Quando os Sentidos Despertam Emoções e Transformam Percepções em Conflitos
Estamos conscientes dos nossos cinco sentidos — visão, audição, olfato, paladar e tato. No entanto, será que estamos conscientes da conexão entre esses sentidos e os nossos conflitos pessoais?
Se os nossos sentidos são os mecanismos responsáveis por captar as informações do ambiente e enviá-las ao nosso sistema nervoso, será que percebemos o quanto eles estão conectados a cada conflito que nos aborrece?
Ao mesmo tempo em que os nossos sentidos captam as informações do ambiente e as enviam para o nosso sistema nervoso, eles também nos ajudam a interagir com o mundo e, por questões de sobrevivência, a identificar possíveis perigos.
Ocorre que esses perigos, muitas vezes, são percebidos como sensações pessoais que despertam, em nós, a lembrança de experiências anteriores. Assim, aquilo que enxergamos como uma ameaça pode funcionar como um gatilho para emoções afloradas no momento presente.
O que fazer nessa situação?
Primeiramente, é importante reconhecer qual foi o gatilho: um cheiro, um som, um toque, uma imagem ou até mesmo o sabor de algo que experimentamos. Identificar o elemento que provocou a sensação de risco ou desconforto é o primeiro passo.
Quando somos capazes de detectar a origem desse gatilho, compreendemos que a sensação desagradável pode não estar relacionada ao presente, mas à conexão sensorial estabelecida anteriormente com algo que nos causou desagrado.
Isso nos possibilita avaliar se o fato conectado ao gatilho é realmente importante no momento atual ou se estamos apenas reagindo a uma sensação despertada por um dos nossos sentidos, sem relação direta com a realidade presente.
Nessa condição, o conflito tende a se dissolver, pois o mecanismo que une o sentido ao conflito perde sua força. Com isso, surge o alívio para aquele que trazia, em seu inconsciente, um estado de alerta que foi despertado pela experiência sensorial.
Como os nossos cinco sentidos são uma verdadeira bússola para a vida, convém percebermos que eles podem nos orientar e servir de guia para o presente e para o futuro. Contudo, é fundamental abandonarmos as conexões emocionais que, porventura, nos prejudicam.
Somente assim poderemos viver plenamente e não apenas sobreviver.
“A vida é 10% do que acontece com você e 90% de como você reage a isso.”
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Quer saber mais sobre como reconhecer gatilhos emocionais antes que eles transformem suas percepções em conflitos? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em conversar sobre este assunto.
Luísa Santo
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