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2026: Sinais de Travessia, Maturidade e Escolhas Conscientes

2026 marca uma travessia que pede maturidade e escolhas conscientes. Descubra por que alinhar intenção e prática, abandonar automatismos e decidir com ética se torna essencial para pessoas e organizações que buscam solidez no médio e longo prazo.

2026: Sinais de Travessia, Maturidade e Escolhas Conscientes

2026: Sinais de Travessia, Maturidade e Escolhas Conscientes

2026 começa menos como uma promessa e mais como um chamado. Não há, neste início de ciclo, a sensação de um “ano mágico” que resolverá tudo, mas sim de um tempo que exige mais consciência, responsabilidade e escolha. Os sinais vindos da numerologia, do horóscopo chinês e do I Ching convergem para uma mesma direção: estamos entrando em um período em que iniciar algo sem clareza tende a gerar desgaste, enquanto decisões bem pensadas constroem bases mais sólidas para o futuro.


Pela numerologia, 2026 é um Ano Universal 1.

É o número dos começos, da autoria e da liderança. Mas este não é um recomeço ingênuo. Ele nasce depois de anos de exaustão coletiva, aceleração excessiva e promessas vazias. O “novo” aqui não é sobre fazer mais, e sim sobre fazer diferente. Iniciar, em 2026, significa assumir responsabilidade pelo caminho escolhido, abandonar automatismos e ter coragem de sustentar decisões que façam sentido no médio e longo prazo.


No horóscopo chinês, entramos no Ano do Cavalo de Fogo.

O Cavalo simboliza movimento, liberdade e avanço. O Fogo traz intensidade, visibilidade e paixão. Essa combinação cria um ano veloz, inquieto e pouco tolerante a incoerências. Estruturas rígidas demais, controles artificiais e lideranças que dizem uma coisa e fazem outra tendem a ser tensionadas. Ao mesmo tempo, a energia do Cavalo também cobra direção: correr sem propósito, apenas por impulso, pode levar ao esgotamento ou a escolhas precipitadas.


O I Ching, por sua vez, aponta para um tempo de travessia consciente.

Não é um ano de extremos, mas de discernimento. Saber quando avançar, quando sustentar e quando recuar será essencial. As decisões ganham peso ético e sistêmico. Tudo tende a ter consequência mais rápida e mais visível. A maturidade deixa de ser um atributo desejável e passa a ser uma exigência para quem quer atravessar 2026 com solidez.


Quando olhamos para o mundo do trabalho, essas leituras simbólicas encontram um terreno já em transformação.

Em RH, cresce a pressão para sair definitivamente do papel operacional e assumir uma atuação mais estratégica e estrutural. Menos programas isolados e mais desenho de sistemas humanos: estruturas, modelos de liderança, formas de decisão, critérios de reconhecimento e cuidado. O RH é chamado a ser arquiteto, não apenas executor.

O Design Organizacional ganha ainda mais centralidade. Organizações construídas à base de improvisos, “puxadinhos” e sobreposições começam a cobrar seu preço. Em 2026, a busca por clareza estrutural se intensifica. Estruturas precisam fazer sentido para a estratégia, para a cultura desejada e para a saúde das pessoas. Design Organizacional deixa de ser um projeto pontual e passa então a ser uma prática contínua de ajuste, leitura e redesenho.

A cultura organizacional também entra em um momento de maior exposição. Valores escritos, discursos inspiradores e campanhas internas não sustentam práticas incoerentes. O que passa a importar são os comportamentos reais, as decisões do dia a dia, o que é recompensado e o que é tolerado. Em 2026, a cultura se revela menos no que se diz e mais no que se escolhe.

Outro sinal forte é a consolidação da saúde, do bem-estar e do sentido como infraestrutura organizacional. Não mais como benefícios periféricos ou iniciativas “soft”, mas como condição de sustentabilidade do negócio. Ambientes tóxicos perdem talentos, comprometem resultados e fragilizam o futuro. Cuidar deixa de ser um gesto opcional e se torna uma decisão estratégica.

2026, no fundo, não é um ano para correr mais. É um ano para escolher melhor. Para pessoas e organizações, o convite é o mesmo: assumir autoria do próprio caminho, alinhar intenção e prática bem como desenhar o futuro com mais consciência, coragem e humanidade. O ciclo começa. A pergunta permanece aberta: o que, de fato, merece ser iniciado agora?


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Quer saber mais sobre como escolhas conscientes podem fortalecer pessoas, culturas e decisões organizacionais em 2026? Então, entre em contato comigo. Terei o maior prazer em conversar a respeito.

Marco Ornellas
https://www.ornellas.com.br/

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Marco Ornellas é Psicólogo, Master of Science in Behavior pela California American University e Mestre em Biologia-Cultural pela Universidad Mayor do Chile e Escuela Matrizstica. Pós em Neurociência e o Futuro Sustentado de Pessoas e Organizações.Consultor, Coach, Designer Organizacional, Palestrante e Facilitador de Grupos e Workshops em temas como Liderança, Complexidade, Gestão, Desenvolvimento de Equipes, Inovação e Consultor em Design da Cultura Organizacional.Autor dos Livros: DesigneRHs para um Novo Mundo, Uma nova (des)ordem organizacional e Ensaios por uma Organização Consciente.CEO da Ornellas Consulting e Ornellas Academy.
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