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Pergunte-se: Isso Faz Bem Para Mim? Uma pergunta simples que pode transformar sua saúde, suas escolhas e sua vida

Você vive no automático ou faz escolhas conscientes? Descubra como uma pergunta simples — “isso faz bem para mim?” — pode transformar sua saúde, seus hábitos e sua vida ao interromper padrões invisíveis e ampliar sua consciência.

Pergunte-se: Isso Faz Bem Para Mim? Uma pergunta simples que pode transformar sua saúde, suas escolhas e sua vida

Pergunte-se: Isso Faz Bem Para Mim?
Uma pergunta simples que pode transformar sua saúde, suas escolhas e sua vida

Pode parecer simples demais. Mas talvez uma das perguntas mais poderosas para a sua saúde — física, emocional e mental — seja também uma das mais negligenciadas no dia a dia: Isso faz bem para mim?

Essa pergunta pode — e deve — ser aplicada a tudo: ao que você come, bebe, pensa, sente, consome, fala, assiste, pratica e até aos ambientes e relações que escolhe manter. Até mesmo a solidão merece ser questionada — hoje já sabemos que, de fato, a desconexão crônica impacta profundamente a saúde.

E, ainda assim, raramente fazemos essa pergunta com verdadeira consciência.

Vivemos no automático. Seguimos rotinas, hábitos, costumes, tendências, estímulos constantes. Comemos sem perceber, reagimos sem refletir, pensamos sem filtrar. Repetimos padrões — inclusive emocionais — que, muitas vezes, não nos fazem bem.

E essa falta de consciência tem, sem dúvida, um preço.

Ela impacta a mente, o cérebro, o corpo — e inevitavelmente se reflete nas relações e na forma como vivemos. Porque, no fundo, tudo está integrado. Não existe separação.


O corpo responde a tudo

A ciência já demonstrou que o corpo está em constante diálogo com nossas experiências internas. Hábitos, comportamentos, emoções, pensamentos bem como percepções influenciam diretamente sistemas como o nervoso, o endócrino e o imunológico.

Estados frequentes de estresse, autocrítica, sobrecarga ou desconexão mantêm o organismo em alerta. Por outro lado, estados de presença, segurança e coerência favorecem regulação, equilíbrio e recuperação.

E há um ponto essencial: O corpo não distingue com precisão entre o que é vivido externamente e o que é repetido internamente. Ele responde ao que é frequente. Isso inclui a forma como falamos conosco.

Autocrítica constante, pensamentos negativos recorrentes, ambientes tóxicos ou relações desgastantes não são apenas experiências psicológicas — são experiências biológicas.


Automatismo: o piloto invisível

Grande parte das nossas escolhas não é consciente — é automática.

O cérebro tende a economizar energia, repetindo padrões já conhecidos. Esse automatismo é fundamental para a sobrevivência, mas pode se tornar limitante quando passamos a repetir hábitos que não nos favorecem.

Com o tempo, aquilo que repetimos se consolida como circuito neural. E o que não questionamos, não ajustamos ou não ressignificamos… permanece ativo.

É nesse ponto então que uma simples pergunta se torna uma poderosa ferramenta de interrupção: Isso faz bem para mim?


Se sabemos o que nos faz bem, por que é tão difícil mudar?

Hoje sabemos, com bastante clareza, os pilares fundamentais da saúde: alimentação equilibrada, hidratação, sono de qualidade, exercícios físicos,  pausas, contato com a natureza, relações saudáveis, regulação emocional e, para muitos, espiritualidade.

Mas saber não é suficiente.

Do ponto de vista da neurociência, mudar exige mais do que informação. Exige reestruturação de circuitos neuraisexige neuroplasticidade.

O cérebro tende a preferir o conhecido ao novo. Existe um custo energético e biológico na mudança. Circuitos antigos são mais eficientes; novos caminhos exigem esforço, repetição e intenção.

Além disso, estados emocionais influenciam diretamente nossas decisões.
Sob estresse, ansiedade ou exaustão, o cérebro tende a buscar respostas rápidas — e nem sempre as mais saudáveis.

Razão e emoção não competem. Elas caminham juntas — e moldam nossas escolhas.


É apenas uma pergunta, com múltiplas aplicações

A força dessa pergunta está na sua simplicidade — e na sua repetição.

Antes de agir, consumir ou reagir, pause então por um instante:

  • Isso que estou comendo faz bem para mim?
  • Esse ambiente me fortalece ou me desgasta?
  • Essa conversa contribui ou drena minha energia?
  • Esse pensamento me constrói ou me limita?
  • Esse hábito está alinhado com a vida que quero viver?

A pergunta não julga — ela revela.

Ela interrompe o automático e devolve você ao comando.

Talvez não seja sobre mudar tudo de uma vez.

Talvez seja sobre começar com uma pergunta.

E repeti-la… até que ela se torne um novo padrão.

Isso faz bem para mim?


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Quer saber mais sobre como a pergunta “isso faz bem para mim” pode transformar sua saúde, suas escolhas e, sem dúvida, ajudar você a sair do automático, evitando padrões que não te fazem bem? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em conversar a respeito.

Com carinho,

Dra. Marcia Coronha, PhD
Cientista e Pesquisadora em Saúde 
Especialista em Neuroemoção
Fundadora do Instituto ConsCiência  

Confira também: Estamos Prontos para Envelhecer Juntos? Envelhecimento, Integração e o Desafio Humano da Nova Pirâmide Etária

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Inteligência Artificial e o Paradoxo da Produtividade

A inteligência artificial promete mais eficiência, mas por que a pressão só aumenta? Entenda o paradoxo da produtividade, como a IA redefine expectativas no trabalho e o impacto real na forma como pensamos, decidimos e produzimos.

Inteligência Artificial e o Paradoxo da Produtividade

Inteligência Artificial e o Paradoxo da Produtividade

Nos próximos anos, a inteligência artificial provavelmente transformará não apenas a forma como trabalhamos, mas também a maneira como pensamos e tomamos decisões. A produtividade é apenas a primeira camada dessa transformação.

Ao longo da história do trabalho, quase toda inovação tecnológica foi acompanhada de uma promessa semelhante: reduzir tarefas repetitivas, aumentar a eficiência e liberar tempo humano para atividades mais criativas e estratégicas. A inteligência artificial generativa surge, novamente, envolta nessa narrativa. Ferramentas capazes de sintetizar informações, elaborar textos, organizar dados e acelerar processos são apresentadas como aliadas de um futuro em que trabalharíamos melhor e, talvez, até menos.

Na teoria, a equação parece simples: mais tecnologia, mais eficiência, menos esforço humano.

No entanto, à medida que essas ferramentas começam a se integrar ao cotidiano das organizações, um fenômeno curioso começa a aparecer. Em vez de reduzir o volume de trabalho, a inteligência artificial frequentemente amplia as expectativas de produtividade. Aquilo que antes era considerado extraordinário passa rapidamente a ser interpretado como o novo padrão de desempenho.

Recentemente li o artigo de um jovem estudante que relatava uma experiência interessante. Ao começar a utilizar inteligência artificial com mais intensidade em seu trabalho, percebeu que sua produtividade aumentou significativamente. Conseguia entregar mais, resolver tarefas com maior rapidez e organizar atividades com mais eficiência. Ainda assim, a sensação predominante não era de alívio, mas de cansaço. A impressão era de que, quanto mais produzia, maior se tornava o volume de demandas.

O paradoxo o intrigava: se a tecnologia prometia tornar o trabalho mais eficiente, por que a pressão parecia aumentar em vez de diminuir?

Essa observação toca em um ponto profundo da transformação atual do trabalho. A história das organizações mostra que ganhos de eficiência raramente reduzem o volume de trabalho; na maioria das vezes, eles apenas redefinem aquilo que passa a ser considerado normal.

Quando uma tarefa que antes levava três horas passa a ser realizada em trinta minutos, não é o trabalho que diminui. É o parâmetro de produtividade que se desloca. O que antes era suficiente deixa de ser, e o extraordinário passa a ser esperado.

A inteligência artificial, nesse sentido, não altera apenas a forma como trabalhamos. Ela altera silenciosamente as expectativas que recaem sobre quem trabalha.

Relatórios que antes exigiam dias passam a ser elaborados em poucas horas. Análises complexas podem ser estruturadas em minutos. Aquilo que poderia significar ganho de tempo frequentemente se transforma em ampliação de escopo: mais tarefas acumuladas, mais entregas simultâneas, mais velocidade exigida.

A eficiência tecnológica não elimina o trabalho; muitas vezes, apenas aumenta o ritmo do jogo.

Esse movimento tem implicações que vão além da gestão de produtividade. Ele atinge diretamente a experiência subjetiva do trabalhador. Quando a capacidade de produzir aumenta, cresce também a sensação de que sempre seria possível fazer mais. A linha entre desempenho adequado e insuficiente torna-se cada vez mais instável.

Não é raro surgir uma percepção silenciosa de corrida permanente. O dia termina com muitas entregas realizadas, mas com a sensação de que ainda havia mais a ser feito. A tecnologia que deveria aliviar parte da carga de trabalho pode, paradoxalmente, intensificar a pressão interna por desempenho.

Nesse ponto, a discussão sobre inteligência artificial deixa de ser apenas tecnológica e passa a ser também psicológica e organizacional.

Ferramentas não criam culturas por si mesmas, mas podem amplificar padrões já existentes. Em ambientes que valorizam exclusivamente velocidade, eficiência e resultados imediatos, tecnologias que aumentam produtividade tendem a ser incorporadas como instrumentos de intensificação do trabalho. O ganho de eficiência não é convertido em tempo de reflexão ou aprendizagem; ele é absorvido como aumento de demanda.

A consequência é um fenômeno cada vez mais visível: a tecnologia promete economia de esforço, mas a experiência concreta de muitos profissionais é de aceleração constante.

Isso não significa que a inteligência artificial seja um problema em si. Trata-se de uma das ferramentas mais poderosas já desenvolvidas para ampliar capacidades humanas. A questão central talvez esteja menos na tecnologia e mais na forma como as organizações interpretam seus efeitos.

Toda inovação cria a possibilidade de reorganizar o trabalho, mas também a tentação de ampliar expectativas.

Se cada avanço tecnológico for imediatamente convertido em mais tarefas, mais velocidade e mais entregas, o resultado não será necessariamente um trabalho mais inteligente. Será apenas um trabalho mais intenso.

Por isso, a discussão sobre inteligência artificial no mundo do trabalho não pode se limitar a perguntas sobre automação ou eficiência. A pergunta mais importante talvez seja outra: que tipo de relação com o trabalho estamos construindo quando a eficiência deixa de ser um ganho coletivo e passa a ser apenas um novo patamar de exigência individual?

Porque a tecnologia pode ampliar nossas capacidades. Mas a forma como organizamos o trabalho continuará definindo se esse ganho se traduz em mais inteligência coletiva – ou apenas em mais pressão sobre quem trabalha.

Este artigo inaugura uma pequena série de reflexões sobre o trabalho na era da inteligência artificial, reunidas sob o título “Entre Humanos e Algoritmos”, em que discutirei como essas tecnologias estão transformando não apenas a produtividade, mas também a forma como pensamos e tomamos decisões no ambiente profissional.

Para mais informações ou se quiser contratar meus serviços, então entre em contato pelo e-mail belfranchon@gmail.com.


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Quer saber mais sobre o paradoxo da produtividade com inteligência artificial e como usar a tecnologia para trabalhar melhor — sem cair na armadilha de produzir mais e se sentir cada vez mais pressionado? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em conversar a respeito.

Isabel C Franchon
https://www.q3agencia.com.br

Confira também: A Tirania da Resiliência: Por que Paramos de Dobrar e Começamos a Quebrar?

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Autoconhecimento na Liderança: O Diferencial Invisível dos Executivos de Alto Impacto

Você lidera com estratégia ou reage a padrões invisíveis? Descubra como o autoconhecimento na liderança influencia decisões, fortalece a inteligência emocional e transforma executivos em líderes mais conscientes, estratégicos e autênticos no ambiente corporativo.

Autoconhecimento na Liderança: O Diferencial Invisível dos Executivos de Alto Impacto

Autoconhecimento na Liderança: O Diferencial Invisível dos Executivos de Alto Impacto

Em uma reunião de diretoria que acompanhei anos atrás, um CEO interrompeu a discussão, olhou para a equipe e disse algo que ficou gravado na minha memória:

“Se eu não entender a mim mesmo, qualquer estratégia que eu aprove aqui pode estar errada.”

A frase não apareceu em nenhum relatório. Não virou manchete; mas revelou algo essencial: Antes de liderar empresas, mercados ou estratégias… um líder precisa aprender a liderar a si mesmo.

E é exatamente aí que entra o autoconhecimento.

Não como um conceito filosófico abstrato. Mas como uma das competências mais poderosas — e mais subestimadas — da liderança executiva.


A ilusão do líder que sabe tudo

No mundo corporativo existe uma expectativa silenciosa: Executivos devem parecer seguros, convictos e rápidos nas decisões.

Isso cria uma armadilha perigosa. Muitos líderes passam anos desenvolvendo conhecimento técnico, visão estratégica e capacidade analítica, mas ignoram um território fundamental: o próprio interior.

Conhecem o mercado, os concorrentes e os números.

Mas não conhecem bem:

  • seus gatilhos emocionais;
  • seus medos;
  • seus padrões de reação;
  • seus vieses de decisão.

E quando isso acontece, algo curioso surge.

O executivo acredita que está tomando decisões estratégicas, quando na verdade está reagindo a inseguranças invisíveis.


A pergunta que poucos executivos fazem

Em muitos processos de mentoria executiva, costumo fazer uma pergunta simples:

“O que mais influencia suas decisões: seus dados ou seus medos?”

Quase sempre vem um silêncio porque a verdade é desconfortável…

Decisões corporativas frequentemente são influenciadas por fatores como:

  • medo de errar;
  • necessidade de aprovação;
  • ego;
  • necessidade de controle;
  • experiências passadas não resolvidas.

E tudo isso opera abaixo da superfície da consciência. O autoconhecimento começa exatamente quando o líder aceita olhar para esse território.


Liderar começa dentro

Autoconhecimento significa algo muito simples e ao mesmo tempo profundo:

Entender quem você é quando ninguém está olhando.

Significa reconhecer:

  • seus valores reais (não os que aparecem no LinkedIn);
  • suas motivações verdadeiras;
  • seus limites;
  • suas inseguranças;
  • suas forças genuínas.

Executivos que desenvolvem essa consciência começam a perceber padrões.

Por exemplo:

  • o diretor que evita conflitos;
  • o CEO que centraliza decisões;
  • o líder que precisa sempre ter razão;
  • o executivo que se sobrecarrega porque não delega.

Nenhum desses comportamentos surge por acaso.

Todos têm origem em histórias pessoais, crenças e experiências acumuladas ao longo da vida. O autoconhecimento revela esses padrões e,  quando eles se tornam visíveis, algo poderoso acontece:

O LÍDER GANHA LIBERDADE PARA ESCOLHER COMO AGIR.


A diferença entre reagir e liderar

Sem autoconhecimento, executivos reagem.

Com autoconhecimento, executivos escolhem e essa diferença muda tudo.

Um líder autoconsciente percebe quando está:

  • reagindo emocionalmente;
  • defendendo o ego;
  • evitando uma conversa difícil;
  • tomando uma decisão precipitada.

Esse pequeno espaço entre estímulo e resposta é onde mora a liderança madura. É ali que surgem decisões mais conscientes. E equipes percebem isso rapidamente.

Líderes que se conhecem bem transmitem algo raro no ambiente corporativo: coerência.


Inteligência emocional não é moda

Durante muitos anos, falar de emoções no ambiente corporativo parecia estranho. Hoje sabemos que ignorar emoções é um erro estratégico. Executivos que desenvolvem autoconhecimento fortalecem algo essencial: inteligência emocional.

Isso significa capacidade de:

  • reconhecer emoções próprias;
  • entender emoções dos outros;
  • regular reações;
  • conduzir conflitos de forma construtiva.

Equipes lideradas por executivos emocionalmente conscientes tendem a apresentar:

  • maior confiança;
  • melhor comunicação;
  • menos conflitos destrutivos;
  • mais engajamento.

Não porque o líder é “bonzinho”. Mas porque ele entende pessoas.


A armadilha da comparação

Uma das maiores barreiras ao autoconhecimento no mundo executivo é a comparação constante. Executivos frequentemente medem seu valor comparando-se a outros em:

  • faturamento;
  • cargo;
  • reconhecimento;
  • exposição pública.

Isso cria um ciclo perigoso. O foco deixa de ser crescimento pessoal e passa a ser validação externa.

O autoconhecimento rompe esse ciclo. Ele desloca a pergunta de:

“Como estou em relação aos outros?”

para algo muito mais poderoso:

“Estou evoluindo em relação a mim mesmo?”


O papel do feedback

Autoconhecimento não acontece apenas em reflexão solitária. Ele também nasce do espelho que os outros oferecem.

Feedbacks sinceros — especialmente de pessoas que têm coragem de dizer a verdade — são ferramentas poderosas.

Mas aqui surge outro desafio.

Executivos frequentemente recebem menos feedback real à medida que sobem na hierarquia. As pessoas evitam confrontar líderes. Por isso muitos executivos vivem dentro de uma bolha de confirmação.

Mentoria, coaching e ambientes seguros de diálogo ajudam a romper essa bolha.

Eles criam espaços onde o líder pode enxergar pontos cegos que sozinho dificilmente perceberia.


O impacto no ambiente corporativo

Quando um líder desenvolve autoconhecimento, o efeito não fica restrito a ele. Ele se espalha pela organização.

Equipes lideradas por executivos autoconscientes costumam apresentar:

  • mais confiança psicológica;
  • mais abertura para diálogo;
  • menos jogos de poder;
  • mais clareza de propósito.

Porque líderes conscientes tendem a criar culturas mais maduras. Eles sabem que liderança não é sobre controle. É sobre consciência e responsabilidade.


O verdadeiro diferencial de liderança

No final das contas, o autoconhecimento produz algo raro no mundo corporativo: liderança autêntica.

Não aquela construída em discursos. Mas aquela que se revela na prática diária. Na forma como o líder:

  • toma decisões difíceis;
  • lida com erros;
  • conduz conflitos;
  • trata pessoas.

Executivos que se conhecem profundamente deixam de tentar parecer líderes.

Eles simplesmente se tornam líderes.

E daí…

Talvez a pergunta mais importante não seja: “Você conhece seu mercado?”

Nem: “Você conhece sua estratégia?”

Talvez a pergunta mais poderosa seja esta: “Você conhece a si mesmo?”

Porque no final da jornada executiva, uma verdade sempre se revela: o maior território de liderança é o território interior.


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Quer saber mais sobre o autoconhecimento, o diferencial invisível da liderança de alto impacto, e como ele pode transformar sua liderança e evitar decisões guiadas por padrões invisíveis? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em conversar a respeito.

Walter Serer
https://walterserer.com.br
https://www.linkedin.com/in/walter-serer-86717b20/

Confira também: A Janela com Vista para o Sol: O Poder dos Pequenos Rituais em Tempos de Sobrecarga

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Relacionamento e Privacidade São Compatíveis. Acredite!

Privacidade não é afastamento, é saúde emocional. Entenda como manter sua individualidade dentro do relacionamento, evitar o sufocamento emocional e construir conexões mais equilibradas, conscientes e duradouras.

Relacionamento e Privacidade São Compatíveis. Acredite!

Relacionamento e Privacidade São Compatíveis. Acredite!

Quando entramos em um relacionamento, muitas vezes existe a crença silenciosa de que “agora somos um”.

Mas ser um casal não significa dissolver a própria identidade.

Você não precisa abandonar o que gosta.

Não precisa silenciar suas amizades, seus rituais, seus momentos de solitude.

Não precisa diminuir sua luz para caber no espaço do outro.

Relacionamentos saudáveis não exigem anulação, exigem maturidade.

Existe uma ideia romantizada de que amor verdadeiro é compartilhar tudo: todos os pensamentos, todos os espaços, todos os minutos.

Mas a fusão excessiva gera sufocamento. E o sufocamento gera ressentimento.

Privacidade não é segredo, é saúde.  Autonomia não é distanciamento emocional, é autocuidado.  Silêncio não é rejeição, é introspecção.

Quando você se permite estar só, então escuta o que está vivo dentro de você. Você organiza sentimentos, percebe incômodos e mantém assim sua identidade ativa.

O silêncio é um espaço de reencontro. E quem não se encontra, se perde no outro.

Refletir sobre sua vida, suas escolhas e seus desejos é, de fato, um gesto de maturidade emocional.

Quando você preserva sua privacidade:

  • pensa antes de reagir;
  • entende seus limites;
  • diferencia o que é seu do que é do outro;
  • assume responsabilidade pela própria felicidade.

Isso fortalece o vínculo.

Claro que existem momentos que podem e devem ser, sem dúvida, compartilhados. Mas o relacionamento saudável é formado por duas histórias, duas individualidades, dois mundos internos, duas trajetórias que caminham lado a lado, não por um mundo que engole o outro.

Manter sua autonomia, sua privacidade e sua capacidade de introspecção é o que permite oferecer ao relacionamento uma versão inteira de si e não fragmentos dependentes.

Quando você continua fazendo o que gosta…

Quando mantém seus espaços pessoais…

E quando preserva momentos de silêncio…

Você não está se afastando do relacionamento, mas fortalecendo sua saúde emocional.

E pessoas emocionalmente saudáveis constroem relações mais conscientes, respeitosas e duradouras.

Amar não é se fundir.

Amar é escolher caminhar junto, sem deixar de existir.

Porque o relacionamento mais importante da sua vida continua sendo o que você tem com você. E não custa nada relembrar, que o maior amor do mundo é o amor-próprio!


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Quer saber mais sobre como manter a privacidade no relacionamento sem perder a conexão e o amor? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.

Até o próximo artigo!

Márcia Rosa
https://www.marciarosaconsultoria.com.br

Confira também: 2 Dicas Poderosas de Como Prevenir e Aliviar o Estresse

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Como Lidar com os Sintomas de Uma Vida Caótica

Uma vida caótica pode ser reflexo de feridas emocionais não resolvidas. Descubra como identificar a raiz desses padrões, enfrentar dores do passado e iniciar uma transformação profunda com mais consciência, coragem e apoio.

Como Lidar com os Sintomas de Uma Vida Caótica

Como Lidar com os Sintomas de Uma Vida Caótica

Nenhuma pessoa em plena consciência deixaria sua vida nas mãos de alguém.

Mas embora isso não seja algo consciente, a imensa maioria faz exatamente isso.

Um sentimento ferido pode durar uma vida toda, sem que a pessoa se dê conta disso e consequentemente, ela pode se tornar amarga, cética, fria e distante por isso.

Não preciso nem dizer o quanto isso gera impacto negativo nas relações subsequentes.

E a pessoa acaba acreditando que existe alguma coisa errada com ela.

Isso não é verdade, mas é preciso fazer o caminho de entrada, pois a solução se encontra dentro do ser.

Não existe atalho e o famoso jeitinho para limpar feridas antigas e dolorosas da psique humana.

Costumo parabenizar os meus clientes quando iniciam sessões de terapia comigo, pois este movimento requer coragem.

E não se trata de qualquer coragem, me refiro à coragem de se ver, de olhar para a criança maltratada, a adolescência e as questões pendentes e não resolvidas do passado.

E olhar a relação com os pais é essencial, por mais que a pessoa afirme: “Adriana, tenho uma relação ótima com os meus pais”. Se a realidade dela é caótica, a relação com os pais pode não ser tão bem resolvida assim.

Basta se perguntar:

  • Eu me sinto amada como eu sou por meus pais?
  • Recebi atenção e cuidados na infância por eles?
  • Me sentia segura e aceita?
  • Tive consideração e estima de ambos?
  • Quem me levava para escola?
  • Quem me ajudou a ler e escrever?
  • Quando estava triste, quem estava ao meu lado me amparando?

Por essas perguntas, a pessoa consegue ter uma noção de como foi a sua infância emocionalmente. Entenda que não quero culpar os pais, mas trazer para o ser a consciência de sua realidade como ela foi, sem ficar tentando fingir que nada aconteceu.

Entendo as leis sistêmicas, afinal também sou consteladora, no entanto, para ser grata e amar os pais verdadeiramente, primeiro é preciso reconhecer a dor e o choro muitas vezes reprimido em tenra idade. Só assim a pessoa conseguirá, de fato, tomar o amor dos pais.

Sem isso, fazer uma constelação familiar se torna um teatro, sem o devido efeito na vida da pessoa.

Quantas vezes a pessoa repete um mesmo problema, justamente porque está fugindo do enfrentamento real, aquele que fará toda diferença em termos de qualidade de vida e resultados.

Entendo perfeitamente, pois em alguns casos, ela pode não estar pronta para a cura de suas feridas emocionais mais profundas.

Por isso disse que nesse processo não há atalho nem jeitinho, pois depois que tudo isso é visto, limpo, elaborado e integrado, a pessoa se transforma de dentro para fora. Mas isso demanda tempo e vontade.

Quando o ser chega ao ponto final da dor, ela diz: “Chega! Não aguento mais, eu farei o que for preciso para solucionar esta questão e este desconforto interno”. É aí, nesse exato momento, que ela está pronta!

Sem chegar a esse ponto, ela ainda quer algo instantâneo, e isso não é real, em se tratando da psique humana.

O ego deseja tudo para ontem, isso faz parte da função dele. Quer na hora e do jeito dele. Por isso, tantas pessoas conseguem vender fórmulas mágicas, porque o ego deseja ardentemente que isso seja real.

As receitas prontas e rápidas podem até funcionar para algumas coisas, mas se você já tentou e não funcionou, quer dizer que para você não funcionou, portanto, é preciso sair da areia da praia e aprofundar em seu oceano interno.

As águas profundas não são muito frequentadas, porque ninguém sabe ao certo o que sairá de lá. Talvez um monstro marinho, daqueles de filme de ficção, ou um alienígena que veio de outro planeta. Mas, no fundo, são as questões ancestrais dolorosas, os complexos transgeracionais e os traumas.

Uma pessoa pode estar com problemas sérios financeiros ou afetivos e não se dá conta de que pode ter um complexo de pobreza ou até mesmo um complexo de inferioridade atuando fortemente em sua vida.

Esse complexo pode ser um complexo familiar, ou seja, foi transmitido de geração para geração.

Saber disso é importante? Com toda certeza.

Mas só saber não basta, é preciso ir até a raiz do problema para desatar de verdade este nó.

E, sem terapia, fazer isso fica muito complicado. Pois existem vários livros que a pessoa pode iniciar suas pesquisas para fazer o autotratamento. Mas isso vai demandar muito tempo — no meu caso, foram mais de 15 anos.

Outra questão é que ela pode até tentar fazer sozinha, mas nas águas abissais não existe segurança, como mencionei acima, ninguém sabe ao certo o que sairá de lá.

Mas, quando existe a presença de um terapeuta qualificado, o caminho de entrada fica mais seguro, pois a pessoa entra e sai com a ajuda do profissional.

Como o mundo interno não é visto a olho nu, ele tende a ser subestimado, mas os efeitos são evidentes através da realidade da pessoa.

  • Vida afetiva desestruturada;
  • Vida financeira caótica;
  • Saúde debilitada;
  • Caos na vida profissional;
  • Problemas familiares;
  • Dificuldades nos relacionamentos interpessoais.

E outros efeitos que você pode estar sentindo agora aí em sua vida.

Então navegar nas águas profundas pode até não ser confortável, mas acredite, é o que realmente funciona.

Se você chegou ao ponto de virada e não aguenta mais a realidade como ela se apresenta, vou deixar alguns possíveis passos para você abaixo, caso tenha sintonizado com o meu trabalho.

Mas antes, gravei uma meditação de limpeza e centramento no meu canal do YouTube. Para ouvir, CLIQUE AQUI, aproveite e se inscreva no canal, vou adorar te ver por lá também.

Gravei áudios com exercícios terapêuticos. Para trabalhar seu relacionamento com sua mãe CLIQUE AQUI; para trabalhar o seu relacionamento com o seu pai CLIQUE AQUI. Caso queira agendar uma constelação familiar, CLIQUE AQUI

Agora, se deseja iniciar sessões de terapia, CLIQUE AQUI para agendar uma sessão comigo.


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Quer saber mais sobre como lidar com uma vida caótica e transformar suas feridas emocionais em crescimento? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.

Cuide-se com amor!

Grande abraço.

Ádria Gutman
https://www.instagram.com/adriacursos/

Confira também: As Sequelas da Repressão Emocional: Como o Medo da Infância Impacta Sua Vida Adulta

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Liderança em Risco: O Perigo de Ignorar Suas Emoções

Ignorar emoções pode sabotar sua liderança de forma silenciosa. Entenda como a regulação emocional melhora decisões, reduz o estresse e fortalece relações, elevando sua performance com mais consciência e equilíbrio.

Liderança em Risco: O Perigo de Ignorar Suas Emoções

Liderança em Risco: O Perigo de Ignorar Suas Emoções

Cada emoção não regulada é uma bomba silenciosa que compromete decisões, corrói relações, performance e a própria liderança.

“Quem não aprende a regular suas emoções é regulado por elas.”

Regular emoções não significa controlar, nem tampouco, esconder emoções. Significa perceber e ser capaz de nomear o que sente, entender os gatilhos que as geraram e então fazer uma escolha consciente de como reagir. Ou seja, envolve um processo de autoconsciência e observação de si mesmo.

É preciso primeiramente se dar permissão para sentir raiva, frustração, medo, tristeza e outras emoções desconfortáveis, reconhecendo-as como sinais.

Emoções são dados.

Elas sempre trazem uma mensagem, querem nos dizer algo sobre nós — sobre limites violados, frustrações quando algo foge do controle, desconexão, expectativa não atendida…

O caminho é aprender a “ler” esses dados. Enquanto desenvolvemos regulação emocional, estamos aprendendo sobre como funcionamos, nossos medos e necessidades.

É preciso também desconstruir algumas crenças, e uma que nos impede de evoluir é a que nos fala que “sentir emoções é sinônimo de fraqueza”. Enquanto você acreditar nisso e lutar para não as sentir irá bloquear o seu processo de desenvolvimento.

Sentir emoções é um sinal de que você está vivo e de que o seu corpo e mente estão reagindo a algo. Só isso! Não dá para impedir de sentir emoções. É fisiológico. É humano!

O que está na nossa mão é aprender a regulá-las. Aqui, sim, você consegue ter gestão.

Gosto de dizer que regulação emocional é um processo de ações diárias.  Não tem um ponto de chegada. É uma habilidade treinável e que sempre estará em lapidação, afinal o estresse faz parte da vida e sempre seremos desafiados.

Na prática: cada respiração, cada pausa, cada reflexão reduz o estresse e melhora suas decisões. Aprender a se regular é, sem dúvida, cuidar da sua saúde, das suas relações e gerenciar o seu nível de estresse.

Mas, serei verdadeira.

Não é algo que acontece automaticamente, sem esforço. Nosso cérebro evoluiu para reagir rápido a estímulos no modo “sobrevivência”, e não para pausar e refletir antes de agir. Por isso, controlar impulsos, parar, respirar e pensar antes de reagir pode parecer difícil no começo…

A maior parte das nossas reações é automática, baseada em padrões antigos de comportamento. Mudar isso exige atenção e prática constante.

Espero que essa provocação sobre regulação emocional X gestão de estresse tenha gerado em você boas reflexões. O convite agora é que você mantenha vivo esse aprendizado e comece hoje mesmo a treinar a reagir com mais atenção e consciência.

Mas, atenção!


Oportunidades de desafios para treinos não irão faltar, utilize cada adversidade do seu dia para fazer esse exercício:

  • O que eu estou sentindo?
  • E o que essa emoção está querendo me “dizer”?

Só esse passo já ajudará a fortalecer sua regulação emocional. Confie no processo!

Eu sou Ellen Ravaglio e a minha coluna “Alta Performance & Saúde Mental” tem como objetivo instigar a exercitar o autocuidado, o cuidar do outro e do negócio de forma consciente e sustentável.


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Ellen Ravaglio
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Confira também: O que vem depois da Zona de Conforto? Como Expandir para a Zona de Crescimento e Alta Performance

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O Primeiro Degrau: Por que a Segurança vem antes das Ferramentas?

Antes de aplicar ferramentas, o líder precisa construir segurança. Descubra por que a liderança começa na clareza, não na técnica, e como desenvolver confiança, escuta ativa e resultados práticos desde os primeiros passos na gestão.

O Primeiro Degrau da Liderança: Por que a Segurança vem antes das Ferramentas?

O Primeiro Degrau da Liderança: Por que a Segurança vem antes das Ferramentas?

Olá, executores!

No último artigo, falamos sobre a transição de mentalidade. Mas vamos cair na real: você pode ler todos os livros de gestão e decorar todas as siglas do mercado, mas se ao sentar na cadeira de líder você se sentir um impostor, nada vai funcionar.

Muitos líderes iniciantes acreditam que precisam chegar “chutando a porta”, aplicando ferramentas complexas de análise de perfil ou métricas de performance para mostrar serviço. Errado. O primeiro passo da liderança não é sobre o que você faz, mas sobre quem você é diante do time. É sobre construir segurança.


O peso da nova cadeira

A insegurança é o maior inimigo da execução. Quando você assume um time, especialmente se for formado por antigos colegas, então o medo de não ser respeitado ou de tomar a decisão errada pode paralisar. É aqui que muitos caem na armadilha de serem “bonzinhos demais” para serem aceitos, ou “autoritários demais” para serem respeitados.

A segurança para liderar não nasce de um manual; ela nasce da clareza. Você não precisa ter todas as respostas, mas precisa ter o controle do processo. Entender que a sua nova função é garantir que o time tenha condições de trabalhar é o que te dará a legitimidade necessária. Sem segurança emocional, a técnica é vazia. E como sempre digo: aqui é ação, não autoajuda.


Como construir essa base de segurança?

Para quem está começando, sugiro três movimentos estratégicos para estabilizar o solo antes de levantar o edifício:

1. Estabeleça a “Escuta Ativa” como primeira ação

O líder seguro não é aquele que mais fala, mas o que melhor ouve. Nas primeiras semanas, sua missão é entender as dores, as expectativas e os processos do time. Ao ouvir, você demonstra respeito e colhe os dados necessários para decidir com assertividade mais adiante. Isso retira o peso de “ter que saber tudo” de imediato.

2. Aceite a vulnerabilidade técnica

Você não é mais o melhor técnico do time, e está tudo bem. Sua segurança deve vir da sua capacidade de coordenar talentos, não de ser o executor mais rápido. Admitir que o liderado conhece mais de uma tarefa específica do que você não diminui sua autoridade; pelo contrário, reforça sua confiança em gerir pessoas competentes.

3. Busque pequenas vitórias (Quick Wins)

Nada gera mais segurança do que o resultado. Não tente mudar a cultura da empresa no primeiro mês. Identifique um problema pequeno, um “gargalo” que incomoda a equipe, e resolva-o. Essa pequena vitória valida sua liderança perante o grupo e, principalmente, perante você mesmo.


A liderança é um músculo

A segurança é construída na prática, no dia a dia das decisões, por menores que sejam. Como Master Coach, eu vejo que a maior barreira de um líder iniciante é a sua própria mente. Se você não acreditar na sua capacidade de conduzir, ninguém mais acreditará.

Nos próximos artigos, agora que o solo está firme, então começaremos a falar sobre como as ferramentas (como o DISC e a Neurociência) podem potencializar o que você já começou a construir. Mas lembre-se: a ferramenta sem o alicerce da segurança é apenas um acessório inútil.

Vamos agir!


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Sérgio Albuquerque Jr.
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Confira também: O Abismo da Transição: Como se Preparar para o Primeiro Cargo de Gestão

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Quando o Trabalho Cansa Mais por Dentro do que por Fora

Você pode estar cansado sem estar exausto. Quando o trabalho perde o sentido, o desgaste vem de dentro. Entenda os sinais desse cansaço silencioso e descubra como reconectar propósito, energia e presença no que você faz.

Quando o Trabalho Cansa Mais por Dentro do que por Fora

Quando o Trabalho Cansa Mais por Dentro do que por Fora

Durante muito tempo, nos ensinaram que cansaço é físico.

Que basta dormir melhor, tirar férias, desacelerar o ritmo… E tudo volta ao normal.

Mas há um outro tipo de cansaço. Um cansaço silencioso. Que não dói nos músculos… dói no sentido. Não pesa nas pernas… pesa na alma.

É quando o trabalho continua, mas a pessoa que trabalha já não está inteira ali.

Ela cumpre. Entrega. Resolve. Mantém a agenda organizada, os compromissos em dia.

Por fora, tudo funciona.

Por dentro, algo começa a se desligar.

Esse cansaço não vem do excesso de tarefas.

Vem da ausência de significado, da repetição sem propósito e da sensação de estar vivendo no automático.

Viktor Frankl dizia que o ser humano suporta quase qualquer “como” quando encontra um “porquê”.

O problema é quando o “porquê” se perde e a rotina continua intacta.

Quando os resultados chegam, mas não tocam mais o coração. Então o corpo vai. Mas a alma fica para trás.

Talvez você não precise mudar de trabalho, talvez não precise reinventar toda a sua vida, talvez precise apenas se perguntar, com honestidade:

— O que em mim está cansado de fazer sentido sozinho?

Antes do dia começar, antes das mensagens, das reuniões e das urgências, faça a si mesmo essa pergunta.

Às vezes, o que precisamos não é descansar o corpo. É reconectar o sentido.


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Cleyson Dellcorso
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Confira também: Quando o Cansaço Não É do Corpo, Mas da Alma: A Falta de Propósito por Trás do Desânimo

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Resiliência

Faça de cada limão, uma limonada! Resiliência é a capacidade de se resistir flexivelmente às adversidades e dificuldades, utilizando-as para o desenvolvimento pessoal, profissional e social.

“O problema não é o problema.
O problema é sua atitude com relação ao problema.”
(Kelly Young)

Hoje, a tristeza me visitou. Tocou a campainha, subiu as escadas, bateu à porta e entrou. Não ofereci resistência. Houve um tempo em que eu fazia o impossível para evitá-la adentrar os meus domínios. E quando isso acontecia, discutíamos demoradamente. Era uma experiência desgastante. Aprendi que o melhor a fazer é deixá-la seguir seu curso. Agora, sequer dialogamos. Ela entra, senta-se na sala de estar, sirvo-lhe uma bebida qualquer, apresento-lhe a televisão e a esqueço! Quando me dou por conta, o recinto está vazio. Ela partiu, sem arroubos e sem deixar rastros. Cumpriu sua missão sem afetar minha vida.

Hoje, a doença também me visitou. Mas esta tem outros métodos. E outros propósitos. Chegou sem pedir licença, invadindo o ambiente. Instalou-se em minha garganta e foi ter com minhas amígdalas. A prescrição é sempre a mesma: Amoxicilina e Paracetamol. Faço uso destes medicamentos e sinto-me absolutamente prostrado! Acho que é por isso que os chamam de antibióticos. Porque são contra a vida. Não apenas a vida de bactérias e vírus, mas toda e qualquer vida…

Hoje, problemas do passado também me visitaram. Não vieram pelo telefone porque palavras pronunciadas ativam as emoções apenas no momento e, depois, perdem-se difusas, levadas pela brisa. Vieram pelo correio, impressos em papel e letras de baixa qualidade, anunciando sua perenidade, sua condição de fantasmas eternos até que sejam exorcizados.

Diante deste quadro, não há como deixar de sentir-se apequenado nestes momentos. O mundo ao redor parece conspirar contra o bem, a estabilidade e o equilíbrio que tanto se persegue. O desânimo comparece estampado em ombros arqueados e olhos sem brilho, que pedem para derramar lágrimas de alívio. Então, choro. E o faço porque Maurice Druon ensinou-me, através de seu inocente Tistu, que se você não chora, as lágrimas endurecem no peito e o coração fica duro.

Limão e limonada

As ciências humanas estão sempre tomando emprestado das exatas, termos e conceitos. A última novidade vem da física e atende pelo nome de resiliência. Significa resistência ao choque ou a propriedade pela qual a energia potencial armazenada em um corpo deformado é devolvida quando cessa a tensão incidente sobre o mesmo.

Em humanas, a resiliência passou a designar a capacidade de se resistir flexivelmente à adversidade, utilizando-a para o desenvolvimento pessoal, profissional e social. Traduzindo isso através de um dito popular, é fazer de cada limão, ou seja, de cada contrariedade que a vida nos apresenta, uma limonada saborosa, refrescante e agradável.

Aprendi que pouco adianta brigar com problemas. É preciso enfrentá-los para não ser destruído por eles, resolvendo-os. E com rapidez, de maneira certa ou errada. Problemas são como bebês, só crescem se alimentados. Muitos se resolvem por si mesmos. Mas quando você os soluciona de forma inadequada, eles voltam, dão-lhe uma rasteira e, aí sim, você os anula com correção. A felicidade, pontuou Michael Jansen, não é a ausência de problemas. A ausência de problemas é o tédio. A felicidade são grandes problemas bem administrados.

Aprendi a combater as doenças. As do corpo e as da mente. Percebê-las, identificá-las, respeitá-las e aniquilá-las. Muitas decorrem menos do que nos falta e mais do mau uso que fazemos do que temos. E a velocidade é tudo neste combate. Agir rápido é a palavra de ordem. Melhor do que ser preventivo é ser preditivo.

Aprendi a aceitar a tristeza. Não o ano todo, mas apenas um dia, à luz dos ensinamentos de Victor Hugo. O poeta dizia que “tristeza não tem fim, felicidade, sim”. Porém, discordo. Penso que os dois são finitos. E cíclicos. O segredo é contemplar as pequenas alegrias em vez de aguardar a grande felicidade. Uma alegria destrói cem tristezas…

Modismo ou não, tornei-me resiliente. A palavra em si pode cair no ostracismo, mas terá servido para ilustrar minha atitude cultivada ao longo dos anos diante das dificuldades impostas ou autoimpostas que enfrentei pelo caminho, transformando desânimo em persistência, descrédito em esperança, obstáculos em oportunidades, tristeza em alegria.

Nós apreciamos o calor porque já sentimos o frio. Admiramos a luz porque já estivemos no escuro. Contemplamos a saúde porque já fomos enfermos. Podemos, pois, experimentar a felicidade porque já conhecemos a tristeza.

Olhe para o céu, agora! Se é dia, o sol brilha e aquece. Se é noite, a lua ilumina e abraça. E assim será novamente amanhã. E assim é feita a vida.

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O sucesso de uma mulher está em ser mulher!

Seu sucesso na vida pessoal e/ou profissional, sua felicidade, sua prosperidade e bem-estar na vida só depende de uma pessoa. Sabe quem é? Você mesma! Feliz Dia Internacional da Mulher!

Nesta semana que comemoramos o Dia Internacional da Mulher, gostaria de dizer para todas as Mulheres uma coisa muito importante:

Seu sucesso na vida pessoal e/ou profissional, sua felicidade, sua prosperidade e bem-estar na vida só depende de uma pessoa. Sabe quem é? Você mesma.

E falo mais. Seu sucesso será mais fácil e forte se você Mulher lembrar em ser você mesma. Ou seja, Ser a Mulher que você sempre foi e será.

Esta última afirmação já falei muitas vezes para minhas clientes de Coaching Holístico que buscam Sucesso em algum ponto da vida pessoal e profissional.

Para quem ainda não sabe o que é Coaching, vou explicar agora. Entre muitas definições as que mais eu gosto são:

  • Orientar uma pessoa a fazer a travessia entre um ponto ao outro até alcançar sua meta pessoal e/ou profissional com sucesso;
  • Coaching é uma assessoria e processo que geram motivação pessoal e profissional, e que tem como objetivo potencializar o nível de resultados positivos nas diversas áreas da vida de um cliente para alcançar uma meta ou objetivo com sucesso.

E o que é Coaching Holístico? Coaching Holístico – Processo para Seu Sucesso na Vida e Concretização das suas Metas. O cliente vai se conhecer melhor, olhar para si, sua vida e descobrir seu potencial adormecido. Vai melhorar sua autoestima e ter mais autoconfiança. Tem Dificuldade em vencer? Pelo Coaching Holístico iremos desbloquear o que atrapalha e mudar Padrões Mentais para Vencer.

Este é o ponto chave do inicio do Sucesso de qualquer pessoa: Padrões Mentais. Quem acredita que é um fracasso, que não vai vencer na vida ou que não merece ter sucesso nas metas ou sonhos, tenha certeza que nada vai mesmo ocorrer de bom na vida. O Sucesso vai passar bem longe destas pessoas.

Agora imagine uma mulher que desde pequena é “esmagada” pela família e sociedade a sufocar sua força, a matar sua arte e beleza, para não acreditar em si e nas suas qualidades e habilidades para realizar.

Já atendi moças que acreditam que não merecem um amor porque alguém falou que ela é feia ou amor só faz mal. Como vão amar se não têm uma boa energia sobre o amor? Como amar se sua autoestima foi chutada? Só vai amar se mudar, acreditar que pode e merece amar. E que ela é uma super mulher.

O mesmo ocorre com a realização de outras metas pessoais e profissionais. Se uma pessoa foi condicionada a sempre pensar que é inferior, incapaz ou que não merece ser feliz ou prosperar, com certeza vai sofrer para conseguir. Imagine uma mulher que no geral é mais sufocada.

Ainda bem que tem solução. É um pouco demorado, varia de pessoa para pessoa, mas tem que trabalhar, treinar e movimentar-se para mudar padrões e condicionamento mental e energético.

Mas, é possível e já vi milagres.

Qual é o primeiro passo? Acreditar em Você. Acreditar na pessoa poderosa que há dentro de você.

Acreditar na Mulher que há dentro de você.

Sucesso e Feliz Dia da Mulher!

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Não concretizou uma meta? É preciso agora ter coragem para fazer mudanças drásticas!

Mudança requer determinação. Mudanças drásticas requerem também coragem, pois haverá muita resistência das pessoas que já estão na zona de conforto ou que não aceitam que está tudo errado na vida.

A Copa do Mundo acabou. A seleção alemã com sua organização, futebol bonito e muita técnica, merecidamente, levou o caneco. É tetracampeã.

E a nossa Seleção Canarinho? Que papelão! Desde o início da Copa, nos quatro cantos deste Brasil, todos falavam que era forte candidata a ser hexacampeã. E por que todos acreditavam nisto? Porque jogava em casa, tinha apoio da torcida brasileira, a mídia falava que era a melhor seleção, tinha uma comissão técnica com dois técnicos que venceram Copas Mundiais (Parreira em 1994 e Felipão em 2002) e o clima ajudava.

Mas o que vimos foi um total fiasco e uma humilhante goleada histórica por 7×1 para os alemães na semifinal da Copa.

Enfim, perdemos a Copa e ficamos em quarto lugar após perder para a Holanda na disputa pelo terceiro lugar. E agora? Como diz o poema de Carlos Drummond de Andrade:

E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, você?

(Carlos Drummond de Andrade)

E agora, Seleção Brasileira? Agora é hora de mudanças. E mudanças drásticas e profundas na filosofia e na organização.

A CBF terá que ter coragem de assumir sua culpa no fracasso e incompetência administrativa na condução da Seleção Canarinho na Copa. A CBF e o novo técnico terão que ter coragem de fazer mudanças drásticas na nova Seleção Brasileira daqui para frente. Podem e devem seguir o ótimo exemplo que viveu a seleção alemã no final dos anos 90. Após fiascos seguidos, a Confederação Alemã de Futebol chegou à conclusão de que era hora de mudar tudo. Mudanças drásticas foram implantadas. Bancaram com coragem um técnico permanente nos últimos 10 anos que, com um grupo de jogadores com uma nova cabeça, união e humildade, deram um Show na Copa do Brasil e levaram o Caneco.

Mudança requer determinação. Mudanças drásticas requerem também muita coragem, pois haverá muita resistência das pessoas que já estão na zona de conforto ou que não aceitam que está tudo errado na vida ou no jogo.

Quer ver um exemplo recente? A entrevista da Comissão Técnica da Seleção Canarinho após o vexame de 7×1. Para Felipão e Parreira, nada estava errado na preparação da Seleção Brasileira. O problema foi um apagão geral do time todo que o levou a tomar 4 gols em 6 minutos.

Pois é Felipão, não houve problema algum no seu trabalho. Foi só um apagão que custou um vexame histórico e 200 milhões de brasileiros frustrados.

Como dizem, “o pior cego é o que não quer ver”. Ou “errar é humano, persistir no erro é ser Felipão”, teimoso e arrogante. Não assume os erros e afunda a emoção de milhares de pessoas.

Mas a Copa acabou e a CBF já começou as mudanças. Adeus comissão técnica fracassada. Vida e esperanças novas.

Espero que agora façam mais. Que tenham a coragem de fazer mudanças drásticas em tudo ligado a futebol.

E você? Está com coragem de fazer mudanças drásticas na sua vida pessoal ou profissional?

Ou vai ficar chorando e dando desculpas para que sua vida seja um fracasso ou cheia de frustrações?

Chega de Síndrome de Felipão, né?

Seu lema hoje: “Mudanças já e com coragem para ser feliz”.

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Saia do lugar! Você não é uma árvore…

Quando buscamos algo melhor, criamos a mudança, pois desejamos que coisas melhores ocorram. Mas há também aquela mudança que você não deseja. Tudo estava bem do jeito que estava, por que mudar agora?

Frequentemente as mudanças acontecem na vida da gente. Em algumas vezes, estamos preparados para elas, em outras elas representam uma grande surpresa. Por vezes, desejamos a mudança, vislumbrando uma nova oportunidade em nossa vida. Acontece também de não as desejarmos, pois estamos felizes com as coisas do jeito que estão. Mas as mudanças acontecem, quer queiramos ou não…

Quando buscamos algo melhor, costumo dizer que estamos criando a mudança, pois estamos não só indo atrás dela, como desejamos que coisas melhores ocorram. Nesta hora, dizemos que a mudança é positiva e bem-vinda.

Mas existe também aquela mudança que você não deseja. Tudo estava bem do jeito que estava, por que mudar agora? Nesta hora criamos resistências, não aceitamos a oportunidade que a vida nos dá para novos desafios. Reclamamos e amaldiçoamos pelo que nos acontece.

Pessoas proativas são as que criam as mudanças, vislumbram novas oportunidades, desejam sempre mais, porque sabem que estão em constante crescimento e aprendizado. Pessoas acomodadas se comportam como árvores, não saem dos seus lugares, esperam que tudo ocorra como desejam ou que tudo se mantenha exatamente como está.

Se você se identificou com o segundo tipo, aqui vai uma reflexão: você não é uma árvore… você não nasceu com raízes que lhe impossibilitam de mudar de lugar. Você também pode dizer que não nasceu com asas, que te possibilitariam voar, mas eu diria que você nasceu com algo melhor do que asas: inteligência e criatividade. Faça por merecer a inteligência que tem e saiba reconhecer quando é hora de mudar.

Nosso mundo é dinâmico, nada é estático. Já dizia Heráclito: “Não nos banhamos duas vezes no mesmo rio”. Claro! O rio não é o mesmo… nós também não somos! Creio que hoje somos melhores que ontem, piores do que amanhã. E assim prossegue o rio da vida, propiciando mudanças para que tenhamos – todos os dias – novas oportunidades, novos olhares, novos aromas, novas experiências. Saia do lugar! Você não é uma árvore…

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Sem Comprometimento não há avanços na vida e nem sucesso!

Qual é o seu grau de comprometimento em realizar algo? Um dos maiores problemas de uma pessoa é a falta de comprometimento. É mais fácil dar desculpas do que tentar cumprir o que se comprometeu.

Responda rápido a minha pergunta:

– De zero a 100% qual é o seu grau de comprometimento em ler este artigo até o final?

Estranha a pergunta? Para quem é Coach ou faz sessões de Coaching esta pergunta é corriqueira. Toda vez que atendo um cliente de Coaching Holístico e definimos uma meta ou tarefa, sempre fecho a sessão com esta pergunta:

– Qual é o seu grau de comprometimento em realizar esta tarefa ou meta?

Em geral o cliente responde 100%. Só que nem sempre isto ocorre. Nem sempre o cliente se compromete 100% em executar a tarefa ou meta.

Um dos maiores problemas de uma pessoa que faz Coaching é a falta de comprometimento. É mais fácil dar desculpas do que tentar cumprir o que se comprometeu.

E falta de comprometimento não é só no Coaching que ocorre. No dia a dia de qualquer empresa os funcionários nunca cumprem o que prometem e se comprometem. É uma total falta de responsabilidade, profissionalismo e até de caráter da pessoa.

Sua atitude vai prejudicar a empresa, seus colegas de trabalho e a si mesmo. Aí perde o emprego e reclama.

E o que falar de pessoas no nosso dia a dia que prometem algo para alguém ou para si mesmo e não cumprem. Cadê o comprometimento, gente?

Falta de comprometimento na via profissional e pessoal é um péssimo hábito. Quem não tem comprometimento leva a “vida na flauta” ou “seja o que Deus quiser”.

O cliente senta na minha frente na sessão de Coaching, fala que quer ter sucesso na vida, jura 100% de comprometimento e falta na sessão seguinte dizendo que tem outro compromisso importante.

Compromisso importante? E os 100% de comprometimento que ele “juramentou” com ele próprio em alcançar sucesso? Não é mais importante?

Parece que não. Estas pessoas que não cumprem o que falam, acham que estão enganando seu Coach, seu chefe ou sua própria vida.

Na verdade esta pessoa que não cumpre nem 1% do que se compromete, está enganado a si próprio. Está perdendo seu tempo e não o meu.

Você que não cumpre o que promete ou se compromete, fica aqui um recado para refletir:

Não cumpre o que promete, não avança, não vence e não conquista.

Para ajudar, significado de Comprometimento:

“Esta é uma atitude que poderíamos definir como algo de cunho moral, afinal, literalmente, remete ao cumprimento de um tratado, um pacto firmado.

Significa “honrar a palavra empenhada”. O comprometimento está vinculado ao clima organizacional, à cultura e aos valores da empresa. As pessoas estão dispostas a lutar por aquilo em que acreditam, seja no plano profissional ou pessoal. E lutam pela verdade!

Há uma relação íntima entre esta competência e a capacidade de estabelecer e cumprir metas. E esta relação está presente na própria palavra.

É por ai. Boa semana!

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O Poder do Bom Dia e Obrigado

Você já parou para pensar a força que estas duas palavras possuem? Bom Dia e Obrigado. Quem não gostaria de ouvir este simples gesto ou num momento que está desmotivado um obrigado por um trabalho realizado?

Você já parou para pensar a força que estas duas palavras possuem? Bom Dia e Obrigado.

Palavras simples, óbvias, porém em muitos momentos esquecidas pelo corre-corre da falta de tempo, pelo mau humor que nos atinge, pelo status que faz acreditar que não se faz necessário ou pelo simples hábito de não se utilizar no vocabulário.

Certa vez ouvi em um treinamento de liderança: como você gostaria de ser liderado? E para minha surpresa: com um bom dia e um muito obrigado. E comecei a pensar.

Será que somente na gestão gostaríamos de ouvir estas palavras?

Quem não gostaria de ouvir pela manhã este simples gesto ou num momento que está desmotivado um obrigado por um trabalho realizado?

A palavra bom dia abre portas, pode ser o início de uma conversa difícil; quebrar o gelo num momento de nervoso, despertar o sorriso nos mais contagiantes, demonstrar respeito ao próximo e principalmente celebrar a oportunidade de um novo dia, cheio de desafios, atividades a serem desenvolvidas, pessoas a conhecer, negociações a vencer. Oferece uma palavra positiva para você e para quem ouve, transmitindo pensamentos positivos.

Pode parecer longe demais, mas e se nós realmente ao dizermos esta simples palavra, buscássemos ter o nosso Bom dia?

Onde você conhecendo seus valores, desejos e objetivos gera uma atitude consciente para que consiga o resultado esperado. Que possa vencer o medo, a desmotivação, a baixa estima e quebrar barreiras, obstáculos na comunicação, relacionamentos e descubra caminhos efetivos de atingir o sucesso e por que não a felicidade tão sonhada?

Pense nisso e se permita a realmente ter um bom dia.

A palavra obrigado tem significados interessantes segundo o dicionário: ser obrigado a fazer, obrigar por lei, ser grato, reagir a algo correspondido.

Palavra igualmente simples, mas difícil de ser dita por aqueles que justamente se sentem na obrigação de fazê-lo, mas nobre e cheia de ternura, gratidão e reconhecimento por quem diz e recebe.

Um feedback por algo, dar-lhe a vez, agradecer um trabalho, um presente, uma parceria ou um simples objeto que foi entregue, uma porta aberta. O poder do obrigado nos renova as energias, aumenta a motivação, estima, trabalho em equipe e comprometimento.

O obrigado é um gesto de reconhecimento, retorno positivo que se está no caminho certo, de um trabalho bem feito, de um apoio sincero, de uma ajuda para alguém que precisa carregar sua mala, segurar o elevador ou passar simplesmente o sal.

Reforça comportamentos; gera sinergia e cumplicidade.

Que possamos falar obrigada sem a obrigação social, mas dar ao outro o direito de gentileza e valor por um gesto, atitude ou trabalho.

Bom dia e obrigado. Que possam ser um oxigênio. Não tem o hábito? Dê o primeiro passo. Diga para você mesmo, pois este é o maior sentido para despertar para o outro.

Diga a você mesmo o quanto acredita em si e é capaz de buscar seus sonhos e metas; o quanto é grato por sua vida, carreira, família.

Que estas palavras não sejam apenas etiquetas profissionais mas façam parte de seu cotidiano para que ao despertar de um novo dia você tenha bons momentos e possa ser grato pelas conquistas feitas por você e pelos outros.

Pense nisso.

Te desejo um bom dia e obrigada.

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Procrastinando? Então continue!

Sabe aquilo que você já sabe que tem que fazer e não faz? É uma decisão que não toma, um trabalho que não termina, um projeto que não entrega, uma conversa que nunca rola por que você não toma a iniciativa.

É aquela coisa que você já sabe que tem que fazer e não faz. É uma decisão que não toma, um trabalho que não termina, um projeto que não entrega, uma conversa que não rola nunca por que você não toma a iniciativa.

Aí você procura por ajuda, porque sabe que tem alguma coisa errada com isso. Sabe que não é o seu normal, mesmo que nem consiga ver isso com clareza. Você provavelmente dá um Google, pega um livro, conversa com alguém ou mesmo tira um tarô para ver o que dizem e invariavelmente você recebe o mesmo veredicto: “pare de procrastinar para ter sucesso, para conseguir o que você quer. Assuma as rédeas da sua vida, você tem condições, basta querer.”

E aí é que podemos perder uma chance de ouro, a de nos conhecermos melhor e efetivamente dar o salto [quântico] rumo a nós mesmos. Explico: quando vejo, na prática do Coaching, que as pessoas estão procrastinando, eu não falo para elas “superarem” esse problema. Ao contrário, eu sugiro que a gente acolha, pare e olhe para isso que está acontecendo. Vamos entender o que essa lentidão momentânea e consciente tem a dizer, que notícias ela traz desse momento da vida daquela pessoa.

Geralmente a procrastinação é um sintoma. É a ponta do iceberg. Ele traz muitas coisas consigo, que vão além da superfície. O que eu mais vejo na minha prática profissional tem a ver com medo, autossabotagem, insegurança, baixa autoestima, angústia, bloqueio criativo, falta de sentido ou de tesão, incapacidade de assumir o que se quer, entre outras coisas. Cada um desses tópicos merece um texto, ou melhor, um livro em si, então não vamos nos aprofundar agora, certo?

O que eu quero é sugerir que você pare e reflita a respeito do que faz você procrastinar. E busque entender o que esse sintoma está querendo te dizer. Essa é uma maneira muito potente de ir mais fundo e se ouvir, buscar sua verdade e aceitá-la. Acolher o seu momento é a melhor forma de sair dele, como já falei no texto sobre o limbo.

Proponho uma atividade para lhe ajudar nessa reflexão.

Separe um tempo para você, de preferência sozinho e sem interrupções, de aproximadamente 30 a 50 minutos. Procure estar num lugar confortável e, se possível, feche os olhos, respirando profundamente umas 3 vezes ou até conseguir deixar os pensamentos mais quietos, as preocupações de lado…

Então, com o auxílio de papel e caneta ou outro meio que você escolher, comece a atividade:

1º passo: Responda em quais situações específicas da minha vida estou procrastinando agora?

Escreva de maneira sucinta e precisa, como por exemplo: não terminei o projeto X. Não comecei a fazer ginástica. Estou usando muito tempo para fazer tarefa Y. Não estou conseguindo terminar tal coisa. Estou adiando a conversa com fulano.

2º passo: Depois olhe para essas situações que você escreveu e as leia com compaixão. Procure simplesmente aceitá-las, contemplá-las, sem julgá-las. Sei que é difícil não julgar, mas ao menos tente.

Ao observar essas situações, procure apenas abrir espaço para que elas mesmas te digam coisas.

3º passo: Se for o caso, pergunte-se: o que essa situação quer me dizer? O que há aqui, além da superfície? O que eu estou deixando de fazer de verdade? O que está por trás dessa procrastinação que eu não estou querendo ou podendo ver?

4º passo: Veja quais fichas caem, se caem, o que surge. Aceite o que veio, agradeça e só. Guarde tudo e retome sua vida. Se for dormir, boa noite. Se for voltar ao trabalho, bom trabalho. NÃO mexa mais no exercício.

5º passo: Após alguns dias (de 3 a 5 dias), volte ao que você anotou. Novamente observe as situações de procrastinação. Veja se algumas delas você já pode mexer e realizar. Anote as ações que têm que ser feitas.

6º passo: Faça.

Como sempre, quero saber o que surgiu para você, ao ler esse texto. Caíram fichas? Nada rolou? Tá valendo. Compartilhe aqui.

E você já sabe. Qualquer coisa, estou por aqui.

Com amor e com alma,

Karinna

PS: Se você acha que este artigo pode beneficiar alguém, por favor, encaminhe agora para essa pessoa.

PS2: Eu, claro, adoraria que você espalhasse meu artigo por aí, nas suas redes. Assim mais gente curte e compartilha com quem precisa.

Obrigada!

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Você sabe o que é Inteligência Espiritual?

A maior parte das pessoas já ouviu falar sobre a Inteligência Emocional. E sobre Inteligência Espiritual? Será que a Inteligência Emocional se confunde com a Inteligência Espiritual? O que você pensa a respeito?

Eu tenho a mais absoluta certeza de que a grande parte dos leitores já ouviu falar sobre a Inteligência Emocional. Aliás, provavelmente, haverá até especialistas e professores na disciplina cuja fundamentação teórica nos remete a Charles Darwin. O que a maioria também sabe está no fato de que a popularização do assunto surgiu quando, há vinte anos, Daniel Goleman publicou um best-seller a respeito. Mas será que a inteligência emocional se confunde com a Inteligência Espiritual? E você, o que pensa a respeito?

Para começo de conversa, deve-se lembrar que o conceito de “inteligência” é algo sobre o que não há unanimidade. A depender da corrente de estudos, esse conceito (que na linguagem dos estudiosos chama-se constructo) terá diferentes interpretações e o pesquisador deve indicar qual a ênfase e abordagem mais adequada ao seu objetivo de momento. Neste nosso caso, vamos nos vincular ao conceito etimológico de que a “inteligência” é a capacidade de identificar as opções, processá-las e decidir por aquela mais conveniente em um dado problema ou situação.  Agora, vou tirar o foco da mera conceituação de “inteligência” para tratar do tema ampliado: Inteligência Espiritual.

O estudo da importância da espiritualidade tem crescido bastante, a ponto de haver profissionais da área de saúde que indicam haver alta relação entre a prática espiritual com a saúde mental das pessoas. E aqui surge a necessidade de se fazer outra distinção, pois espiritualidade não é o mesmo que religiosidade. Esta última diz respeito à prática da relação da pessoa com Deus, em que há um sistema de rituais ou simbolismos presentes. A espiritualidade, porém, volta-se à dimensão pessoal que diz respeito à própria existência, uma relação com a consciência sem que haja necessariamente rituais ou símbolos. Ou seja, a espiritualidade diz respeito a atitudes, sentimentos e pensamentos superiores que levam ao crescimento (amadurecimento) do ser humano. A prática da religião pode apoiar a espiritualidade, mas esta vai além.

Voltando ao tema central, vamos nos basear nos estudos e propostas da física e filósofa americana Danah Zohar, ligada a importantes centros de pensamento, nos EUA e Europa. Tendo como linha de pesquisa a física quântica, sobre Inteligência Espiritual ela relata ser algo essencial para promover a cooperação entre as pessoas, tanto na família como em sociedade. Indo além, ela entende que é a Inteligência Espiritual que ajudará as pessoas a alcançarem soluções positivas para o planeta, além de criar um melhor encontro individual nessa caminhada, ao descobrir melhor a si mesmo e aos seus valores. O alto quociente espiritual faz a pessoa ter a vida mais criativa, promissora e com sentido, com identificação do propósito pessoal.

Em seu livro Inteligência Espiritual (Editora: Viva Livros; 2012), escrito com Ian Marshall, Danah comenta que a inteligência emocional faz a pessoa ter capacidade de julgar em que situação se encontra e como deve se comportar, adequadamente, nos limites dessa situação. A Inteligência Espiritual estimula a pessoa a se perguntar se ela deseja estar nessa situação em particular e como é a melhor forma de trabalhar com os limites da situação. Em seu livro ela comenta de dez atributos típicos que mostram quando a pessoa tem um elevado quociente de Inteligência Espiritual.

As características comuns de quem tem alta Inteligência Espiritual são assim resumidas: (1) Praticam e estimulam o autoconhecimento profundo; (2) São idealistas e levadas por valores pessoais; (3) Têm capacidade de encarar e se apropriar positivamente da adversidade; (4) São holísticas, no sentido de que conseguem ter visão abrangente sobre cada situação (analisam as partes e entendem o todo); (5) Respeitam a diversidade (em todas as nuances de diferenças entre pessoas, sem preconceitos); (6) Preservam sua independência e arbítrio; (7) Perguntam sempre “por quê?”, como forma de se questionarem quanto aos próprios dogmas e crenças limitantes; (8) Têm capacidade de colocar as situações e os fatos em um contexto ampliado; (9) São espontâneas e verdadeiras, e; (10) Têm compaixão, conseguindo se colocar no lugar das pessoas que estão com dores ou problemas, viabilizando ajudá-las.

E então, como está o seu grau de Inteligência Espiritual? Agora, fica o convite à sua reflexão e … Boa sorte!

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