Ego profissional: Vilão ou Mocinho?

Publicado em 01 de fevereiro de 2018

Ego: Substantivo masculino, parte central ou nuclear da personalidade de uma pessoa. Segundo Freud, a personalidade que no âmbito psíquico influencia o comportamento de alguém, partindo de suas próprias experiências e controlando suas vontades e impulsos.

Conceito que alguém tem acerca de si mesmo, excesso de consideração, de adoração e apreço exagerado, sua etimologia é originária do latim e tem como significado “EU”.

O Ego, para a filosófica, significa o “eu de cada um”, é o “defensor da personalidade” impedindo que os conteúdos inconscientes passem para o campo da consciência, acionando os mecanismos de defesa.

E quando o ego é vilão ou mocinho?

Mesmo com rótulo de característica maléfica para o ser humano, o ego é de suma importância se inserido com equilíbrio, principalmente, quando é necessário encorajar a melhora da “performance” e autoconfiança, competências estas essenciais principalmente nos empreendedores.

Pontos Positivos

Confiança e competência: saber que é bom no que se propõe a fazer sem ser egoísta e se desvalorizar, sempre com equilíbrio para não chegar a arrogância. O ponto crucial deste equilíbrio é confiar e acreditar em si mesmo ou não sairá do lugar.

Quando passamos por desilusões ou negócios que não deram certo, é preciso ter a habilidade de acreditar em si mesmo, certo também que o ego nos impulsiona rumo às inovações.

Liderança e decisão: Líderes são exemplos e inspiração. Se você é um líder que tem medo de tomar decisões ou inseguro como poderá comandar o time? Muitas vezes é necessário um líder forte e decidido para mostrar o que fazer. Você já viu uma pessoa indecisa mostrar o caminho para alguém? O time precisa de um líder que indique para onde seguir e diga, “vamos todos juntos”!

Mas espera um pouco, então o ego é mocinho e não um vilão?

Lembre-se de que o ponto de equilíbrio é que fará toda a diferença, e é justamente ai que muitos profissionais pecam e deterioram suas carreiras ou acabam com as suas empresas. Esta falta de equilíbrio mostra o lado negativo do ego e todo o mal que poderá causar a você.

Algumas empresas podem triplicar o seu tamanho conquistando novos mercados, porém permanecem estagnadas devido ao elevado ego do seu fundador que insiste em querer mais reconhecimento que a sua própria marca.

Ele não admite perder este status que vive apenas em sua mente, não se aperfeiçoa, não muda nada e geralmente são gestores centralizadores.

Nada pode ser mais importante ou chamar atenção mais que ele, seja a empresa, a equipe, os clientes, ele é único e absoluto detentor do conhecimento, já conhece tudo e todos, dita e faz seguir as suas regras, não escuta ninguém e nem se preocupa com ninguém ao seu redor, seu ego ultrapassa todos os limites, é o “EU” acima de tudo e de todos.

Nos profissionais autônomos identificamos os mesmos problemas com um agravante: A maioria só desfruta do próprio ego, ainda não tem uma carreira sólida, não tem empresa fundada e pensa demasiadamente no próprio “eu”.

Divulga a todos que ele tem o conhecimento, que é o melhor, que ele resolve tudo, que com ele você será extraordinário, enfim tem solução para tudo e para todos. Este profissional vive tanto no mundinho “eu”, que ignora que os tempos são outros, hoje a técnica, o conhecimento não podem ser considerados superiores às necessidades dos clientes, ninguém está preocupado com o eu (digo com o seu eu) e sim como você irá levar a solução para ele, o pensar nele e não em você.

Atualmente, o cliente, tem o comportamento diferente do cliente das décadas passadas, hoje não se importam com quem é você, o que você estudou, se você é o melhor da sua área, se tem mais seguidores e likes nas redes sociais, se é carismático, falador, motivador e demais atributos, o que verdadeiramente importa é o que você fará por ele, o que vai entregar, se você se importa realmente com ele e como irá descobrir e solucionar as suas necessidades.

O que você pensa sobre você, não vale absolutamente nada para o seu cliente.

Pessoas formadas, experientes e populares hoje são inúmeras, ou seja, é o “mais do mesmo”, suas informações e conhecimento estão ao alcance de todos. Ele quer que pare de olhar para você e olhe para ele.

Pare de exaltar e pensar somente no “EU”, não seja egocêntrico, olhe para o outro, deixe que ele fale sobre você.

Se você ultrapassar a linha do equilíbrio, manterá o foco e pensamento centralizado em seus próprios interesses e será incapaz de enxergar e se colocar no lugar do outro, além de fingir para si e para os outros, que é forte, não enfrentando qualquer realidade com medo de ferir as suas próprias exigências.

Com origem no latim, egocêntrico é a junção de ego (eu) e centrum (o meio de tudo, o centro) e revela a tendência de alguém para referir tudo a ele mesmo, fazendo do eu o centro do Universo.

Encontre o equilíbrio no seu modo de pensar, sentir e agir, segundo Jung, Osho, Eckhart Tolle e outros sábios, o ego é a sua mente, a sua personalidade e muitas vezes está ligado a crenças que limitam o seu desenvolvimento.

O “eu” criado pela vivência sociocultural de cada indivíduo, se associa a um conjunto de ilusões, condicionamentos e preconceitos formados a partir da compreensão limitada de mundo e à falta das inteligências - intrapessoal (autoconhecimento e auto melhoramento) e interpessoal (sociabilidade, empatia, tolerância e paciência).

Equilíbrio

  • Refletir sobre a sua deficiência nas inteligências interpessoal e intrapessoal e desenvolver onde for necessário;

  • Sair da visão de mundo de que a vida é pautada somente no ganhar dinheiro, adquirir bens materiais, ser famoso, obter destaque e outras finalidades, não pense somente como fim em si, isto é muito perigoso, o correto é pensar que toda conquista é consequência do sucesso que você obteve no que fez de melhor com esforço, transparência, habilidade e talento;

  • E o pilar principal do equilíbrio está em desenvolver a empatia, pois nada adianta se colocar no lugar do outro, saber o que fazer, entender quais são as suas necessidades e não mover um dedo, se mantendo totalmente invisível para as pessoas.

Lembre-se: Quem não é visto não é lembrado, porém sem o “EU” exagerado.

Segundo Goleman, a base da empatia é o foco nos outros, e ele destaca três tipos de empatia que devem ser desenvolvidas nas pessoas desde cedo:

  1. A empatia cognitiva - entender como o outro pensa e quais os seus modelos, isto tornará mais fácil o entendimento recíproco. Muitas discussões discorrem desta incapacidade de entendimento, premissas e construção racional.

  2. A empatia emocional – entender como o outro se sente, quais sentimentos estão ligados a determinados comportamentos ou à sua imposição em uma discussão ou colocação de pensamento.

  3. A empatia da preocupação prática com o outro (ação), sendo esta a principal, pois de nada adianta saber como o outro se sente ou o que ele pensa, e não fazer nada por ele porque você está simplesmente preocupado em satisfazer o seu próprio “EGO”.

A empatia é a habilidade crucial para manter o equilíbrio contra o ego demasiado.

Portanto, faça, entregue e compartilhe mais. Acredite em você, mas sempre com o equilíbrio e inteligência, utilize os pontos positivos do ego, não deixe que ele faça de você uma pessoa egoísta e que só enxerga o “eu, eu e eu”, com certeza você será um profissional muito mais admirado e procurado pelos seus clientes.

“As prateleiras estão lotadas de conhecimento, mas você é a porta para solução do problema de alguém, olhe um pouco mais para o outro e este olhará para você”. (Adriane Yared)

Inove seu presente e Surpreenda seu futuro.

Adriane Yared







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Maria Terezinha Barbieri




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