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Viver ou Sobreviver: A Escolha É Sua

Viver ou sobreviver? Carregar dores do passado, viver preso ao futuro e alimentar o ego pode transformar a vida em sobrevivência. Descubra como o aqui e agora, a reflexão e o aprendizado com os conflitos podem levar você a viver com mais consciência.

Viver ou Sobreviver? A Escolha que Define Sua Vida

Viver ou Sobreviver: A Escolha É Sua

Você sobrevive quando carrega entulhos emocionais que não lhe favorecem. É como se carregasse a vida nas costas.

Você se norteia pelas mazelas que o acompanham.

A sua existência torna-se um fardo, e você não consegue desfrutar daquilo que a vida pode lhe oferecer de mais belo, porque permanece preso ao peso que carrega.

Se você olhar apenas para os fatos que o feriram, torna-se incapaz de enxergar tudo aquilo que ainda lhe é oferecido.

Perceba que, ao invés de mirar apenas nos percalços pelos quais passou, quando você começa a compreender — e principalmente aprender — com aquilo que um dia o aborreceu, sua visão de mundo se modifica.

O frio pelo qual você passou um dia pode ensiná-lo a apreciar o calor que virá depois — e vice-versa.

Assim também são os conflitos, que na maioria das vezes não entendemos o porquê de acontecerem.

Momentos difíceis se repetem porque insistimos, muitas vezes por ego, outras por incompreensão e até mesmo por desconhecimento daquilo que realmente pode nos favorecer.

Daí a razão da frase: tudo aquilo a que resistimos, persiste.

Quando aprendemos a refletir sobre todos os conflitos pelos quais passamos, nossa compreensão se amplia, porque nos tornamos capazes de enxergar novos caminhos.

E todo novo caminho, ainda que desconhecido e, por vezes, assustador, pode ser alentador ou, no mínimo, despertar em nós a força necessária para um novo desafio.

Quando você entende que viver o aqui e agora é uma das atitudes mais importantes para a realização pessoal — e se conscientiza de que o futuro sempre acontece a partir daquilo que é realizado no presente, e não no futuro imaginado — você começa a vencer etapas sem viver aprisionado pela preocupação com o amanhã.

Você tem noção de que o excesso de futuro é uma das grandes causas da ansiedade?

Toda construção se inicia com as primeiras ações feitas no aqui e agora.

Sem o primeiro passo, não conseguimos chegar ao topo da escada.

Cada degrau que antecede o próximo é o que nos fortalece para alcançar o objetivo final.

Ainda que você enxergue o resultado desejado, será necessário caminhar passo a passo para alcançar seus objetivos.

E seus desejos serão ainda mais beneficiados na medida em que você reflita sobre cada conflito vivido, compreendendo-o como um novo aprendizado.

Todos aqueles que chegam a qualquer tipo de vitória aprenderam a resolver os problemas que surgem sem complicá-los, e com a humildade necessária para entender que o ego, por si só, não soluciona desavenças nem percalços da trajetória da vida.

Afastar o ego não significa se despersonalizar, mas compreender que não estamos sós neste mundo e que cada pessoa possui uma razão própria e singular, formada por suas vivências, sentimentos, emoções e aprendizados.

Com isso, você passa a viver em sua amplitude maior: a consciência de não estar só e, principalmente, de fazer parte do todo.

Por isso, viva cada momento como se fosse único e precioso em sua vida — e não apenas sobreviva carregando fatos que já se foram.

Finalizo com a frase de Antonio Montenegro no O Pensador:

“Viver é realizar sonhos, sobreviver é abdicar de sonhos. E aí, você está vivendo ou sobrevivendo?”


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Quer saber mais sobre como deixar de apenas sobreviver e começar a viver com mais consciência, presença e leveza? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em conversar sobre este assunto.

Luísa Santo
https://www.linkedin.com/in/luisasanto/

Confira também: Você está Consciente de Quem Você É, Por Que Você É e Como Você É?

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Luísa Santo Author
Luísa Santo é advogada, mestra em resolução de conflitos e negociação pela Universidade Kürt Bosch-Suiça, na Argentina. Coach para conflitos pessoais e interpessoais, Analista corporal e comportamental. Atua na área de conflitos pessoais e interpessoais desde 1998. Acresceu aos seus conhecimentos diversas técnicas ao longo do tempo, para que a construção do diálogo entre partes e com seu próprio EU se tornassem mais profícuas. Trabalha com grupos ou individualmente e forma grupos com no máximo dez participantes, para que se ajudem a encontrar soluções para aquilo que buscam. Isso os desperta para a importância e a necessidade das relações, bem como para o desenvolvimento pessoal, e com isso aprendam que juntos sempre serão mais fortes.
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