 a 50 minutos. Procure estar num lugar confortável e, se possível, feche os olhos, respirando profundamente umas 3 vezes ou até conseguir deixar os pensamentos mais quietos, as preocupações de lado…
Então, com o auxílio de papel e caneta ou outro meio que você escolher, comece a atividade:
1º passo: Responda em quais situações específicas da minha vida estou procrastinando agora?
Escreva de maneira sucinta e precisa, como por exemplo: não terminei o projeto X. Não comecei a fazer ginástica. Estou usando muito tempo para fazer tarefa Y. Não estou conseguindo terminar tal coisa. Estou adiando a conversa com fulano.
2º passo: Depois olhe para essas situações que você escreveu e as leia com compaixão. Procure simplesmente aceitá-las, contemplá-las, sem julgá-las. Sei que é difícil não julgar, mas ao menos tente.
Ao observar essas situações, procure apenas abrir espaço para que elas mesmas te digam coisas.
3º passo: Se for o caso, pergunte-se: o que essa situação quer me dizer? O que há aqui, além da superfície? O que eu estou deixando de fazer de verdade? O que está por trás dessa procrastinação que eu não estou querendo ou podendo ver?
4º passo: Veja quais fichas caem, se caem, o que surge. Aceite o que veio, agradeça e só. Guarde tudo e retome sua vida. Se for dormir, boa noite. Se for voltar ao trabalho, bom trabalho. NÃO mexa mais no exercício.
5º passo: Após alguns dias (de 3 a 5 dias), volte ao que você anotou. Novamente observe as situações de procrastinação. Veja se algumas delas você já pode mexer e realizar. Anote as ações que têm que ser feitas.
6º passo: Faça.
Como sempre, quero saber o que surgiu para você, ao ler esse texto. Caíram fichas? Nada rolou? Tá valendo. Compartilhe aqui.
E você já sabe. Qualquer coisa, estou por aqui.
Com amor e com alma,
Karinna
PS: Se você acha que este artigo pode beneficiar alguém, por favor, encaminhe agora para essa pessoa.
PS2: Eu, claro, adoraria que você espalhasse meu artigo por aí, nas suas redes. Assim mais gente curte e compartilha com quem precisa.
Obrigada!
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Eu tenho a mais absoluta certeza de que a grande parte dos leitores já ouviu falar sobre a Inteligência Emocional. Aliás, provavelmente, haverá até especialistas e professores na disciplina cuja fundamentação teórica nos remete a Charles Darwin. O que a maioria também sabe está no fato de que a popularização do assunto surgiu quando, há vinte anos, Daniel Goleman publicou um best-seller a respeito. Mas será que a inteligência emocional se confunde com a Inteligência Espiritual? E você, o que pensa a respeito?
Para começo de conversa, deve-se lembrar que o conceito de “inteligência” é algo sobre o que não há unanimidade. A depender da corrente de estudos, esse conceito (que na linguagem dos estudiosos chama-se constructo) terá diferentes interpretações e o pesquisador deve indicar qual a ênfase e abordagem mais adequada ao seu objetivo de momento. Neste nosso caso, vamos nos vincular ao conceito etimológico de que a “inteligência” é a capacidade de identificar as opções, processá-las e decidir por aquela mais conveniente em um dado problema ou situação. Agora, vou tirar o foco da mera conceituação de “inteligência” para tratar do tema ampliado: Inteligência Espiritual.
O estudo da importância da espiritualidade tem crescido bastante, a ponto de haver profissionais da área de saúde que indicam haver alta relação entre a prática espiritual com a saúde mental das pessoas. E aqui surge a necessidade de se fazer outra distinção, pois espiritualidade não é o mesmo que religiosidade. Esta última diz respeito à prática da relação da pessoa com Deus, em que há um sistema de rituais ou simbolismos presentes. A espiritualidade, porém, volta-se à dimensão pessoal que diz respeito à própria existência, uma relação com a consciência sem que haja necessariamente rituais ou símbolos. Ou seja, a espiritualidade diz respeito a atitudes, sentimentos e pensamentos superiores que levam ao crescimento (amadurecimento) do ser humano. A prática da religião pode apoiar a espiritualidade, mas esta vai além.
Voltando ao tema central, vamos nos basear nos estudos e propostas da física e filósofa americana Danah Zohar, ligada a importantes centros de pensamento, nos EUA e Europa. Tendo como linha de pesquisa a física quântica, sobre Inteligência Espiritual ela relata ser algo essencial para promover a cooperação entre as pessoas, tanto na família como em sociedade. Indo além, ela entende que é a Inteligência Espiritual que ajudará as pessoas a alcançarem soluções positivas para o planeta, além de criar um melhor encontro individual nessa caminhada, ao descobrir melhor a si mesmo e aos seus valores. O alto quociente espiritual faz a pessoa ter a vida mais criativa, promissora e com sentido, com identificação do propósito pessoal.
Em seu livro Inteligência Espiritual (Editora: Viva Livros; 2012), escrito com Ian Marshall, Danah comenta que a inteligência emocional faz a pessoa ter capacidade de julgar em que situação se encontra e como deve se comportar, adequadamente, nos limites dessa situação. A Inteligência Espiritual estimula a pessoa a se perguntar se ela deseja estar nessa situação em particular e como é a melhor forma de trabalhar com os limites da situação. Em seu livro ela comenta de dez atributos típicos que mostram quando a pessoa tem um elevado quociente de Inteligência Espiritual.
As características comuns de quem tem alta Inteligência Espiritual são assim resumidas: (1) Praticam e estimulam o autoconhecimento profundo; (2) São idealistas e levadas por valores pessoais; (3) Têm capacidade de encarar e se apropriar positivamente da adversidade; (4) São holísticas, no sentido de que conseguem ter visão abrangente sobre cada situação (analisam as partes e entendem o todo); (5) Respeitam a diversidade (em todas as nuances de diferenças entre pessoas, sem preconceitos); (6) Preservam sua independência e arbítrio; (7) Perguntam sempre “por quê?”, como forma de se questionarem quanto aos próprios dogmas e crenças limitantes; (8) Têm capacidade de colocar as situações e os fatos em um contexto ampliado; (9) São espontâneas e verdadeiras, e; (10) Têm compaixão, conseguindo se colocar no lugar das pessoas que estão com dores ou problemas, viabilizando ajudá-las.
E então, como está o seu grau de Inteligência Espiritual? Agora, fica o convite à sua reflexão e … Boa sorte!
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