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A Ética, as Doenças Crônicas e o Bem-estar pessoal – profissional

Como conciliar as diferenças existentes nas doenças crônicas, com o bem-estar pessoal ou profissional? De que forma é possível lidar com seus aspectos?

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A Ética, as Doenças Crônicas e o Bem-estar Pessoal Profissional

A Ética, as Doenças Crônicas e o Bem-estar pessoal – profissional

Estamos no final da pandemia, agora em março de 2021?

Ao que parece, não!

Por meses afora, teremos ainda que lidar com novos surtos ou ondas que irão nos acometer.

Aqueles já vacinados terão um impacto pequeno na saúde, outros não vacinados deverão manter as atuais prevenções tão preconizadas.

Diversos setores da sociedade, como o setor de tecnologia, farmacêutico, financeiro, saúde física e mental se destacaram no combate da pandemia.

E o Coaching?

Em meu entendimento, o Coaching, sendo uma técnica de capacitação, também pode contribuir no enfrentamento futuro desta pandemia. Eu me refiro, em particular, ao Coaching com embasamento nas teorias das Terapias Cognitivas.

Esta modalidade de coaching traz a rica possibilidade de aglutinar os mecanismos de se lidar com aspectos do bem-estar. Um desses mecanismos é de conciliar as diferenças existentes nas doenças crônicas, com o bem-estar pessoal ou profissional.

Programas de Coaching padronizados, não funcionam, em tempos de pandemia. Isso porque há um enorme número de variáveis concomitantes acontecendo. Por exemplo, esta, a variável da produtividade nas doenças crônicas.

É necessário se ter em conta que as doenças conhecidas como crônicas, estão intimamente relacionadas com as diferentes possibilidades de saúde nos quadros de hipertensão, diabetes, câncer, doenças cardiovasculares e obesidade, por exemplo.

Ao se ter em conta os quadros sintomatológicos dessas doenças crônicas, o profissional do Coaching está manifestando sua ética profissional. Por isso NÃO irá buscar apenas “clientes saudáveis”.

Lógico, atuar sem tal perspectiva, significa uma atuação antiética.

Sabemos que o Coaching não trabalha com os aspectos primários das doenças crônicas – próprios da medicina, farmácia, psicologia, odontologia, serviço social, nutrição e fisioterapia -, e sim, com aspectos terciários, – o lado comportamental da experiência pessoal, social e familiar das manifestações de tais doenças.

Podemos dizer então que, quanto mais imbuído de ética, mais o profissional do Coaching estará atuando na redução e melhor gestão dos impactos terciários advindos das doenças crônicas.

Esta consciência ética propicia ao profissional do Coaching também contribuir para que sua atuação incida sobre este lado nefasto da pandemia, que é de aumentar significativamente o sofrimento e incertezas na vivência de doenças crônicas.

Em conclusão, posso afirmar que quanto mais o profissional investe em sua ética de atender a todos – não somente os saudáveis, mais impacta na produtividade pessoal e profissional destes seus clientes, propiciando que o Coaching tenha alguma importância no enfrentamento da pandemia.

Gostou do artigo? Quer saber mais sobre ética? Então entre em contato comigo. Terei o maior prazer em responder.

George Barbosa
http://sobrare.com.br/

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George Barbosa é Pedagogo, Mestre e Doutor em Psicologia, Pós-Doutor em “O Coaching psicológico”. Presidente da Sociedade Brasileira de Resiliência (SOBRARE). Facilitador do Núcleo de Estudos em Resiliência da Assoc. Bras. de Recursos Humanos (ABRH-SP). Associado da Federação Brasileira de Terapias Cognitivas (FBTC) e Associação Brasileira de Psicoterapia (ABRAP), International Association Cognitive Psychotherapy (IACP), Society for Psychotherapy Research (SPR). Autor de livros sobre a Resiliência no Brasil. Coach certificado nas modalidades de Coaching Cognitivo de vida, Neurocoaching, Coaching Ontológico. Mentor e organizador da metodologia do “Coaching em Resiliência” (CR). Associado PCC, MENTOR-COACH e Ex-Presidente da International Coach Federation (ICF) – Capítulo Brasil.
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