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3 Insights para Lidar Melhor com o Estresse – Antes que Ele Tome Conta do Seu Dia (ou da Sua Vida)

Descubra como lidar com o estresse antes que ele tome conta do seu dia. Aprenda 3 estratégias práticas para aceitar o que não pode controlar, usar a respiração para acalmar o corpo e lembrar que emoções e estados são passageiros.

3 Insights para Lidar Melhor com o Estresse - Antes que Ele Tome Conta do Seu Dia (ou da Sua Vida)

3 Insights para Lidar Melhor com o Estresse
Antes que Ele Tome Conta do Seu Dia (ou da Sua Vida)

O estresse faz parte da vida. O problema começa quando aquilo que deveria ser uma resposta passageira se prolonga e passa a ocupar a mente, o corpo e os nossos dias.

A boa notícia é que podemos aprender a interromper esse ciclo. E, muitas vezes, pequenas mudanças na forma como recebemos, interpretamos e respondemos ao que acontece já modificam a experiência do estresse.

Aqui estão três insights simples, antigos e cada vez mais respaldados pela ciência.


1. ACEITE O QUE VOCÊ NÃO PODE CONTROLAR

Muitas vezes, o estresse não vem apenas do que aconteceu, mas da resistência ao que aconteceu.

O carro enguiçou. Alguém tomou uma decisão que você não queria. Um imprevisto mudou seus planos. O fato já está posto, mas a mente continua tentando lutar contra ele, e o nosso corpo paga essa conta.

Aceitar não significa gostar, concordar ou desistir. Significa reconhecer a realidade presente para então decidir, com mais consciência, o que fazer com ela.

Quando uma emoção surgir junto com o fato, experimente: perceba, nomeie e aceite. “Estou com raiva”, “Estou frustrado”, “Estou ansioso”.

A neurociência mostra que colocar sentimentos em palavras – um processo conhecido como affect labeling – pode ajudar na regulação da resposta emocional. Em vez de simplesmente reagir à emoção, então você passa a observá-la.

Pergunte-se: isso está sob o meu controle? Se estiver, aja. Se não estiver, então deixe ir.

Isso não é fraqueza. É escolher conscientemente onde colocar sua atenção, sua energia bem como sua força.


2. VOLTE PARA A RESPIRAÇÃO

Quando perceber o estresse crescendo, volte para o seu corpo.

Uma mente agitada costuma vir acompanhada de uma respiração mais rápida e superficial. Mas essa comunicação funciona nos dois sentidos: podemos usar a respiração para enviar ao cérebro sinais de segurança.

Experimente: Inspire contando 4. Segure. Expire lentamente contando 6.

Repita algumas vezes, sem forçar.

A respiração lenta, especialmente com uma expiração mais prolongada, participa da regulação autonômica, favorecento assim a atividade parassimpática, relacionada ao nervo vago. Aos poucos, a frequência cardíaca e o estado de alerta podem diminuir.

É como informar ao sistema nervoso: “Neste momento, estou seguro.”

Às vezes tentamos acalmar a mente discutindo com os pensamentos. Pode ser mais simples começar pelo corpo. O corpo desacelera. A mente acompanha.


3. LEMBRE-SE: TUDO ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO

Existe uma característica importante dos nossos estados internos que frequentemente esquecemos quando estamos estressados: eles mudam.

Pensamentos mudam. Emoções mudam. Sensações corporais mudam. Circunstâncias mudam.

O cérebro também não é uma estrutura imóvel. A neuroplasticidade nos mostra um sistema continuamente modificado pelas experiências, pela aprendizagem, pela atenção e pelos comportamentos que repetimos.

Aquilo que hoje parece enorme pode ocupar um espaço completamente diferente na sua mente amanhã.

O problema é que, durante o estresse, o cérebro pode tratar o presente como se ele fosse permanente. Repetimos mentalmente uma discussão, uma preocupação ou uma frustração e, a cada repetição, podemos continuar alimentando a resposta fisiológica associada àquele acontecimento.

Por isso, diante de uma situação difícil, experimente perguntar:

“Isso é permanente ou estou vivendo um estado que vai passar?”

A vida é movimento. O sucesso passa. O fracasso passa. A raiva passa. O medo passa. A tristeza passa. Até algumas certezas passam.

Você é o céu. O estresse são as nuvens.

Quando as nuvens chegarem, então experimente um desses três caminhos: aceite o que já está posto, respire e lembre-se de que esse estado não é permanente.

Deixe a nuvem seguir.

Porque, quando continuamos alimentando aquilo que poderia passar, uma nuvem pode se transformar em tempestade.

E por trás dela, o céu continua lá.


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Quer saber mais insights sobre como lidar com o estresse antes que ele, de fato, comprometa sua saúde, seu bem-estar e sua qualidade de vida? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.

Com carinho,

Dra. Marcia Coronha, PhD
Cientista e Pesquisadora em Saúde 
Especialista em Neuroemoção
Fundadora do Instituto ConsCiência  

Confira também: O Estresse de Querer Mudar o Outro — E o Que a Neurociência Nos Ensina Sobre Isso

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Pessoas Não Cabem em Categorias: Por que Rótulos Limitam a Liderança e a Gestão de Pessoas

Rótulos na gestão de pessoas podem transformar ferramentas de compreensão em julgamentos. Entenda por que categorias não definem ninguém e como líderes podem preservar a curiosidade, reconhecer contextos e enxergar além das classificações.

Gestão de Pessoas: Como Rótulos Limitam a Liderança

Pessoas Não Cabem em Categorias: Por que Rótulos Limitam a Liderança e a Gestão de Pessoas

No mundo do trabalho – e na vida – usamos categorias para compreender pessoas. O desafio é não esquecer que, muitas vezes, transformamos aquilo que alguém está vivendo naquilo que acreditamos que ela é.

“Eu sou verde. Ela é vermelha. Meio impossível conviver.”

Ouvi essa frase há alguns dias, dita com a maior naturalidade, e ela continuou ecoando muito depois que a conversa terminou.  Em poucos segundos, duas cores pareciam suficientes para explicar uma relação de trabalho. Não me chamou a atenção o teste em si. Há instrumentos sérios, construídos com rigor, que oferecem informações importantes sobre tendências de comportamento, formas de interação e preferências individuais. O que ficou ecoando em mim foi outra coisa: a facilidade com que uma categoria passou a ocupar o lugar de uma pessoa.

Vivemos um tempo em que nunca soubemos tanto sobre comportamento humano. Avaliações de perfil, mapeamentos de competências, pesquisas de clima, People Analytics, diagnósticos organizacionais e tantos outros recursos, ampliaram nossa capacidade de observar aspectos que antes permaneciam invisíveis. O mesmo aconteceu em outras áreas do conhecimento. Nunca tivemos tantas classificações, tantos conceitos e tantas possibilidades de nomear aquilo que observamos.

Isso representa um avanço.

Dar nome às coisas é uma das formas mais sofisticadas de produzir conhecimento. Classificar, comparar e identificar padrões permite compreender melhor a realidade e tomar decisões mais consistentes. O problema não está nas categorias: está no uso que fazemos delas. Nós, seres humanos, somos muito mais que um adjetivo, um substantivo, uma categoria.

Talvez possamos pensar as definições fechadas como uma fotografia. Uma fotografia pode registrar algo verdadeiro. Ela captura um instante, um gesto, uma expressão, mas ninguém espera que uma fotografia conte uma vida inteira – ela mostra um momento, não a história.

Com as pessoas acontece algo semelhante. Uma avaliação comportamental, um diagnóstico, uma característica observável ou mesmo uma impressão construída na convivência podem revelar aspectos importantes de alguém. Tornam visível aquilo que, sem uma lente, talvez passasse despercebido. O problema começa quando esquecemos que estamos diante de uma fotografia e passamos a acreditar que ela contém o filme inteiro.

Existe uma diferença sutil – e decisiva – entre utilizar uma categoria como ponto de partida para compreender alguém, e transformá-la em ponto de chegada.

É nesse momento que começa o determinismo que esconde em si julgamentos.

A pessoa deixa de ser alguém em permanente construção para se tornar alguém já explicado. Se é resistente à mudança, esperamos resistência. Se pertence à geração Z, passamos a interpretar seus comportamentos à luz dessa condição. E se foi identificado como analítico, executor ou comunicador, começamos a enxergar tudo o que confirma essa descrição e, muitas vezes, deixamos de perceber aquilo que escapa a ela.

Nenhuma dessas classificações é necessariamente falsa. O problema é acreditar que elas esgotam a compreensão de alguém.

No mundo do trabalho, esse risco merece atenção. Líderes tomam decisões sobre pessoas todos os dias: contratam, promovem, distribuem responsabilidades, oferecem feedbacks, mediam conflitos e constroem equipes. Quanto maior a responsabilidade sobre pessoas, maior também deveria ser o cuidado para não transformar uma ferramenta de compreensão em uma forma de encerrá-la.

Talvez seja justamente aí que resida uma das maiores armadilhas da gestão contemporânea. Quanto mais sofisticadas se tornam as ferramentas para conhecer pessoas, maior pode ser a tentação de acreditar que já as conhecemos.

Mas pessoas não permanecem imóveis para caber nas categorias que criamos.

Elas aprendem. Mudam. Reagem de maneira diferente conforme o contexto, a liderança, o momento da vida, a cultura da organização, as relações que estabelecem e os desafios que enfrentam. Uma característica pode se manifestar com intensidade em determinada situação e praticamente desaparecer em outra. Uma dificuldade de hoje pode transformar-se em uma competência amanhã. Uma reação que parece confirmar um diagnóstico pode ser apenas a resposta possível diante de um contexto específico.

Talvez seja por isso que toda classificação devesse vir acompanhada de uma pergunta silenciosa: o que ainda não estou vendo?

Essa talvez seja a diferença entre utilizar uma categoria para ampliar o olhar ou para interrompê-lo.

Na clínica acontece algo similar em muitos contextos: diagnósticos são fechados para manejo, mas permanecem por anos definindo pessoas – o verbo ser substitui completamente o verbo estar. O primeiro é definitivo, excludente; o segundo é passageiro, abrindo um mundo de possibilidades. E a pessoa carrega vida afora aquele substantivo acompanhado de é, como se fosse sua identidade.

Quando acreditamos que uma pessoa já está suficientemente explicada, então deixamos de fazer perguntas. E, quando deixamos de fazer perguntas, corremos o risco de perder justamente aquilo que torna cada pessoa singular: sua história, sua capacidade de transformação e tudo aquilo que ainda pode vir a ser.

As organizações precisam de instrumentos para compreender pessoas. Precisam de dados, critérios e referências. Mas precisam, sobretudo, preservar algo que nenhuma ferramenta consegue substituir: a curiosidade.

Não a curiosidade superficial, que busca apenas confirmar hipóteses, mas aquela disposição genuína de continuar investigando mesmo depois de encontrar uma boa explicação. Porque boas explicações são importantes. Explicações definitivas, quando falamos de seres humanos, talvez sejam apenas uma ilusão.

No trabalho, como na vida, compreender alguém nunca foi o mesmo que classificá-lo. Talvez compreender comece exatamente quando resistimos à tentação de acreditar que uma única categoria consegue conter a complexidade de uma pessoa.

As categorias são indispensáveis para organizar o conhecimento. Mas seres humanos não são organizados apenas pelo que são. São, sobretudo, pelo que continuam se tornando.

Afinal, nenhuma pessoa cabe na primeira explicação que encontramos para ela.

Pensamentos em construção sobre o trabalho, os vínculos e o sujeito.

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Para mais informações ou se quiser contratar meus serviços, então entre em contato pelo e-mail belfranchon@gmail.com.


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Quer saber mais sobre como evitar que rótulos na gestão de pessoas limitem a liderança e reduzam toda a complexidade de alguém a uma única explicação? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.

Isabel C Franchon
https://www.q3agencia.com.br

Confira também: Inteligência Artificial: O Silêncio Onde Nasce a Dúvida

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Você Lidera Pessoas ou Apenas Ocupa um Cargo?

Liderança vai muito além do cargo. Descubra por que influência, escuta e alinhamento são essenciais para reduzir resistências, conquistar comprometimento e fazer as pessoas caminharem na mesma direção, mesmo sem autoridade formal.

Você Lidera Pessoas ou Apenas Ocupa um Cargo? Por que a Influência se Tornou a Competência Mais Importante da Liderança Moderna

Você Lidera Pessoas ou Apenas Ocupa um Cargo?
Por que a influência se tornou a competência mais importante da liderança moderna

Há uma cena que se repete diariamente dentro das empresas. Um profissional tecnicamente competente é promovido para uma posição de liderança. Recebe um novo cargo, uma equipe, um orçamento maior e, muitas vezes, mais autonomia para decidir. Poucas semanas depois, porém, percebe que algo continua faltando. As pessoas executam o que foi solicitado, mas sem entusiasmo. As reuniões acontecem, mas as decisões demoram a ganhar tração. As mudanças são anunciadas, mas encontram resistência silenciosa.

Nesse momento, muitos concluem que lhes falta autoridade. Na realidade, o que costuma faltar é influência.

Essa diferença é muito mais importante do que parece. Autoridade é concedida pela organização. Influência precisa ser conquistada. E, ao contrário do que muitos imaginam, ela não nasce da capacidade de convencer as pessoas de que estamos certos. Ela nasce quando conseguimos fazer com que elas enxerguem sentido na direção proposta.


Por que esse tema merece atenção?

Vivemos um período em que as organizações se tornaram muito mais complexas. Os problemas raramente pertencem a apenas uma área. Projetos estratégicos dependem da colaboração entre diferentes funções, unidades de negócio e até empresas parceiras. Em muitos casos, quem precisa liderar uma iniciativa sequer possui autoridade formal sobre aqueles que deverão executá-la.

É por isso que influência deixou de ser uma competência desejável para se tornar uma competência crítica.

Curiosamente, muitos profissionais continuam acreditando que influenciar significa falar melhor, apresentar argumentos mais convincentes ou desenvolver técnicas sofisticadas de persuasão. A experiência mostra exatamente o contrário.

As pessoas raramente mudam de ideia porque alguém construiu um argumento irrefutável. Elas mudam quando percebem que foram compreendidas, quando participam da construção da solução e quando enxergam que seus interesses também foram considerados.

Em outras palavras, a influência começa muito antes da apresentação de uma proposta.

Começa na qualidade das perguntas; começa na disposição para ouvir; começa na capacidade de compreender o contexto do outro antes de defender o próprio ponto de vista.

Essa talvez seja uma das maiores mudanças que um líder precisa fazer ao longo da carreira. Quanto mais sobe na organização, menos seu papel é oferecer respostas prontas e maior passa a ser sua responsabilidade de criar alinhamento entre pessoas que enxergam o problema por perspectivas diferentes.


Um exemplo que vale mais do que qualquer teoria

Há alguns anos participei de um comitê executivo que discutia a implantação de um novo sistema corporativo. O diretor responsável pela iniciativa havia preparado uma apresentação impecável. Os números eram consistentes, o retorno financeiro era evidente e os riscos estavam mapeados e ainda assim, a reunião terminou sem decisão.

Dias depois, conversando com ele, fiz uma pergunta simples: “Você passou quanto tempo entendendo as preocupações das áreas que seriam impactadas antes de construir a apresentação?”

A resposta foi quase imediata: “Nenhum.” Na visão dele, bastava demonstrar que o projeto fazia sentido economicamente.

Mas os demais executivos não estavam discutindo apenas números. O diretor comercial temia perder velocidade nas vendas durante a implantação. A área operacional preocupava-se com interrupções na produção. O RH antecipava dificuldades de treinamento. A TI enxergava limitações de capacidade; cada um estava olhando para o projeto a partir da sua própria realidade.

A proposta acabou sendo aprovada meses depois. Não porque os números mudaram, mas porque o processo mudou. Antes da nova apresentação, ocorreram diversas conversas individuais. As preocupações foram compreendidas, ajustes foram incorporados ao projeto e muitos dos próprios executivos passaram a defender a iniciativa.

A solução praticamente não mudou. Mudou a forma como ela foi construída e essa é, sem dúvida, uma diferença enorme. Líderes influentes não começam tentando convencer. Começam tentando compreender.


E daí?

Talvez a pergunta mais importante que um líder possa fazer depois de uma reunião não seja “consegui defender bem minha ideia?”, mas algo muito mais desconfortável: “As pessoas saíram convencidas ou comprometidas?”

Existe uma distância enorme entre esses dois estados. Quem apenas se convence pode concordar durante a reunião e abandonar o assunto no dia seguinte; quem se compromete passa a sentir que aquela decisão também lhe pertence.

É justamente aí que nasce a verdadeira influência.

Ela não depende de discursos inspiradores nem de técnicas sofisticadas de negociação. Ela é construída diariamente por líderes que demonstram interesse genuíno pelas pessoas, fazem perguntas antes de emitir opiniões, criam segurança para o debate e conseguem conectar diferentes perspectivas em torno de um objetivo comum.

Em um ambiente corporativo onde estruturas hierárquicas se tornam cada vez mais horizontais, equipes trabalham de forma multidisciplinar e decisões exigem colaboração constante, a capacidade de influenciar talvez seja um dos principais diferenciais competitivos de qualquer executivo.

Porque, no fim das contas, liderança nunca foi fazer as pessoas seguirem ordens.

Sempre foi fazer com que elas escolhessem caminhar na mesma direção.

A verdadeira medida da liderança não é o silêncio quando você fala. É o movimento que acontece depois que você termina de falar.


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Quer saber mais sobre como fortalecer a influência na sua liderança e transformar autoridade em verdadeiro comprometimento das pessoas? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.

Walter Serer
https://walterserer.com.br
https://www.linkedin.com/in/walter-serer-86717b20/

Confira também: Valores Corporativos: Entre a Parede e a Prática, um Abismo Chamado Liderança


Referência bibliográfica

NORMAN, Matt. Lead with Influence: A Proven Process to Lead Without Authority.

Palavras-chave: liderança, influência, pessoas, autoridade, colaboração, influência na liderança, liderança moderna, autoridade formal, capacidade de influenciar, líderes influentes, comprometimento, liderar pessoas, cargo de liderança
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Não Desista de Você: Como Superar o Fim de um Relacionamento e Recomeçar com Mais Força

Saiba como superar o fim de um relacionamento, acolher suas emoções, libertar-se da culpa, fortalecer o amor-próprio e transformar a dor do término em aprendizado, autoconhecimento e um recomeço mais consciente e forte.

Não Desista de Você: Como Superar o Fim de um Relacionamento e Recomeçar com Mais Força

Não Desista de Você: Como Superar o Fim de um Relacionamento e Recomeçar com Mais Força

O fim de um relacionamento raramente acontece sem dor. Quando um vínculo importante se rompe, é natural sentir tristeza, medo, frustração e até a sensação de que uma parte da vida ficou para trás. Mas, por mais intenso que seja esse sofrimento, ele não representa o fim da sua história.

Recomeçar é possível. Recomece com você!

Reserve um tempo para a autorreflexão.

Pergunte-se quais sentimentos habitam seu coração neste momento e quais necessidades ficaram esquecidas ao longo do caminho.

Compreender suas emoções não significa permanecer fiel a elas, mas acolhê-las para que possam, aos poucos, se transformar.

Evite carregar o peso da culpa.

Em muitos términos, não existe um único culpado, mas uma combinação de histórias, escolhas, limitações e circunstâncias. A culpa excessiva apenas prolonga o sofrimento e impede que você enxergue seu próprio valor. Em vez de se condenar, procure aprender com a experiência e crescer a partir dela. Livre-se da culpa e assuma as responsabilidades. Em vez de buscar culpados, procure reconhecer, com honestidade, a sua parcela de responsabilidade e aprender com a experiência.

Reconecte-se com quem você é. Resgate seus sonhos, seus interesses, suas amizades e tudo aquilo que faz sentido para sua vida. Cada passo dado em direção ao autoconhecimento fortalece sua capacidade de construir novos caminhos.

E nunca se esqueça: relacionamentos saudáveis não são sustentados apenas pelo amor. Eles precisam de respeito, diálogo, confiança, reciprocidade, liberdade para ser quem se é e disposição para crescer juntos.

O término de um relacionamento pode marcar o fim de um capítulo, mas nunca precisa ser o fim da sua vida. Enquanto houver disposição para se conhecer, cuidar de si e acreditar na possibilidade de um novo começo, sempre haverá espaço para reescrever a própria história.

Não desista de você!

Escolha olhar para si com a mesma compaixão que você oferece a quem ama. Cuide das suas feridas, fortaleça sua essência e permita-se florescer novamente. O amor mais importante da sua vida começa quando você decide caminhar ao seu lado. E, quando isso acontece, o recomeço deixa de ser uma esperança e se torna uma escolha.

Nem todo amor é para durar. Mas todo amor pode nos ensinar a viver de forma mais consciente. Leve os aprendizados, deixe a dor seguir seu caminho e principalmente não desista de você.


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Até o próximo artigo!

Márcia Rosa
https://www.marciarosaconsultoria.com.br

Confira também: O Relacionamento Precisa de Olhar: A Importância de Se Sentir Visto e Valorizado

Palavras-chave: fim de um relacionamento, não desista de você, novo começo, amor-próprio, relacionamentos saudáveis, como superar o fim de um relacionamento, recomeçar com mais força, fortalecer o amor-próprio, transformar a dor em um novo começo, reescrever a própria história
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Qual é a Origem do Bloqueio Afetivo e Como Resolver?

Entenda o que pode estar por trás do bloqueio afetivo, como padrões emocionais e familiares influenciam a vida a dois e quais etapas podem ajudar a romper ciclos repetitivos e construir relacionamentos mais leves e conscientes.

Bloqueio Afetivo: Qual é a Origem e Como Resolver?

Qual é a Origem do Bloqueio Afetivo e Como Resolver?

Teresa era uma mulher de 50 anos, bem resolvida na profissão, mas com a vida afetiva estagnada.

Não conseguia compreender por que nada andava nessa área.

Enquanto outras mulheres de sua família avançavam nessa área, ela via os anos passarem e nada.

Vivia um eterno looping negativo afetivo.

Já não sabia o que fazer, pois tinha feito terapia, lido livros, feito cursos e retiros.

Em um primeiro momento, sentia-se bem. No entanto, sua vida afetiva continuava do mesmo jeito.

Quando algo mudava, o resultado era ínfimo diante de todos os esforços que ela fazia.

Teresa se sentia frustrada e muito desgastada.

Em alguns momentos, tinha vontade de esquecer tudo isso e focar só no trabalho.

Mas algo dentro dela desejava ardentemente alguém compatível com quem compartilhar a vida.

Será que é pedir demais? Perguntava ela, olhando para o céu.

Hoje, a maioria das pessoas está com dificuldades em sua vida a dois.

Umas mais, outras menos.

Muitas passam por um processo de gradação emocional afetiva.

Ou seja, não estão totalmente felizes no amor, mas desejam que isso aconteça o mais rápido possível.

Grande parte está frustrada com todo o dinheiro investido em terapias, cursos e livros, sem ver os resultados acontecerem.

Isso é natural!

Afinal, a área afetiva com certeza é uma das áreas mais importantes do ser humano. Ouso dizer que é a principal.

Basta olhar e perceber!

Quando uma pessoa está com muita dificuldade nessa área, então não consegue focar direito nem no trabalho.

Além disso, pode ter dificuldade com o sono e com a alimentação.

Isso acontece porque a vida afetiva é regida pelo corpo emocional do ser humano.

Negar isso é negar a solução.

Costumo dizer que duas coisas separam uma pessoa de alcançar resultados afetivos extraordinários. São elas:

  1. Escolha;
  2. A ferramenta certa.

Quando falo sobre escolha, quero dizer que o primeiro passo é reconhecer o quão desconfortável o estado atual é.

  • Reconhecer qual é o lugar exato em que a pessoa se encontra em relação à sua vida a dois;
  • Escolher fazer o que se requer para mudar isso.

A ferramenta precisa alcançar a profundidade em que a situação se encontra.

Muitas vezes, uma pessoa não tem os resultados que gostaria, justamente porque fica na superfície do problema.

E se a pessoa fica na superfície, terá resultados superficiais ou, pior do que isso, nenhum resultado!

Atendo várias pessoas em meu consultório há muitos anos e uma coisa eu afirmo:

Eu nunca vi ninguém ter resultados satisfatórios na vida a dois sem passar por estas quatro fases:

  1. Identificação;
  2. Limpeza/Liberação;
  3. Integração dos fragmentos da psique;
  4. Manutenção dos resultados obtidos.

A identificação é crucial.

Como assim, Adriana?

Uma vez, atendi uma pessoa que, depois, quis se aprofundar e fez a Formação em Terapia Integral Completo.

Ela simplesmente amou a reviravolta que sua vida afetiva deu depois que lhe mostrei as ferramentas com as quais trabalho.

Ela descobriu que nada fluía em sua vida afetiva porque uma tia-avó dela cometeu suicídio depois de ter apanhado muito do próprio pai, ou seja, o bisavô de minha cliente/aluna.

A tia-avó dela tinha se apaixonado por um rapaz, mas o pai dela não aceitou, pois o pretendente era pobre, desprovido de recursos.

Quando descobriu que a filha estava namorando às escondidas, surrou-a muito com um pedaço de madeira em brasa, o que queimou todo o cabelo dela.

Naquela época era assim.

Isso aconteceu por volta do século XVIII.

Sua tia-avó se suicidou depois da surra.

A minha cliente/aluna estava em um movimento de lealdade ou de amor cego com relação a essa tia.

Era um movimento inconsciente em que ela não conseguia fazer a sua vida afetiva prosperar. Tinha um sentimento de culpa e um amor profundo por essa tia.

Note a profundidade dessa situação.

Se ela não tivesse se aprofundado, não teria chegado à solução.

Por isso, a primeira fase do processo é fundamental.

Depois vamos para a limpeza e liberação.

Costumo dizer que é preciso liberar as emoções aprisionadas no corpo físico, emocional e mental.

A minha cliente/aluna nunca chegou a conhecer essa tia-avó, pois, quando a tia-avó cometeu suicídio, minha cliente/aluna ainda não havia nascido.

Ou seja, a constelação familiar é o raio X. Ela faz o diagnóstico.

Mas se a pessoa não libera a emoção aprisionada no corpo, ela continuará tendo resultados insatisfatórios para o resto da vida.

Eu não sei quanto tempo você ainda pode esperar para sair do looping negativo afetivo.

Mas, se você está cansada(o), tenho uma pergunta.

Quanto está te custando se sentir frustrada(o) e chateada(o) nessa área?

Você gostaria de descobrir qual é o real motivo da sua vida afetiva não deslanchar como gostaria?

Será que não existe, em sua família, algo oculto que você ainda desconhece, como aconteceu com a minha cliente/aluna?

Eu estudei, pesquisei e me aprofundei em tudo para me livrar da minha dor afetiva quando passei por um divórcio difícil.

Em minha busca consegui validar o que funciona e o que não funciona.

Com esse processo, qualquer pessoa consegue.

Ao colocar em prática o programa de 21 dias de liberação emocional e desbloqueio afetivo, a pessoa terá pequenas vitórias dia a dia.

São 21 dias intensos, dedicados à liberação das emoções do corpo físico, emocional e mental.

Por isso é tão poderoso.

De zero a dez, o quanto não ter uma vida afetiva estruturada te incomoda?

Durante os 21 dias de liberação emocional e desbloqueio afetivo, você vai receber uma liberação emocional afetiva por dia, por meio das aulas liberadas diariamente na plataforma de ensino.

Além da liberação emocional, você terá acesso a conteúdo sistêmico e integrativo, ou seja, baseado nas constelações familiares.

São várias técnicas para você se sentir mais leve com relação a essa área.

Você vai aprender como liberar as diferentes emoções que estão aprisionadas.

Terá acesso por um ano à área de membros, na qual você poderá colocar uma questão, e eu pessoalmente vou responder.

Você também terá acesso a sugestões de livros, filmes e séries.

Você pode ter uma vida afetiva mais leve e duradoura.

Só não conhecia ainda essa ferramenta para sair do looping negativo no amor.

A ferramenta é fácil, prática e acessível.

Quanto vale o seu equilíbrio emocional afetivo?

Como isso pode facilitar a sua vida?

Você pagaria R$ 0,60 por dia para ter mais facilidade, leveza e equilíbrio em sua vida afetiva?

Ou R$ 22,15 por mês?

Outras pessoas descobriram o poder da liberação emocional afetiva e já estão colocando esse processo em prática.

Se eu tivesse conhecido essa ferramenta há 20 anos, poderia ter encurtado todo o meu processo.

Se agora não for o momento para liberar a estagnação afetiva, quando será?

Você não é a única que está vivendo nesse looping.

Mas precisa agir rápido, pois o link para entrar no programa 21 dias de liberação emocional e desbloqueio afetivo não ficará ativo por muito tempo.

Vou retirá-lo do ar a qualquer momento.

Então, se você está cansada(o) do looping negativo no amor, o momento é agora.

Este aqui é o link para entrar no Programa de 21 dias de liberação emocional e desbloqueio afetivo.

Se escolher entrar no programa, te vejo do outro lado!


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Quer saber mais sobre como identificar a origem do bloqueio afetivo, e como resolver e romper ciclos que impedem uma vida amorosa mais leve e consciente? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.

Cuide-se com amor!

Grande abraço,

Ádria Gutman
https://www.instagram.com/adriacursos/
YouTube: Meditação de centramento e limpeza

Confira também: Desafio da Autovalorização: 10 Comportamentos para Mudar Sua Vida!

Palavras-chave: bloqueio afetivo, vida afetiva, liberação emocional, desbloqueio afetivo, origem bloqueio afetivo, qual a origem do bloqueio afetivo, bloqueio afetivo como resolver, como resolver o bloqueio afetivo, vida a dois, 21 dias de liberação emocional e desbloqueio afetivo, looping negativo afetivo, causas profundas dos bloqueios afetivos, sair do looping negativo no amor, vida afetiva mais leve e duradoura
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Cultura de Execução: Quando Resultado Deixa de Depender de Heróis

Entenda por que empresas que dependem de profissionais heroicos convivem com caos, retrabalho e baixa previsibilidade, e como liderança, clareza, processos e responsabilidade compartilhada constroem uma cultura de execução sustentável.

Cultura de Execução: Resultados sem Depender de Heróis

Cultura de Execução: Quando Resultado Deixa de Depender de Heróis

Existe um padrão silencioso presente em muitas equipes: os resultados dependem sempre das mesmas pessoas.

São os profissionais que resolvem urgências, assumem problemas, evitam crises e sustentam a operação quando o ambiente entra em caos.

No curto prazo, isso costuma ser visto como comprometimento. No longo prazo, porém, é um sintoma claro de ausência de cultura de execução.

Porque empresas saudáveis não dependem de heróis. Elas dependem de sistemas, clareza e comportamento coletivo.


O ciclo do “incêndio diário”

Líderes iniciantes frequentemente confundem movimento com produtividade.

Reuniões constantes, urgências, mensagens fora do horário, pressão contínua e sensação de correria acabam criando uma falsa percepção de alta performance.

Mas ambientes assim normalmente operam em modo reativo. O time não executa com consistência; apenas responde a problemas sucessivos.

Com o tempo, isso gera três consequências previsíveis:

  • desgaste emocional;
  • perda de previsibilidade;
  • queda gradual da qualidade.

E o mais perigoso: o caos começa a ser normalizado.


Cultura não é discurso

Muitas empresas falam sobre cultura como se ela estivesse ligada apenas a valores institucionais ou frases na parede.

Na prática, cultura é outra coisa: é o conjunto de comportamentos que o ambiente reforça diariamente.

O que é tolerado se repete, o que é recompensado se fortalece e o que não recebe consequência tende a continuar acontecendo.

Por isso, cultura de execução não nasce de motivação coletiva. Mas do alinhamento comportamental.


O líder define o padrão

Equipes observam muito mais o comportamento do líder do que seus discursos.

Se o líder aceita atrasos recorrentes, o time entende que prazo é flexível. Se muda prioridades o tempo inteiro, transmite desorganização. E se cobra execução sem clareza, gera ansiedade e retrabalho.

A cultura operacional da equipe começa, inevitavelmente, pela postura da liderança.

E aqui existe um ponto importante: o líder não constrói cultura apenas pelo que faz.

Constrói também pelo que permite.


Clareza reduz ruído

Grande parte dos problemas de execução não acontece por falta de capacidade técnica, mas por falta de clareza.

Pessoas precisam entender:

  • o que deve ser feito;
  • por que aquilo importa;
  • qual é o prazo;
  • qual é o padrão esperado.

Quando essas variáveis não estão claras, então cada profissional cria sua própria interpretação. E execução baseada em interpretação gera inconsistência.

Liderança madura reduz ambiguidade.


O perigo da dependência emocional

Algumas equipes entram em um modelo silencioso de dependência do líder.

Nada anda sem aprovação. Toda decisão sobe. Qualquer dificuldade vira escalonamento.

Isso cria líderes sobrecarregados e equipes pouco autônomas.

Cultura de execução exige algo diferente: responsabilidade distribuída.

Isso não significa ausência de liderança, mas construção de maturidade operacional.

Times fortes não esperam ser “salvos”. Eles sabem agir dentro de critérios claros.


Repetição cria padrão

Execução não é um evento isolado, mas a repetição consistente de comportamentos adequados.

Por isso, líderes experientes trabalham muito mais em reforço de padrão do que em discursos motivacionais.

Eles acompanham:

  • combinados;
  • entregas;
  • alinhamentos;
  • rotinas;
  • indicadores.

Fazem isso porque entendem algo fundamental: performance sustentável nasce de processo, não de impulso emocional.


A armadilha do esforço heroico

Existe uma romantização perigosa no ambiente corporativo: a ideia de que grandes profissionais são aqueles que vivem apagando incêndios.

Mas empresas maduras não celebram caos; celebram previsibilidade.

Quando tudo depende de esforço extremo, então o sistema está falhando.

Alta performance não é trabalhar no limite todos os dias, mas criar um ambiente onde a execução acontece com consistência, clareza e responsabilidade compartilhada.


O ponto de virada da liderança

Líderes iniciantes costumam focar apenas em entregar resultado imediato. Líderes mais maduros constroem ambientes capazes de sustentar resultados ao longo do tempo.

Essa diferença muda tudo, porque o foco deixa de ser: “Como resolvemos isso hoje?” e passa a ser: “Como evitamos que isso continue acontecendo?”

É aqui que nasce cultura.


Conclusão

Cultura de execução não surge por acaso. Ela é construída na soma diária entre:

  • clareza;
  • consequência;
  • responsabilidade;
  • comportamento consistente.

Quando isso acontece, o trabalho deixa de depender de pessoas heroicas tentando compensar sistemas frágeis e passa então a funcionar de forma mais previsível, madura e sustentável.

Porque, no fim, liderança não é apenas fazer o time produzir. É criar um ambiente onde a execução se torna parte natural da operação.


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Quer saber mais sobre como construir uma cultura de execução capaz de gerar resultados consistentes sem depender de esforços heroicos? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.

Sérgio Albuquerque Jr.
Consultor empresarial, mentor de líderes e especialista em execução comercial. Atua há mais de 10 anos no desenvolvimento de pessoas e equipes, com trajetória iniciada aos 15 anos e sólida experiência em vendas na indústria farmacêutica e em consultoria nas áreas comercial e organizacional.
https://www.sergioalbuquerque.com.br

Confira também: A Engenharia do Feedback: Transformando a Crítica em Ajuste de Rota

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A Tecnologia Nos Conectou ao Mundo — E Nos Desconectou de Nós Mesmos

Em meio à hiperconectividade, redes sociais e algoritmos criam uma sensação de proximidade que nem sempre é real. Entenda como a tecnologia pode ampliar a solidão e por que resgatar o encontro, o sentido e a presença é imprescindível.

Tecnologia e Solidão: Por Que Nos Sentimos Tão Sozinhos? A Tecnologia Nos Conectou ao Mundo E Nos Desconectou de Nós Mesmos -

A Tecnologia Nos Conectou ao Mundo — E Nos Desconectou de Nós Mesmos

Vivemos a era da hiperconectividade. Nunca na história tivemos acesso a tantas pessoas ao mesmo tempo. Uma notificação aqui, um like ali, uma mensagem de voz que fica para responder depois. E no meio de tanto “contato”, uma pergunta silenciosa se instala: por que nos sentimos tão sozinhos?

A vida moderna construiu uma arquitetura perfeita para o isolamento disfarçado. Trabalhamos em casa, pedimos comida pelo aplicativo, resolvemos tudo pela tela. A cidade passa pela janela como um cenário, não como um convite. O tempo que antes seria gasto num café com um amigo agora é consumido rolando o feed em busca de algo que, no fundo, a tela nunca vai entregar.

As redes sociais aprofundam essa ilusão.

Elas nos dão a sensação de uma vida social rica — dezenas de conexões, centenas de reações, milhares de seguidores. Mas há uma diferença fundamental entre presença e proximidade. Seguir a vida de alguém não é estar na vida de alguém. O algoritmo simula intimidade sem oferecê-la. E o que fica, muitas vezes, é uma fome que não sabe o próprio nome.

O filósofo Henri Bergson, no início do século XX, já anunciava esse perigo ao falar da mecanização do espírito — o processo pelo qual as engrenagens da vida moderna vão substituindo o espontâneo pelo automático, o vivo pelo repetitivo. Para Bergson, quando o mecanismo toma o lugar do impulso criador, então algo essencial em nós se fecha. Hoje, poderíamos dizer que os algoritmos são a forma mais sofisticada dessa mecanização: eles formatam nossa atenção, domesticam nosso desejo e, dessa forma, nos devolvem uma versão simplificada de nós mesmos.

Reconhecer isso não é ser contra a tecnologia.

É exercer sobre ela a mesma consciência que Bergson pedia diante de qualquer automatismo: olhar para o que está sendo obstruído. O que está sendo obstruído é a nossa capacidade de encontro — real, presente, imperfeito e necessário.

Quando esse encontro falta por tempo demais — consigo mesmo e com o outro —, algo mais profundo começa a se esvaziar: o senso de que a própria vida tem direção e significado. É nesse ponto que o aconselhamento filosófico oferece um caminho discreto, mas preciso. Não como diagnóstico, mas como conversa. Uma conversa que ajuda a resgatar as perguntas essenciais que o ruído digital foi, aos poucos, silenciando.

A pergunta não é se você usa as redes. A pergunta é: o que você ainda está adiando em nome delas?


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Quer saber mais sobre como encontrar um equilíbrio saudável entre a tecnologia, os relacionamentos, a presença e o sentido da vida? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em ajudar.

Até o próximo artigo.

Um abraço,

Cleyson Dellcorso
https://www.dellcorso.com.br/

Confira também: O Que Você Realmente Quer?

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35 Anos da Lei de Cotas: Por que o Brasil Ainda Não Cumpriu Essa Promessa?

Após 35 anos, a Lei de Cotas ainda não cumpriu todo o seu potencial. Entenda como capacitismo, falta de acessibilidade e precarização do trabalho limitam a inclusão de pessoas com deficiência e o que empresas e lideranças precisam fazer.

Lei de Cotas: 35 Anos de uma Promessa Ainda Não Cumprida

35 Anos da Lei de Cotas: Por que o Brasil Ainda Não Cumpriu Essa Promessa?

A Lei nº 8.213/1991, conhecida como Lei de Cotas para Pessoas com Deficiência (PcD), prevê a obrigatoriedade de as empresas com mais de 100 funcionários contratarem pessoas com deficiência proporcionalmente à quantidade de colaboradores em regime CLT, da seguinte forma:

  • De 100 a 200 funcionários – 2%;
  • De 201 a 500 funcionários – 3%;
  • De 501 a 1.000 funcionários – 4%;
  • Acima de 1.000 funcionários – 5%.

Ela é um marco que deve ser comemorado, pois, não fosse a Lei de Cotas, a situação das pessoas com deficiência seria ainda mais delicada. Afinal, foi a partir dela que as empresas se movimentaram para contratá-las.

O Brasil possui cerca de 759 mil pessoas com deficiência (PcD) com vínculo formal de trabalho sob o regime da CLT, segundo levantamentos recentes do DIEESE com base na RAIS do Ministério do Trabalho e Emprego (acesse). Esse total equivale a aproximadamente 1% dos empregados formais no país.

É importante lembrar que o país tem cerca de 14 milhões de pessoas com deficiência (7,3% da população), o que indica que o número de contratados ainda está abaixo do potencial da Lei de Cotas. Caso as empresas a cumprissem integralmente, a lei possibilitaria mais de 1 milhão de postos de trabalho formais ocupados.

O descumprimento da lei em sua integralidade manifesta-se de diversas formas:


* O Capacitismo Estrutural:

A principal barreira para o preenchimento das cotas não é a ausência de profissionais, mas o preconceito velado. Frequentemente, empresas concentram as contratações de pessoas com deficiência em áreas operacionais, reflexo do desconhecimento e do viés de que pessoas com deficiência são incapazes de assumir atividades complexas e/ou de maior responsabilidade. A escassez de pessoas com deficiência em cargos de liderança evidencia claramente esse cenário. Segundo o DIEESE, apenas uma em cada 29 pessoas com deficiência ocupava cargo de direção ou gerência.


* Acessibilidade Negligenciada:

A reserva da vaga, por si só, é insuficiente e ineficaz quando a empresa não promove, ao menos, a acessibilidade razoável do ambiente. Isso inclui áreas de circulação amplas e sem desníveis, banheiros adaptados e acessíveis, softwares corporativos, interpretação em Libras e, principalmente, acessibilidade atitudinal. Essa indiferença impacta diretamente o senso de pertencimento, a motivação e a produtividade das pessoas com deficiência.


* Subterfúgios Trabalhistas e Pejotização:

O avanço de modelos flexíveis de contratação e a precarização das relações de trabalho têm sido utilizados para mascarar os cálculos reais do quadro de funcionários, reduzindo artificialmente o número de vagas obrigatoriamente destinadas às cotas. Além disso, assiste-se recorrentemente a tentativas de flexibilização da lei sob a justificativa de “dificuldades de mercado”. Aceitar essa narrativa significa normalizar a exclusão.


E qual caminho devemos trilhar para mudar essa realidade?

O primeiro passo é compreender que a agenda de Diversidade, Equidade e Inclusão não pode ser vista como um projeto, que tem começo, meio e fim, mas, como um programa contínuo vinculado aos valores organizacionais.

Engajar as lideranças para que atuem de acordo com os princípios da liderança inclusiva, formem equipes diversas, pratiquem a escuta ativa, valorizem as pessoas, respeitem as diferenças e inspirem suas equipes.

Criar comitês de afinidade com pessoas com deficiência para envolvê-las nas ações de construção de ambientes acolhedores. Uma frase que deve se tornar prática é: “Nada sobre nós, sem nós”.

Criar métodos e ferramentas de diagnóstico para compreender o cenário em que a empresa se encontra, elaborar planos consistentes, executáveis e reais, definir metas gradativas e atingíveis, bem como estabelecer indicadores que permitam acompanhar as ações.


Conclusão

Celebrar os 35 anos da Lei de Cotas deve ser um ato de cobrança e renovação do compromisso social. A legislação provou sua importância vital ao longo de mais de três décadas. Contudo, sua eficácia continuará limitada enquanto o mercado encarar sua obrigatoriedade como um encargo burocrático e não como uma diretriz de equidade.

Cumprir a Lei de Cotas em sua integralidade exige o fortalecimento dos mecanismos estatais de fiscalização e o investimento sério em educação inclusiva e acessibilidade. Somente quando o direito ao trabalho deixar de ser negado pela omissão e pelo preconceito é que a igualdade de oportunidades deixará de ser uma abstração legislativa para se tornar uma conquista concreta de toda a sociedade brasileira.


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Quer saber mais sobre como transformar a Lei de Cotas 8213/1991 em uma estratégia real de inclusão, equidade e valorização das pessoas com deficiência nas organizações? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.

Luciano Amato
http://www.trainingpeople.com.br/

Confira também: Inclusão LGBTQIAPN+: Direitos, Representatividade e Segurança — Caminhos para uma Equidade Real

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Resiliência

Faça de cada limão, uma limonada! Resiliência é a capacidade de se resistir flexivelmente às adversidades e dificuldades, utilizando-as para o desenvolvimento pessoal, profissional e social.

“O problema não é o problema.
O problema é sua atitude com relação ao problema.”
(Kelly Young)

Hoje, a tristeza me visitou. Tocou a campainha, subiu as escadas, bateu à porta e entrou. Não ofereci resistência. Houve um tempo em que eu fazia o impossível para evitá-la adentrar os meus domínios. E quando isso acontecia, discutíamos demoradamente. Era uma experiência desgastante. Aprendi que o melhor a fazer é deixá-la seguir seu curso. Agora, sequer dialogamos. Ela entra, senta-se na sala de estar, sirvo-lhe uma bebida qualquer, apresento-lhe a televisão e a esqueço! Quando me dou por conta, o recinto está vazio. Ela partiu, sem arroubos e sem deixar rastros. Cumpriu sua missão sem afetar minha vida.

Hoje, a doença também me visitou. Mas esta tem outros métodos. E outros propósitos. Chegou sem pedir licença, invadindo o ambiente. Instalou-se em minha garganta e foi ter com minhas amígdalas. A prescrição é sempre a mesma: Amoxicilina e Paracetamol. Faço uso destes medicamentos e sinto-me absolutamente prostrado! Acho que é por isso que os chamam de antibióticos. Porque são contra a vida. Não apenas a vida de bactérias e vírus, mas toda e qualquer vida…

Hoje, problemas do passado também me visitaram. Não vieram pelo telefone porque palavras pronunciadas ativam as emoções apenas no momento e, depois, perdem-se difusas, levadas pela brisa. Vieram pelo correio, impressos em papel e letras de baixa qualidade, anunciando sua perenidade, sua condição de fantasmas eternos até que sejam exorcizados.

Diante deste quadro, não há como deixar de sentir-se apequenado nestes momentos. O mundo ao redor parece conspirar contra o bem, a estabilidade e o equilíbrio que tanto se persegue. O desânimo comparece estampado em ombros arqueados e olhos sem brilho, que pedem para derramar lágrimas de alívio. Então, choro. E o faço porque Maurice Druon ensinou-me, através de seu inocente Tistu, que se você não chora, as lágrimas endurecem no peito e o coração fica duro.

Limão e limonada

As ciências humanas estão sempre tomando emprestado das exatas, termos e conceitos. A última novidade vem da física e atende pelo nome de resiliência. Significa resistência ao choque ou a propriedade pela qual a energia potencial armazenada em um corpo deformado é devolvida quando cessa a tensão incidente sobre o mesmo.

Em humanas, a resiliência passou a designar a capacidade de se resistir flexivelmente à adversidade, utilizando-a para o desenvolvimento pessoal, profissional e social. Traduzindo isso através de um dito popular, é fazer de cada limão, ou seja, de cada contrariedade que a vida nos apresenta, uma limonada saborosa, refrescante e agradável.

Aprendi que pouco adianta brigar com problemas. É preciso enfrentá-los para não ser destruído por eles, resolvendo-os. E com rapidez, de maneira certa ou errada. Problemas são como bebês, só crescem se alimentados. Muitos se resolvem por si mesmos. Mas quando você os soluciona de forma inadequada, eles voltam, dão-lhe uma rasteira e, aí sim, você os anula com correção. A felicidade, pontuou Michael Jansen, não é a ausência de problemas. A ausência de problemas é o tédio. A felicidade são grandes problemas bem administrados.

Aprendi a combater as doenças. As do corpo e as da mente. Percebê-las, identificá-las, respeitá-las e aniquilá-las. Muitas decorrem menos do que nos falta e mais do mau uso que fazemos do que temos. E a velocidade é tudo neste combate. Agir rápido é a palavra de ordem. Melhor do que ser preventivo é ser preditivo.

Aprendi a aceitar a tristeza. Não o ano todo, mas apenas um dia, à luz dos ensinamentos de Victor Hugo. O poeta dizia que “tristeza não tem fim, felicidade, sim”. Porém, discordo. Penso que os dois são finitos. E cíclicos. O segredo é contemplar as pequenas alegrias em vez de aguardar a grande felicidade. Uma alegria destrói cem tristezas…

Modismo ou não, tornei-me resiliente. A palavra em si pode cair no ostracismo, mas terá servido para ilustrar minha atitude cultivada ao longo dos anos diante das dificuldades impostas ou autoimpostas que enfrentei pelo caminho, transformando desânimo em persistência, descrédito em esperança, obstáculos em oportunidades, tristeza em alegria.

Nós apreciamos o calor porque já sentimos o frio. Admiramos a luz porque já estivemos no escuro. Contemplamos a saúde porque já fomos enfermos. Podemos, pois, experimentar a felicidade porque já conhecemos a tristeza.

Olhe para o céu, agora! Se é dia, o sol brilha e aquece. Se é noite, a lua ilumina e abraça. E assim será novamente amanhã. E assim é feita a vida.

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O sucesso de uma mulher está em ser mulher!

Seu sucesso na vida pessoal e/ou profissional, sua felicidade, sua prosperidade e bem-estar na vida só depende de uma pessoa. Sabe quem é? Você mesma! Feliz Dia Internacional da Mulher!

Nesta semana que comemoramos o Dia Internacional da Mulher, gostaria de dizer para todas as Mulheres uma coisa muito importante:

Seu sucesso na vida pessoal e/ou profissional, sua felicidade, sua prosperidade e bem-estar na vida só depende de uma pessoa. Sabe quem é? Você mesma.

E falo mais. Seu sucesso será mais fácil e forte se você Mulher lembrar em ser você mesma. Ou seja, Ser a Mulher que você sempre foi e será.

Esta última afirmação já falei muitas vezes para minhas clientes de Coaching Holístico que buscam Sucesso em algum ponto da vida pessoal e profissional.

Para quem ainda não sabe o que é Coaching, vou explicar agora. Entre muitas definições as que mais eu gosto são:

  • Orientar uma pessoa a fazer a travessia entre um ponto ao outro até alcançar sua meta pessoal e/ou profissional com sucesso;
  • Coaching é uma assessoria e processo que geram motivação pessoal e profissional, e que tem como objetivo potencializar o nível de resultados positivos nas diversas áreas da vida de um cliente para alcançar uma meta ou objetivo com sucesso.

E o que é Coaching Holístico? Coaching Holístico – Processo para Seu Sucesso na Vida e Concretização das suas Metas. O cliente vai se conhecer melhor, olhar para si, sua vida e descobrir seu potencial adormecido. Vai melhorar sua autoestima e ter mais autoconfiança. Tem Dificuldade em vencer? Pelo Coaching Holístico iremos desbloquear o que atrapalha e mudar Padrões Mentais para Vencer.

Este é o ponto chave do inicio do Sucesso de qualquer pessoa: Padrões Mentais. Quem acredita que é um fracasso, que não vai vencer na vida ou que não merece ter sucesso nas metas ou sonhos, tenha certeza que nada vai mesmo ocorrer de bom na vida. O Sucesso vai passar bem longe destas pessoas.

Agora imagine uma mulher que desde pequena é “esmagada” pela família e sociedade a sufocar sua força, a matar sua arte e beleza, para não acreditar em si e nas suas qualidades e habilidades para realizar.

Já atendi moças que acreditam que não merecem um amor porque alguém falou que ela é feia ou amor só faz mal. Como vão amar se não têm uma boa energia sobre o amor? Como amar se sua autoestima foi chutada? Só vai amar se mudar, acreditar que pode e merece amar. E que ela é uma super mulher.

O mesmo ocorre com a realização de outras metas pessoais e profissionais. Se uma pessoa foi condicionada a sempre pensar que é inferior, incapaz ou que não merece ser feliz ou prosperar, com certeza vai sofrer para conseguir. Imagine uma mulher que no geral é mais sufocada.

Ainda bem que tem solução. É um pouco demorado, varia de pessoa para pessoa, mas tem que trabalhar, treinar e movimentar-se para mudar padrões e condicionamento mental e energético.

Mas, é possível e já vi milagres.

Qual é o primeiro passo? Acreditar em Você. Acreditar na pessoa poderosa que há dentro de você.

Acreditar na Mulher que há dentro de você.

Sucesso e Feliz Dia da Mulher!

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Não concretizou uma meta? É preciso agora ter coragem para fazer mudanças drásticas!

Mudança requer determinação. Mudanças drásticas requerem também coragem, pois haverá muita resistência das pessoas que já estão na zona de conforto ou que não aceitam que está tudo errado na vida.

A Copa do Mundo acabou. A seleção alemã com sua organização, futebol bonito e muita técnica, merecidamente, levou o caneco. É tetracampeã.

E a nossa Seleção Canarinho? Que papelão! Desde o início da Copa, nos quatro cantos deste Brasil, todos falavam que era forte candidata a ser hexacampeã. E por que todos acreditavam nisto? Porque jogava em casa, tinha apoio da torcida brasileira, a mídia falava que era a melhor seleção, tinha uma comissão técnica com dois técnicos que venceram Copas Mundiais (Parreira em 1994 e Felipão em 2002) e o clima ajudava.

Mas o que vimos foi um total fiasco e uma humilhante goleada histórica por 7×1 para os alemães na semifinal da Copa.

Enfim, perdemos a Copa e ficamos em quarto lugar após perder para a Holanda na disputa pelo terceiro lugar. E agora? Como diz o poema de Carlos Drummond de Andrade:

E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, você?

(Carlos Drummond de Andrade)

E agora, Seleção Brasileira? Agora é hora de mudanças. E mudanças drásticas e profundas na filosofia e na organização.

A CBF terá que ter coragem de assumir sua culpa no fracasso e incompetência administrativa na condução da Seleção Canarinho na Copa. A CBF e o novo técnico terão que ter coragem de fazer mudanças drásticas na nova Seleção Brasileira daqui para frente. Podem e devem seguir o ótimo exemplo que viveu a seleção alemã no final dos anos 90. Após fiascos seguidos, a Confederação Alemã de Futebol chegou à conclusão de que era hora de mudar tudo. Mudanças drásticas foram implantadas. Bancaram com coragem um técnico permanente nos últimos 10 anos que, com um grupo de jogadores com uma nova cabeça, união e humildade, deram um Show na Copa do Brasil e levaram o Caneco.

Mudança requer determinação. Mudanças drásticas requerem também muita coragem, pois haverá muita resistência das pessoas que já estão na zona de conforto ou que não aceitam que está tudo errado na vida ou no jogo.

Quer ver um exemplo recente? A entrevista da Comissão Técnica da Seleção Canarinho após o vexame de 7×1. Para Felipão e Parreira, nada estava errado na preparação da Seleção Brasileira. O problema foi um apagão geral do time todo que o levou a tomar 4 gols em 6 minutos.

Pois é Felipão, não houve problema algum no seu trabalho. Foi só um apagão que custou um vexame histórico e 200 milhões de brasileiros frustrados.

Como dizem, “o pior cego é o que não quer ver”. Ou “errar é humano, persistir no erro é ser Felipão”, teimoso e arrogante. Não assume os erros e afunda a emoção de milhares de pessoas.

Mas a Copa acabou e a CBF já começou as mudanças. Adeus comissão técnica fracassada. Vida e esperanças novas.

Espero que agora façam mais. Que tenham a coragem de fazer mudanças drásticas em tudo ligado a futebol.

E você? Está com coragem de fazer mudanças drásticas na sua vida pessoal ou profissional?

Ou vai ficar chorando e dando desculpas para que sua vida seja um fracasso ou cheia de frustrações?

Chega de Síndrome de Felipão, né?

Seu lema hoje: “Mudanças já e com coragem para ser feliz”.

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Saia do lugar! Você não é uma árvore…

Quando buscamos algo melhor, criamos a mudança, pois desejamos que coisas melhores ocorram. Mas há também aquela mudança que você não deseja. Tudo estava bem do jeito que estava, por que mudar agora?

Frequentemente as mudanças acontecem na vida da gente. Em algumas vezes, estamos preparados para elas, em outras elas representam uma grande surpresa. Por vezes, desejamos a mudança, vislumbrando uma nova oportunidade em nossa vida. Acontece também de não as desejarmos, pois estamos felizes com as coisas do jeito que estão. Mas as mudanças acontecem, quer queiramos ou não…

Quando buscamos algo melhor, costumo dizer que estamos criando a mudança, pois estamos não só indo atrás dela, como desejamos que coisas melhores ocorram. Nesta hora, dizemos que a mudança é positiva e bem-vinda.

Mas existe também aquela mudança que você não deseja. Tudo estava bem do jeito que estava, por que mudar agora? Nesta hora criamos resistências, não aceitamos a oportunidade que a vida nos dá para novos desafios. Reclamamos e amaldiçoamos pelo que nos acontece.

Pessoas proativas são as que criam as mudanças, vislumbram novas oportunidades, desejam sempre mais, porque sabem que estão em constante crescimento e aprendizado. Pessoas acomodadas se comportam como árvores, não saem dos seus lugares, esperam que tudo ocorra como desejam ou que tudo se mantenha exatamente como está.

Se você se identificou com o segundo tipo, aqui vai uma reflexão: você não é uma árvore… você não nasceu com raízes que lhe impossibilitam de mudar de lugar. Você também pode dizer que não nasceu com asas, que te possibilitariam voar, mas eu diria que você nasceu com algo melhor do que asas: inteligência e criatividade. Faça por merecer a inteligência que tem e saiba reconhecer quando é hora de mudar.

Nosso mundo é dinâmico, nada é estático. Já dizia Heráclito: “Não nos banhamos duas vezes no mesmo rio”. Claro! O rio não é o mesmo… nós também não somos! Creio que hoje somos melhores que ontem, piores do que amanhã. E assim prossegue o rio da vida, propiciando mudanças para que tenhamos – todos os dias – novas oportunidades, novos olhares, novos aromas, novas experiências. Saia do lugar! Você não é uma árvore…

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Sem Comprometimento não há avanços na vida e nem sucesso!

Qual é o seu grau de comprometimento em realizar algo? Um dos maiores problemas de uma pessoa é a falta de comprometimento. É mais fácil dar desculpas do que tentar cumprir o que se comprometeu.

Responda rápido a minha pergunta:

– De zero a 100% qual é o seu grau de comprometimento em ler este artigo até o final?

Estranha a pergunta? Para quem é Coach ou faz sessões de Coaching esta pergunta é corriqueira. Toda vez que atendo um cliente de Coaching Holístico e definimos uma meta ou tarefa, sempre fecho a sessão com esta pergunta:

– Qual é o seu grau de comprometimento em realizar esta tarefa ou meta?

Em geral o cliente responde 100%. Só que nem sempre isto ocorre. Nem sempre o cliente se compromete 100% em executar a tarefa ou meta.

Um dos maiores problemas de uma pessoa que faz Coaching é a falta de comprometimento. É mais fácil dar desculpas do que tentar cumprir o que se comprometeu.

E falta de comprometimento não é só no Coaching que ocorre. No dia a dia de qualquer empresa os funcionários nunca cumprem o que prometem e se comprometem. É uma total falta de responsabilidade, profissionalismo e até de caráter da pessoa.

Sua atitude vai prejudicar a empresa, seus colegas de trabalho e a si mesmo. Aí perde o emprego e reclama.

E o que falar de pessoas no nosso dia a dia que prometem algo para alguém ou para si mesmo e não cumprem. Cadê o comprometimento, gente?

Falta de comprometimento na via profissional e pessoal é um péssimo hábito. Quem não tem comprometimento leva a “vida na flauta” ou “seja o que Deus quiser”.

O cliente senta na minha frente na sessão de Coaching, fala que quer ter sucesso na vida, jura 100% de comprometimento e falta na sessão seguinte dizendo que tem outro compromisso importante.

Compromisso importante? E os 100% de comprometimento que ele “juramentou” com ele próprio em alcançar sucesso? Não é mais importante?

Parece que não. Estas pessoas que não cumprem o que falam, acham que estão enganando seu Coach, seu chefe ou sua própria vida.

Na verdade esta pessoa que não cumpre nem 1% do que se compromete, está enganado a si próprio. Está perdendo seu tempo e não o meu.

Você que não cumpre o que promete ou se compromete, fica aqui um recado para refletir:

Não cumpre o que promete, não avança, não vence e não conquista.

Para ajudar, significado de Comprometimento:

“Esta é uma atitude que poderíamos definir como algo de cunho moral, afinal, literalmente, remete ao cumprimento de um tratado, um pacto firmado.

Significa “honrar a palavra empenhada”. O comprometimento está vinculado ao clima organizacional, à cultura e aos valores da empresa. As pessoas estão dispostas a lutar por aquilo em que acreditam, seja no plano profissional ou pessoal. E lutam pela verdade!

Há uma relação íntima entre esta competência e a capacidade de estabelecer e cumprir metas. E esta relação está presente na própria palavra.

É por ai. Boa semana!

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O Poder do Bom Dia e Obrigado

Você já parou para pensar a força que estas duas palavras possuem? Bom Dia e Obrigado. Quem não gostaria de ouvir este simples gesto ou num momento que está desmotivado um obrigado por um trabalho realizado?

Você já parou para pensar a força que estas duas palavras possuem? Bom Dia e Obrigado.

Palavras simples, óbvias, porém em muitos momentos esquecidas pelo corre-corre da falta de tempo, pelo mau humor que nos atinge, pelo status que faz acreditar que não se faz necessário ou pelo simples hábito de não se utilizar no vocabulário.

Certa vez ouvi em um treinamento de liderança: como você gostaria de ser liderado? E para minha surpresa: com um bom dia e um muito obrigado. E comecei a pensar.

Será que somente na gestão gostaríamos de ouvir estas palavras?

Quem não gostaria de ouvir pela manhã este simples gesto ou num momento que está desmotivado um obrigado por um trabalho realizado?

A palavra bom dia abre portas, pode ser o início de uma conversa difícil; quebrar o gelo num momento de nervoso, despertar o sorriso nos mais contagiantes, demonstrar respeito ao próximo e principalmente celebrar a oportunidade de um novo dia, cheio de desafios, atividades a serem desenvolvidas, pessoas a conhecer, negociações a vencer. Oferece uma palavra positiva para você e para quem ouve, transmitindo pensamentos positivos.

Pode parecer longe demais, mas e se nós realmente ao dizermos esta simples palavra, buscássemos ter o nosso Bom dia?

Onde você conhecendo seus valores, desejos e objetivos gera uma atitude consciente para que consiga o resultado esperado. Que possa vencer o medo, a desmotivação, a baixa estima e quebrar barreiras, obstáculos na comunicação, relacionamentos e descubra caminhos efetivos de atingir o sucesso e por que não a felicidade tão sonhada?

Pense nisso e se permita a realmente ter um bom dia.

A palavra obrigado tem significados interessantes segundo o dicionário: ser obrigado a fazer, obrigar por lei, ser grato, reagir a algo correspondido.

Palavra igualmente simples, mas difícil de ser dita por aqueles que justamente se sentem na obrigação de fazê-lo, mas nobre e cheia de ternura, gratidão e reconhecimento por quem diz e recebe.

Um feedback por algo, dar-lhe a vez, agradecer um trabalho, um presente, uma parceria ou um simples objeto que foi entregue, uma porta aberta. O poder do obrigado nos renova as energias, aumenta a motivação, estima, trabalho em equipe e comprometimento.

O obrigado é um gesto de reconhecimento, retorno positivo que se está no caminho certo, de um trabalho bem feito, de um apoio sincero, de uma ajuda para alguém que precisa carregar sua mala, segurar o elevador ou passar simplesmente o sal.

Reforça comportamentos; gera sinergia e cumplicidade.

Que possamos falar obrigada sem a obrigação social, mas dar ao outro o direito de gentileza e valor por um gesto, atitude ou trabalho.

Bom dia e obrigado. Que possam ser um oxigênio. Não tem o hábito? Dê o primeiro passo. Diga para você mesmo, pois este é o maior sentido para despertar para o outro.

Diga a você mesmo o quanto acredita em si e é capaz de buscar seus sonhos e metas; o quanto é grato por sua vida, carreira, família.

Que estas palavras não sejam apenas etiquetas profissionais mas façam parte de seu cotidiano para que ao despertar de um novo dia você tenha bons momentos e possa ser grato pelas conquistas feitas por você e pelos outros.

Pense nisso.

Te desejo um bom dia e obrigada.

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Procrastinando? Então continue!

Sabe aquilo que você já sabe que tem que fazer e não faz? É uma decisão que não toma, um trabalho que não termina, um projeto que não entrega, uma conversa que nunca rola por que você não toma a iniciativa.

É aquela coisa que você já sabe que tem que fazer e não faz. É uma decisão que não toma, um trabalho que não termina, um projeto que não entrega, uma conversa que não rola nunca por que você não toma a iniciativa.

Aí você procura por ajuda, porque sabe que tem alguma coisa errada com isso. Sabe que não é o seu normal, mesmo que nem consiga ver isso com clareza. Você provavelmente dá um Google, pega um livro, conversa com alguém ou mesmo tira um tarô para ver o que dizem e invariavelmente você recebe o mesmo veredicto: “pare de procrastinar para ter sucesso, para conseguir o que você quer. Assuma as rédeas da sua vida, você tem condições, basta querer.”

E aí é que podemos perder uma chance de ouro, a de nos conhecermos melhor e efetivamente dar o salto [quântico] rumo a nós mesmos. Explico: quando vejo, na prática do Coaching, que as pessoas estão procrastinando, eu não falo para elas “superarem” esse problema. Ao contrário, eu sugiro que a gente acolha, pare e olhe para isso que está acontecendo. Vamos entender o que essa lentidão momentânea e consciente tem a dizer, que notícias ela traz desse momento da vida daquela pessoa.

Geralmente a procrastinação é um sintoma. É a ponta do iceberg. Ele traz muitas coisas consigo, que vão além da superfície. O que eu mais vejo na minha prática profissional tem a ver com medo, autossabotagem, insegurança, baixa autoestima, angústia, bloqueio criativo, falta de sentido ou de tesão, incapacidade de assumir o que se quer, entre outras coisas. Cada um desses tópicos merece um texto, ou melhor, um livro em si, então não vamos nos aprofundar agora, certo?

O que eu quero é sugerir que você pare e reflita a respeito do que faz você procrastinar. E busque entender o que esse sintoma está querendo te dizer. Essa é uma maneira muito potente de ir mais fundo e se ouvir, buscar sua verdade e aceitá-la. Acolher o seu momento é a melhor forma de sair dele, como já falei no texto sobre o limbo.

Proponho uma atividade para lhe ajudar nessa reflexão.

Separe um tempo para você, de preferência sozinho e sem interrupções, de aproximadamente 30 a 50 minutos. Procure estar num lugar confortável e, se possível, feche os olhos, respirando profundamente umas 3 vezes ou até conseguir deixar os pensamentos mais quietos, as preocupações de lado…

Então, com o auxílio de papel e caneta ou outro meio que você escolher, comece a atividade:

1º passo: Responda em quais situações específicas da minha vida estou procrastinando agora?

Escreva de maneira sucinta e precisa, como por exemplo: não terminei o projeto X. Não comecei a fazer ginástica. Estou usando muito tempo para fazer tarefa Y. Não estou conseguindo terminar tal coisa. Estou adiando a conversa com fulano.

2º passo: Depois olhe para essas situações que você escreveu e as leia com compaixão. Procure simplesmente aceitá-las, contemplá-las, sem julgá-las. Sei que é difícil não julgar, mas ao menos tente.

Ao observar essas situações, procure apenas abrir espaço para que elas mesmas te digam coisas.

3º passo: Se for o caso, pergunte-se: o que essa situação quer me dizer? O que há aqui, além da superfície? O que eu estou deixando de fazer de verdade? O que está por trás dessa procrastinação que eu não estou querendo ou podendo ver?

4º passo: Veja quais fichas caem, se caem, o que surge. Aceite o que veio, agradeça e só. Guarde tudo e retome sua vida. Se for dormir, boa noite. Se for voltar ao trabalho, bom trabalho. NÃO mexa mais no exercício.

5º passo: Após alguns dias (de 3 a 5 dias), volte ao que você anotou. Novamente observe as situações de procrastinação. Veja se algumas delas você já pode mexer e realizar. Anote as ações que têm que ser feitas.

6º passo: Faça.

Como sempre, quero saber o que surgiu para você, ao ler esse texto. Caíram fichas? Nada rolou? Tá valendo. Compartilhe aqui.

E você já sabe. Qualquer coisa, estou por aqui.

Com amor e com alma,

Karinna

PS: Se você acha que este artigo pode beneficiar alguém, por favor, encaminhe agora para essa pessoa.

PS2: Eu, claro, adoraria que você espalhasse meu artigo por aí, nas suas redes. Assim mais gente curte e compartilha com quem precisa.

Obrigada!

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Você sabe o que é Inteligência Espiritual?

A maior parte das pessoas já ouviu falar sobre a Inteligência Emocional. E sobre Inteligência Espiritual? Será que a Inteligência Emocional se confunde com a Inteligência Espiritual? O que você pensa a respeito?

Eu tenho a mais absoluta certeza de que a grande parte dos leitores já ouviu falar sobre a Inteligência Emocional. Aliás, provavelmente, haverá até especialistas e professores na disciplina cuja fundamentação teórica nos remete a Charles Darwin. O que a maioria também sabe está no fato de que a popularização do assunto surgiu quando, há vinte anos, Daniel Goleman publicou um best-seller a respeito. Mas será que a inteligência emocional se confunde com a Inteligência Espiritual? E você, o que pensa a respeito?

Para começo de conversa, deve-se lembrar que o conceito de “inteligência” é algo sobre o que não há unanimidade. A depender da corrente de estudos, esse conceito (que na linguagem dos estudiosos chama-se constructo) terá diferentes interpretações e o pesquisador deve indicar qual a ênfase e abordagem mais adequada ao seu objetivo de momento. Neste nosso caso, vamos nos vincular ao conceito etimológico de que a “inteligência” é a capacidade de identificar as opções, processá-las e decidir por aquela mais conveniente em um dado problema ou situação.  Agora, vou tirar o foco da mera conceituação de “inteligência” para tratar do tema ampliado: Inteligência Espiritual.

O estudo da importância da espiritualidade tem crescido bastante, a ponto de haver profissionais da área de saúde que indicam haver alta relação entre a prática espiritual com a saúde mental das pessoas. E aqui surge a necessidade de se fazer outra distinção, pois espiritualidade não é o mesmo que religiosidade. Esta última diz respeito à prática da relação da pessoa com Deus, em que há um sistema de rituais ou simbolismos presentes. A espiritualidade, porém, volta-se à dimensão pessoal que diz respeito à própria existência, uma relação com a consciência sem que haja necessariamente rituais ou símbolos. Ou seja, a espiritualidade diz respeito a atitudes, sentimentos e pensamentos superiores que levam ao crescimento (amadurecimento) do ser humano. A prática da religião pode apoiar a espiritualidade, mas esta vai além.

Voltando ao tema central, vamos nos basear nos estudos e propostas da física e filósofa americana Danah Zohar, ligada a importantes centros de pensamento, nos EUA e Europa. Tendo como linha de pesquisa a física quântica, sobre Inteligência Espiritual ela relata ser algo essencial para promover a cooperação entre as pessoas, tanto na família como em sociedade. Indo além, ela entende que é a Inteligência Espiritual que ajudará as pessoas a alcançarem soluções positivas para o planeta, além de criar um melhor encontro individual nessa caminhada, ao descobrir melhor a si mesmo e aos seus valores. O alto quociente espiritual faz a pessoa ter a vida mais criativa, promissora e com sentido, com identificação do propósito pessoal.

Em seu livro Inteligência Espiritual (Editora: Viva Livros; 2012), escrito com Ian Marshall, Danah comenta que a inteligência emocional faz a pessoa ter capacidade de julgar em que situação se encontra e como deve se comportar, adequadamente, nos limites dessa situação. A Inteligência Espiritual estimula a pessoa a se perguntar se ela deseja estar nessa situação em particular e como é a melhor forma de trabalhar com os limites da situação. Em seu livro ela comenta de dez atributos típicos que mostram quando a pessoa tem um elevado quociente de Inteligência Espiritual.

As características comuns de quem tem alta Inteligência Espiritual são assim resumidas: (1) Praticam e estimulam o autoconhecimento profundo; (2) São idealistas e levadas por valores pessoais; (3) Têm capacidade de encarar e se apropriar positivamente da adversidade; (4) São holísticas, no sentido de que conseguem ter visão abrangente sobre cada situação (analisam as partes e entendem o todo); (5) Respeitam a diversidade (em todas as nuances de diferenças entre pessoas, sem preconceitos); (6) Preservam sua independência e arbítrio; (7) Perguntam sempre “por quê?”, como forma de se questionarem quanto aos próprios dogmas e crenças limitantes; (8) Têm capacidade de colocar as situações e os fatos em um contexto ampliado; (9) São espontâneas e verdadeiras, e; (10) Têm compaixão, conseguindo se colocar no lugar das pessoas que estão com dores ou problemas, viabilizando ajudá-las.

E então, como está o seu grau de Inteligência Espiritual? Agora, fica o convite à sua reflexão e … Boa sorte!

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